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Comendo a filha da Vizinha de Shortinho

18/05/2026 escrito por Amopornobr

A esposa saiu de casa pela manhã e, na frente, avistou a jovem de vinte e um anos sentada no muro. O shortinho que ela usava parecia feito pra provocar — um pedaço de tecido que mal cobria as coxas grossas, deixando à mostra a pele morena e suave. A garota morava com a mãe, Dona Rosa, uma senhora de sessenta e cinco anos. No bairro, todos sabiam que ela era virgem, e de fato era — uma moça esforçada que tentava de todas as formas entrar na faculdade, mas a família não tinha base financeira. Estava difícil. Ela tentava passar de qualquer jeito.

 

A esposa comentou com o marido sobre a situação da jovem. Ele nunca demonstrou importância. Mas, por dentro, algumas vezes já se masturbara pensando nela. Como trabalhava apenas à noite, passava o dia inteiro em casa, e sempre observava a vizinha levando o lixo para a rua — aquele shortinho, aquele corpo jovem cruzando a calçada sem saber o que causava.

 

O marido começou a ler histórias eróticas na internet — contos de homem comendo a filha da vizinha. Praticamente se masturbava compulsivamente. Tinha dias em que não conseguia nem comer a esposa à noite. Dizia estar muito cansado. A verdade era outra. Ele já não sentia nada com a própria esposa. Fodiam mecânico, obrigação. E acabava olhando para a vizinha, que tinha idade de ser sua filha. A mira daquela transa com a esposa era certamente a garota do shortinho. Não sabia nem como a esposa não chamava a atenção dele por encontrar a cueca sempre suja de esperma.

 

Num final de semana, o marido percebeu da janela que sua esposa conversava com Dona Rosa. Logo em seguida, chegou aquela princesa, pra variar, usando shortinho. A esposa olhou para a janela, percebeu que o marido observava, e chamou com tom brincadeira: “Vem aqui! A vizinha e a filha dela não mordem.” O marido chegou todo sem jeito. A esposa, quebrando o gelo, falou da dificuldade da jovem em matemática — ela precisava estudar muito pra passar.

 

E perguntou se ele não poderia ajudá-la nos estudos. O marido, todo sem jeito e com a cabeça borbulhando, aceitou e disse que poderia ser no horário que ela quisesse. A mãe da jovem falou que poderia ser na casa delas, já que o material era volumoso e difícil de estar sempre carregando pra lá e pra cá. A esposa pediu que pegasse o telefone de Dona Rosa pra ver qual dia ele poderia aparecer pra começar a dar aula.

 

Daquela conversa até outro dia, foram mais algumas masturbações. Só diferente: a esposa procurou e insistiu em transar com o marido. Talvez pressentisse algo que o safado iria fazer com a filha da vizinha. No dia seguinte, horário combinado, o marido solidário resolveu aparecer por lá. Não sabia o que fazer. Antes de ir, foi até o banheiro e, sentado na privada, celular na mão, acabou tocando mais uma. Espirrou poucas gotas — o pau já cansado, mas a cabeça quente.

 

Chegou lá. Começaram a estudar. Ela tinha dificuldade em coisas simples. Ele viu ali que seria difícil incomodar. Ela comentou que algumas amigas saiam com homens mais velhos, pra poder bancar elas na faculdade. O marido percebeu o tom do assunto, tentou disfarçar. Foi quando ela falou: “Eu que não tive a sorte de achar alguém pra me bancar.”

 

O marido perguntou pra jovem o que ela teria pra oferecer em troca pra pessoa ajudar a pagar os estudos. Ela se levantou, se ajoelhou na frente dele, abriu o botão e zíper da calça. O pau estava mole, mas dava sinais que já estava pronto pra guerra. Ela olhou serio pra ele e falou: “Ele pode me ensinar tudo que ele quiser.” E com seus lábios delicados, abocanhou o pau inteiro. Na segunda engolida, o pau do marido já estava bem duro.

