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Amigo do meu filho me deu mais orgasmo que meu próprio marido

16/07/2026 escrito por Amopornobr

Mãe e Esposa, confronta o amigo do filho por estar mexendo suas calcinhas e acaba gozando com rapaz mais que em toda sua vida de mulher casada.

 

Meu nome é Viviane e tenho 45 anos. Sou loira, tenho um bumbum bem grande, peitos médios, e aquela barriguinha que vem naturalmente com a idade.

 

Meu marido tem a mesma idade que eu, mas passa tanto tempo no trabalho que mal nos vemos. Nosso casamento virou uma rotina silenciosa — duas pessoas dividindo o mesmo endereço, raramente o mesmo quarto.

 

Eu passava as tardes sozinha em casa. Minha filha mais nova ia para a creche, a mais velha para a escola, e meu filho mais velho, de 18 anos, trabalhava à tarde.

 

Sempre tratei bem os amigos do meu filho, mais novo da turma tinha mesma idade do meu filho. Oferecia refrigerante, perguntava sobre as aulas, sorria quando eles entravam com seus tênis sujos de poeira e risadas altas.

 

Mas nunca dei liberdade demais. Nunca dei mole. Eram meninos, e eu era a mãe do amigo deles — uma fronteira clara, inquestionável.

 

Até que Pedro apareceu.

 

Ele tinha 20 anos, negro, magro e alto, com um corpo que ainda não tinha decidido se queria ser de homem ou de menino.

 

Conhecia meu filho há alguns anos, mas foi há dois anos atrás que algo mudou. Comecei a notar seus olhos em mim quando achava que eu não via.

 

Aquela demora em passar pela cozinha, esbarrando no meu ombro. Os elogios que antes eram genéricos — “tudo bem, dona Viviane?” — viraram algo mais específico, mais perigoso. “Seu cabelo tá bonito hoje.” “Esse vestido fica bem em você.”

 

Eu ignorava. Ou fingia ignorar. Na minha cabeça, ele continuava sendo “o amigo do meu filho”. Uma categoria que o mantinha seguro, inofensivo, fora dos limites.

 

Até aquela tarde.

 

Pedro veio buscar meu filho para saírem juntos. Meu filho estava no banho, então mandei que Pedro subisse e esperasse no quarto dele.

 

Fiquei embaixo, arrumando a cozinha, ouvindo a água correr no andar de cima. Vinte minutos se passaram. A água parou, mas Pedro não desceu.

 

Subi a escada sem pressa. Quando entrei no meu quarto — que fica no final do corredor, depois do banheiro — o vi de costas para mim, diante do meu armário aberto.

 

Sua mão se movia entre minhas calcinhas dobradas. Vi quando ele pegou uma branca bem fininha, uma que eu gostava, e a enfiou dentro da cueca. O gesto foi rápido, quase prático, como quem já havia feito isso antes.

 

Fiquei parada na porta. Ele não me viu. Ou fingiu não ver. Desci sem fazer barulho.

 

Quando meu filho saiu do banho, os dois foram embora rindo, falando sobre alguma balada.

 

Fiquei na sala, as mãos úmidas, pensando naquela cena: Pedro, negro, magro, 20 anos, no meu quarto, roubando minha calcinha.

 

A imagem não saía da minha cabeça. Aquela noite, deitei ao lado do meu marido ele já dormia, exausto de mais um dia de trabalho.

 

E fiquei olhando para o teto, pensando como pode rapaz tão jovem querer comer uma mulher da minha idade.

 

Comecei a olhar Pedro de outra forma. Notava a pele escura dele quando entrava pela porta, as mãos grandes, a boca carnuda e claro um volume da calça astronomicamente grande.

 

Eu ficava pensando naquela calcinha dentro da cueca dele e sentia um calor que não tinha no meu casamento.

 

Era o desejo de ser desejada por alguém que ainda tinha fome de querer me comer, eu queria sair da rotina, eu queria voltar sentir um corpo precisando o meu na hora do sexo.

