
Eu costumava me masturbar pensando nela todas as noites. A obsessão só aumentou depois que descobri quando invadi o celular dela atraves de aplicativo, que ela traía meu pai com o melhor amigo dele, o Paulo.
Ainda tinha dúvida se deveria contar pro meu pai ou quem sabe chantagear aquela puta, aquela traidora da família. Eram dúvidas que rodavam minha cabeça sem parar. Eu sei que ela é minha madrasta, mas eu sempre a tratei como mãe e vou sempre chamá-la de mãe, gostem ou não.
Em todas as minhas punhetas, eu imaginava o dia em que vi o jeito como ela sentou em cima do pau do Paulo. Aquilo ficou gravado na minha mente.
O pau dele realmente era do tamanho que iria satisfazer qualquer mulher, principalmente as que eram casadas com homens de pau médio como era o meu pai. Afinal, eu já olhei meu pai no banho e sei o que ele tem — ou melhor, o que ele não tem.
Paulo era o melhor amigo do meu pai, apesar de ser um homem pouco mais novo, e a esposa dele também. Ele passou a frequentar a nossa casa já uns quatorze meses, ele e a família inteira.
Depois que o Paulo começou a frequentar a minha casa, comecei a reparar mais na minha mãe. Quando ela ficava com as roupas que normalmente usava em casa, calça leg mais justa ao corpo, muitas vezes marcava bem a frente.
A vagina dela era grande, com grandes lábios volumosos que desenhavam na calcinha ou na legging. Meu pai nunca se importou com isso, nunca ligou. Meu pai estava de fato transando menos com minha mãe. Acho que era o efeito que o amante dela estava fazendo na relação dos dois.
Por alguns momentos, eu me excitava ver aquela mulher na minha frente dentro de casa. Seios grandes, o bico do peito do tamanho de uma uva, e eu imaginando que meu pai certamente não estava mais comendo minha mãe com tanta frequência, mas o Paulo sim.
O melhor amigo do meu pai deveria estar derretendo a buceta dela, machucando o útero dela com o tamanho daquela pica. Eu estava me masturbando diariamente, umas três vezes por dia só em imaginar isso.
Uma antes de levantar e as outras duas depois que ia deitar no meu quarto na hora de dormir. Porque era nessas horas que eu ficava lendo contos eróticos de mãe e filho.
Enquanto eu me punhetava, eu imaginava comendo a minha mãezinha, dizendo “que eu sabia que você trai meu pai, toma toma sua vagabunda”. Mas eu sabia nunca iria acontecer isso.
Como eu acordava cedo e fui dormir muito tarde ontem, ao acordar vi que estava ainda todo sujo de esperma na minha barriga. Foram quatro punhetas pensando naquela situação da minha mãe com Paulo.
Depois eu tomei banho e limpei o quarto com os vestígios das várias punhetas de ontem. Papel higiênico amassado e gozado eu joguei o lixo, e botei no cesto de roupa suja todos os lençóis com manchas, organizei tudo antes que alguém visse.
Percebi que minha mãe estava em casa aquela manhã. Ela usava uma camisola pouco curta que, dependendo dos movimentos, aparecia a polpa da bunda dela. Mal cheguei pra tomar café e o meu rapaz aqui de baixo acordou, pronto pra entrar em erupção.
Como fiquei até mais tarde, tinha montado um plano pra ver melhor amigo do meu pai comendo a minha mãezinha, mas antes eu precisava tomar meu café. Dei bom dia pra minha madrasta, que na real eu chamava carinhosamente de mãe.
Ela parecia uma deusa. Fiquei olhando ela caminhando de lado para o outro na cozinha. A bunda dela balançava e, com isso, meu pau já estava explodindo na cueca.
— Bom dia, mãe — eu disse, a voz saindo meio rouca.
Ela sorriu, um sorriso de mulher feliz. Feliz por ter casamento com homem bom e outro macho pra atender todas as vontades sexuais de mulher de meia idade como ela. Meu pai tinha ido trabalhar aquele final de semana.
Enquanto ela me falava, grudei os olhos no decote dela. Os seios, como eram grandes, balançavam porque ela era mulher comunicativa, se expressava muito bem, desde forma oral até física. A comunicação dela era muito boa.
Por isso eu acho que os homens acabam se aproximando. Ela tinha um sorriso lindo e encantador. Difícil de não se encantar com ela.
Ela gostava de ficar à vontade em casa. Eu não sei se ela ficou ainda mais à vontade mesmo com minha presença ou se eu não tinha reparado ainda, mas percebi que por baixo da camisola ela estava sem sutiã.
Os peitos dela balançavam, pouco flácidos, afinal ela era mulher de meia idade. Mas pra mim, eram perfeitos.
