Passei duas semanas longe, engolida por aquele maldito trabalho. Duas semanas de noites mal dormidas e chamadas rápidas com meu namorado, enquanto o Guilherme ficava sozinho no apartamento dele. Ele reclamava da distância todos os dias, ele me dizia que sentia minha falta.
Meus pais me abriram os olhos e resolvi tirar satisfação com ele e a verdade veio à tona no nosso quarto. Sob pressão, ele desabou. Sentado na beira da cama, os ombros curvados, ele choramingou que a iniciativa tinha sido toda da minha irmã a Fabiana.
Ela mesmo a garota de blusa justa de algodão e saia plissada, cabelo castanho preso num rabo de cavalo, aquela carinha de inocente. Ela sabia que eu estava fora. Usou a desculpa de conversar sobre trabalho, entrou no nosso espaço, deitou na nossa cama.
O Guilherme jurou que tentou resistir no começo, mas ela ditou o ritmo, ja estava dias sem transar comigo. Fria, focada, quebrou qualquer barreira familiar sem o menor remorso.
Foi quando os detalhes sujos começaram a sair dele e algo dentro de mim rachou de um jeito que eu não esperava. O Guilherme admitiu, a voz quebrando, que enquanto os dois se fodiam no nosso lençol, a Fabiana sussurrava provocações no ouvido dele.
Ela falava o meu nome, me chamava de namoradinha corna saber fazer isso, enquanto ela sentava fortemente no pau dele.
Ele me falou que ela havia perguntando pra ele se ele ainda sentia falta de mim, ele afirmou enquanto seu corpo se mexia com sentadas que minha irmã dava nele, ele falou que não nao sentia nenhuma falta.
Fazia comparações explícitas sobre o nosso desempenho com minha irmã, quem gemia mais alto, quem aguentava mais forte, quem deixava com pau mais duro.
Eu queria matar ele e agarrei sobre a nossa cama, eu não deveria fazer aquilo mas fiz. eu queria mostrar pra ele, eu perguntei qual foi a resposta dele sobre comparações. Ele demorou pouco pra responder mas acabou ele confessor minha irmã ganhava em todos os sentidos na cama.
Ele me falou que eles acabaram transando 2 vezes, uma no sabado e ontem na vespera do dia que chegue de viagem. Uma vez poderia ser impulso; duas vezes foi uma escolha consciente e que minha irmã e meu namorado fez.
Eu fiquei parada ali, ouvindo o meu namorado detalhar a submissão dele aos caprichos da minha irmã. A dor me despedaçou. Mas também me fixou de um jeito doentio. Um calor subiu pelo meu pescoço, apertou entre as minhas pernas.
Eu odiava. Eu queria rasgar tudo. Mas não conseguia parar de imaginar a cena: o corpo dela no meu lugar, a boca dela sussurrando meu nome enquanto ele a comia. A Fabiana nunca pediu desculpas.
Teve o cinismo de dizer que a culpa era minha por ter viajado.
Hoje, moramos juntos. Saí da casa dos meus pais, mas a confiança quebrou e a gente briga feio por causa disso. O Guilherme jura que me ama, que nunca mais vai me magoar.
Mas a verdade é que, a cada discussão, minha mente volta direto para os pensamentos sujos daquela noite. Eu me pego imaginando os dois juntos, eles suando e transando e falando mal do meu fracasso como namorada, o som dos gemidos dela se misturando com os dele.
Quando o Guilherme me come agora, eu fecho os olhos e penso nela e gozo como nunca antes.
Um dia o Guilherme estava deitado ao meu lado, o peito ainda subindo e descendo da nossa transa. O suor frio grudava na minha pele quando ele virou o rosto para mim. Os olhos dele evitavam os meus, fixos no teto manchado de umidade.
“Tem mais uma coisa,” ele disse, a voz rouca.
Eu não respondi. Esperei. O silêncio entre nós cheirava a sexo e a segredos.
“Na última vez… ela me fez gozar na boca dela.” Ele complementou. “Engoliu tudo. Até a última gota.”
Meu estômago revirou. Fechei os punhos no lençol amassado, os nós dos dedos brancos. A imagem invadiu minha mente sem permissão — Fabiana de joelhos, a boca cheia espermatozoide do meu namorado, aquele rosto de aparência inocente deformado por algo sujo.
“Ela ria de mim,” continuou Guilherme, e algo na voz dele parecia quebrado. “Disse que fazia melhor que eu. Que eu nunca…”
O ar saiu dos meus pulmões como se alguém tivesse me dado um soco. A raiva subiu quente e rápida pelo meu pescoço. Aquela pirralha. Minha própria irmã. Dezoito anos, cara de anjo, e uma boca que engolia porra do meu namorado.