 

O marido já estava quase gozando quando escutaram um barulho no portão. Ela parou de chupar e mandou vestir a roupa. O coração do marido vai na boca. E chega Dona Rosa: “Oi gente, vocês ainda estão estudando?” Sem jeito, ele respondeu: “Eu estava explicando algumas coisas pra ela.”

 

A mãe dela pediu pra irem estudar no quarto, porque iria ter que fazer encomenda de salgados que veio urgente. O marido e a filha da vizinha foram até o quarto. Porém, o marido não estava mais relaxado — o pau dele amoleceu na hora. Ela deitada na cama, disse que a cabeça estava cheia. Ele continuou em pé, olhando pra aquela jovem. Ela deitou de costas pra ele, pernas meio abertas. A blusa larga subiu mostrando a cintura. A calcinha branca apareceu — pequena, simples, algodão barato. O tecido moldava o volume entre as pernas. O olho dele travou ali.

 

Em passos curtos, o coração batendo no pescoço, chegou próximo à cama. Olhou pra ela — os olhos fechados, mas a respiração regular, acordada. A mão esquerda tremendo, alcançou a borda da calcinha, puxou de lado com dois dedos. O tecido deslizou. A buceta apareceu — rosinha, inchada, os lábios carnudos brilhando de suavidade. Parecia um paraíso. Se agachou, os joelhos no piso frio, o rosto perto. Cheirou — um cheirinho de urina misturado com o odor de buceta nova, fresca, jovem.

 

O pau subiu duro, pulsando contra a cueca, querendo pular fora.

 

Ele ficou ali, parado, os joelhos frios no piso, o nariz ainda impregnado com aquele cheiro — urina e carne jovem, algo que nunca sentira antes, algo que a esposa nunca tivera. Os lábios carnudos da buceta brilhavam diante dos seus olhos, inchados, rosinhas, virgens. O pau pulsava duro, cada batida um lembrete do que ele era — um homem de quarenta e tantos anos, casado, agachado no quarto de uma garota de vinte e um, com a cara entre as pernas dela, cheirando aquela buceta como um animal.

 

A calcinha puxada de lado, o tecido branco amassado entre os dedos tremendo. Os olhos fechados da jovem, a respiração regular — ela sabia. Ele sabia. E nenhum dos dois falou nada. O silêncio do quarto era denso, pesado, cheio de algo que não tinha nome. A bunda dela na cama, as coxas meio abertas, a buceta exposta pra ele como uma oferta. E ele, agachado, o pau duro querendo furar, querendo comer, querendo destruir aquela virgindade — mas parado. Parado porque o corpo queria, mas a cabeça ainda tentava segurar.

 

O cheiro subiu pelo nariz, invadiu o cérebro, misturou com a imagem da esposa, com a imagem do casamento, com a imagem da própria filha se fosse mais velha. E nada disso importou. O que importava era aquela buceta rosinha, inchada, carnuda, cheirando a urina e juventude, diante do seu rosto, esperando. O pau pulsou mais uma vez contra a cueca. E ele permaneceu ali, agachado, olhando, cheirando, tremendo — entre o que era e o que ia se tornar.

A mão direita desceu. Abriu a calça com um movimento rápido, o botão estalando, o zíper descendo. Envolveu o pau já meio duro e começou a punhetar — movimentos lentos no início, apertando a base, soltando na ponta. A esquerda segurava a calcinha de lado, os dedos apertando o algodão fino, sentindo o tecido úmido contra os dedos. A boca encostou nos lábios da buceta. Esfregava de leve, o nariz pressionando a pele macia, a língua passando na fenda — devagar, massageando cada centímetro. Slurp… smack… Babava, o tesão escorrendo pela boca, a saliva misturando com o brilho natural dela. Ahhh…

 

O pau na mão, o ritmo subindo, a boca no sexo dela, os lábios esfregando, a língua lambendo de leve. Gozou — splurt, splurt — o jato caindo em cima da racha, a porra espalhando nos lábios inchados, branca contra o rosinha. Ele ficou ali, olhando, o pau ainda pingando, a marca daquela virgindade coberta pelo seu leite.

