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Primeira vez que transei com meu sobrinho Leo

19/05/2026 escrito por Amopornobr

Olá. Me chamo Jessica. Hoje estou com 43 anos, loira, cabelo liso que sempre cuidado com produtos importados, olhos castanhos claros, seios grandes que mantenho firmes graças aos anos de academia, corpo bem definido — treino desde a adolescência, nunca parei. Sorriso atraente, segundo os homens que cruzaram meu caminho. O que vou contar aqui é uma história real. Cada detalhe, cada momento, aconteceu exatamente como vou descrever.

 

Meu sobrinho Leonardo. Na época dos eventos que vou narrar, ele tinha 18 anos e eu 49. Leonardo é branco, olhos castanhos que combinavam com o cabelo preto, curto, sempre bem cortado. Magro, mas com aquele tipo de magreza que sugere força — os ombros largos, os braços com definição leve de quem pratica esportes. Muito bonito. Sempre foi. Desde pequeno, as mulheres da família comentavam que ele seria um problema quando crescesse. Cresceu. E de fato, tornou-se um problema — mas de um tipo que nenhuma delas imaginava.

 

Leonardo ia todos os dias à minha casa. Brincava com meu filho mais velho, Gustavo. Jogavam video game no quarto de Gustavo, gritavam, competiam, riam — os sons da adolescência masculina ecoavam pela casa como um ruído familiar. Eu gostava de ter Leonardo por lá. Era um garoto respeitoso, educado, que sempre me cumprimentava com um beijo no rosto e um “tia” carinhoso. Nunca imaginei que aquele “tia” poderia um dia ganhar outro significado.

 

Aquele sábado. A tarde caía lenta e quente sobre a cidade, o sol de novembro castigando as paredes da casa, fazendo sombras longas no piso da varanda. Eu estava no meu escritório, trabalhando. Trabalho em casa — gerencio contas, planilhas, relatórios que nunca parecem terminar. Aquele sábado, porém, eu estava finalizando algumas coisas do meu serviço, ansiosa para terminar e aproveitar o resto do dia. Cliquei no botão de desligar o computador. Ou melhor — cliquei onde pensava que era o botão de desligar. O mouse deslizou, o dedo pressionou, eu me levantei e saí do escritório sem olhar para a tela. Não reparai que o clique não havia sido correto. O computador permanecia ligado, a tela iluminada, esperando como uma sentinela silenciosa.

 

Saí do escritório porque minha irmã — mãe de Leonardo — havia chegado à casa. O plano era usarmos a piscina. O calor convidava, a água prometia refrescar, e minha irmã trouxe as crianças, as toalhas, a ideia de um sábado familiar que parecia inocente e simples. Eu troquei de roupa no meu quarto. Biquíni vermelho. Fio dental. A peça que eu comprara numa viagem a Miami, que marcava cada curva do meu corpo, que deixava as nádegas quase inteiramente expostas e sustentava os seios com tiras finas que pareciam desafiar a gravidade. Eu me olhei no espelho antes de sair. Gostei do que vi. Sempre gostei.

 

Caminhei para a piscina. O sol bateu na minha pele, o calor envolveu meu corpo como um manto, e eu avistei Leonardo. Ele estava chegando, entrando pela porta lateral que sempre usava quando vinha brincar com Gustavo. O garoto de 18 anos parou por um instante quando me viu. Os olhos castanhos percorreram meu corpo — de cima a baixo, discretamente, mas não tão discretamente que eu não percebesse. O trajeto visual começou no meu rosto, desceu pelo decote do biquíni onde os seios se ofereciam parcialmente, continuou pela linha do abdômen que anos de academia mantinham firme, e chegou até as pernas, até a linha do fio dental que desaparecia entre as nádegas. Ele tentou disfarçar. Tentou. Mas o constrangimento nos seus olhos, a pausa breve antes de me cumprimentar, o jeito que ele ajustou o olhar para focar apenas no meu rosto — tudo me disse que ele havia visto. Que havia notado. Que a imagem havia se registrado.

 

Eu o cumprimentei com um beijo no rosto. A pele dele estava quente do sol, ou talvez de outra coisa. Falei, com a naturalidade de uma tia que conversa com seu sobrinho:

“Leonardo, o Gustavo não chegou ainda, mas logo ele estará em casa!”

Leonardo respondeu, a voz controlada, mas com algo na ponta que eu não identifiquei naquele momento:

“Tudo bem tia, espero ele lá no quarto dele, pode?”

“Tudo bem querido, mas, se quiser ficar com a gente na piscina, tudo bem!”

Ele sorriu. Um sorriso rápido, quase automático. E falou:

“Sem problema tia, eu espero lá no quarto!”

 

Virou-se e caminhou para dentro da casa. Eu observei suas costas, os ombros, a maneira que ele desapareceu pela porta. Não pensei em nada específico naquele instante. Apenas notei que ele havia escolhido o quarto do Gustavo em vez da piscina. Que havia preferido esperar sozinho em vez de ficar com nós. Uma escolha que, naquele momento, parecia apenas a preferência de um garoto de 18 anos que queria jogar video game.

 

O que eu não sabia — o que só descobriria depois — era que meu computador estava ligado. O quarto do meu filho ficava exatamente do lado do meu escritório. Uma parede separava os dois ambientes, e a porta do escritório permanecia aberta na maioria das vezes — eu nunca precisava fechá-la, era só eu e minha família em casa. O papel de parede da minha área de trabalho era uma foto minha. Uma foto que eu tirara para um book pessoal, num dia de vaidade e desejo de me ver bonita. Na imagem, eu aparecia com uma calcinha rosa — pequena, de renda, que cobria o mínimo possível. E uma camisetinha, sem sutiã, que marcava meus mamilos com a transparência do tecido branco.

