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Meu Primeiro Amor e Orgasmo foi com meu Sobrinho, Parte 2

13/07/2026 escrito por Amopornobr

 

Tia obcecada decide destruir namoro do sobrinho para mantê-lo refém de suas vontades sexuais na cama no quarto de hóspedes na casa de seus pais.

Quem não conhece a primeira parte, não deixe de ler: https://amopornobr.com/blog/meu-primeiro-amor-e-orgasmo-foi-com-meu-sobrinho/

 

Vamos a continuação do Conto Erótico.

 

Eu precisava acabar com aquela relação do meu sobrinho com namorada dele.

 

Fernanda ocupava um espaço que eu já considerava meu, mesmo sabendo que nunca deveria ser.

 

Durante dias, mal consegui olhar para a tela do computador no trabalho. Meus dedos paravam sobre o teclado, e eu via Marquinho em cada pensamento e imaginando, seu pescoço grosso quando se inclinava para chupar minha vagina.

 

Aquelas camisetas justas que esticavam sobre os ombros largos dele. O plano veio de madrugada, entre insônias e toques furtivos: eu destruiria aquilo que ele tinha com a namorada, peça por peça, até que só restasse a nós dois naquela casa.

 

E se minha irmã descobrisse minha relação com filho dela? Se Vinícius soubesse certamente me expulsaria de casa. Eu era capaz de tudo, pois eu estava cega o suficiente de amor para isso.

 

Quando cheguei em casa, ainda era cedo. A casa estava vazia, silenciosa. Subi direto para o banheiro e liguei o chuveiro.

 

A água morna escorreu entre minhas pernas enquanto eu esfregava a vulva com sabonete neutro, metódica, quase ritualística. Sequei-me com cuidado, passando a toalha entre as coxas com atenção de quem prepara terreno pra foder com cara mais jovem.

 

Escolhi uma calcinha de renda preta que comprara antes do casamento, quando ainda me sentia desejável.

 

Escovei os dentes até as gengivas arderem, hidratei a pele com loção de amêndoas, e borrifei perfume atrás das orelhas só o suficiente para que alguém precisasse se aproximar para sentir.

 

Ele chegou por volta das 19 horas. Ouvi a porta da garagem e meu estômago revirou.

 

Desci as escadas e o vi no corredor, ainda com a mochila da faculdade pendurada em um ombro. Lindo.

 

A palavra era ridícula, inadequada para um homem daquele tamanho, mas era tudo que eu conseguia pensar, meu sobrinho é lindo.

 

Seus olhos me encontraram, e ele sorriu aquele sorriso que misturava inocência para os pais, mas algo mais pesado entre mim e ele.

 

Antes que eu pudesse reagir, ele se aproximou. Seus pais estavam na cozinha, eu ouvia Maria reclamando do preço da carne, e mesmo assim ele me beijou. Não na boca mas foi carinhoso, demorado.

 

Seus lábios quentes contra minha pele, sua mão por um segundo no meu quadril. Eu não consegui disfarçar.

 

Meu olhar o seguiu quando ele se afastou, faminto, exposto. Ele me retribuiu com menos intensidade, mas eu sabia.

 

Sentia no ar entre nós, ele queria me comer. Sua tia piranha traidora da própria irmã.

 

O jantar foi tortura. Vinícius falava sobre política, e minha irmã servia arroz, e eu sentia a umidade crescer entre minhas pernas a cada vez que Marquinho se movia.

 

Estávamos a 1 metro de distância, mas eu já o tinha dentro de mim mil posições diferentes pra foder com meu sobrinho.

 

Quando a mesa foi limpa, cada um se dispersou. Eu subi para meu quarto, trancando a porta, e fiquei sentada na beira da cama.

 

Minha calcinha estava encharcada. Eu a tirei, deitei de costas, e deixei os dedos vaguearem, não para gozar, apenas para manter o fogo aceso, para não esquecer do que poderia vir aquela noite.

 

Perto das 11, eu estava recostada na cabeceira, um livro aberto sobre o colo que não lia havia 20 minutos.

 

Meus olhos pesavam. O sono vinha em ondas, e eu deixava, só para acordar de novo com a imagem dele sobre mim. Foi então que ouvi: três batidas leves, quase hesitantes, na porta.

— Entre — disse, e minha voz saiu falhada.

 

A maçaneta girou. Ele entrou de calção solto, sem camiseta, o torso iluminado pela luz fraca do abajur.

 

Eu o olhei, o livro esquecido, a boca seca. Ele não disse nada. Aproximou-se da cama, ajoelhou-se ao meu lado, e nossos rostos ficaram a centímetros de distância.

