Lara. Minha prima. A mesma que eu conheço desde que tínhamos seis anos, a mesma que brincava comigo na praia perto da pousada da família. Ela sempre foi assim gentil com todos os tios e primos, doce, com aqueles olhos castanhos. Mas nos últimos anos, algo mudou. Ou melhor eu mudei. Comecei a olhar pra ela apôs os 18 anos, de um jeito diferente. Lara era aquelas falsa magra , 1.65 de altura, com bumbum impinadinho.
Eu cancei de me masturbava pensando nela quase toda noite aqui no meu quarto. A maior vítima de minhas fantasias, sem duvida era minha prima e ela nunca desconfiou de nada.
Eu estava fim de semana na casa da minha tia, ela meus tios e ela e irmãos dela. Nós todos fomos muito apegados, mas acho que eu e Lara era tipo irmãos. Tava eu, ela, a mãe e o irmãos na sala quando o telefone tocou. Era a tia Gorete, dizendo que tio Carlos estava passando mal, pedindo ajuda. Todo mundo se levantou rápido aquela correria de família quando alguém precisa. E a mãe olhou pra mim e pediu que eu ficasse fazendo companhia pra Lara, pra ela não ficar sozinha.
Eu concordei na hora. Talvez rápido demais. Ou talvez com um entusiasmo que deveria me ter feito parar e pensar.
A porta fechou. O carro arrancou. E de repente, eu estava sozinho com minha prima Lara. Pra passar o tempo, convidei ela pra ir sala e conversar, cada um num sofá eu de frente pra ela. E então eu percebi que ela tinha trocado de roupa e botado uma minissaia. Daquelas de um palmo. Quase não acreditei, porque ela jamais iria fazer isso enquanto os irmãos dela estivesse em casa, pois eles eram ciumentos demais, e muito controladores.
Mas ela tava ali, com as pernas descobertas até quase o topo, e eu desviando o olhar toda vez que ela se mexia. A conversa começou normal relacionamentos, namorados, essas coisas. Mas então ela perguntou sobre Vanessa nossa prima mais velha que eu transei como ela umas 2 vezes.
Lara disse que Vanessa tinha conversado com ela, contado tudo sobre nós dois. E que tinha se empolgado com a história. Mas ela queria ouvir com minha boca. Meu coração disparou. Eu pedi pra ela vir até meu sofá, pra contar mais de perto. Ela sentou exatamente do meu lado, pernas cruzadas, e seus olhos ficaram vidrados não no meu rosto, mas baixo, onde meu pau já latejava por dentro da calça.
Eu contei que estava sentado com Vanessa mais ou menos daquele jeito, e que ela tinha tomado a iniciativa. Pegado no meu pau. Lara ouviu tudo, e eu perguntei, com a voz mais firme que consegui montar: se ela nunca teve curiosidade de sentir um pau. Ela disse que sim. Sim. Pro meu delírio.
Segurei sua mão. Coloquei na minha barriga primeiro — pra ela não se assustar — e fui descendo, devagar, até chegar no meu pau por cima da calça. Ela fechou os olhos. Apertou com força. E deu uma gemidinha. Baixinho. Um “ahh” que saiu sem ela querer, e que fez meu pau ficar duro como pedra.
Perguntei se ela já tinha visto um pau antes. “Não.” Perguntei se queria ver. Ela disse que não devia. Mas eu afastei o calção e tirei pra fora da cueca. Ela olhou. Ficou olhando um pouco, com aqueles olhos castanhos enormes, os lábios entreabertos. Peguei sua mão e passei sobre a cabeça do meu pau. Ela respirava mais forte, o peito subindo e descendo rápido. Pedi pra ela segurar firme e bater pra cima e pra baixo.
Ela fez. Devagar no começo, depois mais seguro, com a mão envolvendo meu pau e deslizando enquanto eu sentia cada movimento atravessar meu corpo.
Passei a mão de leve nos seus peitinhos. Ela hesitou — a mão parou no meu pau por um segundo, e eu vi o conflito no seu rosto. Mas acabou cedendo. Levantou um pouco a blusa. E enquanto ela batia e alisava meu pau, eu mamava naqueles peitinhos rosados, lindos, mordiscando de leve, sentindo ela gemer muito e se contorcer sob minha boca. “Ahh… ahh…” — os sons escapavam dela como se não conseguisse controlar.
Tentei passar a mão na sua bocetinha. Ela tirou minha mão. Falou que isso não. Eu disse que só queria ver se ela estava molhadinha. Ela respondeu: “Só olhar.” Eu concordei.
Ela colocou as duas pernas em cima do sofá. Abriu bem. E foi afastando a calcinha devagar, centímetro por centímetro, até que eu vi aquela visão que eu tanto sonhei. A bocetinha bem depiladinha, apenas com poucos cabelos na parte de cima, toda molhadinha. Os brilhos de excitação na pele clara, o clitóris pequeno exposto, a entrada pulsando devagar. Eu pedi pra ela se masturbar pra mim alguns instantes.
Ela começou a se tocar — os dedos deslizando entre os lábios, circulando o clitóris — e pouco depois enfiou o dedo e continuou batendo pra mim também, com os olhinhos fechados, a boca aberta, gemendo mais alto agora.
Coloquei a mão na barriga dela e fui descendo. Logo ela tirou a mão dela e deixou que eu a masturbasse. Meus dedos substituíram os dela — eu sentindo o calor, a umidade, os lábios macios se abrindo sob meu toque enquanto ela se deitava mais, entregando o corpo.
Deitei e mandei ela deitar ao contrário. Um 69. Ela já tava louca — deitou sem questionar. Ela começou a chupar meu pau, que naquele instante era uma pedra, a boca envolvendo a cabeça primeiro, depois deslizando mais, tentando acolher o máximo que conseguia. “Mmm… mmm…” — os sons molhados da sua boca no meu pau. E eu chupando aquele clitóris pequeno, enfiando o dedo de vez em quando, sentindo ela se contrair toda vez que eu acertava o ponto.
Gozei. Ela também. Como marde e mulher — os dois corpos tremendo juntos, os gemidos misturando, o prazer explodindo no mesmo instante.
Depois, coloquei ela com uma perna em cima e outra embaixo do sofá, de quatro. E meti na sua bocetinha. Ela gritou — um “ahhh!” alto, de dor e surpresa — mas logo se acostumou. O ritmo aumentou, eu entrando e saindo, sentindo a buceta se ajustar ao meu pau, os gemidos dela mudando de dor pra outra coisa. Gozamos mais uma vez. Eu dentro dela, o corpo dela tremendo sob o meu.
Me vesti. Fui embora. Continuei indo pra casa dela depois, muitas vezes, esperando, olhando, desejando. Mas nunca tive outra oportunidade com ela. Nunca mais. E às vezes eu fico pensando se ela também pensa sobre aquilo, se de noite, naquele quarto conservador, ela se toca lembrando do que aconteceu no sofá. Ou se pra ela, foi só um momento que preferiu esquecer.
Eu nunca vou saber. Mas eu nunca vou esquecer.