 

Os mamilos apareciam levemente — a ponta, a forma, a sugestão do que existia por baixo. Sempre gostei de tirar fotos nuas e sensuais. Guardava-as no computador, organizadas em pastas que eu pensava estarem seguras, que eu pensava estarem invisíveis para qualquer outra pessoa. Pastas com books completos, vídeos meus pelada, momentos de intimidade que eu registrara para mim mesma — para me lembrar de como era, de como me sentia, do desejo que eu podia provocar em mim mesma quando me olhava com honestidade.

 

Leonardo me contou depois — muito depois, quando tudo já havia acontecido, quando a linha entre tia e sobrinha já havia se dissolvido — que ele havia entrado escondido no meu escritório. Que havia visto o computador ligado. Que a imagem na tela o fez parar. Os mamilos aparecendo levemente pela camiseta transparente, a calcinha rosa que prometia mais do que mostrava, o meu rosto com aquele sorriso que eu fazia quando me sentia poderosa. Ele ficou em choque.

 

A tia que ele conhecia desde pequeno, a mulher que lhe dava beijo no rosto e perguntava sobre a escola, aparecia na tela como uma figura de desejo. A discrepância entre as duas imagens — a tia respeitável e a mulher sem sutiã — o parou, o fez hesitar, e então o fez agir.

 

Ele pesquisou. Abriu as pastas. Encontrou o book, os vídeos, as fotos que eu pensava estarem protegidas pela senha que eu nunca configurara corretamente. Encontrou tudo. A Jessica pelada, em poses que eu fazia para mim mesma, com a câmera que eu posicionava para capturar cada curva, cada detalhe, cada parte do meu corpo que eu queria preservar em imagem. Os vídeos meus — onde eu me tocava, onde eu me mostrava, onde eu me oferecia à câmera com a liberdade de quem sabe que ninguém além de si mesma assistiria.

 

Da piscina, eu reparai. A água fresca contra a pele, o sol que continuava quente, as vozes de minha irmã e minhas filhas que conversavam e riam — e algo me fez olhar para a casa. Uma sensação, um instinto, ou talvez apenas o movimento que eu percebi através da janela do escritório. Uma sombra. Uma presença. Havia alguém no meu escritório, e esse alguém não era eu.

 

Eu saí da piscina. A água escorreu pelo meu corpo, o biquíni vermelho brilhava com a umidade, e eu caminhei até minha irmã e minhas filhas que estavam tomando sol nas espreguiçadeiras. Falei, com a casualidade que a situação exigia:

“Vou no meu quarto pegar um fone de ouvido. Volto logo.”

 

Ninguém questionou. Ninguém notou nada diferente na minha voz ou no meu comportamento. Eu caminhei para dentro da casa, os passos marcando o piso com a umidade da piscina, e em vez de ir direto para o meu quarto, fui para o escritório. Sem fazer barulho. Os pés descalços não produziam som contra o piso frio, e eu me aproximei da porta do escritório com a cautela de quem sabe que algo está acontecendo e não quer interromper antes de entender.

 

A porta não estava completamente fechada. Uma brecha — pequena, suficiente para um olho, suficiente para ver — separava a porta da parede. Eu me aproximei. Posicionei-me. E olhei.

 

Leonardo. Meu sobrinho. O garoto de 18 anos com olhos castanhos e cabelo preto curto. Ele estava sentado na minha cadeira de escritório, a frente voltada para o computador, e na tela — eu podia ver pela brecha — um dos meus vídeos reproduzia. Eu pelada. Eu me tocando. A imagem que eu fiz para mim mesma, que eu guardei para mim mesma, agora servia de combustível para algo que eu nunca imaginei.

 

A mão de Leonardo estava por dentro da bermuda. O movimento era ritmado — para cima, para baixo, para cima, para baixo. Ele se masturbava. Assistia aos meus vídeos e se masturbava na cadeira onde eu trabalhava, no computador onde eu guardava minha intimidade, no espaço que era meu e que ele havia invadido com o desejo que eu não sabia que existia.

 

Meu coração gelou. A expressão é exata — o órgão no meu peito pareceu parar, pareceu esquecer sua função, pareceu suspender o sangue que deveria circular. O choque. A surpresa. A descoberta de que meu sobrinho — o garoto respeitoso, o “tia” carinhoso, o filho de minha irmã — estava ali, com a mão dentro da bermuda, se tocando enquanto assistia a mim pelada.

 

Mas o gelo não durou. O que substituiu o choque não foi repulsa, não foi indignação, não foi a moral que deveria guiar uma tia que descobre seu sobrinho em tal situação. O que substituiu o choque foi tesão. O calor subiu pelo meu corpo — começou no peito, onde o coração havia gelado e agora batia rápido, espalhou-se pelo abdômen, chegou entre as pernas, onde o biquíni vermelho cobria uma parte que agora pulsava com uma demanda que eu não esperava. Tesão. Eu senti tesão. Meu sobrinho se masturbava por causa de mim, e eu senti tesão.

 

Eu já havia lido muitos contos de tia e sobrinho. Histórias que eu encontrava em sites, que eu consumia com a curiosidade de quem se permite explorar o tabu na ficção, que me excitavam com a transgressão que eu nunca imaginaria viver. E meu sobrinho sempre foi muito bonito. Desde que ele cresceu, desde que o garoto se tornou o jovem, eu notara — notara os olhos, os ombros, a definição que surgia no corpo dele, a maneira que ele me cumprimentava, o jeito que ele me olhava quando eu usava roupas que mostravam mais do que o convencional. Notara, mas nunca fizera nada. Nunca pensara em fazer algo. A linha era clara, a fronteira era definida, e eu permanecia do lado correto.