 

Eu não me importava se quem deveria estar fazendo não faz, mas sim que alguém faça e queira me machucar minha vagina com as marteladas que daria com Pelvi  masculina, que destacava por ser cheia veias saltadas por causa da pele fina das suas rotinas de musculação e dieta.

 

Meu marido não dava mais conta. Não que ele tivesse culpa a vida nos tinha sugado.

 

Mas eu sentia falta de ser tocada com urgência, e este toque ja tinha CPF certo quem eu escolhi. Eu queria ser olhada como se fosse a única coisa que importava naquele momento para um homem.

 

Uma noite, meu filho ligou. Precisava que eu o buscasse no shopping. Cheguei lá e ele estava com Pedro, sua beleza jovem, uma peça rara guardada na sua cueca que eu queria a todo custo tela dentro de mim.

 

Agi naturalmente, sorri, perguntei como estavam. Quase chegando no condomínio, meu filho pediu para parar na padaria. “Vou buscar uma pizza, mãe. Só um minuto.”

 

Fiquei sozinha com Pedro no carro. O silêncio era diferente agora — carregado, quente. Ele não parava de me olhar, como eu estava saia social pouco mais curta ele nao parava de olhar minhas pernas e degote da minha blusa.

— Preciso conversar com você — eu falei pra ele. — Em particular.

 

Ele concordou imediatamente, a voz mais grave do que eu lembrava. Marquei para o dia seguinte, à tarde. Minha casa estaria vazia.

 

Naquela tarde, escolhi com cuidado. Uma camiseta branca decotada demais, que deixava ver a metade dos seios.

 

Um shortinho jeans, velho, que marcava cada curva do meu bumbum. Me olhei no espelho — 45 anos, loira, barriguinha, celulite nas coxas — e por um momento quase desisti. Mas a memória daquela calcinha na cueca dele me fez continuar.

 

Quando Pedro chegou, dei um abraço nele. Senti o corpo magro, a altura, o cheiro de sabonete. Pedi que sentasse no sofá.

 

Ele obedeceu, mas os olhos não subiam do meu colo. Vi quando ele se ajeitou na cadeira, tentando esconder a ereção que já apertava a calça jeans.

 

— Vi você — comecei, sentando ao lado dele, deixando as pernas cruzadas de forma que o short subiu mais. — No meu quarto. Pegando minha calcinha.

 

Ele ficou vermelho. Negou, balançando a cabeça, a voz engasgada.

— Não precisa mentir — eu disse, me aproximando. — Só quero saber por quê.

 

O silêncio entre nós pesava como cobertor molhado. Ele olhou para as mãos, para o chão, para qualquer lugar menos para mim. Então, devagar, as palavras saíram.

— Dois anos — ele disse, a voz quase um sussurro.

— Dois anos só pensando na senhora.

 

Quando acordo, quando durmo. Senhor é… Senhora é muito gostosa, dona Viviane. Já me masturbei… tantas vezes… pensando em você. Fazer sexo com senhora.

 

Eu escutando aquela palavra “senhora”, somando o desejo dele comer esta “senhora”, me fez sentir viva de um jeito que não sentia há anos.

 

Me levantei. Pedi que ele ficasse de pé. Quando ele obedeceu, abri a calça jeans dele, puxando o zíper com dedos que tremiam só um pouco. O que saiu me fez perder o ar dos pulmões.

 

Uma rola negra, enorme, grossa, dura. Devia ter uns 23 centímetros de comprimento, 5 ou 6 de grossura. Duas vezes maior que a do meu marido. Talvez mais se comparado meu filho.

 

Fiquei olhando, imaginando tudo aquilo da minha boca desacostumada.

 

Abaixei-me. Abri a boca e a levei meus lábios até aquela pica pesada, o cheiro de pele limpa. eu balancava e bati 3 vezes meu rosto, ardeu pouco porque a coisa era muito grande mesmo.

 

Minha língua circulava a ponta, descia pelo comprimento, voltava. Os gemidos dele — “ahhh, dona Viviane, porra”. Quinze minutos. Talvez vinte.

