Blog Amo Porno BR

Categoria do Blog

Dia que Marido Corno descobre esposa estava transando com pastor da igreja deles

01/06/2026 escrito por Amopornobr

Doze anos de casamento. É o que eu tinha na conta quando olhava para minha linda esposa. Doze anos, dois filhos, uma financiamento e um salário de vigilante remoto que mal chegava a dois mil e quinhentos reais por mês.

 

O dinheiro curto me obrigava a pegar bicos como vigilante presencial, e o excesso de horas me transformou num homem gordo, ansioso, com o peito sempre apertado. As brigas em casa se tornaram tão frequentes quanto as refeições.

 

Eu e minha esposa estávamos no limite: ou mudávamos o rumo ou nos separávamos. Decidi cortar o segundo emprego. Resolvemos entrar para a igreja. Minha esposa sempre foi uma mulher incrível. Cuidava da casa, criava nossos filhos com uma paciência que eu nunca tive, era querida pela minha família e tratada como filha exemplar pelo lado dela.

 

Com a redução da minha carga horária, ela passou a procurar emprego. Enquanto não conseguia, sobrava tempo livre. Começamos a frequentar os cultos duas, três vezes por semana. Por um tempo, a relação melhorou.

 

Mas eu relaxava. Às vezes, deixava ela ir sozinha enquanto eu ficava em casa com nosso filho mais novo, vendo TV. Ela se envolveu cada vez mais com os eventos da igreja, que iam até tarde. Sempre dizia que o pastor e a esposa davam carona.

 

Uma noite, sem nada de bom na televisão, recebi uma mensagem: “Não se preocupa, vou pegar carona com o pastor e a esposa dele.” Mandei de volta perguntando se poderia buscá-la. Nenhuma resposta. Nem sim, nem não.

 

Fiquei vigiando pela janela. Quando deu onze horas da noite, vi o carro se aproximando. Minha esposa desembarcou do banco do carona. Achei estranho.— A esposa do pastor não veio? — perguntei quando ela entrou.
— Não, ela precisou sair do culto antes de terminar. Algum problema?
— Não. Só pra saber.

 

Transamos aquela noite. Gozei rápido, e percebi que minha esposa apenas acelerava os movimentos para que eu acabasse logo. Quando terminei, ela se levantou sem dizer nada e foi tomar banho. Antes, ela ficava alguns minutos abraçada comigo.

 

Naquela noite, não. Depois disso, transamos ainda menos. Eu me peguei masturbando mais vezes para conter a necessidade, uma realidade triste que preciso registrar.

A desconfiança começou num dia em que cheguei do trabalho e ela estava no banho. Não me ouviu chegar. Pela fresta da porta, ouvi ela enviando um áudio. Não deu para escutar tudo, mas as palavras

“Você muito safado, hein” saíram claras, seguidas de risos.

 

Logo depois, outro áudio:
“Viu como eu chupo direitinho?” Mais risos.

 

Quando percebi que ela ia sair, corri para a cozinha. Esperei um pouco e voltei ao quarto. Minha esposa estava na frente do espelho, tirando fotos de sutiã e calcinha. Não entrei.

 

Queria saber para quem ela mandava aquilo. Quando ela desceu, questionei o que fazia no quarto.

— Tava mandando mensagem pra minha mãe — respondeu, cara de pau.

 

Ela desconversou e pediu para eu levá-la ao culto. Enquanto ela se arrumava, fiz algo incomum: peguei o celular dela. Abri a conversa com o pastor. Estava limpa, mensagens apagadas, provavelmente as fotos e os áudios.

 

A última mensagem dele dizia: “Minha esposa acabou de chegar, depois conversamos. Bjs.”

Beijos. Que intimidade era essa entre minha esposa e o pastor?

 

No caminho, ela estava no celular, rindo e quase não comentou nada comigo, estava mais interessada com quem estava conversando no celular.

 

No culto, tudo correu normal. Na saída, fiquei só observando de longe, e deixei ela solta só pra ver como o pastor a abordaria minha donzela, ele chegou perto e colocou uma das mãos segurando levemente os dedos dela na mão como tivesse um grau de intimidade, mas fiquei quieto.