Até aquele sábado.

 

Fiquei ali. Vendo. Observando pela brecha da porta como meu sobrinho se masturbava. O ritmo da mão dentro da bermuda, os olhos fixos na tela onde eu aparecia pelada, a expressão no rosto dele — concentrada, absorvida, perdida no desejo que o vídeo provocava. Eu não me mexi. Não interrompi. Não fiz o que uma tia deveria fazer. Fiquei e assisti, com o tesão crescendo entre as pernas, com a transgressão que antes era ficção agora se tornando realidade diante dos meus olhos.

 

Então ele tirou o pau. A mão saiu por dentro da bermuda e trouxe o órgão para fora — parcialmente. Dava para ver metade do pau só. Branquinho. A pele clara que combinava com a pele do resto do corpo, a mesma palidez que eu conhecia desde que ele era pequeno. Reto. O pau se estendia em linha firme, sem curvas, sem desvios, apontando para cima com a rigidez da juventude. Uma cabeça rosada. A ponta do pau tinha aquela cor — rosa, suave, do jeito que eu sempre gostei. A cor que me fazia querer, que me fazia imaginar, que me fazia pensar em como seria ter nos lábios, na boca, entre as pernas. Não dava para ter uma ideia do tamanho e grossura — ainda. Apenas metade visível, a outra parte escondida pela bermuda, o mistério que me fez querer ver mais, que me fez querer saber, que me fez querer descobrir o que existia por baixo do tecido.

 

Comecei a sentir tesão em pensar em meu sobrinho. A frase é simples, mas o que ela contém não é. O pensamento — a ideia de Leonardo, de seu pau branquinho e reto com a cabeça rosada, de sua mão se movendo no ritmo do desejo por causa de mim — transformou o que era ficção em possibilidade. Os contos que eu lera, as histórias que eu consumira, o tabu que eu explorara apenas na imaginação, agora tinham um rosto, um corpo, um pau. Tinham Leonardo. Meu sobrinho. O garoto de 18 anos que se masturbava no meu escritório enquanto assistia a vídeos de minha tia pelada.

 

O tesão cresceu. A pulsação entre as pernas intensificou-se, o biquíni vermelho que já estava úmido da piscina agora se molhava de outra coisa, de outra origem, de outra necessidade. Eu queria. A palavra formou-se sem que eu pronunciasse, sem que eu admitisse, sem que eu reconhecêsse — mas ela estava ali, presente, impossível de ignorar. Eu queria meu sobrinho. Eu queria aquele pau branquinho com a cabeça rosada. Eu queria a transgressão que eu sempre lera nos contos e que agora se oferecia diante de mim como algo real, como algo possível, como algo que eu podia alcançar se me permitisse.

 

Fiquei ali vendo. Os segundos passaram, os minutos talvez, o tempo que eu não media porque o que eu observava exigia toda minha atenção. Leonardo continuava se masturbando, a mão movendo-se no pau que agora aparecia mais — não completamente, mas mais do que antes, suficiente para eu ver que era maior do que eu imaginara, que a grossura prometia, que o tamanho sugeria experiências que me faziam o tesão crescer ainda mais. Os olhos dele permaneciam na tela, no vídeo onde eu me mostrava, onde eu me oferecia à câmera com a intimidade que agora ele consumia como combustível para seu desejo.

 

E então eu me movi. Os passos que me levaram para trás — silenciosos, calculados, suficientes para me distanciar da brecha da porta sem produzir som. O coração batia rápido, o tesão pulsava entre as pernas, a decisão que eu não sabia que estava fazendo formou-se no momento em que me afastei e preparei o que viria depois.

 

Chamei meu sobrinho. A voz saiu — controlada, com o tom de uma tia que chama o sobrinho para algo normal, algo cotidiano, algo que não carrega o peso do que eu havia visto e do que eu sentia. Mas a palavra — “Leonardo!” — atravessou a porta, atravessou o espaço, atravessou a distância entre eu e ele, e carregou dentro dela tudo o que eu não disse. Carregou o tesão. Carregou a transgressão. Carregou o início de algo que mudaria a relação entre nós para sempre.

“Leonardo!”

 

O som da minha voz. A interrupção. O momento em que o vídeo parou de ser o centro e eu me tornei o centro — eu, Jessica, a tia de biquíni vermelho, a mulher que ele havia visto pela tela e que agora chamava seu nome do lado de fora da porta.

 

Leonardo saltou da cadeira como se ela estivesse em chamas. O movimento foi tão abrupto que o rodapé da cadeira arrastou contra o piso de madeira com um rangido agudo. Ele tentou se apressar em direção à porta do escritório, os ombros tensos, os passos desajeitados. Eu já estava no corredor quando ele surgiu, quase batendo em mim.

— É, é, tia… vi seu computador ligado e vim desligar para você!

 

A voz dele saiu aos pedaços, as sílabas tropeçando umas nas outras. Os olhos dele não conseguiam encontrar os meus — saltavam da moldura da porta para o chão, para a parede, para qualquer lugar que não fosse meu rosto. O rubor subia pelo pescoço dele, manchando a pele de um vermelho irregular.

 

Meu olho desceu involuntariamente. Não havia como ignorar. A ereção empinava o tecido da bermuda de moletom, delineando a forma rígida contra o algodão cinza. A cabeça do pau marcava o contorno na barra da cueca, insistente, impossível de disfarçar.

— Não viu nada no meu computador?

A pergunta saiu calma, controlada. Cruzei os braços sob os seios, observando a reação dele.

