A ideia não surgiu do nada. Foi se moldando, ganhando contornos precisos a cada vez que eu enfiava meu pau no cu do meu sobrinho. Ele tinha vinte e três anos, até então hétero, ou pelo menos era o que dizia até eu destruir essa barreira de uma vez por todas. Depois de comer aquele rabo apertado em diversas ocasiões, a minha fome só aumentava. Não era mais suficiente fodê-lo às escondidas. Eu queria mais.
Eu queria a Raquel. A namorada dele, vinte e um anos, a garota que ele mencionava com certa frustração entre um gemido e outro. Na minha cabeça, o plano era claro: eu queria comê-la e, se o destino colaborasse, comê-lo bem na frente dela. Mas essa última parte eu mantive em sigilo. Não era hora de assustá-lo.
Durante nossas transas, depois que o suor começava a esfriar e ele ainda ofegava de tanto levar rola, ele desabafava. As reclamações sobre a Raquel eram sempre as mesmas. Ela era cheia de histórias, cheia de frescura. Não fazia anal de jeito nenhum. O sexo com ela era doce, comportado, quase clínico. Foi numa dessas conversas, com ele ainda de bruços na cama e o cu gotejando minha porra, que ele soltou a frase que me deu ainda mais certeza do que eu precisava fazer.
Ele disse que gostava da forma como eu chupava o pau dele. Disse que a Raquel não fazia ideia de como deixar um homem louco com a boca. E então, ele confessou uma verdade que selou o destino dele e o dela: ele sabia que me chupava muito melhor do que ela chupava ele. Ele se preocupava com o meu prazer quando me mamava, colocava vontade, lambia, sugava, engasgava na minha pica. Ela, pelo que parecia, fazia apenas por obrigação.
Eu ouvi tudo em silêncio, absorvendo cada palavra como combustível para a minha perversão. A semente precisava ser plantada no momento certo. E esse momento chegou numa noite em que ele estava de pé, apoiado na borda da mesa da sala, as mãos espalmadas na superfície de madeira, as pernas abertas. Eu estava atrás dele, cravado até o talo naquele cu que já era meu.
O ritmo era constante, profundo. Minhas mãos seguravam os quadris dele com força, marcando a pele enquanto eu bombeava para dentro e para fora. A sala ecoava com o som ritmado de carne batendo contra carne, misturado com os gemidos baixos que escapavam da garganta dele.
Ele estava no limite, o corpo todo arrepiado, a coluna curvada para receber minha rola com mais profundidade. Foi então que me inclinei sobre ele, cobrindo as costas dele com meu peito.
Abracei-o pela cintura, sem parar de meter, mantendo o mesmo ritmo cadenciado e implacável. Soprei a ideia no ouvido dele, minha voz um rosnado baixo e quente contra a pele dele.
“Você podia trazer a Raquel na próxima vez pra participar. Vou ensinar pra ela tudo o que ensinei a você.”
Continuei metendo, sem alterar a cadência, sentindo o canal apertado dele pulsar ao redor do meu pau. Ele gemia alto, a cabeça jogada para trás, encostada no meu ombro.
“Como assim, Tio?” A voz dele saiu cortada, interrompida por um gemido mais agudo quando eu dei uma estocada mais funda.
“Se você não se importar de eu comê-la, quando ela for embora, nunca mais vai negar o cuzinho pra você.” Minhas mãos apertaram os ossos da bacia dele, segurando-o no lugar enquanto eu continuava a invadir aquele rabo.
Ele respirava pesado, ofegante. “Será, Tio?”
“Você não está gostando de me dar agora?” Eu enfiei tudo de uma vez até a base, esmagando os meus bagos contra as nádegas dele.
“Estou…” A palavra saiu arrancada dele, quase um soluço de prazer.
“Confie em mim. Traga ela e deixe o resto comigo.”
Eu não toquei mais no assunto. As palavras já estavam lá, fincadas na mente dele como minha rola estava fincada no corpo dele. Em vez de falar, comecei a foder o cu dele com mais força e velocidade. Castiguei aquele buraco com estocadas brutais, rápidas, firmes, sem dar tempo para que ele pensasse em mais nada. A ideia estava plantada, e agora eu só precisava deixá-lo com ainda mais tesão para que ela brotasse.
Ele se agarrou na mesa, os músculos das pernas esticados, e gritou quando gozou, o cu apertando minha rola como uma garra enquanto eu continuava a bombeá-lo sem piedade.
As semanas que se seguiram foram uma agonia de expectativa. Minhas férias finalmente chegaram, e a ansiedade de ter o casal sob o meu teto me consumia. Minha esposa me avisou que eles passariam o mesmo período aqui em casa, uns quinze dias. Quinze dias com o meu sobrinho e a Raquel debaixo do mesmo teto. Ela perguntou se devia arrumar o quarto de casal para eles. Eu disse que sim, sem hesitar. Eram maiores de idade e nós não tínhamos nada a ver com isso.
Por dentro, no entanto, eu já calculava cada detalhe, cada oportunidade que aquele quarto e aquelas duas semanas poderiam me proporcionar.
Eu contava os dias. Cruzava as datas no calendário como um homem possuído. Quando o dia finalmente chegou, eu mal conseguia esconder a agitação. Entrei em casa depois de fazer algumas compras no mercado, apenas para manter as aparências. Minha esposa estava na cozinha, preparando um lanche para nós. O cheiro de pão quente e café preenchia o ar, mas eu nem sequer prestei atenção. Fui direto até ela e a beijei, um selinho rápido, enquanto ela mexia algo no fogão.
“Eles já estão aí,” ela disse, sorrindo, os olhos voltados para a panela. “Estão se acomodando no quarto.”
Eu senti um calor subir pelo peito. “Vou lá dar um alô.”
Fui até o corredor e parei na frente do quarto de visitas. A porta estava entreaberta. Bati com os nós dos dedos na madeira e chamei por ele pelo nome. A voz dele respondeu de dentro, um pouco abafada.
“Pode entrar.”
Empurrei a porta e entrei. A primeira coisa que notei foi que a porta do banheiro do quarto estava fechada. O som de água corria lá dentro. A Raquel estava no banho. O pensamento de que ela estava nua, a poucos metros de mim, fez meu pau dar um sinal de vida nas calças, mas eu me controlei. Foco.
