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Primeira vez vejo minha mãe transando e não era Meu Pai

28/05/2026 escrito por Amopornobr

Eu tinha 21 anos e me considerava um homem maduro para a minha idade. Quando meus pais decidiram que íamos mudar de cidade, a transição pareceu natural. Minha mãe, com sua vasta experiência em organização de eventos, logo encontrou terreno fértil no novo mercado. Foi assim que ela conheceu Eduardo, seu futuro sócio. Ele era bem mais novo, um cara simpático e de sorriso fácil, que rapidamente ganhou a confiança do meu pai, especialmente depois que os lucros começaram a aparecer. Com os negócios prosperando, meu pai aceitou a sociedade de bom grado.

 

Foi depois dessa mudança profissional que notei a transformação na minha mãe. Ela começou a se arrumar mais, a usar roupas justas que marcavam cada curva do corpo — algo que eu nunca tinha visto uma mulher de 51 anos fazer. Meu pai passou a viajar com frequência, sempre correndo atrás de novos contratos. Quando ele oferecia carona ou pedia que eu fosse buscá-la no trabalho, ela recusava sem hesitar, dizendo que Eduardo a levaria para casa sem problemas.

 

Naquela época, eu estava no terceiro ano da faculdade. Certo dia, a aula estava insuportavelmente chata, e eu decidi voltar para casa mais cedo. Ao entrar, reparei em roupas jogadas pelo sofá da sala — blusa, cinto, sapatos. O silêncio era esquisito. Subi as escadas devagar e ouvi risadas abafadas vindo do banheiro do quarto deles. A porta estava escancarada.

 

Fiquei no vão da porta sem entrar. A cama estava completamente desarrumada, lençóis amarrotados e travesseiros no chão — sinal de que já tinham transado ali aquela tarde. Então a porta do banheiro se abriu e vi minha mãe e Eduardo saindo pelados. O pau dele era grande, absurdamente grande, mesmo sem estar totalmente duro. E minha mãe… eu nunca tinha visto ela nua. Não fazia ideia de que ela era tão gostosa. Apesar dos 51 anos, o corpo era incrível, e ela parecia mais leve, mais feliz do que eu a via há muito tempo.

 

Eduardo se aproximou, deu um beijo nela e estapeou a bunda com força. Eu segurei a respiração, esperando que ela ficasse brava — afinal, eu já tinha visto meu pai fazer a mesma brincadeira uma vez e ela quase arrancou a cabeça dele. Mas dessa vez foi o oposto. Ela se virou e agarrou Eduardo, beijando-o com uma fome que eu nunca imaginei que ela tivesse. A língua deles se entrelaçando, as mãos dela percorrendo as costas dele.

 

Depois de cinco minutos de beijos e toques, minha mãe se ajoelhou. Passou a língua pelo peito, pela barriga dele, descendo lentamente. Chegou com o rosto perto da toalha que ele ainda vestia na cintura. Olhou para cima, com aqueles olhos devoradores, e puxou a toalha. O pau dele balançou, semi-ereto. Eu engoli em seco. Entendi na hora por que ela estava traindo meu pai. Aquele pau era do tamanho do meu duro — 17 centímetros —, só que o de Eduardo estava apenas meia-bomba.

 

Minha mãe pegou o pênis com uma das mãos e o enfiou na boca. Com a outra mão, agarrou a bunda de Eduardo e o impulsionou para frente, forçando o pau a ir mais fundo. O som úmido da chupada ecoou pelo quarto. Schlupp… schlupp… Ela lambia, sugava e forçava a bunda dele como se quisesse engolir aquele pau inteiro.

 

Após alguns minutos em que minha mãe chupou e deixou o pau do sócio duro como pedra, Eduardo a puxou pelos braços e a conduziu até a ponta da cama. Posicionou-a de pé, com as mãos apoiadas no colchão e os pés no chão. Pegou uma das coxas e abriu mais para o lado, expondo aquela buceta completamente. Aquele caminho estava escancarado.