 

Os olhos de Leonardo se arregalaram. As pupilas dilatadas, o branco visível ao redor da íris castanha.

— Não, não vi nada, tia! Juro!

 

A negação veio rápida demais. Alta demais. A mão dele desceu instintivamente para o lado, tentando empurrar o pau para um ângulo que não marcasse tanto o tecido. O gesto foi desajeitado, óbvio — um menino tentando esconder algo que não cabia mais na mentira.

 

Eu deixei meu olhar pousar exatamente onde ele tentava esconder. Deixei que ele percebesse que eu via. Que eu sabia.

— Olha só — falei, a voz firme. — Vou contar para sua mãe que ficou mexendo no meu computador.

 

O pânico transfigurou o rosto dele. A mandíbula caiu, os ombros encolheram, e de repente ele pareceu ter metade da idade que tinha.

— Não, tia, por favor!

 

Eu dei um passo para frente. Ele recuou até bater as costas na parede do corredor. O cheiro dele me alcançou — suor jovem, desodorante, algo salgado e urgente por baixo.

— O que você viu no meu computador, Leonardo?

 

Ele engoliu em seco. O nó na garganta dele subiu e desceu. Os olhos ficaram vidrados, brilhantes, e por um momento achei que fosse chorar mesmo.

— Desculpa, tia… não fiz por mal!

 

A voz dele rachou no final. As mãos tremiam contra as coxas. Eu observei aquela figura de homem-menino encolhida contra a parede, o pau ainda duro dentro da bermuda, e algo quente se espalhou no meu ventre.

— Fica tranquilo — falei, suavizando o tom. — Não estou brava. Estou até lisonjeada, sabendo que atraio o tesão de jovens como você.

 

O alívio inundou o rosto dele como uma onda. Os ombros caíram, a respiração saiu pesada, e ele passou a mão pelo rosto úmido de suor frio.

— Desculpa, tia… desculpa mesmo!

 

Eu me aproximei mais. Perto o suficiente para sentir o calor que emanava do corpo dele. Perto o suficiente para ver o pulso disparado na base do pescoço.

— Não posso demorar muito aqui — falei, baixando a voz. — Mas acho justo você me mostrar seu pau. Já que você me viu pelada.

 

Leonardo congelou. Os olhos dele saltaram para o meu rosto, arregalados, buscando confirmação de que tinha ouvido direito.

— Vamos! — insisti, apontando para a bermuda dele com o queixo. — Quero ver. Seu pau ainda estava duro igual uma pedra.

 

Ele engoliu em seco outra vez. Os dedos hesitaram na barra da bermuda. Olhou para o corredor, para a escada, verificando se não havia ninguém. Então, com um movimento lento, puxou o elástico para baixo.

 

O pau saltou para fora, libertado do tecido. Eu prendeu a respiração.

 

Era lindo. Deveria ter uns dezessete centímetros, curvado levemente para cima, a haste grossa e veia que pulsavam sob a pele. As veias corriam como rios pela extensão, grossas e bonitas, alimentando aquela ereção rígida. A cabeça era larga, mais espessa que o corpo, de um rosa escuro, brilhando na ponta com uma gota de líquido pré-seminal.

 

Mordi o lábio inferior. O gesto foi instintivo, incontrolável.

 

Me aproximei mais. O cheiro dele ficou mais forte — musgo, sal, homem.

— Hummm… essa cabeça deve fazer um estrago — murmurei, os olhos fixos no pau dele. — Bem grosso.

 

Levantei o olhar para o rosto dele. Leonardo estava vermelho até as orelhas, o peito subindo e descendo rápido, os olhos presos nos meus lábios.

— Você é virgem?

 

Ele soltou uma risada nervosa que soou mais como um soluço.

— Claro que não, tia!

 

Estendi a mão. Minhas unhas vermelhas, compridas e polidas, envolveram a base do pau dele. O contato foi elétrico — a pele quente, a carne pulsando contra meus dedos. Segurei devagarinho, sentindo cada veia, cada batida daquele membro rígido contra minha palma.

 

O pau pulsou na minha mão. Um espasmo forte, involuntário, que fez Leonardo soltar um gemido baixo.

— Acho que você tem que me mostrar do que é capaz — falei, apertando levemente. — Dorme em casa hoje.

 

Inclinei a cabeça. Meus lábios se aproximaram da cabeça do pau dele. Senti o calor emanando daquela pele antes mesmo de tocá-la. O cheiro salgado, o pulsar contra meus dedos. Beijei a ponta — um beijo demorado, úmido, sentindo a textura lisa e quente contra meus lábios.

— Quero sentir ele todo dentro de mim hoje — sussurrei contra a pele dele. — Hoje.

 

Pisquei para ele. Um piscar lento, deliberado, cheio de promessa.

Leonardo sorriu. Um sorriso tremulo, incrédulo, de quem não acreditava que aquilo estava acontecendo.

 

Virei-me e caminhei para o meu quarto. Cada passo era calculado, deliberado — sabia que ele estava olhando para o meu traseiro sob o roupão, sabia que os olhos dele seguiam o balanço dos meus quadris. Precisava pegar o fone. Não podia demorar. Alguém poderia nos pegar no flagra, e aquela possibilidade me fez o coração martelar.

 

 

O resto da tarde arrastou-se como mel escorrendo. Meu filho chegou cerca de vinte minutos depois, jogou a mochila no sofá e foi direto para a sala de estar. Leonardo desceu as escadas alguns minutos depois, o rosto ainda corado, evitando meu olhar. Eles ligaram o videogame — os sons de tiros e explosões preenchendo a casa.