 

Quando estávamos indo embora ja dentro do carro, Minha Esposa lembrou que precisava pegar os livros que pastor ficou de emprestar.

Eu prontamente disse: — “Deixa que eu vou lá buscar”. Ela ficou no carro.

 

Entrei no salão da igreja. Todos já haviam saído. Só restavam o pastor e a cunhada dele. Os dois estavam fudendo. Ele a prensava contra a mesa da cozinha, as vestes levantadas, o pau entrando com força na buceta dela. Os gemidos ecoavam no salão vazio.

 

O som úmido e obsceno da penetração, o ritmo brutal das estocadas que pastor descontava na cunhada dele. Pensei em pegar o celular e gravar tudo, mas desisti.

 

Estava excitado. Sabia que era errado, mas aquela cena era gostosa demais. A cunhada se agarrava na beira da mesa, os peitos balançando a cada estocada, a boca aberta em gemidos altos. Saí de fininho.

 

Ao chegar no carro, minha esposa: — “Nossa, que demora! Quase fui lá”

— Pois é, estava o pastor e a cunhada dele limpando lá.

Minha esposa questiona com voz decepcionada: — Só os dois?

 

Eu percebi a reação dela e respondi naturalmete: — “Sim, só eles. Por quê?”

Minha esposa responde pra encerrar o assunto: — “Não, nada não. Vamos então.”

 

No caminho, notei que ela mandava mensagens para alguém. Provavelmente o pastor, que não respondia. Estava ocupado demais com cunhada, rsrs.

 

Depois de flagrar o pastor comendo a cunhadinha, eu sabia que este pastor era um safado.

 

Minha desconfiança sobre ele e Minha Esposa começava a ganhar sentido. Veio a imagem dos dois na minha cabeça: minha esposa sendo devorada pela pica do pastor, as pernas abertas, cabelo bagunçado e so com vestido que vai para missas erguidos, e ele socando aquele pau grosso nela. Uma mistura de ódio, frustração e angústia me subiu, mas, por incrível que parecesse, também tesão danado.

 

O pau endureceu no mesmo instante. Fui obrigado a bater uma punheta no banheiro, gozando rápido com a cena na cabeça. Quando cheguei em casa, comecei a observar Minha Esposa com mais atenção. Ela foi para o banho e, desta vez, não levou o celular. Deixou carregando. Ela não sabia que eu conhecia a senha. Peguei o aparelho, abri o WhatsApp.

 

As conversas com o pastor estavam lá.
“Vai vir? Quer que te busque?”

“Não, melhor só me trazer depois, vou sair daqui a pouco.”

“Tá, entra pelos fundos pra ninguém ver. Bj.”

“Tá, bjs.”

Entrar pelos fundos? Ninguém ver? Eles estavam sozinhos? O coração acelerou. Resolvi mandar uma mensagem como se fosse ela.
“Oi, tá aí?”

“Oi, tô sim.”

“Gostou de hoje?”

“Que pergunta, tá preocupada mesmo kk. Claro que sim, você é delicia.”

“Hum.”

“Manda uma fotinho pra mim?”

A confirmação. daquelas fotos eram para ele.

“Como você quer?”

“De calcinha, mostrando os peitos deliciosos.”

Pronto. A prova definitiva. Eu era Marido corno por causa de um pastor. Ouvi o chuveiro desligar.

 

Mandei uma última mensagem: “Tem gente aqui, preciso desligar.”

Ele respondeu com um “Ok”.

 

Apaguei tudo e fiquei em silêncio, pensando no que fazer. Vontade de ir lá e matar o pastor, de contar para todo mundo.

 

Mas sairia como corno. Seria pior. Como meus amigos me veriam?

Não me aguentei. Chamei Minha Esposa para uma conversa franca.

Eu disse: — Olha só, precisamos conversar. O que tá acontecendo? Há tempos você não quer transar, está estranha, anda saindo sem me avisar. Fala logo, é melhor.

Minha esposa tentando se defender: — Que isso, Amor? Tá doido? Você que deve ter outra e tá jogando em cima de mim.

