
Marido aproveitou a viagem da esposa para foder com enteada que vivia provocando ele dentro de casa.
Eu me chamava Fernando, tinha quarenta anos, e minha vida amorosa até aquele momento havia sido um mapa de ruínas.
Perdera minha primeira esposa cedo, viúvo antes dos 30, e depois disso acumulara relacionamentos que terminaram em separações silenciosas, quase sem discussão, como se eu simplesmente deixasse de existir para aquelas mulheres.
Quando conheci Heloisa, há cerca de 3 anos, não esperava mais nada demais. Ela tinha 45 anos, alta, cabelos negros que caíam abaixo dos ombros em ondas pesadas, seios grandes que esticavam suas blusas de uma maneira que eu ainda não havia aprendido a ignorar, e uma bunda redonda, pequena, que balançava quando ela andava descalça pela casa.
Mas Heloisa não vinha sozinha. Ela trazia consigo Bianca, sua filha de 19 anos, a qual tenho orgulho de ter ela como minha enteada.
Bianca era a versão mais jovem da mãe, quase um clone 26 anos mais novo. Os mesmos cabelos loiros, quase chegando à cintura, os mesmos olhos escuros, a mesma pele clara.
Apesar de eu ser Padrasto da jovem, foi inevitável eu perceber que seus seios eram menores, médios, ainda em desenvolvimento comparados ao corpo maduro de Heloisa, mas a bunda aquela ela herdara sem moderação.
Redonda, alta, movendo-se com a mesma gravidade natural que eu observava na mãe.
Desde o início, Bianca se apegou a mim de uma maneira que me deixava desconfortável.
Eu era o homem que aparecera na vida dela e da mãe, o substituto do pai que nunca estivera presente.
Eu a ouvi falando sobre garotos da faculdade que a tratavam mal, sobre professores injustos, sobre sonhos que ela mal conseguia nomear.
E em troca, ela me dava abraços demais, beijos na bochecha que duravam segundos a mais do que deveriam, e aquela mania de me pegar de surpresa.
Eu estava na cozinha, às vezes, e sentia braços finos envolvendo minha cintura por trás.
“Bom dia, Fernando”, ela sussurrava, e eu sentia o calor de seu seios pressionado contra minhas costas.
Outras vezes, ela aparecia atrás de mim quando eu lia no sofá, jogando as pernas por cima do meu ombro, pendurando-se como se eu fosse móvel da sala.
Eu pedia que parasse. “Bianca, você já é grande demais para isso”, eu dizia, e ela ria, afastava-se por algumas horas, e voltava no dia seguinte com outro abraço por trás.
Heloisa nunca me deu apoio nessas broncas. “Ela não teve pai, Fernando. Deixa ela. É só carinho.” E eu deixava.
Deixava porque não sabia mais o que fazer, porque minhas reclamações soavam falsas até para meus próprios ouvidos, porque havia algo naquele contato que eu não conseguia nomear e que me impedia de ser mais firme.
Com o tempo, comecei a notar coisas. Bianca passou me provocar ainda mais, pois os gestos que havia malícia, eu por muitas vezes tentava ignorar. Mas só tentava.
A maneira como ela se inclinava para pegar algo quando eu estava atrás dela, arqueando as costas de um jeito que levantava sua bunda.
O tempo que suas mãos permaneciam sobre as minhas quando me entregava algum objeto.
O olhar que ela mantinha um segundo a mais do necessário quando nossos olhos se cruzavam.
Eu dizia a mim mesmo que era imaginação.
Eu dizia que não podia fazer nada mesmo, então deixava passar.
Naquela semana, minha esposa precisou viajar a trabalho.
Uma conferência em outro estado, três dias. Eu estava de férias do meu emprego na construtora, sem compromissos, e aceitei cuidar de Bianca sem hesitar.
Não havia nada de estranho nisso. Eu já havia ficado sozinho com ela antes.
Sexta-feira de manhã, acordei cedo. O calor de janeiro já batia nas janelas antes das sete, e eu vesti apenas uma camiseta branca surrada e minha cueca azul escura.
Bianca nunca acordava antes de mim ela era daquelas que dormia até meio-dia nas férias. Então eu fiz o café sozinho, costumando parar no batente da porta da cozinha para beber minha primeira xícara antes de acordar a casa.
Era um ritual meu, aqueles minutos de silêncio com o café quente queimando a língua, observando o quintal através da janela.
Mas nesse dia, ouvi passos no corredor antes que eu terminasse.
Bianca apareceu na entrada da cozinha vestindo apenas uma camisola fina, rosa, que eu nunca havia visto antes.
Ela não disse nada. Simplesmente veio até mim por trás, envolveu os braços em volta da minha cintura, e encostou o rosto entre minhas omoplatas.
“Bom dia”, ela disse, e eu senti o movimento de seus lábios através da camiseta.
“Bom dia, Bianca”, eu respondi, tentando manter o tom normal, o tom de sempre.
Ela não se afastou. Manteve os braços ali, apertando levemente, e eu senti seu corpo quente contra minhas costas.
Então seus dedos começaram a se mover. Primeiro nas laterais da minha cintura, subindo devagar, encontrando a barra da camiseta.
Eu congelei. Seus dedos entraram por baixo do tecido, tocando minha pele, e subiram até meu peito.
Ela começou a alisar. Movimentos circulares, lentos, como se estivesse massageando, ou acariciando um animal.
Eu não me movi. Não sabia o que fazer, não sabia se aquilo estava acontecendo mesmo, se eu estava interpretando errado.