Enquanto eu secava ela e conversava, uma das mãos segurava a xícara de café e a outra segurava meu rapazinho que estava pronto pra ter a primeira gozada do dia.
Por baixo da mesa, eu apertava a cabeça do pau, sentindo o calorzão subindo.
— Vou pro meu quarto arrumar — eu disse, me levantando devagar pra não mostrar a barriga da calça estufada.
— Acho bom mesmo — ela respondeu, lavando a xícara na pia. — Daqui a pouco seu pai vai chegar.
Antes de botar meu plano em prática, onde eu queria ver minha mãe sendo consumida pelo melhor amigo do meu pai, tive que fazer o primeiro descarrego de esperma depois do café da manhã. Fechei a porta do quarto, joguei a calça na cama e comecei a punhetar com força.
Fechei os olhos e lembrei da bunda dela balançando na cozinha, dos peitos soltos por baixo da camisola, daquela perna aparecendo quando ela se abaixou pra pegar algo no armário.
Gozei bastante pra quem já tinha esvaziado o saco durante a madrugada. Esporos de porra caíram no chão, no lençol, na minha mão. Limpei tudo, respirei fundo.
Meu plano basicamente era pegar uma conta de rede social falsa que eu usava geralmente pra olhar minhas ex-namoradas. Ajustei as fotos e coloquei fotos feitas por inteligência artificial.
Um homem bonito, bem vestido, uns trinta e poucos anos, barba bem feita, sorriso confiável. Depois de fazer todos os ajustes, comecei a seguir minha mãe no Instagram dela.
Ela recentemente tinha tirado a restrição familiar e eu percebi vários perfis de homens mais novos seguindo ela. E eu fui um deles.
No meu Instagram fake, mandei uma mensagem pra ela. Como eu sabia que ela gostava de ir muito a restaurante com meu pai, acredito que com outros também, principalmente quando meu pai estava viajando, fiz de conta que era gerente de um desses restaurantes que ela gostava.
Me lembrei do “La Roche”, um restaurante francês. Eu já fui e realmente é muito bom. Mandei a seguinte mensagem:
“Oi, senhora, vi a senhora recentemente no restaurante. Eu sou gerente e preciso dizer que a senhora estava tão bonita com aquele vestido. Só vi mesmo dizer um ‘oi’.”
Quando enviei a mensagem, meu coração quase saiu pela boca de tanto nervosismo. Eu não sabia o que ela ia responder ou se simplesmente bloquearia minha conta, acabando com meu plano de ver minha mãe com outro homem.
Com mãos trêmulas, fiquei esperando. Nada. Nenhuma resposta.
Eu sinceramente ia partir para tudo ou nada. Minha mãe, , nunca foi muito de mexer em tecnologia instalar aplicativos, atualizar, nada disso.
Então fui ate ela novamente e disse ela precisava atualizar seu WhatsApp um item de segurança importante. Ela sem questionar me entregou o celular. Com dedos suados, instalei um aplicativo espião.
Eu queria saber as conversas dela com aquele outro cara. Devolvi o aparelho e disse que estava tudo ok agora.
Tremendo muito, abri o aplicativo de clonagem no meu celular. A primeira coisa que eu queria ver era a conversa da minha mãe com Paulo o melhor amigo do meu Pai. Fiquei procurando. Meu pai nunca foi de olhar o celular dela — neste aspecto, nunca tiveram um relacionamento de ciúmes.
Cada um tinha sua privacidade garantida.
Eu fazendo aquilo com minha própria mãe achei pouca sacanagem, mas eu precisava ver a conversa. Quando encontrei, fiquei em completo choque com nivel de conversa que ela e Paulo estavam tendo no privado.
Jamais imaginei que minha mãe fosse uma vadia tão safada. As conversas maliciosas com Paulo começaram logo depois que ele veio pela primeira vez.
Meu pai provavelmente passou o contato de Paulo pra ela alinhar algo do churrasco — tipo pedir pra esposa dele trazer salada ou algum pedaço de carne.
Eu vi que nas primeiras conversas, antes do churrasco, trataram exclusivamente das coisas que precisavam levar. Mas tudo mudou depois do dia do churrasco.
Quem mandou primeiro a mensagem mais estranha foi minha mãe. Ela escreveu: “Você é um cara de sorte, uma família linda. Sua esposa é mulher de sorte.”
Ele respondeu: “Gostei muito de conversar com você. Apesar de teu marido talvez ter percebido que ficamos conversando bastante a sós, né?”
Ela respondeu: “Sim, mas ele não dá bola. Ele sabe que eu preciso conversar com bastante gente.”
