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Peguei filhos meu marido transando no quarto, Parte 2

08/07/2026 escrito por Amopornobr

Quer conhecer a primeira parte da historia, leia este texto aqui: https://amopornobr.com/blog/peguei-filhos-meu-marido-transando-no-quarto/

 

Continuando…

 

Minhas pernas ainda tremiam quando desliguei o chuveiro.

 

— Acho que o meu marido já deve estar chegando!.

 

Aquela noite, depois do nosso ritual de sempre, no nosso convívio, jantamos todos juntos na sala.

 

Sentamos à mesa como família, conversamos sobre o dia, rimos de piadas bobas.

 

E mais tarde estávamos todos assistindo tv, como se fosse apenas mais uma noite.

 

Mas, depois da noite anterior, aquela definitivamente não era apenas mais uma noite.

 

Para quem acha que o sexo dentro de casa é algo parecido com o que um casal normalmente faz: ir pro quarto, deitar na cama juntos e, como mágica, tudo simplesmente acontece.

 

Bem, se há o desejo, e a liberdade necessárias, não há muito o que fazer pra impedir o seu curso natural das coisas.

 

De repente, o sofá maior parecia pequeno demais para todos nós.

 

Tanto eu e meu marido tínhamos sentado bem grudados, como os dois vieram se sentar ao nosso lado, Filha  ao lado do meu marido, filho junto de mim.

 

Meu pijama de flanela, que eu vestira apressada após o banho, de repente parecia fino demais.

 

E como debaixo do chuveiro, pouco antes, bastou apenas um beijo e todo o resto do mundo parou.

 

Não me lembro do filme que estávamos assistindo aquela noite, mas bastou uma cena mais quente dois corpos se envolvendo na tela, gemidos abafados pra me fazer desviar a atenção da tv.

 

Na outra ponta do sofá, minha Filha Pendurada no pescoço do meu marido, os dois se beijavam como os outros dois na tela — “Mmm,” ela gemia contra a boca dele.

 

No instante seguinte, ela estava com a mão no seu pau por baixo da calça, e ele buscava seus peitinhos por sob o tecido fino do seu babydoll.

 

É claro que levou menos tempo ainda pra ela estar nua da cintura pra cima, o babydoll jogado no chão, e o meu marido com a boca nos seios dela ele chupava com aquela fome que eu conhecia, mas que raramente me mostrava.

 

E quando meu marido tirou seu pau pra fora, ela não perdeu tempo e começou a chupá-lo, meio debruçada no seu colo, seus cabelos molhados ainda do banho caindo sobre suas costas.

 

Mas, diferente do primeiro boquete da Filha e meu marido, dessa vez eu estava cheia de tesão, e também quis participar.

 

Afastei-me do filho dele por um instante, ajoelhei-me no sofá ao lado dela.

 

Cada uma de um lado, nós disputávamos a sua ereção, ali sentado no sofá.

 

Minha língua encontrava a dela no eixo dele, nossas bocas se alternando.

 

E acho que meu marido realizava o grande sonho da sua vida, tendo as duas só pra ele — seus olhos, quando abria, carregavam aquela incredulidade embriagada.

 

Mas o filho dele, atrás de mim, parecia ter outra ideia. Senti suas mãos na minha cintura, puxando a calça do meu pijama.

 

Ele me colocou de quatro no sofá, de forma quase brusca, e quando eu vi, seu pau já estava roçando nos meus lábios inchados, ainda sensíveis da noite anterior.

 

Eu nem acreditava que estávamos fazendo aquilo, e todos juntos. Não era no escuro do nosso quarto, no meio da noite.

 

Era bem ali no sofá, de luzes acesas e na sala de estar, o filme ainda rolando, as imagens piscando em nossos corpos nus.

 

Atrás de mim, filho do meu marido já tinha se livrado do seu pijama, e me penetrava com força

 

— “Uhh—” eu gemi, a boca ainda no meu marido me fodendo como bem queria, seus quadris batendo contra minha bunda em ritmo constante.