 

Limpei com um papel que ela tinha na estante do quarto. Levantou com as pernas meio bambas, o coração ainda acelerado. Voltou pra casa, sentou na sala. A esposa estava na cozinha. Jantou olhando a TV, sem olhar pra ela. O silêncio entre eles era grosso, pesado. A esposa perguntou como foi os estudos com a filha da vizinha. Ele respondeu que ela tinha muita dificuldade, que precisaria muito estudo pra resolver. A palavra saiu fácil, mas o peso dela ficou no estômago.

 

A noite, transou com a esposa. Mas a palavra “virgem” vinha na cabeça — o cheiro que ficou no nariz, o brilho que ficou no olho, a porra que limpou mas não saiu da memória. Lembrou como era bom reviver o tesão, comer uma jovem. Mal esperava pra estourar aquela buceta com o pau dele. Movia o quadril sobre a esposa, mas a imagem era outra — coxas grossas, calcinha de algodão, racha rosada. No banho, após a transa, ainda conseguiu bater mais uma.

 

A imagem da buceta daquela jovem voltou inteira, o cheiro subiu pela memória. Gozou rápido, quase sem tocar, só com a lembrança.

 

No dia seguinte, sentiu-se um lixo. Não conseguia olhar no rosto dela quando passou pela janela. Ao mesmo tempo, desejava ficar logo outra vez a sós com a jovem, pra fazer de novo. Segurou-se mais uns dias. A esposa, pela manhã, viu o pau duro na cueca. Perguntou se ele iria dar aula pra vizinha. Ele só afirmou com a cabeça. A esposa aproveitou o estado do marido — outra trepadinha, bem relaxante. Ele ficou surpreso. Desconfiou. A esposa aceitou rápido, talvez se empolgou com o estado dele. Algo mudou, mas ele não sabia o que.

 

Depois, a mãe da jovem encontrou a esposa na frente do portão. O marido viu da janela. O coração disparou — achou que poderia ter descoberto algo. A esposa voltou com rosto fechado. Ele já tinha mil desculpas na cabeça. Mas ela olhou pra ele e falou: “Você acredita que a filha da vizinha quer largar os estudos?”

 

Ele não esperava aquele comentário. “Como assim?” A esposa respondeu: ” Ela disse que tem muita dificuldade.” O marido falou: “Deixa eu falar com a mãe dela. Talvez eu consiga ajudar de alguma forma.”

 

Foi lá. Acertou que ajudaria nos estudos dela no primeiro semestre da faculdade — ela não podria perder mais tempo, tudo aquilo era urgente, até ela conseguir um emprego na área. A mãe, emocionada, agradeceu. Ele só pediu: não conte nada pra esposa, ela pouco ciumenta. A mãe concordou. Faria de tudo pra ver a filha formada.

 

No dia seguinte, a mãe disse que não iria trabalhar, mas poderiam estudar normalmente. Ele tomou banho, vestiu calça larga, foi pra casa da jovem. Sentou perto dela na sala. Ela já olhava diferente — os olhos mais baixos, a boca entreaberta. Ele, preocupado, falou que era pra esperar a mãe dela. Ela respondeu que a mãe ia passar a manhã lavando louça lá na parte de trás da casa. Se quisessem, poderiam estudar ali mesmo. Ele olhou pra os lados. Passou a mão na coxa dela — o toque rápido, quente. Mas disse: “Melhor não fazermos isso aqui.”

 

Não queria forçar a barra com a mãe dentro de casa.

Então ela pediu pra chupar. Abaixou a cabeça no pau e chupou por bom tempo. Ele sentiu toda a língua dela brincando com a cabeça — aquela linguinha fina passando em círculos, lambendo a ponta, fazendo ele arquear o quadril. Slurp… slurp… “Chupa ele todo,” ele disse. Ela obedeceu. Da base do pênis até a ponta, com linguinha chupada, lentamente, molhando cada centímetro. O pau ficou todo lambusadinho, brilhando de saliva.