Ele estava de costas para mim, de calça de moletom e sem camisa. Aquele corpo atlético exposto, os ombros largos, os músculos das costas definidos, a linha da coluna descendo até a cintura estreita. A pele lisa, sem uma marca, até onde eu podia ver. Ele se virou quando me ouviu entrar, e por um instante, o constrangimento tomou conta do rosto dele. Uma sombra de vergonha e desejo cruzou os olhos dele antes que ele desviasse o olhar.
Fui até ele sem pressa. Abri os braços e o abracei bem forte, dando-lhe as boas-vindas. Senti o calor do corpo dele contra o meu, o cheiro do cabelo dele, ainda úmido na nuca. Aproveitei o momento. Minhas mãos desceram pelas costas dele e alcançaram a bunda redonda e firme. Peguei com força, com as duas mãos, apertando a carne e puxando-o contra mim. Eu o esmaguei contra o meu corpo, deixando que ele sentisse o volume que já começava a crescer na minha calça.
Ele se assustou com a minha ousadia. O corpo dele enriqueceu por um segundo, e ele sussurrou, a voz apressada e baixa, os olhos arregalados na direção da porta do banheiro.
“Tio, se elas nos pegam, estamos fritos!”
Eu não soltei a bunda dele. Mantive as mãos ali, amassando, sentindo a maciez daquelas nádegas que eu já conhecia tão bem. Inclinei a cabeça, aproximando os lábios do ouvido dele, e respondi com uma calma que contrastava com a força das minhas mãos.
“Sua Tia jamais pode saber. Mas a Raquel, até o final das férias, vamos comer ela juntos.”
Ele arregalou os olhos, o pânico e a excitação lutando pelo domínio do rosto dele. Sussurrou de volta, a voz trêmula. “Ela jamais vai concordar!”
Eu apertei a bunda dele mais uma vez, com força suficiente para deixar marcas vermelhas na pele. “Se você permitir, eu vou tentar.”
“Será?” A dúvida na voz dele era evidente, mas havia algo mais ali. Uma faísca de curiosidade, de desejo reprimido.
“Você tem ciúmes?” Eu perguntei, cravando os olhos nos dele.
“Não sei…” Ele desviou o olhar, mordendo o lábio inferior.
“Confia em mim?”
“Sim, lógico!”
“Então confie e deixe o resto comigo.”
Acabei a frase e passei a mão abertamente na pica dele, por cima do moletom. Percebi que já estava a meia-bomba, formando um volume impossível de esconder. Ele estremeceu ao meu toque, os quadris balançando para a frente, procurando mais contato, mas eu recuei. Retirei a mão e dei um sorriso de canto, virando as costas e saindo do quarto. Deixei-o ali, de pé no meio do quarto, com seus pensamentos e desejos, o pau duro apontando sob o tecido claro da calça.
Fui para o banheiro do meu quarto, com o pau duro latejando dentro da calça, imaginando as possibilidades. Fechei a porta, joguei a roupa no chão e liguei o chuveiro. A água quente escorreu pelo meu corpo, mas não aliviou a tensão. Pelo contrário, só aumentou. Fiquei sob o jato, ensaboando o peito, os braços, descendo até a pica dura, que pulsava com a lembrança da bunda do meu sobrinho nas minhas mãos e da ideia de que a Raquel estava no chuveiro logo ali no quarto ao lado, nua, molhada, sem saber do que estava por vir.
Não tive tempo de me aliviar. Minha esposa entrou no banheiro. Ela tirou a roupa sem cerimônia e abriu a porta do box. O vapor preencheu o ambiente quando ela entrou, e a primeira coisa que ela viu foi eu ensaboado e armado, o pau apontando para ela, rijo como uma barra de aço.
“Nossa? O que é isso?” Ela perguntou rindo, os olhos descendo até a minha ereção, surpresa com a intensidade.
“Tesão pra te comer,” eu respondi, a voz rouca.
Ela sorriu, um sorriso de quem conhece o jogo e adora jogar. Fechou a distância entre nós e me beijou. A boca dela era quente, úmida, a língua dela encontrando a minha com fome. Eu retribuí o beijo com a mesma intensidade, agarrando a nuca dela com uma mão, puxando-a contra mim. Senti os seios dela esmagados contra o meu peito, os mamilos duros roçando na minha pele.
Sem perder tempo, fiz ela se virar de costas para mim. Eu a guiei até que ela estivesse de frente para a parede do banheiro, as mãos apoiadas na borda da banheira. Ela obedeceu, a coluna curvada, a bunda empinada para mim, a água escorrendo pelas costas e pelas nádegas dela.
Peguei meu pau com uma mão e passei a glande na fenda da buceta dela. Pincelei a cabeça inchada entre os lábios carnudos, sentindo o calor e a umidade que já a cobria. Ela gemeu baixinho, um som que eu conhecia bem, o som de quem quer mais. Eu empurrei devagar, abrindo caminho, sentindo a buceta dela cedendo ao redor da minha rola, engolindo-a centímetro a centímetro. Entrei lentamente, saboreando cada milímetro daquela penetração, até que eu estivesse atolado até a base.
Quando entrou tudo, abracei-a por trás. Minha pica completamente enterrada naquela buceta que eu tanto adoro. Fiquei ali por um momento, sentindo o aperto úmido ao redor do meu membro, o calor do corpo dela contra o meu. Comecei a meter. Inicialmente mais lento, cadenciado. Estocadas longas e profundas, tirando quase tudo e voltando a enterrar até o talo. Eu queria deixá-la com tesão, construir o prazer dela como eu sabia que ela gostava.
Mas à medida que o tesão aumentou, à medida que a imagem da Raquel se formava na minha mente, eu perdi o controle. Aumente o ritmo. Comecei a meter mais rápido, com mais força. Os quadris batiam contra as nádegas da minha esposa com um som seco e ritmado, que ecoava nas paredes do banheiro. A água do chuveiro escorria sobre nós, misturando-se com os suores e os líquidos que já começavam a escorrer entre as pernas dela.
