
Meu nome é Margerette, tenho 51 anos, e sou psicóloga há 26 anos. Trabalhava numa grande empresa de varejistas aqui na cidade.
Todo dia eu vestia minha roupa social, colocava meus óculos, sentava na frente do computador e fazia relatórios de qual estava ambiente de trabalho, ambiente de trabalho, conflitos internos, etc. No dia a dia eu parecia era mulher normal, comum, respeitável.
Ninguém na minha família, no meu círculo de amizade, no meu trabalho, imaginava o que acontecia quando eu chegava em casa.
O filho do meu marido, Leandro, de 31 anos, estava trabalhava como engenheiro em outra empresa. Ele trabalhava de segunda a sexta, saía de manhã cedo, voltava no fim da tarde, e quando nós dois cruzávamos dentro de casa, à vontade, o mundo lá fora podia até acabar.
Desde que começamos aquele relacionamento sexual, nossa vida mudou completamente. Leandro dormia todas as noites na minha cama, no meu quarto. Às vezes eu dormia na cama dele.
Meu marido nunca reclamava. Achava isso normal, ou fingia achar.
Toda noite ele se deitava pelado ao meu lado, me abraçava por trás, e eu dormia sentindo o pau dele encostado na minha bunda, na buceta, e era uma delícia.
Às vezes acordávamos no meio da noite e transávamos devagar, quase sem fazer barulho, penetração leve, só gemendo baixinho, pra não acordar o meu marido.
Outras vezes ele me acordava mordiscando o meu pescoço. Eu sabia que aquele era o sinal. Às vezes ele selava meu cuzinho enfiando os dedos no meu cu só pra amaciar mais tarde.
Em média, transávamos pelo menos quatro vezes por semana, às vezes mais, todas sem preservativo. Meu marido nunca falou nada.
E não era só no quarto que transávamos. Já fizemos inúmeras vezes na cozinha pela manha cedinho, eu apoiada na pia, ele metendo por trás enquanto o café da manhã esfriava na mesa e meu marido dormia até pouco mais tarde.
Na própria mesa de jantar já transamos algumas vezes. Na sala, no sofá, no chão, contra a parede. Tinha dias que nem conseguíamos chegar no quarto.
No banheiro era frequente também: Leandro me fodia no chuveiro, me fazia ajoelhar no box e gozava na minha boca, me obrigava a engolir seu delicioso esperma, enquanto a água caía sobre nós.
Meu marido às vezes falava pra “falarmos” mais baixo, porque os vizinhos poderiam desconfiar de alguma coisa, principalmente quando meu marido não estava em casa. Meu marido tinha 55 anos e certamente não faria sua esposa fazer aquele barulho como o filho dele fazia.
Um dos meus lugares prediletos, e talvez dele também, era no quintal de casa. Ah, o quintal. Já transávamos de madrugada lá fora, duas vezes aconteceu durante a chuva, eu segurando no muro, ele me comendo forte, com risco de algum vizinho escutar, era praticamente nulo poque a chuva abafava todo o barulho nas estocada que ele dava em mim.
Desde o dia que eu me entreguei pra ele, eu não transei com mais ninguém. Fazia 6 semanas meu marido nao me buscava mais na cama, nem nos dias que filho dele não dormia conosco.
Só queria o pau do filho meu marido. Só queria o corpo dele.
Eu confesso que adorava o jeito filho do meu marido me tratava na cama. Meu marido nunca me comeu do jeito que Leandro comia.
Leandro não tinha muita dó de mim, mesmo eu tendo a mesma idade de sua mãe biológica e dormindo do lado do meu marido. Ele me fodia com força, e com vontade, mas no geral ele sempre me respeitou fora do sexo na frente de todo mundo.
Mas na cama, ele me fodia como se eu fosse uma puta dessas de rua. Meu marido adorava escutar os gemidos da sua mulherzinha pela madrugada com seu filhão.
