Fui passar o final de semana na chácara dos pais da minha amiga Simone . Estávamos só nós 4 e tivemos um dia delicioso de almoço com drinks , jogos de tabuleiro no fim da tarde e aproveitamos para dormir cedo afim de curtir cedo o dia seguinte , talvez fôssemos andar a cavalo .
Não consegui dormir pelo silêncio absoluto da casa então decidi ir à cozinha . Como era madrugada e todos estavam dormindo fui de camisola mesmo , de cetim azul com um decote em v e bordados na altura dos seios . Ela grudava em meu corpo conforme me mexia destacando minhas curvas .
Mas não me importei em descer assim . Chegando a cozinha a madeira da casa estalava de leve com o frio da madrugada. O silêncio era quase absoluto lá também quebrado apenas pelo tique-taque distante de um relógio de parede e o som baixo da geladeira antiga. A cozinha estava iluminada apenas pela luz amarelada sob o armário, deixando o ambiente numa penumbra .
Não esperava encontrar ninguém ali. Mas ele estava, o pai da minha amiga , de costas, mexendo uma colher em uma caneca de chá, a luz revelando os contornos do seu ombro largo por baixo da camiseta gasta. Virou-se ao ouvir os passos, surpreso, mas não desconfortável — Insônia? — ele me perguntou com um meio sorriso, levantando a caneca. Eu assentiu, me aproximando devagar.
Peguei um copo, enchi com água, mas não bebi. Fiquei ali , ao lado dele, perto demais para algo casual, longe o suficiente para não ser óbvio. — Essa casa tem alguma coisa… — eu disse disse. — É como se o tempo aqui fosse mais lento. Ele riu baixinho. O som foi grave, contido, e ressoou em mim de um jeito estranho. — É. Aqui tudo parece mais… exposto. Houve um silêncio curto, carregado Você sempre faz chá a essa hora? — perguntei —
Só quando não consigo dormir. — Ele fez uma pausa. — E quando tem companhia inesperada. Eu sorri cheia de intenção, quase um desafio. O olhar demorou mais do que devia. Ele chegou mais pra perto apoiando na bancada e disse — Tem coisas que a gente sabe que não deve… mas pensa mesmo assim —baixando o olhar por um segundo, olhando na direção do meu peito — Às vezes, pensar é só o começo. Eu disse mordendo meu lábio com delicadeza . — o que você está pensando?
Perguntei provocativa Ele moveu uma mecha do meu cabelo para trás da orelha , percorreu a silhueta do meu rosto com os dedos parando no meu colo , desenhando o decote da minha camisola — estou pensando em você desde que chegamos aqui . —ah é ? Disse chegando mais perto , nossos corpos quase se roçavam e sentia seu hálito sob a minha respiração — pensando em que sobre mim ? Continuei instigando
Ele soltou a respiração em uma arfada , chegou ao pé do meu ouvido e sussurrou — pensando nas muitas coisas que faria com você . — e a sua mulher ? Perguntei tímida — ela está na casa Ele respondeu segurando meu queixo com a mão e acariciando meu cabelo — Ahh aquela lá dorme que nem uma pedra ela nunca saberia . E me deu um beijo suave envolvendo sua mão no meu pescoço . Eu deixei que me envolvesse com seus braços e me entreguei ao beijo.
Sentia sua língua explorando minha boca num beijo macio mais intenso . Senti suas mãos brincando com a alça da minha camisola como quem quer tirar mas não tira . Eu afastei o rosto e com toda malícia disse — é isso que você está querendo ? E abaixei as alças da camisola , revelando meus seios nus os bicos já duros apontando para cima . Ele soltou um gemido e começou a apalpa-los com a boca enchendo d’água.
Ele abaixou um pouco e começou a chupa-los ,aumentando meu tesão quando mordiscou o bico . — nada como um peito delicioso de novinha ele disse por entre a respiração entrecortada . Eu apenas ri e deslizei minha mão nas suas costas apertando sua bunda grande , passando a mão pela frente sentindo o volume pela calça de moletom — você é uma safada,
vai me dar problema ele disse enquanto abaixava a calça e a cueca e eu imediatamente segurei a sua rola em riste grossa , veias pulsando e comecei um movimento de vai e vem , intercalado com movimentos circulares que fez ele se apoiar na bancada e gemer . Num gesto que parecia ensaiado ele me levantou no colo deixando minha camisola escorregar pelo meu corpo caindo no chão e me colocou sentada na mesa da cozinha toda nua — que delícia toda lisinha.
Ele disse enquanto colocava a cabeça por no byte minhas pernas , afastava meus grandes lábios com os dedos e começava a me chupar . Ele lambia toda a extensão da minha buceta e chupava meu grelo , me fazendo arquear as costas de tesão . Segurei sua cabeça com as duas mãos para que fosse mais fundo , é ele introduziu 2 dedos na minha buceta e começou a socar . Eu me apoiei nos antebraços na mesa e relaxei , me permitindo sentir cada prazer que ele me dava — quero te comer .
Mas o tesão falava mais alto . Eu movia meu quadril no mesmo ritmo que ele ,e ele gemia de tesão . Sem pedir eu o afastei pulei da mesa e me postei em pé com a barriga escorada na mesa . — me come ssssim por trás . Falei em um tom sedutor . Ele me olhava como quem olha uma presa e começou a meter . Eu me segurava na mesa e ele metia com mais força e com uma mão começou a roçar meu grelo.
Estava indo a loucura quando ele puxa meu cabelo com força levando minha cabeça pra trás e pede — deixa eu comer esse cuzinho gostoso . Eu falei que sim e ele foi a loucura . Introduziu um dedo primeiro um pouco babado , amaciando a região e logo já entrou com o seu pau , devagar sentindo a musculatura relaxar por completo . Só nessa colocada eu gemi de tesão . E aí ele começou a socar com a mesma força que socava minha buceta.
Eu não contei que meu cu e meu ponto fraco . Eu gemia loucamente a cada estocada dele , o que aumentava seu prazer . Sentia o suor pingando nas minhas costas.
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