
Eu olhava para o Flavio enquanto ele sentava na borda da piscina, os pés mergulhados na água, o cabelo castanho liso caindo sobre a testa.
Dezenove anos, magro, com aquele sorriso que fazia meu estômago dar um giro e os olhos claros que pareciam ler tudo o que eu escondia. Estávamos juntos há quatro meses e ele já era parte da mobília da minha casa. Conhecia minha mãe, meu pai e a Sandra, minha irmã caçula.
Naquele sábado, por volta das seis da tarde, a casa ainda cheirava a café e protetor solar. Íamos a um Barzinho mais tarde, eu, o Flavio e a Sandra, mas ninguém havia começado a se arrumar.
Sandra entrou no meu quarto com o celular na mão e se jogou na minha cama, os seios balançando sob a camiseta fina. Ela tinha seios maiores que os meus e sabia disso.
“Teu namorado não tem um irmão?” ela perguntou, os olhos fixos no teto. “Alguém pra ir comigo. Ele é muito bonito, Luiza.”
Eu sorri, com aquela sensação de posse que aquecia o peito. “Mostra as fotos que ele manda,” ela pediu, sentando-se na cama de pernas cruzadas.
Eu peguei meu celular, abri a conversa e comecei a deslizar pelos nudes. O Flavio deitado, o peito magro, a linha do abdômen descendo até a cintura, a calça baixa mostrando o V do quadril. A Sandra se deitou ao meu lado, o ombro encostando no meu, e ficamos olhando as fotos juntas.
O calor do corpo dela ao meu era familiar, íntimo.
“E o sexo de vocês?” ela perguntou, a voz mais baixa. “Encaixou?”
Eu virei a cabeça para ela, sorri. “Ele não tem um pau enorme, mas sabe transar gostoso. Quando estamos sozinhos, transamos por horas.”
A Sandra fez uma cara que eu conhecia bem — lábios entreabertos, olhos brilhando, as pupilas dilatando. Tesão puro. Eu continuei: “Bem que ele podia ter um irmão, né? A gente trocava os irmãos.”
Ela riu, o som solto e quente no quarto. Então falou, meio brincando, meio séria: “Já que não tem, você vai dividir comigo, né?”
Eu e a Sandra já tínhamos feito isso antes — com amigos nossos, nunca com namorado. Mas a ideia ficou ali, flutuando entre nós como fumaça.
“Quer tentar seduzir ele no Barzinho hoje?” eu perguntei.
Ela mordeu o lábio inferior, os dentes brancos afundando na carne rosada. “Será que ele vai fazer algo?”
“Se fizer, eu posso chegar na hora e surpreender ele, falando que a ideia era minha. O que você acha?”
A Sandra topou na mesma hora. Os olhos dela brilharam como os de quem acabou de ganhar um presente.
Às onze da noite, eu vestia o vestido preto decotado, aberto nas costas, a barra terminando na metade da coxa. A Sandra escolheu um vestido com decote ainda maior — precisava, com aqueles seios — e um pouco mais fechado nas costas.
Maquiagem, batom vermelho escuro, cabelo arrumado. Estávamos gatas. Eu me olhei no espelho e vi o quanto a minha pele parecia convidar as mãos.
O Flavio chegou, camisa social com as mangas arregaçadas, o cabelo liso penteado para trás. A Sandra deu um beijinho na bochecha dele, os lábios encostando de leve na pele.
Eu então o agarrei, enfiei a língua na boca dele, me esfreguei no seu corpo, senti o tecido da camisa contra meus seios. Pisquei para ele e puxei a Sandra para o carro.
Eu sentei na frente com ela. No retrovisor, eu vi o Flavio no banco de trás, os olhos claros percorrendo o corpo da Sandra. Ela me sussurrou: “Ele retribuiu o olhar.” Eu sorri.
No Barzinho, a música já batia forte quando entramos. A Sandra conhecia o dono, então pulamos a fila. O som pulsava no meu peito, o cheiro de suor e álcool impregnava o ar. Começamos a beber.
