Meu nome é Morgana, tenho 56 anos e precisava botar isso pra fora antes que eu explodisse. As coisas começaram meio inocente… ou pelo menos foi o que eu achava que foi.
Alguns anos. Numa noite em que eu não conseguia dormir. Meu marido já não me tocava há meses, eu me sentia invisível dentro de casa, um móvel na própria casa.
O silêncio do quarto pesava mais que qualquer coberta. Eu me virava de um lado pro outro, sentindo o vazio do colchão ao meu lado, o ronco distante do filho do meu marido vindo do quarto de hóspedes onde dormia há semanas.
Eu gostava de ler putaria na internet. Aquelas histórias de mães sendo fodidas por filhos, sendo tomadas por rapazes mais novos.
No começo era só fantasia idiota, só válvula de escape. Mas eu sonhava um dia trazer pra realidade.
Só que no meu caso era o filho do meu marido, já homem feito, com seus 18 anos recém-completos.
Bernardo. O nome me queimava na língua e ultimamente na entrada da minha vagina de 56 anos.
Toda vez que filho do meu marido passava ao lado do nosso quarto, eu olhava para porta.
Minha vontade era de puxar ele pra minha cama e fazer ele me comer mesmo meu marido estivesse em casa.
So para aquele marido corno filho da puta saber como mulher precisava ser possuída na cama.
E toda vez ele passava eu começava a enfiar a mão na calcinha antes mesmo de deitar na cama.
Eu estava totalmente pervertida na minha intimidade solitaria, gozando como há anos eu não conseguia gozar.
O corpo respondia de um jeito diferente, traiçoeiro, como se tivesse descoberto um nervo que eu nem sabia que existia.
E foi assim por várias noites, depois que as luzes do quarto dele se apagavam, eu me trancava no quarto.
Lia aquelas histórias de mães safadas sendo fodidas pelos próprios filhos, sendo penetradas furiosamente em sofás iguais ao meu aqui e de casa, em cozinhas que eu adaptava mentalmente que era parecida com a minha.
E me masturbava até ficar tremendo. Até as pernas não segurarem mais. Até eu morder o travesseiro pra não gemer alto demais.
Eu imaginava que era eu. Imaginava o Bernardo.
Como ele tinha na época 18 e já era um rapaz alto, forte, com aquele corpo de quem malha.
Ombros largos que esticavam as camisetas, cintura fina, aquele jeito de andar que só os jovens têm, como se o mundo fosse deles, como se não houvesse consequência nenhuma.
Eu me sentia a pior pessoa do mundo… e isso só me deixava mais molhada. A vergonha ou falta dela, escorria quente entre minhas pernas, misturada com outra coisa, algo que eu não conseguia nomear sem corar sozinha no escuro.
Eu não conseguia mais olhar direito pra filho do meu marido. Nossas conversas dentro de casa viraram tortura pra mim.
Eu desviava o olhar, inventava compromissos, fugia antes que ele me pedisse alguma coisa ou ate mesmo jogar conversa fora.
Meu corpo inteiro reagia antes que eu pudesse controlar. Um aperto no baixo-ventre.
Um formigamento nas pontas dos dedos. A boca seca de repente.
Eu via ele saindo do banho aqui em casa, só de toalha, e já imaginava como seria belo olhar aquela rapaz sem toalha.
O vapor subindo da pele, os cabelos escuros grudados na testa, o contorno daquele corpo ainda em construção, já tão devastador para os meus olhos.
Meu corpo respondia sozinho. Eu me apoiava no sofá, uma mão já dentro da calça de pijama, e me punia com o próprio desejo de não poder fazer nada além de só olhar.
Os pensamentos e masturbações não bastavam mais. Eu queria o cheiro dele aquele misto de sabonete barato e suor juvenil.
O gosto da boca dele. O peso dele em cima de mim, me esmagando contra o sofá. O pau do filho meu marido dentro de mim, sabe?
Eu queria sentir a vergonha de perto, queria que ele me visse com putinha dele, queria que ele soubesse que eu ate poderia ser esposa do seu pai, mas também como mulher dele.
Final de ano passado, lembro bem. Era noite quente de verão, o ar-condicionado quebrado, o ventilador girando preguiçoso.
Ele chegou tarde de uma festinha com os amigos. Eu estava na sala, de camisola fina de algodão branco, sem sutiã, os seios pesados e livres sob o tecido.
Assistia à novela das nove na rede Globo, mas não enxergava nada. Só ouvia o próprio coração.
Bernardo entrou pela porta da frente. Ele cheirava a álcool e perfume vagabundo de garota puta — aquele cheiro doce e barato que as meninas da idade dele usavam.
Ele sentou do meu lado direito no sofá, tão perto que nossos joelhos quase se tocaram.
A novela continuava, mas ele não olhava pra televisão. Olhava pra mim.
Conversamos bobagem. O calor, a festa, o pai dele. Mas eu não conseguia parar de olhar pra boca dele, aqueles lábios úmidos, abertos num sorriso preguiçoso.
E para o volume que vinha da bermuda dele, a protuberância que ele não tentava esconder. Ele sabia. Ele sempre soube.
Em determinado momento eu simplesmente soltei:
— Você já se imaginou transando com mulher com idade de sua mãe?