Eu a estava comendo, mas na minha cabeça, era a Raquel. Imaginava o corpo jovem daquela garota de vinte e um anos sob o meu. Imaginava a bunda dela empinada para mim, a buceta apertada e molhada engolindo meu pau. Imaginava os gemidos dela, diferentes dos da minha esposa, mais agudos, mais desesperados. A fantasia tomou conta de mim, e eu comecei a metê-la com selvageria. Rápido. Forte. Firme. Como se fosse a primeira e a última vez.
Ela se apoiava na parede do banheiro, as mãos escorregando no azulejo molhado, se segurando para não gemer alto. Ela mordia o lábio inferior, tentando conter os sons, mas eu não ligava para isso. Por mim, que nos ouvissem. Por mim, que o meu sobrinho e a Raquel soubessem que eu estava fodendo como um animal ali do outro lado do corredor. Eu queria que eles ouvissem. Eu queria que a Raquel sentisse o que estava por vir.
Continuei bombeando sem parar, as mãos agarradas nos quadris da minha esposa, marcando a pele com a força dos meus dedos. A buceta dela estava encharcada, fazendo sons de sucção cada vez que eu entrava e saía. O cheiro de sexo preenchia o banheiro, misturado com o vapor e o sabonete. Eu estava perto, sentindo o calor subir pelas pernas, a pressão se acumulando na base do pau.
Anunciei, a voz rouca e ofegante. “Vou gozar!”
Ela se entregou também. O corpo dela estremeceu, os músculos da buceta apertando minha rola em espasmos, e ela gozou, gemendo alto, sem mais se conter. Eu a acompanhei. Com um último empurrão profundo, enterrando tudo até os bagos, eu gozei feito um animal. Jatos quentes e espessos de porra inundaram a buceta dela, enchendo-a, derramando-se para fora, escorrendo pelas pernas dela enquanto eu continuava a bombear, esvaziando cada gota dentro dela.
Quando acabou, ficamos ali por um momento, ofegantes, a água ainda caindo sobre nós. Ela virou-se para mim, os olhos brilhantes, a boca entreaberta. Beijou-me com muito tesão, a língua dela invadindo minha boca, os dentes mordendo meus lábios com força. Quando se afastou, ela sussurrou contra minha boca, a voz ainda trêmula.
“Adorei. Vou querer mais pra dormir.”
Eu acenei positivamente com a cabeça, um gesto rápido, e saí do box. Enrolei a toalha na cintura, sem me secar direito. Precisava me apressar. Queria abraçar a Raquel, e queria fazer isso sem que minha esposa estivesse presente.
Voltei para o quarto e me vesti rapidamente. Calça jeans, camiseta. Antes de vestir a cueca, segurei meu pau, que já começava a dar sinais de vida novamente, e o posicionei de lado. A cueca apertou a carne, prendendo o membro contra o quadril, criando um volume inconfundível. Eu queria que a Raquel sentisse quando a abraçasse. Quería que ela sentisse meu pau duro contra o corpo dela, mesmo que não entendesse o que era naquele primeiro momento. Era o primeiro passo, a primeira semente.
Sai do quarto e fui para a cozinha. O som de vozes chegava até mim enquanto eu caminhava pelo corredor. Entrei na cozinha, e lá estava ela. De costas para mim, conversando com minha esposa, que terminava de preparar o lanche. A Raquel usava um vestido leve, de tecido fino, que marcava as curvas do corpo dela. Os cabelos estavam soltos, caindo sobre os ombros. Ela era mais baixa do que eu imaginava, com um corpo delicado, mas com curvas nos lugares certos.
A bunda era pequena e redonda, empinada, e os seios, embora médios, pareciam firmes sob o tecido do vestido.
Minha esposa me viu entrar e sorriu. “Querido, já conheceu a Raquel?”
Eu já estava indo na direção dela. A Raquel se virou quando ouviu meu nome, e pela primeira vez, nossos olhos se encontraram. Os olhos dela eram grandes, castanhos, com uma expressão ao mesmo tempo tímida e curiosa.
O rosto era delicado, com lábios carnudos e um nariz pequeno. Ela sorriu, um sorriso sem jeito, e deu um passo na minha direção.
“Esta é minha sobrinha?” Eu perguntei, a voz alta e acolhedora, estendendo os braços.
Ela sorriu mais, o rubor subindo pelas bochechas, e levantou-se sem jeito. Veio na minha direção, os braços meio abertos, mas mantendo uma distância respeitável. Quando ela me abraçou, foi de longe, o corpo dela mal roçando o meu, como quem cumprimenta um estranho.
“O que é isso? Deixe de cerimônia, sobrinha,” eu disse, rindo, como se fosse o tio mais normal do mundo.
Ao mesmo tempo em que falei, eu a abracei. Mas não da forma como ela esperava. Puxei o corpo dela contra o meu com um movimento firme e decidido. Senti o impacto dos seios dela contra o meu tórax, aqueles seios médios e duros pressionando minha pele através da camiseta e do vestido. O corpo dela era quente, macio, e por um segundo, ela ficou rígida, surpresa com a intimidade do abraço.
Foi então que eu ajeitei minha cintura. Com um movimento sutil, mas calculado, empinei a bacia para a frente, fazendo com que meu pau, preso de lado na cueca, pressionasse contra o ventre dela. A cabeça da minha rola, ainda semi-rígida, cravou-se contra o tecido da calça e do vestido dela, na altura do baixo-ventre. Eu a segurei ali, o abraço durando um segundo a mais do que o necessário, o suficiente para que ela sentisse o volume, o calor, a dureza do meu membro contra o corpo dela.
Os olhos dela se arregalaram por uma fração de segundo. A respiração dela falhou, um pequeno engasgo que ela tentou esconder. O corpo dela tremeu, quase imperceptivelmente, e as mãos dela, que estavam pousadas nos meus ombros, apertaram a camiseta por um instante antes de relaxarem. Ela não se afastou, mas também não se encostou mais. Ficou ali, paralisada, sem saber como reagir àquela sensação inesperada.
Eu a soltei devagar, mantendo o sorriso no rosto, como se nada tivesse acontecido. Dei um tapinha leve nas costas dela e me afastei, olhando-a nos olhos. O rubor no rosto dela era mais intenso agora, as bochechas vermelhas, os lábios entreabertos. Ela desviou o olhar rapidamente, enrolando uma mecha de cabelo no dedo, a voz falhando quando tentou responder algo que minha esposa havia dito.