O Flavio não era de beber muito, então ficou sentado numa mesinha enquanto eu e a Sandra dançávamos perto dele.
Nós rebolávamos. Eu virava o quadril, sentia o vestido subir nas coxas, os olhos do Flavio cravados em mim. A Sandra dançava ao meu lado, os seios balançando com o ritmo, o decote mostrando a pele branca.
Ela dava olhadinhas para trás, conferindo se ele estava olhando. Eu fingia não reparar, mas via tudo — a forma como os olhos dele passavam do meu corpo para o dela, a língua passando nos lábios secos.
Teve um momento em que precisei ir ao banheiro. Passei perto da Sandra, sussurrei no ouvido dela: “Vai pra cima.” Ela quase não reagiu, apenas um brilho nos olhos.
Eu me virei para o Flavio, dei um beijo na boca dele, a língua passando de leve. “Amor, vou no banheiro e já volto.”
Saí da pista, mas não fui longe. Eu sabia o que ia acontecer.
A Sandra me contou depois. Quando eu saí, ela parou de dançar, caminhou até a mesinha onde o Flavio estava e se inclinou. O decote escancarou os seios na frente do rosto dele.
“Nossa, esquentou,” ela disse, passando a mão na própria testa. “Vamos buscar algo pra mim beber? Você vai comigo, Flavio?”
“Claro,” ele respondeu, a voz um pouco rouca.
Ela segurou a mão dele, os dedos entrelaçando. “Pra ninguém passar a mão em mim,” disse, e foi andando na frente, o quadril balançando sob o vestido. Havia um bar na parte de baixo e outro na parte de cima. “Vamos no de cima, aqui está lotado,” ela falou.
“E a sua irmã?” ele perguntou.
“Depois eu falo que viemos pegar bebida para ela também.”
Os dois subiram. A escada estava cheia de gente, corpos suados esbarrando neles. Quando a Sandra conseguiu encostar no balcão para pedir a bebida, ela puxou o Flavio para trás de si. Ele ficou ali, o peito encostando nas costas dela.
Ela impinou a bunda, o tecido do vestido esticando sobre as nádegas redondas. No começo, nada. Ela continuou rebolando no sentido da música, o quadril deslizando contra ele. Até que sentiu — o volume duro da calça dele encostando nas nádegas.
Ela sorriu, continuou chamando o bartender, o corpo movendo-se no ritmo da música. O Flavio começou a encoxar ela de verdade. O pau duro pressionando entre as nádegas, o tecido fino do vestido quase não separando os corpos.
Ficou assim por dez minutos, ela sentindo o membro dele pulsar contra o corpo, até conseguir a bebida.
Ela pediu uma bebida, deu para ele provar. O Flavio colocou a boca no copo, bebeu um gole. A Sandra então bebeu no mesmo lugar, os lábios encostando onde a boca dele estivera. Sorriu.
“Vamos lá?” ela perguntou.
“Muito errado isso,” ele falou, a voz tensa. “Você é irmã da Luiza.”
A Sandra chegou perto, os lábios roçando a orelha dele. “Relaxa, gato. Ela sabe que estou fazendo isso. Estou a noite toda esperando você me agarrar aqui. E aí?”
O Flavio sorriu. E então beijou a Sandra. Um beijo gostoso, a boca dele abrindo a dela, as línguas se encontrando. Os corpos colados, a Sandra segurando o copo com as mãos entrelaçadas no pescoço dele.
O batom vermelho borrando toda a boca do Flavio. Quando se separaram, ela sorriu.
“Limpa aí e vamos descer.”
Eu os vi vindo. O Flavio com uma cara de bobo, os olhos arregalados, a boca manchada de batom vermelho. A Sandra sorrindo, os dois de mãos dadas, ela na frente. Ela piscou pra mim.
“Fui pegar uma bebida pra você, manaaaa,” ela falou, a voz animada.