Eu insisti: — Eu já entendi tudo. É melhor falar.
Minha doce esposa: — Entendeu o quê? Tá louco?
Eu fui enfático: — Você e o pastor. Vai mentir pra mim?
Minha esposa perdendo argumentos: — Para, não começa…
Eu falei: — Fala logo. Eu já sei de tudo. E melhor não esconder.

ela insegura me disse: “Quer ligar pra ele agora?” A voz dela saiu esganiçada.

“Você é doido? Tenho nada com ele, eu sou casada, ele também. De onde tirou isso?”

Eu dei ultimo check mate: “As fotos que tava tirando no espelho?” Eu dei um passo pra frente, o peito duro.

“Vai me mentir que não era pra ele? Hein? Fala.”

Ela balançou a cabeça, os olhos marejados. “Não tô acreditando nisso.”

“Quem não tá acreditando sou eu. Logo o pastor. Eu sei que ele é um safado, tem um caso com a própria cunhada.”
“Quem, a Cunhada dele? Bom, aí não sei.”

“Mas eu sei. Eu vi.” Bati o dedo no peito.

Eu desmarcarei aquela ordinária: “Ninguém me contou. E desconfiei de você, vi as mensagens no celular, você não pode negar.”

 

Nisso ela começou a chorar. As pernas cederam e ela se deitou na cama, o rosto enterrado no travesseiro, os ombros sacudindo.
“Fala logo, Desde quando tá com ele? Fala?”

Minha esposa as prantos responde: “Para.” A voz saiu abafada pelo tecido.

 

Então ela levantou, com os olhos vermelhos e cheios de lágrimas.

“Desculpa. Melhor a gente separar. Eu sou uma puta. Não me sinto bem assim. Eu errei.”
Eu vi peguei pesado com ela e disse: “Calma. Só me fala a verdade.”
“Sim.” O soluço cortou a palavra. “Eu fiquei com ele. Eu dei pra ele. Ele me come todas as tardes na igreja.

Às vezes no motel, no carro dele. Sim, é tudo verdade.”

 

Ela falava isso chorando, e eu estava desnorteado. A raiva fervia no estômago, mas algo mais baixo pulsava. O pau doía dentro da calça.
“Desde quando isso? Fala agora, fala tudo meu amor!”

ela respondeu: “Faz uns meses. Acho que 3 ou 2 . Não sei ao certo.”

“Como começou?” eu queria saber mais.

Ela respondeu: “Desde que ele começou a dar em cima de mim, e nosso relacionamento esfriou. Ele me elogia sempre. Ele me faz me sentir bem. Rolou um beijo numa carona que ele me deu.”

Depois desse beijo acabamos transando no dia seguinte que ele me deu carona, e maioria da vezes era na igreja, naqueles sabados que eu ia trabalhar la” eu chegava a uma hora da tarde, mas geralmente o pessoa chegava so as 16 horas.

Eu fiquei indiginado e perguntei onde mais voce transava com ele? Fala.”

Ela chorando apontou o dedo pra nossa cama. Eu questionei ela aqui nosso quarto.

Ela afirmou a cabeça positivamente.

“Quando?”

nos dias vc tinha trabalhava no segundo emprego. Eu não trabalhava e ele dava qualquer desculpas pra esposa dele.”

O choro engasgou a palavra. e me disse: “Não quero mais falar sobre isso.”

Eu insisti e falei: “Agora vai ter que falar tudo.”

Quando dei por mim, eu estava excitado. O volume na calça era impossível de esconder. Ela viu, se levantou, abriu o guarda-roupa e começou a pegas roupas. Eu perguntei:
“Onde você vai?”

Ela me respondeu enquanto tira algumas peças de roupa: “Vou pra casa da minha mãe. Eu errei, eu sei. Vou sair da tua vida.”

Eu como bom marido corno disse: “Não. Eu te perdoo. A culpa também foi minha. Não vai embora.”

Ela chorando responde: “Você nao mereci isso, eu fui puta de pastor.”