 

Perdi a noção do tempo, da dignidade, de tudo. Só existia aquela rola na minha boca, o som de minha própria chupada na sala, blup blup — chupada, sugada, chupada — e a voz dele pedindo, ele disse estava quase gozando.

 

Quando gozou, foi um dilúvio. Quente, denso, interminável. Lambuzou meu rosto todo, meus olhos, meus cabelos loiros. Gotejava pelo meu queixo, minha garganta.

 

Eu continuei de joelhos, ofegante, sentindo o líquido escorrer, me transformando em algo que não reconhecia, uma mulher e mãe de familia transando com amigo do filho.

 

Mas ele era jovem. E em minutos, já estava duro de novo, a rola pulsando contra a barriga dele.

 

— Agora você — eu disse, deitando no sofá, abrindo as pernas. — Me chupa. Me mostra como me deseja.

 

Ele se ajoelhou entre minhas coxas com uma reverência que quase me fez rir. Eu olhava aquela jovem com braços cheio de musculos e veias saltadas, em lambendo, algo nem meu marido e filho pudesse imaginar.

 

Quando a língua dele encontrou minha buceta, gemi alto — “uhhhnn, isso, por favor” — arqueando as costas.

 

Ele chupava de um jeito que nunca senti, sem pressa, sem técnica calculada, apenas fome pura, curiosidade, adoração pela mãe do seu melhor amigo.

 

Minhas mãos agarravam seus cabelos, puxando, guiando. Quando gozei, foi um espasmo que subiu da barriga até a garganta, me deixando trêmula, molhada, sem defesas.

 

Ele não parou. Me virou de quatro no sofá, minha bunda exposta, minha buceta inchada e aberta.

 

Quando a ponta daquela rola encostou em mim, estremeci inteira — outro orgasmo, pequeno, antecipatório. Ele entrou de uma vez só, sem delicadeza, e eu gritei — “ahhh, meu Deus, Pedro”

 

— sentindo cada centímetro preencher o que estava vazio há tanto tempo.

 

A bombada começou. Forte, rápida, animal. O som de nossos corpos se encontrando — bofetada, bofetada, bofetada — misturava-se com meus gemidos de mãe se redescobrindo sexualmente e uma respiração ofegante.

 

Minha buceta se encharcava, escorria por minhas coxas, molhava o sofá.

 

Quinze minutos de penetração brutal, e gozei de novo, eu queria sair dali correndo eu não estava acostumada a gozar tanto, acho aquela tarde eu gozei mais toda minha vida de casada comi meu marido, pai do meu filho.

 

Ele me virou. Posição de frango assado — pernas abertas, bunda no alto, rosto no encosto. Senti aquela rola preta entrar inteira, profunda, tocando lugares que não sabia que existiam, “puta que pariu que delicia”.

 

A bombada continuava, implacável, e eu perdi a conta dos orgasmos aquela tarde três, quatro, talvez mais. Ele gozou no meu rosto de novo, quente, denso, sujo.

 

Depois na minha bunda. Depois voltou para minha buceta, me fodendo até eu não conseguir mais falar, apenas gemer — “ahhh, ahhh, por favor, não para”.

 

Passamos a tarde assim. Fodendo em todos os cômodos que permitiam privacidade. Quando ele finalmente foi embora correndo, porque meus filhos estavam chegando.

 

Eu estava no chão da cozinha, coberta de seu leite, a buceta inchada, o corpo em carne viva.

 

Nunca imaginei que poderia ter orgasmos múltiplos. Nunca imaginei que um garoto negro de 20 anos, amigo do meu filho, me deixaria assim — maluca, viciada, contando as horas para a próxima tarde com amigo do meu filho.

 

Depois disso, nos encontrávamos quase todos os dias. Nas tardes em que eu não tinha plantão, ele vinha.

 

Às vezes mal fechava a porta antes de já estar dentro de mim. Ele gostava de gozar no meu rosto, nos meus cabelos loiros. Dizia que me transformava, que me fazia dele.

 

E eu deixava. Deixava e pedia mais.

 

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