Eu olhei para o Flavio. Ele estava sem graça, o corpo tenso, os olhos saltando de mim para a Sandra, sem saber se eu realmente havia deixado aquilo acontecer. O medo estampado no rosto.
“De quem é esse batom?” eu perguntei, apontando para a boca dele.
Ele arregalou os olhos, olhou para a Sandra, depois para mim. O puro pavor transparecendo no olhar claro.
Eu me aproximei, os lábios encostando na orelha dele. Senti o corpo todo estremecer. “Se for da minha irmã, então pode. É dela?”
Ele balançou a cabeça, a voz sumindo. “Sim.”
Eu abracei ele, os braços envolvendo o pescoço, os seios pressionando o peito dele. Olhei nos olhos claros, vi o medo se transformando em confusão, a confusão em alívio, o alívio em desejo. E falei, com a voz macia e quente:
“Vai ser seu presente de aniversário.”
O aniversário dele estava chegando. E eu já sabia o que ia dar.
Beijei Flavio com força, a boca ainda com o batom vermelho da minha irmã. Os lábios dele tinham o gosto de Sandra, e isso me fez puxar seu cabelo, aprofundando o beijo. Quando nos separamos, Sandra tomou meu lugar, a língua dela encontrando a dele.
Eu fiquei ao lado, observando, até que Flavio nos puxou pelas nuques, e os três ficamos ali, línguas se encontrando, bocas se misturando. Ele revezava entre mim e Sandra, e eu via os olhares ao redor no Barzinho. Homens nos encaravam como se Flavio fosse o cara mais sortudo do planeta.
O tesão subiu rápido. Sandra se afastou, os lábios inchados, e falou direto: “Vamos para motel?” Eu e Flavio trocamos um olhar e topamos na hora.
Na saída, me escondi no porta-malas do carro. No Barzinho eu tinha entrado normalmente, mas no motel seria diferente — a entrada, a recepção. Sandra entrou com Flavio, e eu saí do porta-malas quando estacionaram. Os três fomos direto para a cama.
O beijo triplo recomeçou, Flavio no meio de nós. Ele murmurou contra nossas bocas: “Meu Deus, parece um sonho.” Eu e Sandra rimos. Todos os caras com quem ficávamos juntas falavam a mesma coisa.
Começamos a despi-lo. Sandra puxou a camisa, eu abri o cinto. Quando ele ficou nu, tiramos nossas roupas — Sandra deslizou o vestido pelo corpo, eu fiz o mesmo. Nossas bocas desceram pelo peito dele, pela barriga, até chegar ao pau duro.
Eu e Sandra passamos a língua de cada lado, subindo devagar até a cabeça. Flavio gemia, as mãos em nossas cabeças, os dedos entre nossos cabelos. Revezávamos a chupada — eu sentia o pau macio com a saliva de Sandra, depois era ela quem engolia, a boca quente descendo até a base.
Sandra então subiu e sentou no rosto de Flavio. Ele começou a chupá-la, e ela se inclinou para mamar no pau dele. Eu fiquei com as bolas, lambendo, sugando, enquanto ela engolia o membro inteiro.
Era lindo ver — Sandra olhava para mim com o pau na boca, os olhos marejados, e eu falava: “Isso, irmã, chupa meu namorado.” Ela gemia com a língua dele em sua buceta, e eu amava cada segundo.
Até que Sandra saiu de cima e posicionou-se sobre o pau dele. Eu subi até o rosto de Flavio e sussurrei: “Pega nos peitos da minha irmã.” Ele sorriu, agarrou os seios grandes de Sandra, apertou. Ela se inclinou e ofereceu um mamilo à boca dele.
Eu comecei a chupar o outro seio, e Sandra foi sentindo no pau, descendo sem camisinha, no pelo. Sentava forte, o pau sumindo dentro dela, enquanto eu e Flavio mamávamos em seus peitos. Ela gemia: “Aaaiii, aaaaiii, que delícia…”
Eu cheguei perto da orelha dele e sussurrei: “Vai gozar dentro da minha irmã, amor? Soca gostoso e goza dentro dela… goza…” Ele socava forte, Sandra gemendo alto, os quadris batendo. Eu sentei na boca de Flavio e comecei a beijar Sandra.
