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Cunhada fica olhando eu transando com a irmã dela na sala

01/07/2026 escrito por Amopornobr

Cunhada de 18 anos fica encarregada assiste à propria irmã ser macetada com força na cama do casal.

O calor daquela tarde de sábado ainda marcava minha pele quando Giovana bateu na porta.

 

Julia estava no sofá, de pernas cruzadas, vestindo aquele vestido curto que eu conhecia bem o que ela usava quando queria que eu não tirasse as mãos dela.

 

Giovana minha cunhada entrou com aquela risada fácil de quem tem 18 anos e ainda acredita que a noite é longa demais para acabar mal.

 

Seus olhos azuis — tão diferentes dos castanhos da irmã percorreram a sala e pararam em mim.

 

Eu estava de pé, encostado no aparador, usando aquele short de malha cinza que comprara uma semana antes, pensando exatamente nesse momento.

 

Por baixo, a cueca boxer branca, larga, deixava meu pau em destaque. Não era casualidade. Era arquitetura. Planejamento de engenheiro civil que eu era.

 

— Reinaldo tá diferente — Minha cunhada disse, jogando a bolsa no sofá. Seus olhos desceram rapidamente e voltaram ao meu rosto, mas eu vi.

 

O micro-segundo de hesitação. O rubor que ela tentou disfarçar virando-se para a irmã.

 

Julia riu. Aquele riso que eu conhecia, grave e cheio de intenção.

— Tá sempre assim quando você vem, Giovana. Só que agora ele não esconde mais.

 

Eu me movi até a poltrona, sentando-me de forma que minha virilha ficasse em nível de seus olhos.

 

O short subiu mais. O volume era inegável. minha cunhada se sentou no braço do sofá, fingindo interesse na unha do polegar, mas seus olhos vagavam.

 

Julia trouxe as cervejas. Primeiro uma, depois duas, depois perdemos a conta.

 

A música começou baixa — algo de pagode que minha cunhada pediu e subiu conforme as latinhas se acumulavam na mesa de centro.

 

Eu estava bêbado, mas não o suficiente para perder o controle.

 

Apenas o suficiente para não me importar com o controle.

 

Começamos a dançar. Julia colocou as mãos nos meus ombros, rebolando contra mim enquanto eu estava sentado.

 

O movimento dela era deliberado, provocador — ela sabia exatamente o que fazia.

 

Meu pau estava duro, pulsando contra o tecido fino do short, e eu não fazia questão de esconder.

 

Giovana dançava sozinha do outro lado da mesa, mas seus olhos não nos abandonavam.

— Olha só como você me deixou — eu disse, dirigindo-me a Julia, mas falando alto o suficiente para minha cunhada ouvir. — Louco de tesão.

 

Giovana parou de dançar. Seus olhos azuis fixos em mim, depois descendo para a protuberância que eu exibia sem cerimônia.

— Vai, rebola mais — ela disse, e a voz saiu rouca, diferente do tom jovial de minutos antes.

 

Eu não aguentei. Peguei Julia pela cintura e puxei-a para mais perto, sentindo seu corpo quente contra o meu.

— Chupa meu pau — eu pedi, a voz saindo mais áspera do que pretendia. — Agora. Aqui.

 

Julia não hesitou. Ajoelhou-se com aquela velocidade que só ela tinha, aquela fome que eu conhecia bem.

 

Puxou meu short para baixo em um único movimento e meu pau saltou para fora, vermelho e latejante.

 

Ela o engoliu imediatamente, e eu gemi alto, deixando minha cabeça cair para trás, mas mantendo os olhos em minha cunhada.

 

A irmã estava imóvel, de mão na boca, os dedos pressionando os lábios como se tentasse conter algo.

 

Julia parou por um instante, virou-se para Giovana, ainda segurando meu pau na mão.

— Vem, irmã. Mamã aqui comigo.

 

Minha cunhada negou com a cabeça. Seus dedos apertaram mais os lábios.

— Só quero ver — ela disse, a voz saindo quase um sussurro.

— Quero ver vocês transando.

 

Julia olhou para mim.

 

Eu sabia o que ela pensava — havíamos conversado tantas vezes sobre isso, na escuridão do nosso quarto, com minhas mãos entre suas pernas.

 

Ela queria que eu comesse a irmã. Queria ver. Mas havia algo na postura de Giovana, uma rigidez nos ombros, que nos fazia hesitar.

 

Minha cunhada se levantou de repente. Seus movimentos estavam desengonçados, o álcool afetando sua coordenação, mas havia determinação em seus olhos.

 

Ela começou a dançar sozinha, os quadris balançando em uma cadência que não combinava com a música. Eu me levantei, meu pau ainda duro para fora do short, e dei dois passos em sua direção.

 

Ela recuou. Apenas um passo, quase imperceptível, mas eu vi.

 

A vergonha voltara, aquele véu de constrangimento que cobria seu desejo.

— Vocês duas — eu disse, mudando de tática.

— Quero ver vocês se chupando.

 

Julia riu, aquele som grave que significava sim. Giovana hesitou, seus olhos indo da irmã para mim, depois de volta.

— Primeiro um banho — ela disse. — A gente vai pro banheiro.

 

As duas desapareceram pelo corredor. Eu fiquei na sala, o ar-condicionado ligado agora, mas ainda sentindo o calor na pele.

 

Meu pau pulsava contra minha barriga, e eu o segurei na mão, massageando devagar, imaginando o que acontecia atrás daquela porta.

