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Meu Namorado tirou o cabaço da minha Priminha

30/06/2026 escrito por Amopornobr

 

Prima mais velha transforma jovem inocente priminha em putinha com seu namorado na cama de seu apartamento.

 

Eu me chamava Fabi, tinha 18 anos, e eu tinha e tenho uma prima que eu me espelhava muito, nome dela era Bety.

 

Durante as férias aula, fui passar uns dias na casa de Bety, minha prima de vinte e sete anos.

 

Ela era tudo que eu secretamente desejava ser: morena, com seios médios que eu invejava, e um bumbum que marcava qualquer vestido ou calça jeans de forma que eu e homens só podia imaginar.

 

Era terça-feira quando minha prima saiu cedinho para o trabalho. O apartamento que ela tinha ficou em silêncio, e eu fui direto para o quarto dela.

 

Abri o guarda-roupa como quem abre um tesouro e comecei mexer roupas dela e vesti suas lingeries uma a uma, eu me olhei no espelho me senti como ela.

 

A diferença que eu so tinha tido uma relação sexual com namoradinho e ela ja tinha dando acho para bairro inteiro.

 

Ficava horas diante do espelho, andando pelo apartamento com roupa dela, me toquei na cama dela imaginando que estava comendo ela, eu me sentia mulher, gozei pra caralho.

 

Não percebi quando Bety voltou mais cedo. Só vi seu reflexo no canto do corredor quando já estava completamente montada entregue e com uma das mão enterrada na minha buceta.

 

Corri para o quarto que eu ocupava, tranquei a porta, e minha voz saiu trêmula pedindo desculpas. Ela não respondeu. Apenas entrou no quarto dela, pegou um livro, e foi embora.

 

Fiquei sentada na cama por horas, com as mãos trêmulas, esperando que algo acontecesse.

 

No outro dia, Bety havia saido mais cedo e assim que chegou, entrou em casa e me chamou com uma naturalidade que me desarmou. Disse que tinha comprado lingeries novas e queria minha opinião.

 

No quarto dela, ela abriu o guarda-roupa peça por peça, mostrando cada tecido.

 

Contou que estava namorando Paulo, um amigo antigo, e que queria deixá-lo louco.

 

Conversamos por muito tempo, até que ela mencionou ter me visto na terça-feira.

 

Minha pele queimou de vermelho, Gaguejando comecei explicar que eu a admirava sua feminilidade, que queria ser como ela, que ela era meu espelho.

 

Bety apenas assentiu, com naturalidade. Ela ja sabia e que de certa forma ela iria ajudar a me tornar mais feminina.

 

— Coloca a meia-calça — pediu, e eu obedeci, com as mãos trêmulas sem saber o porque daquilo. — Agora a camisolinha branca transparente.

Vesti, e ela me observava com um olhar que eu não sabia interpretar.

 

Virou-se para mim com a pergunta que mudou tudo:

— Como minha nova prima se chama?

— Nova prima? eu questionei

– Sim nova prima, você a partir de hoje será como eu. Agora anda, qual seu novo nome?

– Agora é só Lara — respondi, e minha voz saiu mais firme do que esperava.

— Nossa, Lara, como você fica bonita — ela disse, e começou a me maquiar.

 

Tirou um espartilho preto da gaveta, depois meias sete oitos, uma calcinha fio dental vermelha.

 

Pedia que eu desfilasse, passava a mão na minha bunda, exclamava que eu era bonitinha, que faria sucesso com homens.

 

Ficamos horas assim, até a campainha tocar às quinze horas.

— É o Paulo — disse ela. — Fique aqui.

 

Quarenta minutos se arrastaram. Quando Bety voltou, anunciou que Paulo queria me conhecer — desse jeito, montada.

 

Recusei, balançando a cabeça, mas ela segurou meu queixo:

— Fique calma, Lara. Eu já falei de você. Ele adora menininha novinha. E você é praticamente virgem.

 

Aquela palavra — virgem — ecoou de forma estranha. De alguma maneira, me deu coragem.

 

Ajeitei o cabelo, passei o perfume dela, e fui rebolando para a sala conhecer o namorado da minha prima.

 

Paulo era tudo que ela dissera: forte, masculino, mais velho, com uma presença bem masculina.

 

Estendi a mão para cumprimentá-lo, mas ele me puxou até si e beijou meu rosto, bem proximo da boca. Sua barba arranhou levemente.

— Muito prazer, Lara, prima da minha gata.

— O prazer é todo meu — respondi, dando o segundo beijo um pouco sem jeito.

 

Jantamos. Assistimos a um filme. Bety, do meu lado, não parava de elogiar meu corpo, de comentar com Paulo como eu estava bonita.

 

Eu sentia cada palavra como um toque físico. Quando Paulo foi ao banheiro e voltou sem camisa, alegando calor, percebi que algo estava sendo orquestrado.