Mas meu corpo respondeu antes que minha cabeça pudesse processar. Senti o sangue se acumulando, a pressão crescente na virilha, e tentei pensar em outra coisa, em trabalho, em contas, no calor absurdo de janeiro — mas era inútil.
Bianca notou. Sempre notava. Ela aproximou mais o corpo, e eu senti sua barriga pressionando contra minha bunda, e algo mais sua mão descendo, descendo, encontrando a borda da minha cueca.
Antes que eu pudesse falar, antes que eu pudesse inventar alguma palavra de protesto que soasse convincente, sua mão entrou.
Seus dedos fecharam em volta de mim, e eu estava duro, duro de uma maneira que não conseguia esconder, que não conseguia negar.
Ela começou a mover a mão, lentamente primeiro, depois com mais firmeza, e eu ouvi minha própria respiração saindo irregular, pesada.
“Que pau gostoso”, ela sussurrou no meu ouvido, e eu senti o calor de sua respiração no meu pescoço. “Quero ele na minha buceta. Quero que você me foda com ele da mesma forma fode minha mãe.”
As palavras caíram sobre mim como um líquido quente. Eu não resisti. Não havia resistência possível, não havia versão de mim que pudesse fingir que não queria aquilo.
Peguei seu pulso com uma mão, tirei-a de dentro da minha cueca, e a puxei pelo corredor até meu quarto.
Ela vinha sem resistir, rindo baixinho, quase sem fôlego.
Joguei-a na cama. Ela caiu de costas, os cabelos pretos espalhados no travesseiro, e eu subi sobre ela, arrancando a camisola de um puxão só.
E então parei. Porque ela não usava nada por baixo. Nada. Sua buceta estava ali, exposta, já brilhando, aberta para mim como se tivesse sido planejada para aquele momento.
“Prontinha”, ela disse, e eu não sabia mais quem era ela, quem eu era, onde estava a linha que eu deveria ter traçado.
Coloquei uma perna dela sobre a cama, abrindo-a, e mergulhei minha língua naquele buraco que piscava, que se contraía, que sabia a sal e a algo mais doce.
Ela gemia, rebolava contra minha cara, e eu ouvia minha própria voz distante, dizendo coisas que não reconhecia como minhas.
“Goza, safada. Era isso que você queria? Estava só esperando o momento certo, né?”
“Eu sempre quis”, ela respondeu, a voz quebrada, “coloca esse pau aí dentro logo. Me come todinha.”
Eu me levantei. Meu pau saltou para fora da cueca, pesado, pulsando, e eu o guiei até ela.
A ponta deslizou na umidade, encontrou a entrada, e eu empurrei.
Entrou fácil, molhado, deslizando até o fundo em um único movimento.
Bianca arqueou as costas, soltou um gemido alto, e eu comecei a mover.
O som da cama batendo na parede preencheu o quarto.
Eu metia cada vez mais forte, sentindo ela se apertar em volta de mim, piscar, a buceta apertando meu pau em ritmo com minhas estocadas.
Ela gozou uma vez, gritando, as unhas cravando em minhas costas.
Depois de alguns minutos, outra vez, dessa vez mais silenciosa, só o arquear do corpo e a contração violenta em volta de mim.
Uma terceira vez, quando eu já estava perdido, sentindo a pressão subindo na base da minha coluna, inevitável.
“Não para”, ela pedia, “não para, eu quero mais.”
Eu estava quase lá, quase gozando, quando ela me parou com as duas mãos no peito. “Quero sua porra na minha boca”, disse. “Toda. Quero sentir o gosto.”
Eu achei que ela esperaria, abriria a boca, deixaria eu jorrar.
Mas Bianca tinha outros planos. Ela se virou, agachou-se na frente de mim, e antes que eu pudesse entender, engoliu meu pau inteiro.
Eu senti a umidade da buceta dela ainda em mim, o gosto dela mesma, e ela começou a sugar.
Não uma chupada comum — era como um canudo, como ela mesma dissera, sugando com força, a língua rodando na base, a garganta relaxando para me receber mais fundo.
Eu gozei. Gozie de uma maneira que parecia arrancar algo de dentro de mim, jorrando na boca dela, sentindo ela engolir, engolir, engolir, sem tirar os olhos dos meus.
Quando terminei, ela limpou meu pau com a língua, lambendo até a última gota, e caiu na cama ao meu lado.
Nós ficamos ali, ofegantes, o suor grudando nossos corpos, o som do vizinho ligando o carro lá fora, mundano, impossível. Levantamos só depois de muito tempo, e não falamos sobre o que acontecera. Não precisávamos.
Depois desse dia, encontrávamos maneiras. Heloisa saía para o mercado, e nós íamos para o quarto. Heloisa dormia cedo, e eu escorregava para o quarto de Bianca.
Anos depois, ela se casou com um rapaz da faculdade, um menino bonito que não sabia de nada.
Mas sempre que nos encontrávamos em festas de família, em almoços de domingo, nossos olhos se cruzavam por um segundo a mais.
E sempre que podíamos, escapávamos.
E fodíamos como no primeiro dia, como se o tempo não tivesse passado, como se ainda estivéssemos naquele quarto, naquela manhã de calor, quando todas as regras deixaram de existir.
Enteada aproveitou que a mãe viajou para ir pra cima do padastro no quarto. Quer assistir um enteada estava louca pra foder com Padrasto depois escultar monte de coisas que amigas falavam de como é bom transar com homens mais velhos! [QUERO ASSISTIR TUDO AGORA]