 

A esposa nem sonhava que ele estava fazendo a filha da vizinha chupar todo o pau dele ali, na sala, com a mãe lavando louça nos fundos. Ele perguntou: “Tua mãe vai guardar segredo, né?” Ela não disse nada. Só continuou chupando.

 

Derrepente, escultou a porta dos fundos. A mãe dela passou próximo. Não falou nada. Ele paralisou. O pau ainda na boca dela, o coração gelou. “Deixa eu continuar,” disse, a voz baixa, controlada. A mãe falou de longe: “Quando vcs terminarem, venham tomar café.” A voz era normal, sem acusação. Ele gozou — splurt — na boca dela, o leite escorrendo pelo lábio, ela engolindo parte, limpando o resto com a mão.

 

Depois, foram para o quarto. Foi quando as coisas começaram avançar literalmente. Nas primeiras tentativas de penetração, só enfiava na entrada. A cabeça do pau encostava na fenda — sentia o calor, a umidade, e empurrava devagar. Ela se tremia. As mãos finas agarravam o lençol. Os pés se esticavam. Ele olhava pra ela, pra o rosto contraído, pra a boca aberta sem som. A virgindade ali, na ponta do pau, o corpo dela recebendo o primeiro pedaço de homem. E ele empurrava — milímetro por milímetro — enquanto a casa era silêncio e a mãe lavava louça como se nada acontecesse.

 

Ele empurrou mais um pouco. Quase metade do pau entrou na buceta dela. O corpo dela arqueou na cama, os quadris levantando involuntariamente. Um gemido baixo escapou da boca dela. “Ahh…”

 

Ele parou. Olhou pra ela. Os olhos dela estavam fechados, a testa franzida, os lábios entreabertos. O rosto dela expressava algo entre dor e outra coisa que ele não conseguia nomear. Ele ficou ali, parado, sentindo a pressão da buceta molhada envolvendo a metade do seu pau. O calor era intenso. A vontade de empurrar até o fundo era quase insuportável. Mas ele não forçava. Tinha medo de machucar. Tinha aquela obsessão — tirar o bem mais precioso dela.

 

A virgindade. Queria ser o primeiro. Queria marcar aquele momento como seu. E ajudar ela a pagar os estudos era a justificativa que ele repetia pra si mesmo, como se isso tornasse tudo menos suado.

 

Começou a fazer vai e vem bem devagar. O pau entrando um pouco mais, saindo, entrando. Cada movimento era calculado, milimétrico. A buceta molhada facilitava a penetração, mas a resistência ainda estava lá. O som de carne contra carne — squelch, squelch — baixo, quase imperceptível, mas presente. Ele não queria ir rápido. Queria sentir cada centímetro. Querar que ela sentisse também.

 

Os quadris dela começaram a relaxar, o franzir da testa diminuindo. Ela abriu os olhos, olhou pra ele, e não disse nada. Apenas deixou ele continuar.

 

Nos meses que seguiram, a rotina se estabeleceu. Ele ia à casa dela três vezes por semana, oficialmente pra dar aulas de matemática. Oficialmente. Dona Rosa estava sempre em casa, lavando louça, passando roupa, fazendo café. Mas nunca entrava no quarto. Nunca perguntava. Nunca olhava pra ele com qualquer coisa além de um silêncio cúmplice. Ela sabia o que estava acontecendo. A mãe dela já sabia desde o primeiro dia.

 

Mas como o futuro da filha era mais importante, fez está tudo bem. Mais do que tudo bem — Dona Rosa ia à casa da esposa do solidário vizinho tomar café enquanto a filha e o homem casado se divertiam. As duas mulheres sentadas na mesa da cozinha, conversando sobre receitas e preços no mercado, enquanto na casa ao lado, o marido de uma estava dentro da filha da outra. O mundo era assim. Prático. Funcional. Ninguém questionava.