Então abracei ela. O corpo tremendo contra o meu, o choro molhando meu ombro.
Eu tentando contornar a situação pois havia perdido o controle eu falei: “Não chora. Calma. Vamos conversar. Já disse que perdoo, mas me conta isso.”

eu disse tentando encerrar o assunto: “Vamos deitar e parar com isso agora.”

Fomos deitar. Minha Esposa se sentou na cama, os olhos ainda inchados.

“Me conta tudo. Desde o início.”

Ela olhou pra mim. Depois pra minha calça, pra a barra dura marcando o tecido. “Você tá excitado? É isso mesmo?”

“Sim. Agora me fala. Quero que detalhe.”

Ela estendeu a mão e pegou no meu pau por cima da calça. Aquele toque elétrico subiu pela espinha.
“Ele me come faz tempo. É isso que quer ouvir? Ele me come.

Minha esposa complementou: Ele me faz de puta. Pede pra eu chupar.”
Eu perguntei: “Ele goza onde?”

ela deu risadinha e disse: “Em todos os lugares que você imaginar.”

eu quis tirar uma dúvuda: “Todos?”

ela naturalmente fala: “Sim todos.”

“Na boca?”
“Sim todos. Boca, peitos, dentro de mim.”

Eu estava muito excitado. ela percebeu e comecou a abrir ziper da minha calça e comecou a bater uma devagar, olhando nos meus olhos enquanto ela me contava.

quis saber se ela conseguia chegar climax com ele e perguntei: “Você goza com ele fácil.”

ela confirmou com cabeça e respondeu: “sim bem facil”.

quem geralmente procura ele ou voce?
“Sou. Ele me come quando quer. Sabe quando você não vai no culto? Ele me come na salinha. As vezes dentro do carro, pra não chamar muito atenção. Goza sempre na minha boca dentro do carro antes de eu chegar aqui em

Eu precisava saber mais: “Aqueles dias que voce vai sábado a tarde, voce esta com ele?”

Sim, ele passa a tarde toda me comendo”

eu fiquei pulga atras da orelha e perguntei, mas vc sempre esta online quando eu mando mensagem.

Às vezes respondo suas mensagens com ele me comendo por de tras.”

 

Virei ela de ladinho na cama. Levantei a perna dela e meti na buceta de uma vez. Ela estava encharcada. O som molhado encheu o quarto squelch, squelch, squelch.

eu quis saber se ele come outras mulher naquela igreja?

Ela respondeu muito direta: “sim quase todas casadas, eu vou casada mais nova ele esta comendo”

eu estava quase gozando e falei pra ela: “Aii, vou gozar. eu vou gozar….”

ela quase gozando também me fala “Sou tua puta de pastor e agora meu maridinho sabe de tudo, vai deixar!. Vou gozaaaaarrrr! Aaaaai! Aiiiiii! Que delícia!”

Gozamos juntos. Eu joguei tudo dentro dela, os espasmos sacudindo o corpo inteiro. A buceta apertou ao redor do meu pau, engolindo cada jato.

Ficamos uns minutos em silêncio. Só a respiração pesada, os corpos suados colados, o cheiro de sexo no ar. Deitei de costas, o pau ainda semi-duro, escorrendo porra. Ela ficou de ladinho, a mão no meu peito.

Fechei os olhos. Doze anos de casamento. Dois filhos. Uma vida inteira construída juntos. E agora isso — um pastor safado, uma esposa que virou a puta dele, e um marido corno que gozava ouvindo os detalhes.

Não era o final que eu imaginava. Mas era o que tínhamos. A buceta dela ainda pingava minha porra. O celular dela vibrou na mesinha de cabeceira. Não precisei olhar pra saber quem era.
“Vai atender?” perguntei.
“Deixo pra amanhã.”
Sorri no escuro. Amanhã seria outro dia. Outro culto. Outro encontro na salinha dos fundos da igreja. E quando ela voltasse, eu estaria esperando pra ouvir tudo.

Ela confessou chorando que dava para o pastor na cama do casal e o marido corno transou com ela ouvindo os detalhes. Quer assistir outra historia em que marido jamais desconfiou que sua esposa Evangelica estava dando patrão? [QUERO ASSISTIR TUDO AGORA]