 

Eu não conseguia parar de pensar. A loucura que iria fazer. O que tinha começado ali no corredor, o beijo que dei na cabeça do pau do meu sobrinho, a promessa que saiu dos meus lábios. Tudo girava na minha cabeça como um carrossel que não parava. Mas me dava muito tesão. Um tesão profundo, que fazia minha calcinha ficar úmida só de lembrar daquele pau grosso pulsando na minha mão.

 

O jantar chegou. Pizza. Simples, prático. Minha irmã já tinha ido embora — ela sempre saía cedo. Restávamos eu, meu filho, e Leonardo. A mesa de jantar ficava na sala de estar, em frente à televisão, e a pizza ocupava o centro enquanto todos se serviam.

Eu escolhi meu lugar com cuidado. Do lado de Leonardo .

 

Ele estava sentado no sofá, o prato no colo, os olhos fixos na televisão onde passava um jogo de futebol. Quando me sentei ao lado dele, o colchão do sofafonão afundou sob meu peso, e nossos cotovelos se tocaram brevemente. Ele estremeceu.

Comi uma fatia de pizza. Mastiguei devagar. Esperei o momento certo.

 

Meu filho estava do outro lado da sala, a atenção inteiramente voltada para o celular. A televisão brilhava com as cores do campo de futebol. Ninguém olhava para nós.

 

Deslizei a mão para o lado. Meus dedos encontraram a coxa de Leonardo por cima do tecido da bermuda. O músculo se contraiu sob meu toque. Eu não olhei para ele — mantive os olhos na televisão, como se nada estivesse acontecendo.

 

Minha palma se moveu para cima. Lentamente. Centímetro por centímetro. Senti o calor da coxa dele aumentar conforme meus dedos se aproximavam da virilha. O tecido da bermuda estava mais esticado agora.

 

O pau dele subiu. Eu senti acontecer — a carne endurecendo sob o moletom, crescendo contra minha mão. Ele não disse nada. Não se mexeu. Apenas engoliu em seco e continuou olhando para a televisão, os olhos vidrados, o maxilar tenso.

 

Eu sorri. Um sorriso discreto, quase invisível, enquanto mastigava outro pedaço de pizza. Minha mão ficou ali, alisando o contorno da ereção por cima do tecido. O pau pulsava contra meus dedos, quente e grosso, exatamente como eu lembrava. Passei as unhas pela extensão, sentindo a forma da cabeça, o contorno das veias, a rigidez que crescia a cada segundo.

 

Leonardo respirava pela boca agora. Pequenos suspiros que ele tentava disfarçar. Sua mão segurava a fatia de pizza, mas ele não comia mais. Apenas segurava, os dedos apertando a massa amolecida.

 

Eu continuei alisando. Movimentos lentos, deliberados, que ninguém na sala podia ver. Minha mão escondida pela sombra da mesa de centro, pelo ângulo dos nossos corpos, pela distração de todos ao redor. O pau dele estava completamente duro agora, uma barra rígida sob o moletom, e eu sentia cada pulsada contra minha palma.

 

Minutos. Alisei por minutos que pareceram horas. O prazer de sentir aquele membro pulsando de desejo por mim, por sua tia, enquanto meu filho estava a poucos metros de distância — era um tesão proibido, perigoso, que fazia meu clitóris latejar por dentro da calcinha.

 

Quando finalmente retirei a mão, Leonardo soltou um suspiro quase inaudível. Eu me levantei, peguei meu prato, e fui para a cozinha como se nada tivesse acontecido.

 

 

A noite caiu. A casa ficou silenciosa. Meu filho foi para o quarto mais cedo, reclamando de cansaço. Leonardo subiu logo depois, o olhar que lançou em mim antes de desaparecer no corredor carregava uma pergunta muda.

 

Eu fui para meu quarto. Fechei a porta. Tirei o roupão e vesti uma camisola de seda preta que mal cobria minhas coxas. O tecido frio deslizou sobre minha pele ainda aquecida pelo desejo que acumulei a tarde inteira.

 

Deitei na cama. O silêncio da casa era absoluto, quebrado apenas pelo zumbido distante do ar condicionado. Meus pensamentos corriam — a imagem do pau de Leonardo, o gosto da cabeça na minha boca, a promessa que fiz.

 

Peguei o celular na mesinha de cabeceira. A tela brilhou na escuridão do quarto. Eram uma da manhã.

Foi quando a notificação apareceu. Um ícone de mensagem no WhatsApp.

 

Deslizei o dedo na tela. O nome de Leonardo brilhava na notificação.

“Tia, posso ir no seu quarto?”

 

Eu li as palavras duas vezes. Três vezes. O coração martelava contra as costelas. O calor se espalhou do meu ventre para entre as minhas pernas, e eu senti a umidade se formando novamente na calcinha.

 

Minha teta subia e descia rápido. Os mamilos endureceram contra a seda da camisola. Eu digitava a resposta com os dedos tremendo de antecipação. A promessa que fiz à tarde estava prestes a se cumprir. Meu sobrinho queria vir para o meu quarto. E eu ia deixar.

“Vem!!”

 

Minha voz saiu firme, carregada de uma urgência que eu não tentei disfarçar. A mensagem tinha sido enviada pelo celular, e agora era só esperar. O silêncio da casa era absoluto — todos já dormiam há horas, e eu sabia que aquela era a minha janela. Olhei para mim mesma no espelho da penteadeira, avaliando cada detalhe.

 

A lingerie preta abraçava meu corpo como uma segunda pele, o fio dental desaparecia entre minhas nádegas, deixando pouco para a imaginação. O tecido de renda do sutiã mal continha meus seios, e eu me senti poderosa. Sensual. Desejada. A umidade já se formava entre minhas pernas, antecipando o que viria.

