
Madrasta é descoberta pelo Enteado da pior forma das traições dela com Pai do rapaz, ela tenta negociar com ele, pra não falar nada ao seu marido.
Eu precisava salvar o meu casamento de alguma forma, embora não soubesse mais o que isso significava.
Com 46 anos, eu olhava para trás e via 18 anos de vida construída com um homem de ouro, trabalhador, honesto, alguém que voltava para casa tão exausto quanto eu.
Ele já trazia na bagagem um menino de três anos quando nos casamos, fruto de um relacionamento anterior que nunca questionei.
Na minha ingenuidade maternal, abracei aquela criança como se tivesse saído do meu próprio corpo.
Eu e meu marido chegávamos tarde, trocando poucas palavras antes de cairmos na cama.
Enquanto isso, meu enteado ja com 18 anos estudava o dia inteiro e, mais recentemente, começou a trabalhar.
Durante quinze anos, lavei suas roupas, preparei suas refeições, assisti à sua transformação em homem lindo.
O olhar de gratidão que ele me dedicara mudou sutilmente ao completar dezoito anos.
Ele passou a se envolver com más companhias, passava noites fora de casa.
Eu falava com meu marido, mas ele descartava minha preocupação como rebeldia juvenil.
O pai trabalhava demais para enxergar metade da missa, e eu ficava sozinha tentando preencher um buraco que não era meu.
Quinze anos lavando as roupas de um garoto que, em algum momento que não quis ver, deixara de me olhar como filho para olhar como homem.
O meu casamento esfriou até virarmos dois robôs dividindo o mesmo endereço.
Eu murchava por dentro, mobília invisível em minha própria casa, deserto emocional onde ninguém mais me perguntava como fora meu dia.
Foi nessa fragilidade extrema que meu juízo falhou.
Estava exausta no sofá, o celular iluminando meu rosto no escuro da sala, quando a solicitação apareceu.
Meu primeiro namorado de infância, dos tempos de quinze anos. Meu coração disparou antes que eu pudesse raciocinar.
Aceitei por curiosidade, mas a solidão transforma o celular em companhia perigosa.
O que começou como conversa inocente virou vício, mensagens na calada da noite, perguntas bobas sobre meu dia que me faziam sentir desejada como mulher pela primeira vez em anos.
Mudei a senha, escondi o aparelho, cega demais para notar que o perigo real não estava na tela, mas dentro de casa, embaixo do meu teto.
Meu enteado observava. Eu sentia seu olhar sonso nos meus sorrisos secretos, mas atribuía a paranoia à culpa.
As mensagens subiram de tom, nostalgia deu lugar a desejo incontrolável de fuga.
Marcamos um encontro em bar escondido, longe de conhecidos.
Nunca tinha mentido para meu marido em quinze anos; saí de casa com o coração na boca. Quando vi aquele homem sentado, a madrasta cansada sumiu e a menina de quinze anos despertou.
O toque aconteceu ali mesmo, ardente, desajeitado, necessário. Ser desejada foi droga que me tirou de coma conjugal.
Saí de lá me sentindo suja, mas viciada na adrenalina. Comecei vida dupla, inventando desculpas para me deitar com meu amante.
Voltava para casa, beijava meu marido com a boca que horas antes estava em outro lugar, cega e surda para tudo exceto minha própria fome.
Não percebi que meu enteado vigiava. Não senti o cheiro da traição que ele já captava no ar.
Até o erro fatal: marquei encontro em bar próximo de casa. Estávamos no meio dos beijos quando calafrio violento subiu minha espinha, era uma sensação de ser observada.
Virei a cabeça lentamente, como em pesadelo.
Meu enteado estava lá. De braços cruzados, olhar de puro desprezo. Minha casa caiu definitivamente do meu lado.
Caminhou devagar até nossa mesa, ignorou meu amante como se fosse móvel, inclinou-se até meu ouvido. Sua respiração quente, voz baixa, calma apavorante:
“Bonito, né, mamãe? O que é mesmo que você tá fazendo com o meu pai?”
Ele deu uma risada cínica, virou as costas e me mandou conversar com ele quando eu chegasse em casa.
Aquela risada ecoou no meu peito como um ferimento aberto. Voltei dirigindo em prantos, sabendo que o meu marido era um homem honrado que jamais perdoaria uma traição.
As lágrimas embaçavam o para-brisa, e eu apertava o volante com os dedos trêmulos, imaginando cada cenário possível de destruição.
Cheguei em casa esperando ver as minhas malas na calçada, mas o meu garoto estava na sala vendo televisão como se nada tivesse acontecido.
Ele nem olhou na minha direção. Aquela normalidade forçada era pior que qualquer confronto.
Quando o meu marido chegou do trabalho, exausto como sempre, o meu garoto passou por mim na cozinha me encarando com aquele sorrisinho de canto de boca.
Um sorriso que dizia tudo e nada ao mesmo tempo.
Eu passei a noite inteira em claro, trancada no banheiro, esperando o momento exato do bote.
Foram dois dias onde eu esperava no mínimo que ele me pedisse dinheiro em troca do silêncio. Eu teria pago. Qualquer quantia.
Mas o plano do meu enteado era infinitamente diferente, seria bom pra duas partes e não envolveria dinheiro. Essa certeza crescia em mim como uma sombra.
No terceiro dia, logo após o meu marido sair bem cedo para o trabalho, eu estava arrumando as roupas no quarto.
O som dos passos dele na escada ainda reverberava na casa quando ouvi a porta abrir devagar.
O meu garoto entrou, trancando a fechadura logo em seguida.
Eu jurei que terminaria o caso na mesma hora com aquele meu amigo e seria a esposa perfeita, mas ele nem sequer quis saber.
Ele puxou uma cadeira, sentou na minha frente e falou: “Já que você está tão disposta a dar para estranhos na rua, pode muito bem fazer o mesmo comigo.”
Ele me olhou nos olhos e mostrou o celular com o contato do pai dele aberto, pronto para enviar a mensagem. “Gravei tudo de você com aquele cara no bar, então escolhe: ou dá para mim agora, ou vai para a rua com a roupa do corpo.”
Eu tinha medo de perder meu casamento e o teto que levei quinze anos para construir.
Eu me entreguei para o meu enteado. Levantei e me deitei na cama com as pernas abertas.
Ele calmamente se levantou, foi até mim, se ajoelhou e invadiu com o rosto o meu íntimo.
Começou a me chupar com uma naturalidade que me partia ao meio.
Eu via aquele jovem rapaz, filho do meu marido, diferente o esforço dele tentando entrar com a língua dentro de mim era diferente.
Eu chorava de soluçar, sentindo aquela língua dentro de mim como se fosse algo libertador para a minha vida.
Ele agia com naturalidade assustadora, afinal, ele estava comendo a mulher do seu pai.
Ele me mandou chupar seu pau, e eu fui.
O pau dele certamente não puxava o tamanho do meu marido, era pau bonito, grande e cheiroso.
Meu marido mal tinha o hábito de depilar o saco.
Já filho dele, ele tinha tudo limpinho, lisinho. Eu estava fazendo meu papel de madrasta que queria manter o seu casamento.
Nem para isso deixaria o meu querido enteado me comer e até deixar ele gozar na minha boca.
Não demorou muito e veio o esperma dele dentro da minha boca. Eu tinha consciência de tudo aquilo. Quando terminou, ele se vestiu e disse que agora nós tínhamos um pacto de silêncio.
Eu não sabia ate que ponto iriamos chegar, com aquela historia meu enteado queria me ter
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