 

Enquanto eu chupava o meu marido, Filha fazia o mesmo, tirando seu shortinho e a calcinha.

 

E, pra minha surpresa, ela também me queria do mesmo jeito.

 

Sentada de joelhos no sofá, ela desabotoava a camisa de flanela do meu pijama, como que em busca dos meus seios.

 

Seus dedos circularam meus mamilos, já duros, e ela os deixou completamente pronunciados, servindo apenas pra me deixar ainda mais excitada.

 

Por essa duvido que meu marido esperasse, quando ela estendeu a ponta da língua e a pôs em volta do meu mamilo — “Ahhh—” eu arqueei as costas, perdendo o ritmo no meu marido.

 

Então, quando ela abriu a boca e o engoliu de vez, eu quase perdi o fôlego, as três bocas em mim a dela no meu seio, a minha no meu marido, o filho dele mordendo meu ombro enquanto me penetrava mais fundo.

 

Não sei se para meu marido, mas para qualquer homem aquilo deveria ser um sonho erótico perfeito: o meu filho atrás da esposa me penetrando com força, e a minha filha na minha frente, sugando meus seios com aquela boca ansiosa.

 

Eu acariciava seu cabelo castanho, desgrenhado, com a mesma ternura que se tem por um filhote recém-nascido buscando o peito da mãe mesmo que eu não tivesse mais leite para oferecer, o que ela me devolvia era outra coisa.

 

Um fogo que subia da minha barriga e me deixava sem ar.

 

Ela levantou o rosto, aqueles olhos úmidos brilhando, e sorriu.

 

Aquela boca molhada veio buscar a minha, como tinha acontecido no banheiro, mas agora era diferente.

 

Suas mãos percorriam minha pele, flancos, costas, cintura, enquanto nossas línguas se encontravam sem a pressa da primeira vez.

 

Estávamos frente a frente, de joelhos, e podíamos nos saborear com calma. Era delicioso sentir sua respiração misturada à minha.

 

Meu marido, sentado no sofá, tinha o pau duro como pedra apontando para o teto.

 

Quando a jovem se afastou de mim e foi sentar no colo dele, ajustando-se sobre aquela ereção, ele fechou os olhos com força e agarrou sua cintura fina.

 

Apesar de tudo ter começado com o meu filho , sua bucetinha já engolia meu marido sem dificuldade, aquela carne jovem se moldando à dele.

 

Ela começou a rebolar, cavalgando com ritmo próprio, e eu não resisti.

 

Peguei seus peitinhos firmes, que subiam e desciam com o movimento, diferentes dos meus, fartos e pesados, os dela cabiam quase por completo na minha boca.

 

Enquanto os provava, sentindo o gosto salino de sua pele, o meu filho atrás não parava.

 

Ele tinha fodido minha buceta sem piedade, e agora, depois de tantas estocadas, senti seu pau molhado de nós dois buscando outro lugar.

 

Ele entrou no meu cu devagar, centímetro por centímetro, até que eu estava cheia dos dois lados.

 

Na TV, o filme continuava, mas ninguém mais olhava.

 

O som que dominava a sala era de carne batendo em carne, de gemidos abafados, de respirações ofegantes.

 

Nunca imaginei que veria aquilo com prazer: minha própria marido metendo na filha do meu antigo marido.

 

Até que meu marido soltou um gemido grave, quase um rosnado, e eu vi seu corpo travar.

 

Com o pau quase todo dentro dela, ele gozou — gozou dentro da jovem, profundo, depois de uma última estocada brutal.

 

Eu congelei, ainda com seus peitos na boca. Segundos depois, o meu filho enterrou até o fim no meu cu e eu senti o jato quente, ele gemendo alto, ainda todo dentro de mim.

 

O silêncio que veio depois era pesado, carregado de nós quatro.

 

O tesão que compartilhávamos ali, misturados, era maior que qualquer separação.

 

Maior até que a ausência de preservativo que, por um segundo, me ocorreu ter sido esquecida.

 

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