 

Passos leves no corredor. Meu coração disparou no peito.

 

A maçaneta girou. A porta abriu lentamente, e lá estava ele — meu sobrinho, parado no vão da porta, os olhos azuis arregalados ao me ver deitada na cama. Sua expressão era de quem encontrou algo que tanto procurava, mas ainda não acreditava que era real. O peito nu mostrava os músculos abdominais se contraindo com a respiração ofegante.

“Fecha a porta,” eu disse, a voz baixa, mas sem hesitação.

 

Ele obedeceu sem tirar os olhos de mim. O clique da fechadura ecoou no quarto como um selo, uma promessa de que não haveria volta. Cleber caminhou até a cama, os movimentos contidos, como se temesse que qualquer gesto mais brusco quebrasse o feitiço. Sentou-se na beira do colchão, e suas mãos travaram no colo, os dedos nervosos.

“Sempre quis ficar com você, tia,” ele disse, a voz rouca, quase um sussurro carregado de anos de desejo reprimido.

 

Sorri. Um sorriso lento, de quem sabia exatamente o efeito que causava.

“Que delícia, amor. Vem e me beija.”

 

Não precisei repetir. A mão dele subiu pela minha nuca, os dedos longos se enroscando nos fios do meu cabelo castanho, e sua boca encontrou a minha. O primeiro contato foi elétrico — os lábios dele eram quentes, macios, e a língua invadiu minha boca com uma fome que me fez estremecer dos pés à cabeça. Beijei-o de volta com a mesma intensidade, sentindo o gosto dele, o calor que irradiava do corpo jovem e ávido. A mão livre de Cleber desceu pelo meu pescoço, pelo ombro, até encontrar meu seio. Apertou por cima da renda preta, e um gemido abafado escapou da minha garganta, vibrando contra os lábios dele.

 

Eu me entreguei àquele beijo, àquela mão que explorava meu corpo com uma avidez quase desesperada. Nossas línguas se enroscavam, se separavam, se buscavam novamente em um ritmo que espelhava o tesão crescendo entre nós. O beijo era molhado, quente, delicioso — aquele tipo de beijo que faz esquecer tudo ao redor. Quando finalmente nos separamos para respirar, seus olhos estavam escurecidos de desejo, as pupilas dilatadas.

 

Com um movimento decidido, o empurrei para trás, deitando-o na cama. Minhas mãos foram rápidas — puxei sua camisa por cima da cabeça, revelando o peito definido, os músculos abdominais que se flexionavam a cada respiração ofegante. Desci para o short, puxando-o pelas pernas junto com a cueca — mas parei. Não ainda. A cueca preta ainda aprisionava aquilo que eu mais queria, e eu queria saborear aquele momento.

 

Passei a unha bem na cabeça do pau dele, por cima do tecido escuro. O membro pulsou sob meu toque, saltando contra a cueca, e Cleber sorriu — um sorriso de quem queria mais, muito mais. Deixei meus dedos deslizarem pelo contorno do pau, sentindo o calor que emanava através do tecido, a rigidez que prometia prazer. A espessura era impressionante mesmo escondida. Cheirei. Puxei o ar fundo, inalando aquele aroma de tesão que me fez fechar os olhos por um instante. Era inebriante — o cheiro de homem excitado, de desejo puro, fez minha buceta pulsar de vontade.

 

Aproximei os lábios, e com a boca encostei de leve no pau dele, ainda por cima da cueca. O membro pulsava, saltando contra o tecido como se implorasse para ser libertado. Mordi a cueca, puxando-a para baixo com os dentes, devagar, sentindo cada centímetro de pele que ficava exposta. A cueca desceu pelo pau duro, revelando a espessura, as veias salientes, a cabeça vermelha de tesão. Quando finalmente libertei o pau dele completamente, tirei também meu sutiã com um movimento rápido, deixando meus seios livres.

 

Os olhos de Cleber percorreram meus seios como se nunca tivessem visto nada igual. As auréolas médias e rosadas, os mamilos já durinhos de tesão.

“Uau!!” ele exclamou, a voz carregada de admiração pura.

 

Joguei o cabelo para o lado, olhei nos olhos dele com uma malícia deliberada, e passei a língua no seu pau. Comecei pela base, deslizando lentamente até a cabeça, saboreando o gosto salgado da pele, o calor que irradiava do membro rijo. Quando cheguei ao topo, fiz movimentos circulares com a língua ao redor da cabeça, lentos, deliberados, sentindo cada veia pulsa sob minha língua.

“Aiii tia, que delícia,” ele gemeu, as mãos agarrando o lençol, os nós dos dedos brancos de tanta força.

 

Continuei, deslizando o pau dele para dentro da minha boca, sentindo cada centímetro entrar, quente e gostoso. A espessura preenchia minha boca, forçando meus lábios a se abrirem mais, e quando chegou na garganta, relaxei os músculos e engoli até a base. O membro era grosso, difícil de acomodar, mas a sensação de tê-lo inteiro dentro de mim era incrível — a boca estufada, a garganta ajustada ao redor daquela carne dura e quente.

“Hummmm, que delícia,” murmurei com a boca cheia, a vibração da minha voz fazendo o pau dele pulsar ainda mais.

 

Comecei a pressionar os lábios ao redor do pau, lambendo com a língua enquanto enfiava e tirava da boca. O ritmo era deliberado, cada estocada uma demonstração de prazer — eu enfiava até o fundo, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta, depois retirava até ficar só a ponta entre meus lábios, para então engolir novamente. A saliva escorria pelo queixo, misturando-se com o gosto dele, escorrendo pelos lábios e pingando no lençol. Os gemidos de Cleber ecoavam pelo quarto, e eu sabia que estava fazendo ele perder a cabeça.