 

O som da água começou. Risos abafados. Um gemido que podia ser Julia, ou poderia ser o eco da minha própria expectativa.

 

Quando me chamaram, já estava completamente duro novamente.

 

Entrei no quarto e as encontrei na cama, de lingerie combinando — calcinha e sutiã pretos em Julia, brancos em minha cunhada.

 

O contraste era delicioso. Julia morena e curvilínea, Giovana mais magra, aquela bundinha pequena que eu tanto imaginava.

— Você não pode tocar nela — Julia disse, antes que eu pudesse me sentar.

— A Giovana decidiu. Só olhar.

 

Por um instante, senti o peso da frustração. Mas então vi a forma como minha cunhada me olhava, seus olhos fixos no meu pau, e entendi que aquilo era apenas o começo.

— Sem problema — eu disse, sentando-me na cama.

 

As duas se beijaram. Foi lento no início, quase tímido, lábios se tocando, depois se separando, depois voltando com mais força.

 

Julia tomou a iniciativa, sua língua entrando na boca da irmã, e Giovana gemeu.

 

O som foi direto para meu pau. Eu o tirei para fora, começando a bater, acompanhando o ritmo do beijo.

 

Julia desceu pelo corpo da irmã. Tirou o sutiã de minha cunhada, depois a própria calcinha, deixando-a completamente nua.

 

A bucetinha de Giovana era lisa, sem pelos, aquela pele morena ainda mais escura ali.

 

Julia a abriu com os dedos, mostrando o rosa por dentro, e eu parei de respirar por um segundo.

— Linda, né? — Julia disse, olhando para mim.

 

Não esperei resposta.

Minha esposa mergulhou, sua língua percorrendo aquela fenda, e minha cunhada arqueou as costas, gemendo alto. — Ahh—nossa, Julia…

 

Eu bati meu pau mais rápido.

 

A cena era melhor do que qualquer fantasia, minha esposa lambendo a irmã, os gemidos de Giovana preenchendo o quarto, o cheiro de sexo que já começava a se misturar com o perfume do banho.

 

Depois de alguns minutos, Julia se afastou. Trocaram de posição.

 

Agora Giovana estava de quatro, aquela bundinha pequena apontada para mim, enquanto ela mergulhava na buceta da irmã.

 

Eu podia ver tudo, a língua dela saindo e entrando, o brilho da excitação, os dedos de Julia se enroscando nos lençóis.

 

Não me aguentei. Fui até Julia, coloquei meu pau na boca dela.

 

Ela me recebeu com aquela habilidade de sempre, mas parou para falar: — Vem, Giovana. Chupa esse pau.

 

Giovana levantou o rosto, os lábios brilhantes.

 

Negou com a cabeça, mas seus olhos não saíam do meu pau. — Chupa eu também — Julia pediu, e eu entendi.

 

Mudei de posição, deitando-me entre as pernas da minha esposa, mergulhando minha língua nela.

 

Giovana voltou para a irmã. Agora estávamos os três conectados — minha língua na buceta de Julia, a língua de minha cunhada na mesma buceta, nossas línguas se encontrando por acidente, por desejo.

 

O sabor era de Julia, mas eu sentia a presença de Giovana, o calor de sua respiração, o tremor de seus gemidos.

 

Eu não aguentava mais. Peguei meu pau, posicionei na entrada de Julia, e enfiei de uma vez.

 

Ela gritou, aquele grito que eu conhecia, de dor e prazer misturados. — Olha — eu disse para minha cunhada, olhando nos olhos azuis dela.

— Olha meu pau entrando nela.

 

Giovana desceu a mão. Ela mesma me guiou, seus dedos finos fechando em torno do meu pau, empurrando-o mais fundo na irmã.

 

Eu soquei com força, o som de pele batendo em pele ecoando no quarto. Julia gemia sem parar, e minha cunhada acompanhava, sua mão agora na própria buceta, esfregando-se no ritmo das minhas estocadas.

— Vou gozar — Julia avisou, a voz falhando. — Goza, amor — eu pedi, e ela liberou.

 

O jato quente atingiu meu pau, escorrendo pelas minhas coxas.

 

Giovana ficou imobilizada, observando, depois disse: — De novo. Quero ver de novo.

 

Eu não precisei de mais incentivo. Continuei socando, o som úmido de nossa foda preenchendo o espaço.

 

Julia gozou mais uma vez, dessa vez menos intensa, mas seus gemidos eram os mesmos, aquela música que eu conhecia bem.

 

Quando não aguentei mais, fui até a boca de Julia.

 

Ela me recebeu, e eu soltei tudo ali, olhando para minha cunhada, dizendo sem palavras que aquilo era para ela.

 

Ela entendeu. Seus olhos não saíram dos meus enquanto eu pulsava na boca da irmã.

 

Depois, tomamos banho separadamente.

 

Eu estava no quarto, vestindo-me, quando Julia voltou do banheiro com aquele sorriso que significava segredo.

— Ela quer repetir — minha esposa disse, sentando-se na cama ainda molhada.

— A Giovana. Quer fazer de novo.

 

Eu parei com a camisa na mão. A imagem da buceta lisa de minha cunhada voltou, aquela bundinha pequena, a forma como ela mesma havia me guiado para dentro da irmã.

— Quando? — eu perguntei.

 

Julia deu de ombros, mas seus olhos diziam mais. — Logo. Ela só precisa de tempo.

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