Ele estranhou. Não entendeu nada, olhando pra minha cara com aquela expressão de quem tenta decifrar um código.
Ficou parado. Os olhos dele castanhos, quase pretos na penumbra da sala — passaram do meu rosto pro meu decote, pro tecido fino que marcava meus mamilos duros.
Olhou pra mim com espanto e choque, e não respondeu com palavras.
Só colocou a mão na minha coxa.
A pele da mão dele era quente, áspera nos pontos onde segurava peso na academia.
A mão subiu devagar, como se tivesse todo o tempo do mundo, como se não houvesse novela passando, como se eu não tivesse 56 anos e ele apenas 18.
Quando chegou na minha boceta, já encharcada de tanto tempo de antecipação, ele gemeu baixinho. O som saiu rouco, surpreso, faminto.
— Caralho, Mãe… que pergunta foi essa?
Ele riu, um riso sem humor, só tensão. A mão apertou, sentindo a umidade através do tecido fino.
— Você tá molhada pra mim?
Eu já estava decidida há muitas noites antes. Perdi o resto de vergonha que ainda tinha num único movimento.
Abri as pernas, puxei ele pelo pescoço — sentindo os músculos tensos, a barba por fazer raspando na minha pele — e o beijei.
Foi um beijo mais louco, faminto, sujo e proibido da minha vida. Daqueles que a gente guarda pra quem realmente quer foder.
A língua dele invadiu minha boca sem pedir licença, e eu a recebi como se estivesse morrendo de sede. Ele tirou minha camisola num puxão só, os seios flácidos balançando com o movimento.
Ele chupou meus peitos com força, a boca quente fechando em volta do mamilo, mordendo enquanto eu arqueava as costas. Eu gemia o nome dele Bernardo, Bernardo, como se fosse uma oração, como se fosse uma maldição.
Eu me ajoelhei na frente dele, o joelho doendo no carpete gasto. Tirei aquele pau grandinho, 17 cm de puro sangue jovem, duro pra fora da bermuda.
Era maior do que eu imaginava. O pênis dele eu já sentia pulsar na minha mão.
Chupei como uma puta desesperada. Olhando nos olhos dele, babando inteiro, engasgando até lágrimas escorrerem pelo rosto envelhecido.
O sabor pica dela era salgada, amargo, perfeito, encheu minha boca.
Ele segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha garganta, batendo na minha cara com aquela bunda dura, chamando eu de “mãe”, de “sua safada”, de “puta do teu filho do marido”, de tudo que eu queria ouvir.
Quando ele não aguentou mais, me jogou no sofá. Eu caí de costas, as pernas abertas sem que eu precisasse ser dita.
Ele abriu minhas coxas com prazer, olhando pra minha boceta exposta, rosa e molhada e faminta. Ele enfiou tudo de uma vez.
Eu gritei. A dor veio primeiro — eu não era transada há tanto tempo, meu corpo tinha esquecido a sensação de ser invadido.
Depois veio a alegria, o medo, a certeza de que eu nunca mais seria a mesma. Era errado, era proibido, era a coisa mais gostosa que eu já senti na vida.
Ele me fodeu forte, fundo, batendo aquelas bolas pesadas na minha bunda a cada estocada.
O som — tch tch tch — misturava-se com a novela que continuava na televisão, com os nossos gemidos, com a respiração ofegante dele no meu ouvido.
Eu quase não me mexia, deixei o filho do meu marido conduzir a transa sem atrapalhar. Ele metia como queria: forte, leve, rápido, profundo.
O suor escorria do rosto dele no meu peito, misturando-se com minha própria umidade.
Eu gozei duas vezes antes dele. A primeira veio de repente, sem aviso, um espasmo que apertou minha boceta em volta do pau dele.
A segunda veio logo depois, quando ele mudou de ângulo e encontrou um ponto que eu nem sabia que existia.
Eu apertei o pau dele com minha boceta, gemendo sem palavras, sem vergonha, sem nada além da sensação.
No final, deixei ele gozar dentro. Sem arrependimentos, sem medo, só deixei.
O gozo veio quente, com uma razoável quantidade, enchendo minha buceta de porra do próprio filho do meu marido.
Ele grunhiu no meu pescoço, as unhas cravadas nos meus ombros, e eu senti cada jato, cada pulsação, cada gota.
Eu fiquei lá, tremendo, com o sêmen escorrendo, secando na minha pele, escorrendo no tecido do sofá onde eu assistia novela todas as noites.
A televisão ainda passava cenas de gente fingindo paixão, e eu só conseguia pensar que queria mais.
Desde aquela noite já transamos mais de quinze vezes. No meu quarto, no dele, no banheiro, até no carro uma vez, estacionada numa rua escura, o volante enfiado nas costas dele enquanto eu cavalgava sem pressa.
Eu sou do filho do meu marido, e ele é meu. E não me arrependo de nada desta historia de taboo.
Esta mãe se cansou de ser invisível para o marido e virou a puta particular do jovem filho do marido. Quer assistir um video de outra mãe carente? [QUER ASSISTIR TODO O CONTEUDO AGORA] e se delicie e desbloqueie todo o conteúdo do site por preço mínimo!