Eu me virei para a pia, pegando um copo de água, o sorriso desaparecendo do rosto quando ela não podia me ver. O sangue bombava nas minhas veias, o pau latejando dentro da cueca apertada.
Ela ficou rígida nos meus braços. O corpo todo tenso, como um animal surpreendido pela luz. Puxei-a mais para mim, deixando que cada curva dela se ajustasse ao meu corpo. Meu pau, já meio duro, pressionava contra a região da xana dela por cima da roupa. Senti o calor que vinha de entre as pernas dela mesmo através do tecido. Dei um beijo na bochecha direita, depois na esquerda, os lábios demorando um segundo a mais do que seria normal para um cumprimento de tio.
Três segundos. Foi o que durou. Depois soltei-a e ela se descolou de mim com cuidado, dando um passo para trás, os olhos baixos. Os ombros subiram e desceram uma vez. Ela lambeu os lábios rapidamente e forçou um sorriso. Tentei não demonstrar que tinha notado o jeito como ela cruzou os braços na frente do peito, como se quisesse se proteger de algo.
Fomos para a mesa. O café estava quente, o aroma forte o suficiente para preencher a cozinha. Sentamos e ela ficou do outro lado, a xícara entre as mãos como uma barreira. Conversamos sobre a viagem, o trânsito, o tempo. Nada importante. Eu respondia no automático, a mente ainda naquele momento em que o corpo dela encostou no meu. A voz dela soava controlada, mas os dedos batiam na xícara de forma irregular.
Minha esposa apareceu uns vinte minutos depois, ainda com cara de sono, o cabelo preso de qualquer jeito. Beijou-me a testa e sentou ao meu lado. Raquel relaxou um pouco com a presença dela. A conversa ficou mais fácil, mais leve. Histórias antigas, risadas, a esposa contando sobre o trabalho, eu falando das reformas na casa. Uma normalidade que era tudo menos normal para mim.
De vez em quando, pegava Raquel me olhando por cima da xícara. Um olhar rápido que ela desviava antes que eu pudesse capturar. Os olhos dela iam para a minha mão, para o meu peito, para qualquer lugar que não fosse meu rosto. E então voltavam para o café, para a esposa, para a janela. Eu sorria para mim mesmo por dentro.
O dia passou assim. Conversas, refeições, a rotina de uma casa que recebe visitas. À noite, o sobrinho saiu para encontrar uns amigos da cidade. A esposa disse que ia dormir cedo, cansada. Deu beijo em todo mundo e desapareceu no quarto. Raquel ficou na sala vendo televisão, e eu fui para o escritório fingir que trabalhava.
Horas depois, a casa ficou silenciosa. Ouvi a porta do quarto da esposa fechar com aquele clique suave que significava que ela estava dormindo. Esperei mais um pouco. Então saí do escritório e fui para o quarto de hóspedes onde Raquel dormia.
Entre sem bater. Ela estava sentada na cama, o celular na mão, a luz da tela iluminando o rosto. Quando me viu entrar, o celular caiu no colo. Os olhos arregalaram. Eu já estava pelado, o pau meio duro balançando enquanto andava. Parei na frente dela e esperei.
Raquel olhou para o meu pau, depois para o meu rosto, depois para o pau de novo. Um rubor subiu pelo pescoço dela. Os lábios se abriram como se fosse falar, mas nada saiu. Então um sorriso surgiu no canto da boca. Ela entendeu. Sem dizer uma palavra, levantou e começou a tirar a roupa. A camisola subiu, revelando a barriga lisa, os seios pequenos com os mamilos já durinhos. Depois a calcinha desceu pelas pernas e ela ficou completamente nua na minha frente.
Ela me olhou nos olhos, a voz baixa e firme: “Quero que você me chupe. Ela bem lisinha pra você.”
A frase ficou no ar entre nós. O convite explícito, sem vergonha. Fiz um gesto com a cabeça para a cama. Ela entendeu e se posicionou de cócoras, os joelhos afastados, as mãos apoiadas no colchão. A bunda empinada, a buceta aberta e exposta entre as pernas. Os lábios externos se abriram naturalmente naquela posição, mostrando a carne rosada e úmida por dentro.
Deitei de costas no colchão e deslizei por baixo dela. O cheiro de excitação invadiu minhas narinas — musgo e sal. Posicionei a boca logo abaixo da buceta dela e comecei a lamber. A língua percorreu toda a extensão, do clitóris até a entrada da vagina, num movimento longo e devagar. O gosto era levemente ácido, metálico, e eu lambi de novo, mais fundo dessa vez.
A posição deixava tudo acessível. A buceta aberta como uma flor, os lábios internos inchados e separados. Minha língua trabalhava sem pressa, traçando círculos ao redor do clitóris antes de descer e penetrar a entrada com a ponta. O ritmo era calmo, deliberado. Eu queria que ela sentisse cada milímetro.
Ela se segurava, os gemidos abafados contra o travesseiro que agarrava. Mas eventualmente a voz escapava: “Ai amor, que gostoso. Chupa assim, ai que tesão.”
As palavras saíam entre respirações pesadas. Eu continuava lambendo, a língua fazendo o percurso completo da fenda, parando para sugar o clitóris antes de voltar a explorar a entrada. As mãos dela agarravam o lençol, os nós dos dedos brancos de tanto apertar.
Enquanto a chupava, minhas mãos subiam pelo corpo dela. Alcançei os seios e apertei os bicos entre os polegares e indicadores, beliscando de leve. Os mamilos estavam duros como pedras entre meus dedos. Eu os torcia suavemente, puxava, soltava. Tudo no mesmo ritmo calmo da minha língua.
A respiração dela ficou mais rápida. Os quadris começaram a se mover sozinhos, esfregando a buceta na minha cara. Eu acompanhei o movimento, mantendo a língua no lugar, deixando que ela ditasse o ritmo por alguns segundos. O queixo escorria com os líquidos dela.
A voz dela saiu quase como um sussurro: “Ai safado, que delícia. Você sabe como me provocar. Desse jeito eu gozo.”
Aquilo foi o sinal. Parei imediatamente. Saí de debaixo dela enquanto um gemido de frustração escapava da garganta dela. O corpo dela tremia, à beira de algo que eu não ia deixar acontecer ainda.