 

Seus olhos buscaram os meus, e eu vi neles tudo que eu também sentia o medo, a culpa, a necessidade avassaladora.

 

Nos beijamos. Sua boca era quente, familiar agora, e eu pensei: puta fácil. Ontem ele estava dentro de Fernanda, e hoje aqui, querendo meu corpo de tia-postiça faminta.

 

Larguei o livro. Puxei a coberta, revelando-me para ele, abrindo o caminho. Ele se deitou sobre mim, e eu senti seu peso, não opressivo, mas preenchedor, como se finalmente uma peça encaixasse onde deveria estar.

 

Nos transamos, e eu o interrompi no meio do ritmo:

— Você usa camisinha com ela?

Ele parou, confuso, o rosto úmido de suor.

— Não — respondeu, a voz grossa. — Ela toma anticoncepcional.

 

Eu me estiquei para o criado-mudo, abri a gaveta, e peguei o pacote preservativo que comprara semanas antes.

 

Deixei-o sobre a cabeceira, ainda fechado, enquanto ele me olhava. Tirei minha calcinha, a de renda preta, ficou inútil este detalhe agora, rsrs.

 

E ele tirou o calção. Seu pau se ergueu, branco, grosso, a pele do prepúcio cobrindo a cabeça inteira.

 

Ele punhetou-se lentamente, puxando a pele para trás, e eu vi a cabeça aparecer, vermelha, imensa.

 

Minha mão não fecharia em volta daquilo. Dava quase três vezes o tamanho da minha palma.

— Deita — pedi, e ele obedeceu.

 

Fui para cima dele, e comecei com um boquete lento, metódico. Minha mão pequena na base, apertando, balançando a cada descida da boca.

 

Eu sentia o pau endurecer ainda mais, ficar de pedra, e me esforcei cai de boca, pegando quase a base, a outra mão mexendo em seu saco pesado.

 

Era desajeitado, minha boca não estava acostumada com aquele tamanho, mas eu tinha sido boa boqueteira antes de eu conhecer meu ex-marido.

 

Me esforcei. Dez minutos. O gosto dele, o som de minha própria respiração ofegante, o jeito como ele gemia baixinho, segurando-se.

 

Peguei o preservativo e entreguei. Ele abriu com os dentes, e eu me abaixei, chupando seu saco com força, punhetando o meio do pau com movimentos curtos, precisos, pra não deixar o tesão baixar um centímetro si quer, rsrs.

 

Ele colocou a camisinha com dificuldade, puxando a pele da cabeça, apertando o bico para tirar o ar. Cuidadoso. Cada bolha eliminada, cada risco de gravidez neutralizado. Minha respiração acelerava só de ver aquilo.

 

Então ele estava entre minhas pernas. Senti seu peso, o calor de sua pele contra a minha, meu coração batendo nos tímpanos.

 

Suas mãos seguraram meu cabelo, outra na cintura, e nos olhamos.

 

No instante da penetração, fechei os olhos. A culpa veio tia, sobrinho, o que estamos fazendo caralho!!!

 

Mas ele começou a mover-se, lento, exploratório, e minha vagina se abriu para ele, reconheceu e acomodou o “grande invasor”.

 

O látex era uma barreira fina, sim, mas o calor transpassava, e a forma como ele enfiava o pau em mim preenchia algo que eu não sabia que estava vazio.

 

Com meu ex Beto, era mecânico. Obrigação marital, eu deitada, ele gozava, e eu nunca me sentindo realmente comida com prazer.

 

Mas Marquinho…. O Marquinho me olhava enquanto metia na minha vagina, cada centímetro de avanço como se fosse território sagrado, finalmente permitido.

 

Eu o sentia em toda parte, profundo, e soube que destruiria o mundo inteiro para manter aquilo.

Ele gozou logo depois 20 mijutos de estocadas firmes, eu disse ele tirar a camisinha devagar pra nao estornar e quando tirou eu vi estava bem cheia, isso sinal de tesão, tesão entre tia e sobrinho, mas eu ainda tinha missão a cumprir naquela casa.

 

Me tornar a nova namorada do meu sobrinho, meu grande amor.

 

Gostou desta segunda parte do conto onde a tia obsercada pelo sobrinho, era capaz de destruir o namoro dele com namorada novinha. Aproveite e assista de tia ia para almoço de familia e costumava ir no quarto do sobrinho apos almoço para “dormirem” um pouco, clique aqui e assista.

 

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