 

Ele sentou-se no sofá com Bety, eu na poltrona ao lado. E então vi: a mão dela desaparecendo pela cintura da calça dele, movimentos ritmados, o volume da calça do Paulo crescendo.

 

De canto de olho, eu via o tamanho dele, a rigidez. Quando Bety percebeu que eu não conseguia desviar o olhar, acelerou o movimento.

 

Fiquei alguns minutos fingindo interesse no filme. Quando voltei a olhar, Bety estava de joelhos, com a boca naquele pau enorme.

 

Quase não cabia a cabeça entre seus lábios. Era a cena mais obscena e mais estranha que eu já tinha visto — minha prima chupando um pau de namorado da minha frente.

 

Ela é a minha deusa, reduzida a isso e parecendo poderosa dominando o seu namorado.

 

Minha calcinha ficou completamente encharcada. Bety olhou fixamente para mim, sem parar de chupar, alisando os sacos dele, gemendo ao redor da carne.

— Quer experimentar priminha? — perguntou, a voz abafada.

 

Balancei a cabeça. Ela sorriu com malícia.

— Vem, priminha. Vem sentir o que é uma pica de verdade.

 

Sentei ao lado dele. Ele já estava com calças e cueca no tornoce-lo. Passei a mão nos sacos dele, sentindo o peso daqueles testiculos, a textura da pele, pois ele depilava bem certinho.

 

Bety levantou e puxou meu pescoço até a cabeça do pau.

— Lambe primeiro — instruiu. — Depois abre bem a boca e enfia o máximo que puder. Vai, prima, sente que pau delicioso.

 

Daqui a pouco você vai senti-lo todo na sua bucetinha e no rabinho.

 

Paulo gemia, as mãos no meu cabelo. Bety gritava incentivos:

— Chupa priminha! Quer ser mulher, então aprende com sua prima faz. Vai, Lara!

 

Depois de quinze minutos, Bety correu ao quarto e voltou com um pote de creme. Anunciou que chegara a hora.

 

Pediu que eu ficasse de quatro no tapete, abaixou minha calcinha, e começou a passar creme na rola de Paulo.

Eu sabia que rola dele queria invadir minha bucetinha quase virgem

— Abre bem as pernas, prima — disse ela. — A pica dele é grande, vai doer um pouquinho, mas relaxa que você vai curtir.

 

Ele entrou sem cerimônia. Não acreditei que aquilo tudo caberia em mim, mas a dor se misturou tesão.

 

Bety se masturbava do nosso lado, enquanto o namorado dela me fodia e beijava ela .

 

Ela gritava: — Come bem essa putinha, Paulo! Arregaça bem ela pra mim!

– Tá gostando, né, priminha? Não é isso que você queria ser? Vai, safado, fode ela!

 

Paulo anunciou que ia gozar. Tirou rapidamente o pau de mim, minha prima gritou pra mim e disse era pra eu ficar de joelho como ela — eu e Bety ficamos esperando.

 

Ele gozou em jatos grossos, e eu lambi tudo, dividindo com minha prima em um beijo que misturava sêmen e saliva, a língua dela buscando a minha, trocando o gosto dele entre nós.

 

Eu ainda sentia o gosto de Paulo na língua, misturado com o de Bety, quando minha prima se afastou.

 

O sêmen escorria pelo meu queixo, pingando no tapete em gotas que eu não tinha forças para limpar. Eu não me mexi.

 

Fiquei de joelhos, respirando ofegante.

 

Bety se levantou. Ela sempre se levantava primeiro. Sempre comandava o ritmo.

 

Minhas mãos tocaram minha própria coxa, onde ainda sentia a marca das unhas de Paulo.

 

Cinco pequenas depressões na pele. Eu tinha gostado. Tinha gostado de ser tocada, de ser vista, de ser usada.

 

Mas não sabia mais se tinha gostado porque Bety queria, ou porque eu queria.

 

Naquela noite, depois que Paulo foi embora, eu não dormi. Fiquei no quarto de hóspedes, olhando para o teto manchado de umidade, ouvindo Bety roncar no corredor.

 

Minha mão desceu entre as pernas sozinha, sem ela pedir.

 

Fiz silêncio para que ela não ouvisse meu gemido abafado no travesseiro, mordendo o tecido para não fazer som.

 

Na manhã seguinte, Bety preparou café como se nada tivesse acontecido. Ela falava de Paulo, de como ele tinha gostado de mim, de como poderíamos repetir.

 

Eu segurei a xícara com as duas mãos, sentindo o calor queimando meus dedos.

— Eu quero sair sozinha hoje — falei. Minha voz saiu mais firme do que eu esperava.

Bety parou de mexer o açúcar. Seu olhar me examinou, procurando algo que eu não queria que ela encontrasse.

— Sozinha?

— Eu preciso… — eu respirei fundo — …preciso saber se consigo.