“De quatro,” eu disse.
Ela obedeceu sem hesitar. Posicionou-se de quatro no meio da cama, a bunda empinada, a coluna arqueada. A buceta brilhava de tão molhada, os lábios abertos e inchados de tanto chupar. Fiquei de joelhos atrás dela e passei a cabeça do pau na entrada. Pincelei o pau na porta da buceta melada, espalhando o líquido pela glande, sentindo o calor que irradiava dela.
Enfiei lentamente. Centímetro por centímetro, sem pressa, sentindo cada milímetro da carne dela cedendo ao redor do meu pau. A buceta engolia meu pau com facilidade, tão molhada que a penetração foi suave apesar do ritmo devagar. Continuei empurrando até que chegasse ao fundo, a base do pau encostando nos lábios da buceta dela.
Fiquei assim, parado, sentindo o aperto ao redor do pau. Os músculos dela se contraiam e relaxavam, se adaptando ao meu tamanho. Estiquei a mão até a gaveta do criado-mudo e peguei o frasco de lubrificante que tinha deixado ali antes. Abri com uma mão só, apertei uma quantidade generosa nos dedos.
Comecei o vai e vem ritmado dentro da buceta dela. Para fora até quase sair, para dentro até o fundo. O som molhado enchia o quarto — schlap, schlap, schlap — cada estocada produzindo aquele barulho obsceno de carne molhada. Ela gemia no travesseiro, os ombros sacudindo.
Com os dedos lubrificados, levei a mão à bunda dela. O dedo médio encontrou a portinha do cu e comecei a fazer círculos ao redor dela, espalhando o lubrificante. O músculo se contraiu sob o meu toque. Continuei os círculos, pressionando de leve, sem forçar a entrada.
Enquanto metia na buceta, o dedo começou a penetrar o cu. A primeira falange entrou com resistência, o anel apertando ao redor do dedo. Eu mantive a pressão constante, sem aumentar, esperando que ela relaxasse. O lubrificante facilitava, e aos poucos o dedo foi entrando mais. Adicionei o segundo dedo, os dois lado a lado, abrindo a passagem lentamente.
Ela gemia abafado pelo travesseiro, mas ergueu a cabeça e olhou para trás. Os olhos estavam vidrados, a boca aberta. A voz saiu rouca: “Safado, entendi o que você pretende. Vai com carinho, amor.”
Eu continuei. Os dois dedos já entravam até a metade no cuzinho dela. O anel de músculo cedia à pressão constante, se abrindo aos poucos ao redor dos meus dedos. Eu movia os dedos em círculos, esticando a passagem, preparando o terreno. Tudo isso enquanto o pau continuava o vai e vem na buceta, o ritmo constante e profundo.
O cuzinho dela ia cedendo. Os dois dedos entravam com mais facilidade agora, o lubrificante fazendo seu trabalho. Eu sentia o músculo relaxar e apertar em ondas, como se o corpo dela não soubesse se queria expulsar ou engolir meus dedos. Continuei trabalhando, abrindo, esticando, preparando.
Tirei o pau da buceta dela com um plop molhado. O pau brilhava com os líquidos dela. Peguei mais lubrificante e espalhei pelo comprimento todo, deixando bem melado e escorregadio. Passei uma quantidade generosa no rabinho dela, os dedos entrando e saindo, espalhando o gel por toda a passagem.
Posicionei a cabeça do pau na entrada do cu. Apontei minha pica para ele, a glande encostando na portinha apertada. Segurei o pau com uma mão e a cintura dela com a outra, mantendo-a no lugar.
Encostei o pau no cuzinho dela e dei uma forçada. A pressão aumentou gradualmente, o anel de músculo resistindo no início. Empurrei com mais firmeza e senti o momento em que ele se abriu ante a pressão. A cabeça entrou com um pop suave, o anel fechando-se ao redor da glande.
Ela retesou o corpo todo. Os músculos das costas ficaram rígidos, os ombros subiram, as mãos agarraram o lençol com força. Um som escapou da garganta dela — não era exatamente um gemido, mais um suspiro preso. O cuzinho apertou ao redor da cabeça do pau como uma cinta de veludo.
Eu parei de forçar. Fiquei completamente imóvel, deixando que ela se acostumasse com a sensação. A cabeça do pau estava dentro, o anel do cu pulsando ao redor da base da glande. O resto do pau esperava do lado de fora, rígido e lubrificado, pronto para avançar quando ela estivesse preparada.
O silêncio do quarto era quebrado apenas pela respiração pesada dos dois. O corpo dela aos poucos foi relaxando, os ombros descendo, a pegada no lençol afrouxando. O anel ao redor do meu pau pulsava ainda, mas com menos intensidade. Eu esperava, paciente, sentindo cada contração, cada tremor minúsculo do corpo dela.
Meus dedos acariciavam a cintura dela em movimentos suaves, tentando acalmá-la. A pele estava quente e úmida de suor. Eu não me movia. Não avançava. Apenas esperava o sinal de que ela estava pronta para mais.
— Ai, tá doendo!
A voz dela cortou o silêncio do quarto, fina e trêmula, um lamento agudo que fez meus músculos travarem instantaneamente. Eu estava apenas com a glande dentro, mas o anel apertado do ânus dela pulsava ao redor do meu pau como se quisesse expulsá-lo. Os músculos das costas dela estavam tensos, rígidos como pedra, os ombros levantados até as orelhas. Os dedos brancos agarravam o lençol com tanta força que os nós dos dedos pareciam iam rasgar o tecido.
Parei. Fiquei completamente imóvel, sentindo o calor daquele anel apertado tentando se acomodar ao redor da cabeça do meu pau. O corpo dela tremia debaixo de mim, pequenos espasmos involuntários que percorriam a espinha. Eu sabia que era só no início. Sabia que logo aquela dor pontuda ia se transformar em outra coisa, mas naquele momento eu precisava acalmá-la.
Comecei a acariciar suas costas com movimentos lentos e deliberados. As pontas dos dedos traçando linhas suaves da nuca até a base da espinha, sentindo a pele arrepiada sob meu toque, os pelinhos finos se erguendo. A pele dela estava quente, levemente úmida de suor, e eu deslizei as mãos com pressão suficiente para acalmar, mas sem forçar.