 

Eduardo se ajoelhou, posicionou a boca por trás dela e começou a lamber. Minha mãe gemia alto, os ombros tremendo. Ele agarrava a pelve dela e trazia contra o rosto, como se quisesse enfiar a língua ainda mais fundo. Ela estava completamente vulnerável. Cinco minutos depois, minha mãe deu um gritinho agudo e se torceu toda — havia gozado.

 

Ele a ergueu e a beijou. Minha mãe saboreava o próprio sêmen que escorria da buceta. Que loucura eu estava presenciando. Pensei que ela fosse ficar deitada, mas não. Subiu com os joelhos em cima da cama, aguardando a aproximação dele. Eduardo começou a fodê-la. Melhor que qualquer vídeo que já assisti — minha mãe sendo comida e traindo meu pai ali, na casa dela. Depois de cinco minutos, ela agarrou os ombros de Eduardo e o forçou a deitar na cama onde dormia com meu pai. O pau dele estava duro, entrando fácil naquela buceta que eu imaginava desacostumada.

 

Ela começou a cavalgar. Vi uma mulher de 51 anos — minha mãe — quicando numa rola que não era do meu pai. O estralo da bunda dela batendo nas coxas de Eduardo ecoava pela casa. Mulher faminta de sexo, carente do carinho que meu pai não dava. Quinze minutos depois, Eduardo avisou que ia gozar. Ela pediu na boca. Engoliu todo o esperma, limpando o pau dele com a língua.

 

Deitaram-se. Minha mãe encostou a cabeça no peito dele, acariciando o pau do sujeito que meu pai deixou entrar na nossa casa. Disse que sentiria falta, que meu pai retornaria da viagem aquele dia. Edualdo ficou sério: “Por que você não divorcia? A gente se gosta, se dá bem na cama e tem negócio próspero junto.”

 

Ela respondeu com tom sério: “Eu amo muito minha família.”

 

Ele mostrou impaciência: “Teu marido fica trinta dias sem te comer. Você acha isso é amar? Se eu fosse teu marido, te comeria todos os dias.”

 

Minha mãe falou: “Eu sou muito mais velha que você. Tenho idade de ser tua mãe.”

 

Edualdo retrucou: “Foda-se a idade. Divorcia dele pra morar comigo, pra gente transar quando quiser.”

 

Ela respondeu com aquele tom maduro, a voz ainda rouca do que tinham feito: “Você me tem quando quer. Meu marido nunca questionou eu ficar trabalhando até tarde.” As palavras saíram fáceis, naturais, como se traír meu pai fosse algo corriqueiro. Minha mãe, querendo me dispensar sem saber que eu estava ali, falou: “Agora você precisa ir, meu filho pode chegar a qualquer momento.” Eu pensei comigo mesmo, o coração disparado: Eu já estou aqui, mãe. E vi você transar com outro cara.

 

Não seja meu pai. Ao ouvir aquilo, Eduardo ficou animado e começou a beijá-la novamente. Os sons molhados dos lábios se encontrando, os gemidos abafados dela, tudo ecoava pelo corredor. Saí de casa imediatamente, os pés me levando quase sem controle até o parque próximo. Sentei num banco sob a luz fraca do poste, as mãos tremendo, processando cada detalhe — os gritos dela, o pau de Eduardo entrando e saindo, o jeito que ela engoliu o leite dele como se fosse a coisa mais natural do mundo.

 

Fiquei lá por uma hora, o céu escurecendo devagar, até que meus pés me levaram de volta. Quando entrei, vi minha mãe sentada no sofá assistindo TV. Ela usava uma camiseta fina e um pijama folgado. Os mamilos marcavam o tecido, dois pontos escuros e empinados.

 

O cheiro dela era de banho recente, mas eu sabia o que tinha acontecido naquela cama há pouco. Ela virou a cabeça e perguntou: “Como você está? E a faculdade?” A voz era doce, materna, como se não tivesse sido a mesma mulher que gemia como uma puta há menos de duas horas. Respondi: “Foi bom, mãe… Como foi o seu evento?” Ela sorriu, cruzando as pernas no sofá: “Foi bom. Temos muitos eventos programados para os próximos dias e precisamos pagar por eles.”

