
Madrasta costumava se masturbar pensando no enteado é flagrada por ele com vibrador enterrado sua vagina e resolver compartilhar um momento juntos com muito orgasmo.
Estive casada por dez anos com um homem que carregava as cicatrizes de um casamento anterior falido.
Com ele, ganhei não apenas um novo lar, mas também um enteado.
Desde o primeiro dia, a conexão entre nós foi legal.
Nos demos bem, talvez bem ate demais.
Claro que eu amava meu enteado, talves por isso ultrapassei alguns limites do normal para sociedade entre uma mulher tinha a função de mãe e rapaz de 18 anos.
O problema foi o fim das minhas férias. Eu precisava voltar ao trabalho.
A solução foi contratar uma enfermeira para cuidar do meu enteado enquanto ele permanecia imobilizado na cama devido perna quebrada.
Se, por um lado, a distância física me manteria segura da tentação, por outro, meu segredo estaria a salvo por enquanto.
Mas a memória é traiçoeira. No fundo, a lembrança do que havíamos feito persistia. No meio da noite, quando o silêncio da casa ficava ensurdecedor, o desejo retornava com um canto insidioso.
A única coisa que me restava era o meu consolo. Me masturbar não apenas me mantinha acordada, mas era o que mais intimamente me ligava ao meu enteado.
Não há como esquecer, não entre madrasta e enteado. Eu ainda o desejava, por mais que lutasse contra isso, e essa luta interna me levava a atos desesperados de me tocar compusivamente.
Eu já fiz coisas de que me envergonho e me excitam ao mesmo tempo.
Me masturbar colada à parede que separava nossos quartos.
Ou ate mesmo ficar do lado de fora da porta do quarto do meu enteado, com a mão dentro da calcinha, tapando a boca para que nem ele nem meu marido ouvissem meus gemidos abafados.
Geralmente, isso acabava me levando a correr para o meu quarto, buscando um alívio rápido, e ele usava 2 pilhas grandes.
Esses momentos me faziam gozar rápido e várias vezes.
Mas o que eu gostava mesmo era de ficar nua no banheiro, olhando pela janela, vendo meu enteado somente de sunga deitado na espreguiçadeira à beira da piscina.
Ver aquele pau pegando um sol e imaginar que ele poderia estar todo introduzindo dentro da minha vagina, não tinha preço, alias o preço que eu pagava era ter me deitar com pai dele, quase todas as noites e não sentir vontade nenhuma.
Eu olhava pela janela. Depois de alguns minutos, o vi se levantar com dificuldade e caminhar pelo quintal, mancando.
Sabia que meu show particular tinha acabado.
Fui e me sentei no vaso sanitário, com a tampa abaixada, comecei a me foder com os dedos.
Eu estava completamente nua, tendo acabado de sair do chuveiro, com a pele ainda molhada.
Minha cabeça pendeu para trás, apoiada na parede, apreciando a sensação mexer nos meu clitóris enquanto a imagem do meu enteado pegando um sol.
Não tenho ideia de quanto tempo fiquei assim, sentindo meus dedos me tocando, mas à medida que as contrações na minha buceta aumentavam, o orgasmo se aproximou.
Foi intenso, um gozo profundo que sacudiu meus ombros, tudo isso enquanto pensava no meu enteado me fodendo sem piedade.
Quando o prazer meu orgasmo passou e me deu um triste sentimento ter voltando a realidade da minha vida de casada. Para minha surpresa, meu enteado estava ali.
Bem na minha frente, me olhando.
Quando se tem um orgasmo intenso, realmente não se consegue ver nada na frente. Eu nem tinha me preocupado em trancar a porta.
Agora, eu estava ali, com as pernas ainda abertas, e segurando o vibrador sujo do liquido da minha vagina.
— Desculpe, mas até nós, mulheres mais velhas, precisamos disso de vez em quando! — foi a única coisa que consegui dizer pra ele, tentando me justificar a minha promiscuidade.
Ele ficou sorrindo.
O choque deu lugar a uma vergonha quente que subiu pelo meu pescoço.
Tentei me cobrir com a toalha que estava pendurada ali perto.
— O que você acabou de ver te incomoda? — perguntei, tentando recuperar alguma dignidade naquele momento.
Ele olhou para baixo, para o volume óbvio na sua bermuda de algodão, depois voltava os olhos para mim.
— Não, acho que não me incomodou. Afinal, já fizemos varias vezes isso. Mas preciso ser sincero, às vezes eu tenho saudades de você, mas meu pai está muito no nosso pé.
Eu respondi pra ele: — Tem coisas que queremos e coisas que não devemos.