— Calma — murmurei, a voz baixa e controlada, o fôlego quente contra a nuca dela —, você sabe que é só no início. Vou ficar quieto e você logo se acostuma.
Ela soltou o ar pelos lábios, um sopro longo e trêmulo que parecia carregar metade da tensão do corpo. Permaneci parado, sem me mover um milímetro, apenas acariciando suas costas em círculos lentos. Aos poucos, senti a resistência começar a ceder. Os ombros desceram, a respiração foi alongando, e o anel apertado ao redor do meu pau relaxou o suficiente para que eu sentisse o sangue bombear na glande.
Levei a mão por baixo do corpo dela, deslizando pela barriga lisa e úmida de suor até encontrar a umidade entre suas pernas. A buceta estava encharcada — os lábios inchados e escorregadios sob meus dedos, o calor irradiando da fenda como uma fornalha. Comecei a acariciá-la lentamente, traçando círculos suaves ao redor do clitóris, sem pressa, sentindo a viscosidade dos fluidos que escorriam dela e se acumulavam nos meus dedos.
O efeito foi imediato. O ânus dela, que antes agarrava meu pau com força desesperada, começou a ceder como uma flor se abrindo. A respiração mudou — de ofegante e ansiosa para mais profunda, mais ritmada, o peito dela subindo e descendo com cadência. Os quadris fizeram um pequeno movimento circular, quase imperceptível, como se buscassem mais contato com meus dedos, como se o corpo dela já soubesse o que queria antes mesmo da mente processar.
Ela começou a gemer baixinho. Sons suaves que saíam entre os lábios fechados, vibrando na garganta, um “mmm” longo e baixo que fazia o sangue ferver nas minhas veias.
— Está gostando, safada? — perguntei, a voz rouca de tesão.
— Tô… — a resposta veio carregada de alívio, as vogais alongadas pelo prazer, quase um suspiro.
— Você quer dar o cuzinho pra mim?
Um gemido mais alto escapou dela. Os quadris se moveram de novo, dessa vez com mais intenção, empinando a bunda para trás, engolindo mais um centímetro do meu pau sem que eu fizesse força. O anel cedeu, deslizando ao redor da haste, e o calor do reto dela envolveu mais uma parte de mim.
— Quero… — sussurrou, a voz embargada, quase uma súplica.
Parei com as carícias na buceta. Retirei a mão devagar, sentindo os últimos fios de umidade escorrendo entre meus dedos, a pele pegajosa e quente. Segurei-a pela cintura, os polegares afundando na carne macia dos quadris, os dedos espalmados sobre a pele suada. E comecei a meter.
O pau deslizou para dentro, centímetro por centímetro, abrindo caminho no canal apertado e quente. A sensação era de estar sendo engolido por um túnel de veludo quente e úmido, cada milímetro de carne pulsando ao redor da minha pica. Ela meio gemia e meio reclamava — sons que se misturavam num coral confuso, prazer e desconforto dançando juntos em cada respiração. Não me importei. Continuei metendo, firme e constante, até minha pélvis encostar na bunda dela com um baque surdo que reverberou no silêncio do quarto.
O pau estava inteiramente dentro. Sentia o calor do reto dela envolvendo cada centímetro da pica, a pressão uniforme e deliciosa do anel apertado na base, os espasmos involuntários dela massageando a glande. Fiquei ali, imóvel, saboreando a sensação de estar completamente enterrado naquele cuzinho apertado.
Ela continuava reclamando um pouco — murmúrios abafados contra o travesseiro, os dedos ainda agarrados no lençol, o corpo tenso. Puxei-a pelos quadris, fazendo com que se levantasse. Ela ficou de joelhos sobre a cama, mas ao invés de permanecer de quatro, puxei seu corpo contra o meu. As costas dela encostaram no meu peito — a pele suada e quente colando na minha, o calor dos dois corpos se fundindo.
Com uma mão, desci até a buceta dela outra vez. Os lábios estavam ainda mais inchados que antes, o clitóris duro como uma pérola sob meus dedos, pulsando a cada batida do coração dela. Comecei a acariciá-la no mesmo ritmo lento de antes, sentindo a umidade aumentar, os fluidos escorrendo pelos dedos e gotejando no lençol. Com a outra mão, subi pelo corpo dela até encontrar o seio — macio e pesado na minha palma, o mamilo rijo pressionando contra minha pele como uma pedra quente.
Ela deixou a cabeça cair para trás, encostando no meu ombro. A respiração estava irregular, pequenos solavancos no peito que faziam o seio balançar na minha mão. A nuca dela exposta, os cabelos grudados na pele suada, o perfume do corpo misturado com o cheiro de sexo que já impregnava o quarto.
— Me dá um beijo — pedi.
Ela virou o rosto para o lado, os olhos semicerrados e vidrados de tesão, os lábios entreabertos e úmidos. Nos beijamos — um beijo molhado e demorado, as línguas se encontrando enquanto ela gemia dentro da minha boca. Senti o gosto salgado do suor dela, o calor da respiração misturando com a minha, os lábios macios pressionando com urgência. A língua dela dançou ao redor da minha, ávida, desesperada, e os gemidos que escapavam entre os beijos vibraram nos meus lábios como eletricidade.
Lambi a orelha dela, sentindo-a estremecer inteira contra meu corpo. A ponta da língua traçando a borda da concha, o lóbulo macio entre os dentes. Mordi de leve antes de sussurrar, os lábios encostados na pele sensível:
— Como você é gostosa… Adoro comer seu cuzinho!
Ela respirou fundo, o peito expandindo contra minha mão, o mamilo duro roçando na palma.
— Você sabe me deixar com tesão… — a voz dela saiu rouca, arranhada, quase um gemido — Me come, meu amor. Me come bem gostoso que sou toda sua.
Comecei a meter no cuzinho dela então. Na mesma posição — ela encostada em mim, de joelhos, meu pau enterrado no ânus enquanto minhas mãos trabalhavam a buceta e os seios. O ritmo era constante, cada estocada completa — saía até quase sair inteiro, sentindo o anel do ânus agarrar a glande como se não quisesse deixar sair, e entrava até a base, os testículos batendo de leve contra a carne molhada dela. Plac. Plac. Plac. O som úmido e ritmado da penetração enchendo o quarto.