Como ela devia ter adicionado na agenda, passei a perceber que ele começou de fato a comentar e enviar emojis nas fotos.
Eu me lembrei que ela começou a se arrumar mais e postar fotos no status do WhatsApp. Ela queria chamar a atenção.
Em contrapartida, ele passou a mandar fotos pra ela deitado, algumas até com a esposa dormindo ao fundo.
Minha mãe não ficou atrás. Mandou algumas fotos onde estava de pernas cruzadas e de roupão, saindo do banho.
A imagem do celular dela clonado apareceu na tela do meu celular — os ombros úmidos, o tecido branco aberto na altura do peito, a pele ainda brilhando. Filha puta de mãe, mandando isso pro melhor amigo do meu pai.
Eles pareciam bem à vontade naquelas conversas antigas. Rolei a tela até as mensagens mais recentes e encontrei uma troca mensagens na epoca que justamente era um dia que eu tive que ficar sábado estudando em casa enquanto meu pai, como sempre, viajou a trabalho.
Mãe: “Oi, Paulo. Meu filho vai ficar aqui em casa estudando, não vamos poder nos ver hoje aqui em casa. Podemos nos ver no mesmo lugar de sempre?”
Paulo: “Claro, mas transar com você na sua cama quando seu marido e seu filho não estão lá me excita bastante.”
Mãe: “Haha! Eu sei, eu também fico, mas podemos fazer isso outro dia. Você pode pegar carro de aplicativo no horário do almoço e vir aqui em casa, porque eu vou estar em casa, já que eu trabalho remoto.”
Mãe: “Vamos então, marcamos as 13 horas? Até logo!! Saudades!”
Paulo: “Até logo, deliciosa. Mal posso esperar para matar a saudade de vc de novo…”
Ao ver aquela mensagem, meu pau endureceu na mesma hora. Enfi a mão nas calças e comecei a me masturbar furiosamente, imaginando minha mãe sendo comida pelo melhor amigo do meu pai na cama do meu pai. Agora eu sabia como minha mãe costumava transar com ele.
Acessei o aplicativo de clonagem e entrei no aplicativo de reservas dela. Encontrei uma reserva numa pousada a 20 km daqui e soube qual era. Um lugar agradável, com cabanas individuais em um ambiente tranquilo. Decidi ir de Uber até lá assim que minha mãe saísse para esse encontro.
Depois do almoço, minha mãe disse que tinha uma reunião com um cliente e só voltaria no final da tarde. Dois minutos depois de entrar no quarto dela, recebi uma notificação do aplicativo de clonagem. Minha mãe estava conversando com o Paulo de novo.
Mãe: “Saio em 15 minutos, o que devo vestir?”
Paulo: “Venha com uma lingerie vermelha, não use nada por baixo dela.”
Mãe: “Pode deixar. Te amo.”
Fiquei paralisado. Minha mãe dizendo que ama o amigo do meu pai. A palavra ecoou na minha cabeça enquanto meu pau pulsava.
Quinze minutos depois, escutei o barulho de um carro chegar. Não consegui ver como ela tinha saído porque estava procurando um Uber Black na região para não perder tempo e chegar junto com eles. Mas quando percorri a sala, senti o perfume dela — muito sedutor, marcante — ainda impregnado no ar.
Logo em seguida, saí de Uber e fui até a pousada onde estavam. Quando cheguei lá, havia várias cabanas espalhadas pelo terreno arborizado. Não tinha certeza em qual cabana minha mãe estava. Abri o aplicativo espião e usei a função de localização. O ponto vermelho piscou numa cabana no fundo do terreno. Reservei uma cabana ao lado — sem reserva, era difícil circular pelo local.
Cheguei à cabana e fui direto para o lado onde minha mãe e Paulo estavam hospedados. A excessiva confiança deles na privacidade do lugar me favoreceu. A cortina do quarto deles, por ser pouco transparente, me forçou a procurar uma fresta, e para minha sorte, não estava totalmente fechada. Conseguia ver os dois na cama, ainda vestidos.
Minha mãe estava beijando ele. E beijava gostoso, pecado. Eu via a maneira como ela enrolava e chupava a língua dele, sem pressa, com vontade. Depois de se beijarem por um tempo, deram uma pausa e se levantaram. Paulo a pegou no colo e pediu que ela tirasse a roupa peça por peça. Enquanto ela despiu o vestido, o melhor amigo do meu pai a observava como um cão faminto, batendo uma punheta leve, deixando o pau duro pronto pra foder.
Minha mãe começou a tirar a lingerie vermelha que tinha posto exclusivamente pra ele. Eu só conseguia ver suas costas, mas tive o privilégio de contemplar suas curvas, quadris e bumbum. Para minha surpresa, ela estava usando uma corrente na cintura, que não estava lá quando saiu de casa. Fiquei tão excitado com aquela visão. Não sabia que minha mãe era tão sexy.