 

Paguei, é. Com o corpo. Balancei a cabeça e disse: “Ok, mãe.” Fui para o meu quarto, fechei a porta. As mãos já tremiam de outra coisa agora. Peguei o celular e digitei: mãe transando com filho. Os vídeos carregaram e meu pau de dezessete centímetros endureceu instantaneamente, latejando contra a calça. Puxei para fora, comecei a punhetar com força, fechando os olhos.

 

A imagem da minha mãe cavalgando no pau de Eduardo se misturou com a fantasia — era eu debaixo dela, eram minhas mãos apertando aquela bunda, era minha rola enchendo aquela boceta molhada. Não aguentei nem um minuto. O pau explodiu como nunca antes, jatos de porra espirrando no peito, na mão, no lençol. Soltei um gemido alto, o corpo inteiro estremecendo. E ali, com o leite escorrendo pela mão e a respiração ofegante, soube que nada seria como antes.

 

A porta da frente se abriu e meu pai entrou com a mala de rodinhas arrastando pelo corredor. Minha mãe desceu as escadas com o roupão de seda azul, aquele tecido fino que marcava os mamilos ainda intumescidos, o cabelo escuro colado no pescoço, gotas d’água escorrendo pela clavícula. Ela caminhou até ele e o abraçou, beijando a boca do velho com carinho. Eu vi os dedos dela apertando as costas dele enquanto os lábios se encontravam. Meu pai sorriu, feliz. Eu sabia que aquela boca tinha engolido a porra de Eduardo poucas horas antes.

 

Fomos para a mesa de jantar. Minha mãe serviu o prato do meu pai, sorrindo, conversando, perguntando sobre a viagem. Ele mastigava com vontade e respondeu que tinha fechado dois contratos bons, que a nova área de atuação estava rendendo mais do que esperava. Os olhos dele brilhavam. Minha mãe aplaudiu, disse que estava orgulhosa. A felicidade dela era outra — era de ter sido fodida até gemer naquela mesma cama onde meu pai dormia.

 

— E o Eduardo? Como ele está? — meu pai perguntou, limpando a boca com o guardanapo. Meu estômago revirou.

— Não vi ele essa semana — ela mentiu, cortando o bife com calma. — Deve estar ocupado com os projetos novos.

 

Eu segurei o garfo com força. Purra mentira. Eu tinha visto aquele caralho de dezessete centímetros enfiado dentro dela. O sêmen escorrendo pelas coxas. Os gemidos que ela deu de boca aberta. E agora ela sentava ali, de roupão, falando como se Eduardo fosse apenas um sócio distante.

 

Meu pai acreditou. Sorriu, comentou algo sobre os lucros aumentando. Eu comi em silêncio, sentindo o gosto de bile na garganta. Quando terminamos, minha mãe se virou para mim.

— Filho, lava a louça pra mim? — não era pergunta. Era ordem.

 

Fiquei puto. Mas assenti sem dizer nada. Ela se levantou, beijou a testa do meu pai e subiu as escadas com ele. Os passos dos dois sumiram no corredor.

 

Eu fiquei na pia, água quente escorrendo pelas mãos, ensaboando pratos. Imaginando minha mãe trocando os lençóis antes — aquele tecido encharcado de suor, dos fluidos dela misturados com a porra de Eduardo. Ela tinha limpado tudo. Para o meu pai, era só mais uma noite. A esposa cumprindo a obrigação. De pernas abertas, olhando para o teto, esperando ele gozar logo. Sem vontade. Sem fogo.

 

O pau do velho entrando numa buceta que ainda estava dilatada de tanto levar pica grossa de outro homem. E ela ali, parada, deixando ele se esfregar até gozar dentro dela como se fosse seu direito.