Eu perguntei em tom baixo se ele ficou olhando pra ela enquanto gozava. Antes de responder ele engoliu em seco. “Não consegui evitar. Ela me olhava nos olhos enquanto… enquanto engolia toda minha gala.”
Meu corpo inteiro formigou. A raiva era real — aquela vadia ousando se comparar a mim, ousando ser melhor em algo. Mas a excitação também era real, pulsando no meu clitóris inchado, fazendo eu apertar as coxas sem querer.
“Melhor que eu,” repeti, e a frase saiu como um sussurro áspero.
Guilherme finalmente me olhou. Vi medo nos olhos dele.
Ele tentando concertar falou “Nunca,” ele disse, a mão dele encontrando a minha coxa. “Nunca foi melhor que eu. Foi só um momento…”
“Diferente,” completei por ele, porque eu sabia. Sabia que era diferente. Sabia que Fabiana fazia coisas que eu não fazia — que ela abria pernas e boca sem hesitação, sem limites.
E o pior era que eu queria provar que podia ser igual. Ou pior. Ou melhor.
Virei-me para ele, empurrando-o de costas na cama. A raiva e a excitação eram a mesma coisa agora, queimando dentro de mim como fogo e gasolina. Se Fabiana achava que podia me substituir, que podia ser melhor do que eu, ela estava muito enganada.
Eu ia mostrar a Guilherme. E a mim mesma.
Empurrei Guilherme de costas no colchão, os ombros dele afundando nos lençóis amassados. Arranquei a calcinha pelo tornozelo, joguei fora. Meus cabelos caíram na coxa dele enquanto eu abaixava a cabeça.
A raiva era um fio quente no meu peito, puxando minha mandíbula para frente. Engoli o pau dele de uma vez — até a base, os lábios apertados contra a pele, o fundo da garganta se ajustando ao tamanho. O gemido dele cortou o silêncio do quarto.
Levantei a cabeça devagar, a saliva escorrendo pelo queixo. “Ela engolia assim?” A voz saiu rouca, suja. Guilherme gemeu alto, os dedos agarrando o lençol. Voltei a mergulhar, a língua girando na glande antes de descer com força. Schlupp… schlupp…
O som úmido enchia o quarto junto com a respiração dele. “A sua irminha inocente chupava assim, Guilherme?” Sussurrei contra o pau duro, lambendo o líquido que escorria. “Fala. Ela te olhava nos olhos como eu?”
Ele não conseguia falar, só gemer, a cabeça jogada para trás. A raiva me fez ir mais fundo, a garganta se abrindo, o nariz encostando na barriga dele. Engoli com força, os músculos apertando o pau. “Ahhhn—Raquel—”
A voz dele quebrou. Puxei para trás, uma linha de saliva conectando minha boca ao pau. “Goza na minha boca. Eu quero fazer como ela.” Ele falou “não precisa fazer isso”. Eu disse “goza goza que eu quero ser minha irmã”
Ele veio com um gemido longo, o pau pulsando contra minha língua. Engoli tudo, os olhos fixos nos dele, até o último espasmo.
Na manhã seguinte, a luz cinza entrava pela janela. Guilherme ainda dormia, mas eu já estava acordada, o corpo tenso ao lado dele. Virei-me, a mão encontrando o pau mole dele por baixo do lençol.
Comecei a acariciar devagar. Ele acordou com um suspiro.
“Quero que você me conte mais,” murmurei, os dedos envolvendo o pau que endurecia. “O que a minha irmã fazia que te fazia gozar varias vezes.” Ele engoliu em seco. “Raquel…” Apertei mais forte. “Fala.” A voz tremeu. “Ela… ela lambia chuvava meu saco e batinha punheta juntos ate ficar bem duro.” Eu nao pensei 2 vezes eu fiz.
Baixei a cabeça, minha boca chupando com força as 2 bolas do meu namorado e minha mão direita batendo punheta rapida e apertando bem todo o penis, eu perguntei. “Assim?” e questionei “O que mais?” “Ela usava os dentes pra chupar… de leve…” Passei os dentes na borda da glande. O corpo dele arqueou. “E ela… ela mantinha o olhar o tempo todo.”
Levantei os olhos, a boca cheia dele, e mantive o contato enquanto chupava com força.
Cada detalhe que ele falava o que minha irmã fez com ele. A raiva e a excitação se fundiam em propósito. Eu não era mais a namorada traída era a mulher que estava apreendendo a dar prazer ao namorado com própria irmã.
Para se vingar da irmã, ela engoliu o sêmen do proprio namorado. Gostou da historia veja uma amor proibido dentro de casa. Clique aqui e assista o video.