Adorava quando ele me segurava pelo cabelo, me chamava de “safada”, de “puta”, de “minha cadela”. Nas primeiras vezes eu até ficava com vergonha, em saber que ele me chamava assim mesmo com meu marido no quarto.
Eu gozava mais forte quando ele era bruto assim e meu marido estava ao lado.
A gente também brincava. Já me vesti pra ele várias vezes nas nossas noites de diversão.
Comprei fantasia de enfermeira sexy. De Mulher-Gato, toda de preto, com rabo, máscara e chicotinho. E de professora safada, com óculos, saia lápis e blusa aberta. E sabe de uma coisa?
Ele adorava. Me fazia dar aula particular de como chupar pica e depois me punia, me fodendo em cima da mesa da sala de aula que fazíamos a própria sala de estar aqui em casa.
Meu marido sempre, quando percebia que estávamos tendo algo a mais com o filho dele, fazia de conta que não estava vendo.
Ou às vezes nos via na sala ou cozinha, não chegava a entrar, ia direto para o quarto, muito provavelmente se aliviar um pouco.
Tá bom. Eu sabia que isso era proibido. Eu sabia que era pecado grave trair o filho do meu marido. Eu sabia que a sociedade, a igreja, a família, todos condenariam isso, mas, hoje, eu não me arrependia.
Eu, Margerette, gostava de transar com o filho do meu marido. Gostava de sentir o pênis dele gozando dentro de mim.
Gostava de dormir com o cheiro dele no meu corpo. Gostava de ser dele, completamente dele.
Às vezes sentia culpa? Sim, era óbvio. Às vezes pensava no que as pessoas conhecidas diriam se descobrissem.
Mas quando Leandro chegava perto de mim, me beijava daquele jeito possessivo e enfiava a mão por baixo da minha saia, toda a culpa sumia instantaneamente.
Só ficava o desejo de me entregar completamente pra ele, foda-se pra sociedade.
Preciso falar sobre o Dia das Mães deste ano. Foi, sem dúvida, o melhor Dia das Mães da minha vida.
Leandro me surpreendeu. Ele me chamou pra sair, fomos ao shopping, almoçamos juntos num restaurante bonito, e depois fomos ao cinema assistir a um filme.
Durante o filme, na sala escura, ele segurou minha mão o tempo todo. Em determinado momento, ele virou meu rosto e me beijou na boca.
Gente, foi um beijo longo, molhado, apaixonado, com língua e tudo. Eu correspondi, sentindo o coração acelerar. Tinha gente ao nosso redor, casais, famílias, mas graças a Deus, ninguém desconfiou de nada.
Para todos ali, éramos só mais um casal namorando no escurinho do cinema entre um jovem rapaz e uma mulher mais madura. Ninguém imaginou que eu era dele. Isso me deixou absurdamente excitada.
Quando o filme acabou, fomos para o estacionamento do cinema. Assim que entramos pela porta traseira do carro, eu não consegui me controlar.
Abri o zíper da calça dele, tirei aquele pau grosso pra fora e comecei a chupar ali mesmo, no banco do motorista. Eu não queria esperar até chegar em casa, tomar banho, ver se meu marido estava acordado ainda.
O carro estava estacionado no meio de outros carros, com gente passando perto. Não tive medo de ser vista, porque sabia que os vidros do meu carro eram escuros.
Chupei, chupei ele com vontade, babando inteiro, engolindo fundo, apertando as bolas dele, enquanto ele segurava meu cabelo e gemia baixinho:
— Isso, chupa meu pau, aqui no estacionamento do shopping, que vadia você é.
Eu gozei só de chupar ele. Quando ele gozou, engoli quase tudo, o resto escorreu no meu queixo. Limpei com os dedos e lambi tudo, olhando nos olhos dele.
Acabamos transando mais uma hora. Ele gozou duas vezes: uma dentro da minha buceta, e a última na minha cara. Eu estava destruída, feliz, completamente dele.
Foi o melhor Dia das Mães da minha vida. Não trocava por nada.