 

Mas queria mais. Parei o oral e subi pelo corpo dele, posicionando meus seios na altura do rosto dele. Minha coxa pressionava a virilha dele, o pau roçando contra minha pele enquanto eu oferecia os seios para ele. A umidade da minha buceta deixou uma marca molhada na coxa dele.

 

Cleber não precisou de convite. Abocanhou um dos mamilos com avidez, mamando como se sua vida dependesse daquilo. As mãos dele seguravam e apertavam meus seios, os dedos afundando na carne macia enquanto a boca sugava com força. As auréolas médias e gostosas ficavam vermelhas com a sucção, e ele mamava com boquinhas sugando, puxando os mamilos com os lábios antes de soltar com um estalo molhado.

“Hummm, isso amor, chupa sua tia, chupa,” eu sussurrei, a voz embargada de tesão, os dedos entrelaçando nos cabelos dele.

 

Ele alternava entre os seios, mordiscando os mamilos, puxando com os lábios antes de soltar com um estalo molhado. A sensação enviava ondas de prazer direto para meu ventre, e eu me esfreguei contra a coxa dele, buscando alívio para a umidade que já escorria pela minha calcinha. A buceta estava encharcada, o tecido da lingerie todo molhado do meu tesão.

 

Com um movimento ágil, tirei a calcinha e me posicionei invertida sobre ele. Um 69. Minha buceta na altura do rosto dele, o pau dele na altura da minha boca. Quando senti a língua dele penetrar minha fenda, um choque percorreu meu corpo inteiro. A língua quente e úmida explorava cada dobra, cada centímetro da minha buceta, e eu quase perdi o foco no que estava fazendo. Só de lembrar da sensação e da cena me dá tesão em escrever — a língua dele abrindo meus lábios, entrando fundo, o nariz encostando no meu clitóris enquanto ele me devorava.

 

Voltei a chupar o pau dele com vigor renovado, sentindo o membro pulsar na minha boca enquanto a língua dele fazia maravilhas entre minhas pernas. O prazer era duplo — dar e receber ao mesmo tempo, a boca dele devorando minha buceta enquanto eu devorava o pau dele. A buceta pingava de tesão na boca dele, e eu sentia o queixo de Cleber ficar todo molhado dos meus fluidos.

“Aí tia, não vou aguentar, vou gozar,” ele avisou, a voz embargada, os quadris se erguendo instintivamente para enfiar mais fundo na minha boca.

 

Acelerei o ritmo, enfiando o pau dele fundo na garganta, os lábios apertados ao redor da base, a língua trabalhando sem parar. E então veio — jatos quentes e grossos de porra inundaram minha boca. Um, dois, três jatos, e mais, e mais. A quantidade era impressionante, a porra grossa e quente enchendo minha boca, e eu tive que fazer força para não deixar escapar. Quando ele finalmente parou, retirei a boca devagar e olhei para ele, abrindo os lábios para mostrar o quanto ele tinha gozado. A porra branca e espessa cobria minha língua.

Engoli tudo. Sorri. Apertei a cabeça do pau dele com os dedos, e uma última gota grossa de porra surgiu na ponta. Passei a língua, recolhendo-a, e engoli também, saboreando o gosto salgado e amargo do gozo do meu sobrinho.

 

Cleber respirava pesadamente, os olhos semicerrados, o corpo relaxado no lençol. Mas eu não tinha terminado com ele. Comecei a me esfregar em seu corpo, beijando seu peito, seu abdômen, enquanto suas mãos percorriam minhas costas, minha bunda, meus seios. Beijei seu pescoço, mordiscando a pele, e ele retribuiu, os lábios descendo pelo meu ombro, pelos meus seios, lambendo os mamilos ainda inchados. Nossos corpos se roçavam, a pele contra pele, o suor começando a se misturar.

 

Em poucos minutos, senti o pau dele endurecer novamente contra minha coxa. A juventude era uma maravilha — o membro voltou à vida rápida, pulsando de tesão contra minha pele.

 

Deitei-o de costas na cama e subi em cima dele. Posicionei a cabeça do pau na entrada da minha buceta e comecei a descer lentamente. A cabeça grossa abriu caminho, forçando os lábios da minha buceta a se abrirem para receber aquela espessura, e eu contraí os músculos vaginais — o pompoarismo que eu praticava fazia milagres. Apertei ao redor dele, sentindo cada centímetro entrar dentro de mim, a buceta engolindo o pau do meu sobrinho como se tivesse sido feita para aquilo.

“Hummm,” eu gemi quando ele finalmente estava inteiro dentro de mim, a sensação de plenitude me fazendo fechar os olhos.

 

Comecei a rebolar, cavalgando meu sobrinho com um ritmo que começou lento e foi acelerando. As mãos dele agarraram minha bunda, os dedos afundando na carne macia enquanto eu cavalgava. Inclinei-me para frente, meus seios balançando perto do rosto dele, e o beijei. Sua boca me devorou enquanto ele começou a socar para cima, forte e rápido, as estocadas atingindo pontos profundos dentro de mim que me faziam ver estrelas.

 

Gemidos escapavam da minha garganta diretamente no ouvido dele.

“Aaaaiii aaaiii isso fode a titia fode!! Fode aaaiii aaaiii vou gozar… aaaaa aaaiii aaai vou gozar amor, aiiiii aaaaaaa”

 

O orgasmo me atingiu como uma onda devastadora. Contraí ao redor do pau dele, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando e apertando enquanto o prazer se espalhava por cada fibra do meu ser. Os músculos da minha buceta sugavam o pau dele, contraindo e relaxando em ondas, e eu sentia os líquidos do meu gozo escorrendo pela base do pau dele, molhando os pelinhos dele. As socadas dele não pararam, prolongando meu orgasmo até que eu quase não aguentava mais — cada estocada enviava um novo choque de prazer pelo meu corpo.