O cuzinho agasalhava meu pau inteiro. O calor era intenso, quase sufocante, e a umidade do lubrificante misturada com os fluidos dela criava uma sensação de deslizar perfeito. Eu metia sem parar, num vai e vem ritmado e profundo, sentindo cada ondulação do canal apertado ao redor da pica, cada espasmo involuntário que massageava a glande.
As mãos dela me procuravam por trás. Os dedos deslizavam pelas minhas coxas, subiam pelos quadris, agarravam os pelinhos das minhas pernas com força. Ela se esticava para trás, tocando o que alcançava, as unhas cravando na pele como se precisasse de mais contato, como se o prazer fosse tão intenso que ela precisava se segurar em algo para não se perder.
O anel do ânus dela apertava minha pica a cada estocada — um abraço quente e pulsante que me envolvia inteiro. Eu sentia o ritmo dos espasmos, os momentos em que ela apertava mais forte e os momentos em que se rendia, relaxando para me receber mais fundo. A pica entrava e saía sem parar, banhada em fluidos quentes, deslizando com facilidade crescente.
Ela gemia e falava, as palavras saindo aos pedaços entre os suspiros, a voz quebrada de prazer:
— Vai, safado… Ai, que gostoso… Me come… Ai, que delícia!
O calor e a umidade do reto dela em volta do meu pau eram maravilhosos. Uma sensação de estar envolto em veludo quente, úmido e apertado, que me fazia querer meter cada vez mais fundo, cada vez mais forte. Passei a acariciar os dois seios dela com minhas mãos — segurando o peso de cada um, apertando os mamilos entre os dedos, sentindo-os endurecer ainda mais sob meu toque. A pele dos seios era macia e quente, e eu amassava com força suficiente para deixar marcas vermelhas que sumiriam em minutos.
Lambi o pescoço dela — a pele salgada de suor, pulsando com o batimento acelerado que eu podia sentir nos lábios. Mordi de leve a curva onde o pescoço encontrava o ombro, sentindo-a estremecer inteira, os músculos das costas se contraindo contra meu peito. Lambi a orelha novamente, a ponta da língua traçando a borda da concha, o hálito quente fazendo-a arrepiar.
— Que cuzinho gostoso que você tem, amor — sussurrei, os lábios encostados na orelha dela, a voz baixa e rouca — Adoro quando você me deixa comer ele!
Ela respondeu com a voz quebrada, ofegante, as palavras quase engolidas pelos gemidos:
— Ele é só seu, amor… Me come, eu sou só sua!
— Fica de quatro pra mim! — ordenei.
Ela se desgrudou do meu corpo, inclinando-se para frente. As mãos dela afundaram no colchão, os joelhos se firmaram sobre o lençol, e ela abaixou-se e empinou bem a bunda — as nádegas branquinhas se abrindo, revelando o cuzinho vermelho e dilatado, ainda molhado de lubrificante, piscando com os espasmos da penetração.
A cena era obscena e linda ao mesmo tempo — ela de quatro, a bunda arreganhada, o cuzinho todo aberto, engolindo minha pica a cada estocada, a pele brilhando de suor sob a luz fraca que entrava pela janela, as costas arqueadas, a curva dos rins profunda, os seios balançando a cada impacto.
Segurei-a pela cintura, os dedos afundando na carne macia dos quadris, e comecei a meter mais forte. Estocadas firmes e profundas que faziam o corpo dela avançar no colchão a cada impacto. Plac! Plac! Plac! O som da minha pélvis batendo contra as nádegas dela era alto e ritmado, o som úmido da penetração ecoava pelas paredes, os gemidos que escapavam dos lábios dela eram cada vez mais altos e descontrolados.
Eu metia forte. E nossos corpos faziam barulho quando se tocavam — o som de carne contra carne, o som úmido e obsceno do pau entrando e saindo do cuzinho, o som dos gemidos que se misturavam com o ritmo da meteção. O cuzinho dela estava completamente dilatado agora, aberto e molhado, engolindo meu pau com facilidade, o anel apertado massageando a base a cada estocada.
Ela gemia mais alto agora. Era nítido que estava com muito tesão — os braços tremiam, as pernas estavam instáveis, a bunda empinava ainda mais a cada estocada como se implorasse por mais. Perto de perder o pouco do controle que restava. Os gemidos saíam sem filtro, altos o suficiente para atravessar as paredes, e eu sabia que qualquer pessoa acordada na casa ouviria.
Aproveitei e provoquei:
— Está gostando, safada?
— Tô! — a resposta saiu quase como um grito, carregada de urgência e desejo.
— É bom dar o cuzinho?
— É! — os quadris dela rebolavam sozinhos, encontrando minhas estocadas, o cuzinho engolindo meu pau com avidez.
— Você vai gozar assim?
— Se continuar, eu vou! — a voz dela subiu, aguda e desesperada, o corpo inteiro tremendo.
— Você gosta quando como o seu cu?
— Adoro! Mete, vai!
Continuei metendo. O tesão dela estava a mil — os gemidos se transformavam em gritos abafados contra o travesseiro, o corpo inteiro tremia, a buceta escorria líquido pelas coxas, molhando o lençol, o cheiro de sexo pesado e inconfundível impregnando o ar do quarto. O meu tesão também estava no limite. Sentia a pressão acumulando nos testículos, o calor subindo pela base do pau, a necessidade de gozar crescendo a cada estocada.
Mantive o ritmo da meteção. Estocadas firmes e profundas, sem pressa, controlando a velocidade para durar mais alguns minutos preciosos. Mas o tesão subia inevitável. O prazer se concentrava na ponta do pau, cada vez mais intenso, pulsante, como uma onda que ganhava força antes de quebrar.
Ela começou a gemer mais alto. Os gritos saíam sem controle agora, as mãos agarrando o lençol com força, os nós dos dedos brancos, o rosto enterrado no travesseiro para abafar os sons que mesmo assim escapavam altos e desesperados. O corpo inteiro dela tremeu — uma ondulação que começou nas coxas e subiu pela espinha, os músculos se contraindo em espasmos incontroláveis.
— Ai, amor, tô gozando! — anunciou, a voz alta e descontrolada, quase um grito — Mete no meu cú! Me come! Ai, que gostoso, tô gozando, amor!
