Enteado aproveita o esfriamento do casamento do pai para olhar a gostosa da madrasta no banho e ela da chance para garotinho do marido.
Quando minha madrasta veio morar conosco, os primeiros meses foram cheios de atrito.
Eu evitava cruzar com ela nos corredores e o silêncio na mesa de jantar era pesado.
Com o tempo, notei que a relação dela com meu pai esfriou consideravelmente, eles não estavam transando tanto.
Antes, eu não conseguia dormir com os barulhos vindos do quarto deles; eram gemidos da minha Madrasta que duravam a noite inteira.
Eu ouvia o ritmo da madeira que meu pai dava muito provavelmente naquela bunda grande dela, a cama rangia bastante e o som do quadril do meu pai amassando a buceta da minha madrasta.
Parecia que ela gostava de sentar em cima do pau meu pai, e forçar a penetração batendo o quadril com força ate chegar no fundo da sua buceta.
Eu imaginava meu pai gozando gostoso na boca dela, enxendo a boca dela de leitinho, e no dia seguinte ambos acordavam com cara de bêbado, tentando disfarçar o cansaço.
Mas ultimas semanas eu percebi aquela fodas dos 2 começaram a reduzir consideravelmente.
Eles começaram a discutir com frequência, sempre por ciúmes bobos da parte dela.
Ela revirava os olhos quando o telefone do meu pai tocava, sabendo que eram clientes marcando jantares de última hora.
Nesses momentos, minha madrasta começou a desabafar comigo, sentada no sofá com um copo de vinho na mão, reclamando da vida dele.
Eu ouvia, sentindo um aperto no peito, mas sabia que não teria chance nenhuma de comer aquela mulher gostosa.
A distância entre ela e meu pai só aumentava, criando uma oportunidade de comer minha madrasta e fazer meu pai de corno manso.
Foi então que percebi uma mudança no comportamento dela. Quando meu pai não estava em casa, ela passou a tomar banho com a porta do banheiro aberta.
Eu parava ali, imóvel, com o coração batendo mais rápido e pau na minha mão, loco pra foder com minha madrasta safada.
Eu tinha um carinho especial pela esposa do meu pai, mas a vontade de comer a buceta da madrasta era maior que amor que eu sentia pelo meu pai. Senti que ela tinha atitudes estranhas e provocativas comigo, ate ela deixava a porta aberta de propósito, só para eu ficar olhando.
No dia seguinte, logo meu pai saiu pra trabalhar.
A porta do quarto abriu-se sem batida. Levantei os olhos do celular e lá estava lá minha Madrasta, parada no vão da porta, os ombros caídos, os olhos vermelhos.
Eu sabia era por causa de mais uma discussão com meu pai na noite anterior.
Ela tinha chorado sozinha no quarto por um tempo antes de vir até mim.
Eu achei que ela vinha pra mais uma sessão desabafo, mas dessa vez ela não ficou parada.
Minha madrasta bunduda caminhou até a cama e sentou-se na beirada, o colchão afundando com o peso do seu enorme rabo que meu pai e outros homens já comeram.
Ela usava um tecido fino da camisola roçou contra o lençol.
Ela cruzou os braços sobre o colo e ficou olhando o chão por um longo momento.
“Ele nem me olha mais,” disse ela, a voz rachada no meio da frase. “Chega em casa, come, dorme, que eu chupe o pau dele. Nem pergunta como eu estou.
Eu fiquei quieto pois sabia teria do desabafo.
Ela virou o rosto para mim eu tentei Abri a boca para dizer alguma coisa, qualquer coisa reconfortante, mas antes que uma palavra saísse ela inclinou-se e colou os lábios nos meus.
Eu senti o gosto do vinho que ela e meu pai tomaram antes de transar e ter mais uma discução.
Os lábios dela estavam macios e úmidos, e quando a boca se abriu contra a minha, o hálito alcoólico me subiu ao nariz.
Meu coração disparou. As mãos dela agarraram meu rosto.
Eu sabia que estava acontecendo isso, porque ela brigou com meu pai.
Mas eu não respondi no primeiro segundo, mas meu corpo respondeu por mim.
A minha mão subiu sozinha na cintura dela. A língua procurando a minha, eu não sabia que mulher do meu pai beijava tão bem.
Depois, ela afastou-se. Sem dizer nada, levantou os braços e puxou a camisola pela cabeça num gesto único.
Nu dela era perfeito, bunda grande, buceta bem inchada, do jeito que eu observava nos calções que ela usava dentro de casa e tentava materializar nas minhas punhetas.
Os seios grandes e naturais, ela tinha jeito deixar meu pai gozar neles, quando ela estava dias ferteis.
Ela deitou sobre mim, o peso morno espalhando-se sobre meu peito, e pegou minha mão direita, guiando-a até o seio esquerdo.
O mamilo era duro contra minha palma. Senti a pele arrepiar sob meus dedos. Ela respirou fundo e disse, “esquece que eu sou mulher teu pai, por hoje”.
Não aguentei ficar parado. Com um movimento firme, virei-a de costas sobre o colchão.
Meu pau não era grande pra conseguir penetrar por de tras ela, ela colocou uma almofada debaixo do seu quadril enquanto deixou a bunda empinada ela estava totalmente de bruços esperando que o meu melhor no sexo.
Ela olhou pra tras e disse, “vem me come logo, antes teu pai chegue em casa”
Posicionei-me atrás dela, levantei arrumei a posição suas pernas e quadris.
Minhas mãos agarraram a cintura. Quando bobear naquela buceta, o gemido dela era mulher casada, cansada das brigas por ciume com marido.
— “nnhh…” — e o som molhado da entrada encheu o quarto. Comecei devagar, cada estocada funda e controlada, sentindo-a se abrir ao redor de mim.
Chup-chup, chup-chup — o som entre nossos corpos era obsceno.
Ela me olhava pra mim e sorria, dizendo “eu transo com você, mas eu amo seu pai”.
Os gemidos dela vinha manhoso. “Ahh… ahh…”
Eu cobri a boca dela com a mão, o medo de que meu pai aparecesse no corredor me fazendo pressionar os lábios contra a orelha dela. “Shh,” sussurrei.
Ela pediu terminar logo e disse era pra eu gozar na boca dela, assim como meu pai fazia quando ela estava geralmente em período fértil, e foi o que fiz, gozei na boca da mulher do meu pai.
Naquele dia, ela ainda transou meu pai, e de fato reduziram a briga, pois a final chumbo trocado não doi.
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