Meu enteado insistiu: — Que tal uma última vez? Prometo que será a última — ele deu um passo para dentro do banheiro.
— Não sei se devemos… — murmurei.
Eu ainda estava sentada na altura da sua cintura no vaso.
Meus olhos se fixaram no volume do seu pênis, lembrando-me com clareza como eu era feliz quando ele me enchia com aquele objeto sexual.
Por mais que não quisesse insistir, teria dado qualquer coisa para colocar a mão lá dentro da sua bermuda, tirá-lo para fora e chupá-lo com toda a minha fome do mundo.
Então, para minha surpresa e alívio, ele disse, numa última tentativa:
— Já que acabei de te ver, seria justo deixar você me ver também, certo?
Isso me deixou molhada instantaneamente as minhas coxas.
— Você pode fazer o que quiser, querido. Você é um homem adulto. Mas é pena ser filho do meu marido. – Eu falei pra ele.
Então, propositalmente, abri um pouco mais as pernas, afastando os joelhos, para que ele pudesse ver e matar a saudade da minha buceta madura.
Eu nem acreditava que estava querendo foder com meu enteado de novo, ali, no banheiro da suíte que por muitas vezes eu transava por obrigação matrimonial com pai dele.
E a poucos metros do quarto onde eu me deitava com meu marido todas as noites.
Olhei enquanto ele desabotoava a bermuda.
Então, ele colocou os polegares na cintura da cueca e deslizou para baixo.
E logo saltou aquela coisa apontando pra cima. Era pau lindo, enorme, duro, pulsando, exatamente com qual eu tinha mais saudade.
Sem dizer uma palavra, apenas permaneci sentada, abri as pernas o máximo que pude, liguei o vibrador no máximo e o pressionei firmemente contra o meu clitóris já sensível.
O tempo todo, meus olhos cravados naquele pau enorme à minha frente.
Ele estava ereto e era perfeito pra ser chupado dignamente.
Imediatamente senti meu próximo orgasmo se formando, uma pressão crescente no baixo ventre, e não tinha motivo para interrompê-lo.
Acho que ele percebeu, porque agarrou o pau com firmeça e começou a se masturbar no mesmo ritmo que eu usava no vibrador.
Eu olhava a cabeça vermelha do seu pau emergir entre os seus dedos a cada puxada, e já começava a salivar.
Meu Deus! A minha vontade era de abrir bem a boca, engolir todinho até as bolas!
E até deixaria que ele me segurasse pelos cabelos e fodesse a minha boca com força, fazendo eu quase perder o ar com meus engasgos!
Acho que, com essa imagem pornográfica na cabeça, meu orgasmo começou a se desenrolar.
Foi grande, muito maior que o primeiro. Eu queria dar um bom show para o meu enteado, então mantive o vibrador no meu clitóris, girando-o, enquanto gemia baixinho.
Ele se masturbava cada vez mais rápido, até ver o orgasmo intenso. Foi aí que o pau dele explodiu meu meu rosto.
Jatos grossos de porra saíram da ponta seu pênis, atravessando o espaço entre nós e caindo sobre mim.
— Continue gozando, amor! — gritei, incapaz de me conter. — Suja tudo meus peitos, não para!
Ele obedeceu, cobriu meus seios, meu estômago e até o meu pescoço.
Finalmente nós dois terminamos, e eu apenas fiquei ali sentada, recuperando o fôlego, sentindo o vibrador ainda zumbindo na minha mão.
Foi, um dos meus maiores orgasmos, uma intensidade que eu não sentia desde aquele dia em que ele chupou minha buceta dentro do carro do pai dele.
O fato do meu enteado gozar nos meus peitos, enquanto eu me masturbava, só serviu para aumentar nossa servegonhice que eu fazia fora do meu casamento junto com filho do meu marido.
Eu tentava recuperar a compostura, limpando um pouco da porra que escorria pela pele.
— Desculpa, não consegui evitar! — ele me olhava meio sem graça, puxando a cueca de volta para cima.
Ele se virou para se limpar no lavatório, e eu fiquei observando suas costas.
Na hora eu não disse nada, mas, nossa!
Foi uma delícia sentir de novo a sua porra me cobrir.
Instintivamente, estendi a língua e lambi um pouco que tinha escorrido perto da minha boca.
Confesso que isso já está me subindo a cabeça. Qualquer hora dessas vou engolir o pau dele de vez e só vou parar de chupar quando ele gozar na minha boca!
Gostou deste conto erotico o que nas escondida do pai, a madrasta procurava se tocar junto com enteado no banheiro, gostaria de ver uma traição da madrasta ao marido com enteado tudo na frente do corninho?, clique aqui e assista.