 

Ele quase gozou, mas segurou. Eu percebi pela expressão dele, pela tensão no rosto, pelos dentes cerrados.

“Pode gozar, amor,” eu disse, ainda ofegante, os músculos da buceta ainda pulsando ao redor dele.

“Quero te comer de quatro,” ele respondeu, a voz rouca, carregada de tesão.

 

Sorri. Desmontei dele e me posicionei de quatro na cama, empinando bem a bunda. A marquinha de biquíni era visível na pele clara, um contraste que eu sabia que o deixava louco. Olhei para trás por cima do ombro e senti ele se posicionando, a cabeça do pau roçando na entrada da minha buceta molhada.

Não. Eu tinha outros planos.

 

Segurei o pau dele e direcionei a cabeça para o meu cuzinho. Cuspi na mão e passei no pau dele, lubrificando o membro rijo, e então comecei a enfiar. A cabeça grossa abriu caminho, forçando o anel apertado a ceder, e eu soltei um gemido alto.

“Aiiii devagar, amor, a titia faz tempo que não dá o cuzinho, aiiii.”

 

Ele obedeceu, avançando centímetro a centímetro, devagarinho, sentindo o anel do meu cu se ajustando ao redor da espessura do pau dele. A dor era misturada com um prazer intenso, o cuzinho sendo rasgado por aquele pau grosso. Até que o pau inteiro estava enterrado no meu cu, a bunda encostando na virilha dele. A sensação de plenitude era intensa, misturada com uma dorzinha deliciosa que só aumentava o tesão. Quando ele começou a socar, o prazer tomou conta completamente.

 

Olhei para trás e sorri para ele. Cleber enrolou meus cabelos na mão e puxou, forçando minha cabeça para trás. O gesto dominante me fez gemer mais alto, a dor no couro cabeludo enviando eletricidade direto para a minha buceta.

“Aaaiaiii aaaaiii delícia, aiiii,” eu gemia, tentando não fazer barulho demais, mas era impossível. “Fode, fode sua tia fode!!! Aaiii fodeee o cu da sua tia aaaaaaiii!”

 

As estocadas eram profundas, rítmicas, cada uma enviando ondas de prazer que se acumulavam no meu ventre. Eu rebolava contra ele, encontrando o ritmo, enquanto ele socava sem piedade. O som de corpos se chocando enchia o quarto — slap, slap, slap — misturado com nossos gemidos e o som molhado da penetração. O cuzinho estava sendo fodido sem dó, aberto por aquele pau grosso do meu sobrinho.

“Vou gozar,” ele avisou, os quadris acelerando o ritmo.

 

Comecei a rebolar mais rápido, incentivando-o, e então o segundo orgasmo me atingiu com força. Gozei com o pau dele enterrado no meu cu, o corpo inteiro convulsionando enquanto sentia o pau dele pulsar dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente. Jato após jato de porra quente inundando meu cuzinho fodido. A sensação de ser preenchida nos dois sentidos — o prazer do orgasmo e o calor do gozo dele — era indescritível.

“Aiiii que delícia, aiiii aaiii,” eu gemi quando ele finalmente parou de mover, o pau ainda enterrado dentro de mim, pulsando com os últimos espasmos do gozo.

 

Cleber caiu na cama ao meu lado, suado, respirando pesadamente. O peito subindo e descendo rapidamente, os músculos relaxados pelo orgasmo. Eu sorri, ainda deitada de bruços, sentindo a porra quente escorrendo do meu cuzinho rasgado, pingando no lençol.

“Adoro gozar dando o cu,” eu disse, rindo suavemente, a voz ainda embargada de prazer.

 

Nos beijamos, um beijo longo e preguiçoso, saboreando o momento. As línguas se encontrando devagar, sem pressa, os corpos exaustos mas satisfeitos. Quando nos separamos, eu acariciei o rosto dele, os dedos traçando a linha do maxilar.

“Vamos tomar banho? Amanhã quero mais,” eu disse, os olhos brilhando de satisfação.

 

O banho foi demorado e delicioso. A água quente escorria pelos nossos corpos enquanto nos lavávamos, as mãos explorando cada centímetro de pele que agora já conheciam intimamente. Eu passei sabonete nas costas dele, nas costelas, desci pelas nádegas firmes. Ele retribuiu, as mãos ensaboadas percorrendo meus seios, minha barriga, descendo até a minha buceta, limpando com carinho o que tinha sido sujo de tesão.

 

A água quente lavava o suor e os fluidos, mas não a promessa de que aquilo se repetiria. Nos secamos e voltamos para a cama, onde adormecemos abraçados, exaustos e satisfeitos, os corpos nus enlaçados sob o lençol.

 

Mas o que eu só descobriria depois era que meu filho tinha estado do lado de fora da porta a noite inteira. Ouvindo tudo. Cada gemido, cada sussurro, cada palavra obscena que saiu da minha boca. Cada estocada, cada som de corpos se chocando, cada “fode sua tia” que eu gritei. Ele ouviu tudo, do começo ao fim, enquanto eu e meu sobrinho transávamos sem qualquer preocupação com quem pudesse estar escutando.

 

O flagra foi completo, mas o filho ouviu tudo atrás da porta. Quer escutar esta história em audio e desbloqueie o áudio HD completo deste conto de taboo familiar! [QUERO OUVIR AGORA]

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