O ânus dela apertou meu pau com força — espasmos violentos e ritmados que me fizeram perder o controle. Não resisti. Gozei junto com ela, o prazer explodindo da base da espinha até o cérebro como um raio. O primeiro jato de leite saiu com força, inundando o reto dela, espesso e quente. Depois outro, e outro, cada estocada bombeando mais sêmen dentro do cuzinho apertado. O pau pulsava dentro dela, esvaziando-se completamente, cada espasmo enviando mais leite para dentro daquele calor que me envolvia como uma luva.
Os gemidos dela se misturavam com os meus — sons inarticulados de puro prazer que enchiam o quarto e ecoavam pelas paredes. O cuzinho dela continuava apertando e soltando em espasmos, ordenhando cada última gota de leite do meu pau. Eu metia devagar agora, estocadas lentas e profundas, sentindo o sêmen quente escorrendo ao redor do pau e vazando pelo ânus, gotejando no lençol.
Após o gozo, continuamos engatados. O pau ainda semi-dentro dela, amolecendo aos poucos, o calor do reto ainda envolvendo a carne sensível. Puxei-a para cima, devagar, sentindo o ânus se fechar ao redor da pica que escorregava para fora com um som úmido e obsceno. As costas dela encostaram no meu corpo novamente — a pele dela agora fria por causa do suor evaporando, o peito arfando, o coração batendo tão forte que eu podia sentir contra minhas costelas.
Acariciei o corpo dela. As mãos deslizando pelos braços, pelos ombros, descendo pelas costas, sentindo a pele macia e úmida. Abraçei-a forte, os braços envolvendo-a pela cintura, sentindo o coração dela bater acelerado contra meus braços, a respiração ainda irregular. Ela virou o rosto para mim e nos beijamos — um beijo manso agora, sem a urgência de antes, os lábios se movendo devagar, as línguas se tocando de leve, o gosto salgado do suor e do prazer ainda presente.
Ela sorriu. Um sorriso cansado e satisfeito, os olhos ainda pesados de prazer, os lábios inchados de tanto beijar e morder.
— Acho que fiz muito barulho — disse, a voz baixa e preocupada, os olhos procurando os meus com uma mistura de culpa e divertimento.
Eu sabia que sim. Os gemidos dela tinham ecoado pelo corredor, altos o suficiente para atravessar as paredes finas da casa, altos o suficiente para que qualquer pessoa acordada soubesse exatamente o que estávamos fazendo. Mas tirei por menos.
— Fica tranquila — murmurei, beijando a testa dela, os lábios demorando na pele morna — Eles já estão dormindo.
Pausa. Ela relaxou um pouco contra mim, os músculos cedendo, a respiração finalmente acalmando. E completei, com um sorriso na voz:
— Se ouviram, ficaram com inveja.
Ela riu baixinho — uma risada que vibrou contra meu peito, leve e relaxada. Ficamos ali por mais alguns minutos, em silêncio, os corpos grudados, o suor esfriando, o cheiro de sexo pesado no ar, o sêmen ainda vazando do cuzinho dela e molhando minhas coxas.
Depois nos desgrudamos. Caminhamos até o banheiro, os pés descalços no piso frio, os corpos nus e cansados. O chuveiro aqueceu a água e entramos juntos sob o jato quente. Lavei as costas dela, as mãos deslizando pela pele ensaboada, sentindo os músculos relaxados agora, sem tensão residual. Ela fez o mesmo comigo — os dedos delicados percorrendo meus ombros, descendo pelos braços, massageando a nuca com carinho.
Não falamos muito. Apenas o som da água caindo, o barulho dos corpos se movendo sob o chuveiro, o toque suave das mãos limpando a noite inteira. Quando saímos, nos secamos em silêncio, os movimentos lentos e preguiçosos de quem está completamente satisfeito.
Voltamos para o quarto. Ela se deitou ao meu lado, a cabeça encostando no travesseiro, os olhos se fechando quase imediatamente, um sorriso leve ainda nos lábios. Eu fiquei acordado por mais tempo, olhando para o teto, ouvindo a respiração dela se regularizar e se tornar profunda e ritmada.
Eu só pensava se a Raquel tinha nos ouvido.
A casa era antiga, as paredes não isolavam som nenhum. Os gemidos da minha esposa tinham sido altos — altos o suficiente para acordar alguém no quarto de hóspedes, se essa pessoa não estivesse dormindo profundamente. E eu sabia que Raquel era leve no sono. Ouvia qualquer barulho e logo acordava. Quantas vezes eu tinha visto ela descer pela manhã com olheiras, reclamando que o vento na janela ou o ranger da casa a tinham acordado?
Será que ela tinha ouvido tudo? Os gemidos, os gritos, o som ritmado dos corpos se chocando? Será que tinha percebido o que estávamos fazendo? Que eu comi o cuzinho da minha esposa ali, a poucos metros do quarto onde ela dormia? A ideia me excitou de novo. Uma pontada de tesão que se manifestou no baixo ventre, apertando os testículos, fazendo o sangue bombear de volta para o pau.
Fechei os olhos e imaginei Raquel deitada na cama do quarto de hóspedes, os olhos arregalados no escuro, ouvindo cada gemido, cada palavra suja que a minha esposa tinha dito. Imaginei ela se remexendo sob o lençol, o corpo respondendo aos sons contra a vontade, a buceta ficando molhada enquanto ouvia o cuzinho da minha esposa sendo comido ali mesmo, na mesma casa. Imaginei seus dedos deslizando por baixo do lençol, tocando-se sem conseguir se controlar, os lábios mordidos para não gemer, o rosto corado de vergonha e tesão.
Não via a hora de acordar e encontrá-la. De ver sua reação. Se ela teria coragem de me olhar nos olhos depois de ouvir o que fizemos. Se haveria algum sinal — um rubor nas bochechas, um desviar de olhar, uma tensão no corpo que denunciasse que ela sabia. Que ela tinha ouvido. Que talvez até tivesse gostado de ouvir.
A respiração da minha esposa ao meu lado já era pesada e regular. O sono a tinha levado completamente, os lábios entreabertos, o corpo relaxado. Eu virei de lado, olhando para a porta do quarto, pensando no corredor escuro que levava ao quarto de hóspedes.