
Acordei com um som estranho, algo entre um chupar molhado e um gemido abafado. Minha cabeça girou na direção da cama ao lado, onde meu marido deveria estar dormindo. O que vi fez meu coração parar por um segundo, depois disparar em um ritmo que eu não reconhecia.
Jessica, minha enteada de dezoito anos, estava de joelhos entre as pernas dele. Nua. Sempre dormia nua desde que se mudou para nossa casa, uma herança estranha de sua mãe, minha antiga vizinha. Seus cabelos loiros caíam em cascata sobre as coxas dele, escondendo o que sua boca fazia, mas não o suficiente.
Eu vi o movimento rítmico de sua cabeça, o brilho de saliva em seu queixo quando ela se afastou para respirar.
Meu marido era Padrasto, tinha os olhos fechados, o rosto contorcido em uma máscara de prazer que eu conhecia bem.
Sua mão descansava na cabeça dela, não forçando, apenas guiando. Quando ela engoliu mais fundo, quase por inteiro, seus dedos se fecharam nos lençóis.
Eu deveria ter gritado. Deveria ter pulado da cama. Em vez disso, fiquei imóvel, observando o pau dele desaparecer naquela boca jovem, demasiado grande para caber direito.
Jessica fazia barulhos, esses sons úmidos de chupada molhada e de estalo úmido que eu mesma fazia, mas mais desajeitados, mais famintos.
Meu marido gozou naquela noite. Vi seu corpo se arquear, ouvi o gemido abafado que ele sempre dava. Jessica engoliu, engasgou um pouco, e continuou chupando até ele ficar mole em sua boca.
Nos dias seguintes, algo mudou na dinâmica da casa. Jessica me puxou para conversar, dizendo que queria melhorar. “Mãe,” ela chamava, apesar de eu não ser sua mãe de sangue, “me ensina a fazer ele gozar mais forte?”
Eu deveria ter recusado. Em vez disso, sentamos os três no sofá da sala, eu entre eles, e eu segurei o pau duro do meu marido para demonstrar. “Aperta bem na base,” eu dizia, minha voz estranhamente calma. “Deixa mais duro, mais cheio de sangue. Eles gostam quando sentem a pressão.”
Jessica observava com atenção de aluna dedicada. Seus dedos pequenos substituíram os meus, e eu vi seu pau pulsar em resposta. “Assim?” ela perguntava, e eu confirmava com um aceno.
Meu marido sempre nos dava parabéns depois, quando ela finalmente o fazia gozar na boca. “Vocês duas,” ele dizia, ofegante, “são demais.”
Comecei a notar os sinais. Quando ele queria algo com ela, agarrava Jessica por trás enquanto fingia me abraçar na cozinha.
Eu sentia seu pau duro pressionando as costas dela, sentia seu corpo se mover em micro-empurrões. Eu virava para o fogão, fingindo não perceber.
Nas madrugadas, quando ela dormia conosco — um hábito que se formou sem que eu percebesse quando — eu acordava com seus gemidos.
Ele acordava Jessica passando a mão em sua bunda, deslizando entre as nádegas até ela se contorcer e abrir as pernas para ele. Eu fingia dormir, ouvindo o som deles transando a centímetros de mim, o estalo de pele contra pele, os gemidos abafados dela.
Meu sogro veio visitar. Eu o chamei, pensando em confrontar meu marido, forçar alguma normalidade. Mas quando ele chegou, meu marido apenas sorriu. “Pai,” ele disse, “come ela na minha frente.”
Eu deveria ter recusado. Mas ver Jessica com ele me deixara cheia de um tesão confuso, uma mistura de humilhação e desejo que eu não sabia processar.
Deitei na cama, abri as pernas, e enquanto meu sogro me penetrava — mais devagar que seu filho, mais pesado — eu olhava para meu marido masturbando-se ao lado.
Agora, quando chego do trabalho, já sei o que vou encontrar. Gemidos vindos do banheiro, dela dizendo “faz assim” e ele respondendo “muito grande”.
Às vezes é só uma chupada rápida, ela saindo com a toalha molhada e um sorriso de satisfação no rosto.
Eu sempre faço amor com meu marido depois. Mesmo quando sei que gozou dentro dela horas antes. Especialmente quando sei.
Sinto o gosto dela em seu pau, sinto a umidade diferente quando ele me penetra, e eu gozo mais forte por isso.
A primeira vez foi no carro, quando ele a levou para o trabalho. A segunda, no banheiro. Agora, não há mais números.
Apenas a rotina: ela chupa, ele goza, eu finjo não saber, e depois eu limpo o que sobrou.
Esta é nossa família agora. Disfunção como laço, silêncio como consentimento, e eu no centro, ensinando minha enteada a ser melhor para o homem que eu escolhi.
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