Ela riu. Aquela risada curta que usava quando não entendia algo.

— Lara, você não sabe nem comprar lingerie sozinha.

Eu senti o calor subir pelo pescoço. Ela tinha razão. Ou tinha tido. Mas na noite anterior, quando me toquei no escuro, eu não pensei em Bety.

Pensei em mim. Em como meu próprio corpo respondia sem precisar de permissão.

— Eu vou tentar — insisti.

O silêncio entre nós cresceu. Bety cruzou os braços, e pela primeira vez eu vi algo diferente em seu rosto.

Eu sai de casa decidida a ser nova mulher agora que definitivamente o namorado da minha prima tirou e bem tirado o meu cabaço.

Minha prima durante a tarde ligou para Marcelo. A primeira chamada tocou até cair. A segunda também. Na terceira, enviei mensagem: “Vem aqui hoje à tarde. Estou sozinha.” Ele não respondeu. Tentei de novo. E de novo. Sete chamadas, todas silenciadas pelo telefone dele. A unha roía a borda da tela enquanto ela digitava: “Responde, porra.” Nada.

 

Ela tentou me ligar. O mesmo vazio. A voz metálica da caixa postal me disse que ela estava indisponível, como se eu tivesse me apagado da existência.

 

Minha prima estava andando de um lado para outro, abrindo gavetas, fechando-as, tocando objetos que eu havia tocado naquela manhã.

 

Ela encontrou os comprimidos que guardava para insônia. Tomou dois. E dormiu

 

E durante a madrugada ela escutou os meus gemidos, ofegante, ritmado. Vindo do quarto que eu estava.

 

O coração dela tinha batido nos ouvidos enquanto ela caminhava pelo corredor. A porta estava entreaberta. ela empurrou devagarzinho.

 

Marcelo estava em cima de mim. As costas dele se curvavam e esticavam, o som da pele batendo na pele dela enchia o quarto — tac, tac, tac — úmido, violento, desenfreado.

 

Eu estava gemendo alto, sem se importar comigo, sem se importar com nada. “Aahh—mais—” eu estava pedindo, e ele dava, me socando com força, e os seus dedos cravados nos meus quadris.

 

Ela não gritou somente ficou olhando ele me empalando. Ela ficou parada na porta, vendo o que namorado dela estava fazendo com coitadinha aqui, o suor estava escorrendo as costas dele, a e minha boca estava aberta, os meus olhos estavam revirados.

 

Vi quando ele acelerou, quando o ritmo ficou desesperado, quando ele enterrou o rosto no meu pescoço e gemeu, longo e rouco, enquanto se esvaziava dentro de mim.

 

Ela esperou o namorado dela sair de cima de mim, ela esperou pra eu ver se eu estava viva depois namorado dela ter me arregaçado toda.

 

Quando ele finalmente se virou, os olhos dele encontraram o da minha prima. Foi só ai que eu vi.

 

Eu ate tentei me cobrir, mas ela já estava dentro do quarto.

— Traição — foi a única palavra que saiu da boca dela, mas saiu trêmula, quebrada.

— Bety, espera— Eu  comecei a falar sentando na cama, ainda ofegante, ainda com leite dele escorrendo entre minhas pernas.

 

Ela me mandou calar a boca. Eu tentei explicar. O shopping. O encontro casual. O WhatsApp. O bar.

 

Os beijos, as carícias, a decisão de vir para cá para casa da minha prima, para apartamento dela, usar cama dela para transar com seu namorado.

 

Ela não quis ouvir mais. E pegou no braço de Marcelo — ainda nu, ainda quente do meu corpo e ela apertou com tanta força que surpreendeu até ela mesma.

— Vem — ela ordenei, puxando-o para fora do quarto.

— Bety, por favor

 

Ela não olhou para trás. Arrastou Marcelo até seu quarto, ela o empurrou na cama, e subi em cima dele antes que ele pudesse dizer qualquer coisa.

 

Ela precisava sentir que ele ainda era dela. Precisava recuperar o que ela, dona de si, experiente, me ensinou a foder — e que minha prima tinha perdido pra mim.

 

Ele entrou nela com o mesmo pau que estava em mim a minutos antes. Eu não lhe dei tempo de perguntar, de hesitar.

 

Ela cavalgou com raiva, com desespero, com a necessidade de provar que ela ainda tinha o namorado dela como território principal.

— Você é meu — ela grunhi, as unhas cravadas em seu peito. — Diga.

— Sou seu — ele repetiu, ofegante, os olhos perdidos entre o prazer e o medo.

 

Eu percebi que ela não parou até sentir ele gozar dentro dela também, até ter a certeza de que a última lembrança do corpo dele seria a dela , não a minha.

 

Mas quando acabou, deitada ao lado dele no escuro.

 

E sabia que Eu, no quarto ao lado, estava acorda, ouvindo tudo.

 

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