 

Quando finalmente ela entrou na faculdade, os aulas particulares continuaram. Mas agora não havia mais matemática pra ensinar. Ficaram 6 longos meses praticamente transando todos os dias. Ele aparecia na casa dela pela manhã, antes do trabalho. Às vezes à tarde, quando Dona Rosa saía pra fazer compras. Às vezes à noite, quando a esposa dele dormia e ele inventava alguma desculpa pra sair. A buceta dela já não era mais virgem. Ele tinha tirado aquilo dela na primeira semana, devagar, milímetro por milímetro, como planejou.

 

Mas a obsessão não diminuiu. Se alimentou. Ele queria mais. Queria tudo.

 

Numa tarde de junho, ela estava deitada de bruços na cama. O shortinho já tirado, jogado no chão. As coxas grossas expostas, a bunda arrebitada. Ele posicionou o pau na entrada do cuzinho, pressionando levemente. O corpo dela tensionou imediatamente.

“Não”, ela falou. “Só na frente.”

A voz dela era firme. Sem hesitação. Olhou pra ele por cima do ombro, os olhos sérios, e repetiu: “Só na frente.”

 

Ele ficou ali, o pau ainda pressionando contra a entrada, o desejo gritando dentro dele pra empurrar, pra forçar, pra tomar mais. Mas ela tinha dito não. E os olhos dela não tinham medo. Tinham determinação. A mesma determinação que ela usou pra entrar na faculdade, pra negociar favores, pra usar o que tinha pra conseguir o que precisava. Ela sabia os limites. Sabia o que estava disposta a dar e o que não estava.

 

Respeitei. Tirei o pau de lá, voltei pra buceta. Não insisti. Não forcei. Posicionou a cabeça do pau na entrada molhada e empurrou devagar, como sempre fazia. O squelch familiar, o calor familiar, a pressão familiar. Ela relaxou novamente, os quadris se acomodando, o corpo aceitando ele como já aceitava tantas vezes. Ele começou o vai e vem, lento no começo, depois mais rápido, a urgência do desejo substituindo a vontade de ir além do que ela permitia.

 

Talvez era o único momento em que eu fiz a coisa certa em toda essa história. Ele pensou isso depois, muito depois, quando a relação já tinha se dissipado e ele olhava pra trás e tentava encontrar algum ponto de luz em tudo que fez. Não foram muitos. A maioria das coisas que ele fez foram calculadas, manipuladoras, suadas. Ele usou a necessidade dela pra satisfazer a obsessão dele. Usou o dinheiro como moeda de troca pra comprar o corpo dela.

 

Usou a cumplicidade de Dona Rosa pra manter tudo em segredo. Mas naquele momento, quando ela disse não e ele ouviu, ele fez a coisa certa. A única vez. A relação continuou por mais alguns meses depois disso. Ela terminou o primeiro semestre da faculdade com notas decentes. Ele continuou pagando uma parte das mensalidades, continuou aparecendo na casa dela, continuando transando. Mas algo mudou. Ela começou a ficar mais distante. Mais prática. O sexo era mecânico, funcional, sem a tensão dos primeiros dias.

 

Ela já tinha o que precisava — a faculdade, o dinheiro, o futuro. Ele já tinha o que precisava — a virgindade dela, o corpo dela, a marca que deixou. A troca estava completa.

 

Quando ela finalmente cortou o contato, foi direta. “Não preciso mais de aulas,” ela disse, olhando pra ele sem expressão. “Obrigada pela ajuda.”

 

Ele entendeu. Não insistiu. Não forçou. Da mesma forma que respeitou o não naquela tarde de junho, ele respeitou o não final. Saiu da casa dela pela última vez, passou por Dona Rosa na cozinha, que nem olhou pra ele. Voltou pra sua casa, pra sua esposa, pra sua vida que nunca foi a mesma depois que ele cruzou aquela linha. A esposa nunca soube. Ou talvez soube e nunca disse, como Dona Rosa. Mulheres eram práticas. Funcionais. O mundo era assim.

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