Nossas línguas se encontraram enquanto ele nos comia — a mim com a boca, a ela com o pau. Sandra não aguentava mais, o corpo tremendo, e começou a gozar: “Aaaaaiii, aaaiiiiiii…” Eu estava quase gozando também, a língua de Flavio no meu clitóris.
Foi quando Sandra me olhou nos olhos, o rosto transfigurado de prazer, e falou: “O pau do seu namorado é uma delícia… Sempre quis dar para ele…” Naquele momento, gozei. Gozei na boca de Flavio, o gozo escorrendo pelo queixo dele.
E ele ouviu aquilo, não aguentou — socou fundo e encheu a buceta de Sandra de porra, jato após jato. “Aaaaiii, aaaaaiiiiii…” Eu sentia a boca de Flavio se molhando com meu gozo enquanto ele gemia dentro de Sandra.
Deslizei para baixo e enfiei a língua na buceta de Sandra enquanto a porra de Flavio escorria. Lambi tudo, a porra grossa misturada com o gozo dela, engoli cada gota. Subi e beijei Sandra, passando o gosto para ela.
Flavio nos observou por um segundo e depois se juntou ao beijo — os três agarrados, línguas se misturando, corpos suados e quentes. Ninguém quis ligar o ar-condicionado. O calor daquele monte de carne era bom demais.
Até que Flavio começou a endurecer de novo. Eu e Sandra nos posicionamos de quatro, bundas empinadas para ele. Ele abriu nossas nádegas, olhando os cuzinhos piscando e as bucetinhas molhadas. “Se beijem,” ele ordenou.
Eu e Sandra nos beijamos de quatro, e ele começou a pincelar na entrada da buceta dela, depois socou. Três minutos de bombada forte em Sandra, depois trocou para mim, enfiando na minha bucetinha e bombando. Revezou entre nós até que estávamos ambas implorando.
“Soca no nosso cuzinho!” eu e Sandra gritamos juntas.
Ele começou chupando o cuzinho de Sandra, a língua circulando, e depois posicionou o pau e começou a comer o cu dela. Ela gemia alto enquanto eu a beijava, as duas de quatro levando pica. Até que ele avisou: “Não vou aguentar…”
Eu escorreguei para baixo de Sandra, os seios dela contra os meus, e comecei a beijá-la enquanto me tocava. Ela também se tocava, o pau de Flavio entrando e saindo rápido do cu dela. “Aaaiii, aaaaiii, vou gozar, aaaaa, aaaaaaaa…”
Eu a ouvi gemendo, vi o rosto dela contorcendo, e comecei a gozar também. Mordi os lábios de Sandra, meus mamilos duros contra os dela. “Goza gostoso…” Ela gritou: “Aaaaiii, aaaaiii, gozandooo, fode meu cuzinho, fodeeee, aaaaaaa, aaaaa…”
Flavio gozou dois minutos depois, “Aaaaiii, delícia, aaaaiiiiii, que deliciiiaaaaa,” segurando a bunda de Sandra, enchendo o cu dela de porra. Os três caímos na cama, exaustos.
Descansamos um pouco, comemos algo da frigobar, e fomos para o banho. Lá teve mais sexo — Flavio me comendo contra o azulejo enquanto eu beijava Sandra sob a água quente.
Aquela noite transamos até às sete da manhã. Flavio gozou seis vezes. Eu e Sandra também. Quando o sol entrou pela janela do motel, estávamos os três deitados, suados, exaustos, sorrindo.
Eu olhei para Flavio, depois para Sandra, e soube que aquilo não seria a única vez eu queria ser uma cuckqueem de verdade. A cumplicidade entre nós três era real — e deliciosa demais para não repetir.
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