Totalmente nua e pronta pra se entregar ao cafajeste do amigo do meu pai, ela foi até a cama. Subiu de joelhos e foi na frente dele, o beijando. Vi minha mãe sobre os braços dele, os seios balançando a cada movimento, macios e pesados.
Então ela desceu lentamente e começou a fazer sexo oral nele. Ela não só beijava bem, como também era ótima de boquete. A cabeça dela subia e descia no pau dele, e eu ouvia o som molhado da chupada, “slock slock slock”, enquanto Paulo jogava a cabeça pra trás.
Depois de um tempo chupando, Paulo a levantou e fez com que ela se sentasse na cama. Agora ela ficou um pouco de lado pra janela. Ele se ajoelhou e começou a lamber sua vulva. Mesmo de lado, eu consegui ver o rosto da minha mãe. Ela adorava cada segundo, gemendo alto: “Ahhh! Hum!!”, pedindo mais rápido. Ela implorava pra ele chupar com a boca e roçar o queixo com a barba dele na virilha e no meio das pernas. A barba raspando na carne dela enquanto a língua trabalhava no clitóris.
Depois de 10 minutos, minha mãe gozou. Durante o êxtase, ela agarrou o rosto de Paulo com força, como se tentasse arrancar ele do meio das pernas, o corpo inteiro tremendo enquanto gemia alto.
O corpo da minha mãe tremia sem controle, as pernas fracas tentando se afastar do rosto de Paulo, mas ele a segurou pelos quadris e forçou a língua ainda mais fundo. Ela se contorcia, as mãos empurrando a cabeça dele, mas Paulo não deixava escapar. O orgasmo a fez arquear as costas, um gemido longo escapando pela boca.
Quando passou, ela ficou totalmente relaxada. Se levantou lentamente e voltou a beijá-lo. Entre as pernas dela, ainda molhadas, Paulo a fez deitar na cama e se posicionou por cima. Tentou penetrar sem proteção, mas ela o impediu com a mão no quadril dele.
“Sem camisinha não dá Amo. Não quero correr risco de engravidar de novo de você.”
Aquelas palavras me atingiram como um soco. Ela já tinha engravidado dele. Do melhor amigo do meu pai. Fiquei paralisado, sem conseguir processar.
Paulo alcançou a calça jeans pendurada na cabeceira, tirou a camisinha do bolso e vestiu. Penetrou minha mãe em pé, erguendo uma perna dela na cintura. Depois, ela o empurrou para a cama e montou como vaqueira. O som da bunda batendo nas coxas dele ecoava pelo quarto — pla, pla, pla — úmido e constante.
Paulo a virou de quatro. O rosto dela agora ficava virado para a janela, para mim. Cada estocada fazia os seios balançarem. Ela era outra mulher. Não a mãe que eu conhecia. “Aperta meus seios,” ela pedia, a voz rouca, enquanto ele a penetrava com força por trás.
“Vou gozar. Onde?” ele perguntou.
“Na minha boca. Como sempre.”
Ele retirou o pênis, tirou a camisinha e gozou na boca dela. Ela engoliu tudo. O sêmen que escorreu pelo rosto, ela recolheu com o dedo e lambeu. Depois, não deixou Paulo se levantar.
Segurou a base do pênis dele com firmeza e chupou com uma habilidade de mulher de quarenta e seis anos que sabia exatamente o que fazia. Limpava e ao mesmo tempo o preparava para a segunda vez.
Eu olhei para os lados — o local estava deserto. Tirei o pau para fora e comecei a me tocar. Não levou um minuto. Gozei bastante, louco de tesão. Pouco depois, Paulo gozou novamente na boca dela. Ela o limpou pela segunda vez.
Ele perguntou por que ela gostava de beber sêmen. Ela sorriu. “Me sinto viva. Coisa que o teu amigo não me deixa ter tempo.” Disse aquilo do meu pai para o melhor amigo dele.
Eles começaram a se vestir. Fui para casa e paguei a conta da cabana.
Uma hora depois, minha mãe chegou feliz. Perguntei o motivo. “Me sinto uma mulher completada em todos os sentidos,” respondeu.
No meu quarto, verifiquei o Instagram. Nenhuma resposta dela.
À noite, jantamos os três. Papai foi dormir cedo. Eu fui para o quarto me aliviar novamente. Por volta das 22h45, verifiquei o celular e vi minha mãe mandando mensagem para Paulo.
Olhei para a parede que separava nossos quartos. Meu pai dormia ali, completamente ignorante. E ele não merecia nada disso.