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Eu, dona Valquiria de 53 anos empregada domestica experiente

18/07/2026 escrito por Amopornobr

Eu dona Valquiria de 53 anos empregada domestica experiente

Médico aproveita ausência da esposa para conhecer a dona Valquiria uma empregada domestica de 53 anos, experiente na cama e larga na buceta.

Me chamo de Marcelo, e ja morava a duas décadas na mesma casa.

 

O plantões médicos nos consumia muito, e eu minha esposa decidimos alguém pra nos ajudar nas tarefas domesticas.

 

Foi através de conhecidos no condomínio que soubemos dela dona Valquiria. Morava a poucas ruas dali, uma mulher simples uma bela negra que se aproximava dos 54 anos, com mãos que pareciam já ter limpado muitos pisos de granfino.

 

Seu marido, era um velho advogado, vivia em deslocamento, dois meses aqui, três meses acolá, acompanhando processos em cidades de seus cliente que ela só conhecia pelo nome.

 

A solidão da casa da dona Valquiria parecia-lhe familiar. Isso me foi dito depois, em outra epoca.

 

Ela começou na segunda-feira seguinte aqui em casa. Aprendeu rapidamente nossas rotinas, nossas preferências, o jeito que gostávamos que as coisas fossem arrumadas.

 

Minha esposa logo de cara gostou muito dona Valquiria. Eu também.

 

Uma quarta-feira de manhã, três semanas depois da contratação, minha esposa saiu cedo para um compromisso profissional.

 

Meu filho, que visitava, tinha ido encontrar amigos.

 

A casa ficou estranhamente silenciosa, apenas o som da máquina de lavar que ela havia ligado lá na lavanderia.

 

Fui ate a cozinha, ofereci café. Ela aceitou, e ficamos os dois na mesa de mármore que raramente eu e minha esposa usávamos.

 

O silêncio entre nós cresceu, tornou-se palpável. Quebrei-o perguntando sobre ela mesma onde ela havia nascido, quanto tempo casada, se sentia falta do marido nestas viagens profissionais dele.

 

As respostas vieram fáceis, quase surpreendentemente. Ela falava dele sem mágoa, apenas constatando a ausência.

 

E então, quando perguntei como fazia durante tantos meses sozinha, ela não hesitou.

 

Contou-me da sobrinha dela que visitava em vez em quando, das noites em que as duas assistiam a filmes que não eram para todos os públicos.

 

E pior de tudo ela falou sem vergonha, observando minha reação. Eu devo ter parecido interessado, e estava e continuou.

 

Contou que a sobrinha dela, às vezes, se tocava durante as cenas, e que ela mesma não ficava imune. “Gosta?”, perguntei. “Sim”, respondeu.

 

Eu pensei eita velha assanhada, ela falou isso pra mim?

 

Então eu, levantei. Estendi a mão pra dona Valquiria. Ela a olhou, depois a mim. Pegou.

 

Subimos as escadas sem falar nada. No quarto, liguei a televisão, mexi no controle até encontrar um canal onde tinha putaria gostosa.

 

Ela parou na entrada, os olhos com naturalidade eu fiquei em choque, eu estava mostrando vídeo pornográfico para minha empregada que minha esposa tinha contratado alguns meses atrás e confiava cegamente na dona Valquiria.

 

Chamei-a. Sentou-se na beirada da cama, rígida, as mãos entre os joelhos que por sinal estavam inquietos.

 

Peguei sua mão enrugada da direita. Coloquei sobre a protuberância dura nas minhas calças. “Olha como você me deixou”, disse, e a voz saiu pouco nervosa.

 

Dona Valquiria tentou retirar a mão um movimento mecânico, sem convicção.

 

Percebi o tremor em seus dedos, a forma como sua respiração havia acelerado.

 

Mantive minha mão sobre a dela, pressionando.

 

Abaixei-lhe a blusa. Seus seios saltaram, pequenos, firmes, com mamilos escuros e grandes que se endureciam sob meus olhos.

 

Sem pedir permissão sabia que ela queria, talvez mais do que eu, inclinei-me e levei um à boca.

 

Ela soltou um som, algo entre suspiro e engasgo. Levantei-me, posicionei meu pau entre aqueles seios, e ela murmurou que não podia, que nos não devíamos fazer aquilo.

 

Mas ela não estava convicta enquanto eu movia o meu quadril, sentindo aos seios quente que acabavam abraçando totalmente meu pênis, eu via em seus olhos fecharem, sua boca entreaberta.

 

Havia dois meses que eu não sentia isso. A minha necessidade era quase dor.

 

Virei-a de bruços a dona Valquiria na cama que eu comia a minha esposa. Levantei sua saia florada, baixei sua calcinha desgastada.

 

Aquela buceta apareceu, coberta por pelos escuros e úmidos já, alguns brancos, e passei a língua por ela, sentindo o sabor salgado depois de dia de trabalho, a textura, a forma como ela se abria sob minha boca.

 

Ela gemeu, alto, sem se importar com meus vizinhos, e quando senti o jato quente em minha língua, soube que havia gozado.

 

Esfreguei meu pau em sua bunda, sentindo a curva, a maciez. “Só na buceta”, pediu ela, a voz rouca, e respeitei, naquele dia.

 

Enterrei-me nela de uma vez, sentindo o calor envolver-me, e sua buceta logo tratou de subir com meu pau.

 

Dona Valquiria tinha buceta macia, bem laceada, uma mulher vivia, muitos pênis passaram por aquela vagina, e certamente muitos negros com pau muito maior que meu, acostumara e formataram a largura daquela buceta da Dona Valquiria

 

Ela gemia a cada embate, as mãos agarrando os lençóis, e eu movia-me com a urgência de quem havia esperado demais.

 

Quando gozei, foi profundo e doloroso. Ela virou-se, ainda tremendo, e sem que eu pedisse, levou minha boca à dela, passando algo do meu próprio gosto para mim, misturado ao dela.

 

Depois disso, toda quarta se tornou nosso dia. Ela chegava, subia direto, às vezes querendo apenas minha boca nela, às vezes virando-se de quatro pedindo o cu, outras vezes abrindo as pernas para que eu a preenchesse onde ela preferia.

 

Agora dona Valquiria recusa, diz que foi traída, embora eu não saiba bem por quem ou como.

O marido da dona Valquiria voltou, passa mais tempo em casa. Ela continua empregada conosco, entra pela porta da manhã, e às vezes, quando acha que não estou olhando, seus olhos descem para a minha virilha, esperando o contorno que ela conhece tão bem.

 

Dona Valquiria Gostava de me ver me masturbar, de ouvir os gemidos que não pode mais acompanhar.

 

Tenho 42 anos e , ela 53 anos. E ainda combinamos, em sussurros, que um dia talvez em breve — voltaremos a transar.

 

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