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Peguei filhos meu marido transando no quarto

03/07/2026 escrito por Amopornobr

Madrasta descobre que os filhos do seu marido andava transando dentro de casa, com casamento em ruinas buscou se aproximar deles durante os banhos.

 

Desde que o segredo dos filhos do meu marido, no caso meus enteados foi revelado, senti que, em todos nós, certas emoções haviam aflorado.

 

Todos tínhamos guardados em nós impulsos ocultos, coisas que escondemos, que sob certas condições ocupam espaços na nossa conduta e nas nossas relações.

 

E eu não era diferente. No fundo, ainda lutava com dilemas internos e travas que, pareciam ter algum poder sobre mim.

 

Pelo menos até o momento em que o filho do meu marido me penetrou e arrancou de mim o primeiro orgasmo depois muitos anos casada.

 

Isso teve um poder sobre mim que me tirou das medidas, e me tornou hoje outra mulher.

 

Naquela noite, quando ele veio ao nosso quarto, eu estava tão nervosa, e não tinha ideia do que poderia acontecer.

 

Eu via o filho meu marido, que já tinha dezoito anos, como um menino, e achava que faríamos uma espécie de brincadeira um com o outro já que pai dele vivia viajando a trabalho.

 

Imaginava que, como qualquer rapaz, ele teria toda a curiosidade do mundo nos meus seios.

 

Mas tudo foi tão diferente e inesperado, que ainda ficou comigo por toda a semana o prazer que tinha sentido com ele.

 

Quando levantei o lençol, lhe mostrando meu corpo nu, pensei que íamos ficar ali deitados nos tocando, algo assim.

 

Mas ele veio por cima de mim, se acomodando entre as minhas pernas. A respiração dele estava quente contra o meu pescoço, e eu sentia o peso do seu corpo jovem pressionando-me contra o colchão.

 

Ele começou a buscar o jeito certo de me penetrar, movendo os quadris com uma determinação e ritmo que me surpreendeu.

 

Confesso que peguei seu pau e o acomodei em mim mais por curiosidade em saber o que ele ia fazer.

 

Quero dizer, não acreditava que ele iria comer a mulher era casada com seu pai, mas foi o que aconteceu.

 

Ele me penetrou e começou a bombar seu pau jovem dentro de mim com força.

 

O som da nossa pele se encontrando enchia o quarto que eu dormia com meu marido— tac, tac, tac — ritmado e úmido.

 

E depois que ele gozou, filho do meu marido continuou metendo, me fodendo como um amante deve foder uma mulher casada.

— Aahh — escapou da minha garganta, sem que eu pudesse conter.

 

Sentia um prazer tão intenso, mas ao mesmo tempo não queria sentir isso, pelo filho do meu marido, apesar de eu ser madrasta eu me sentia a mãe dele, eu gostava de o tratar assim.

 

Eu resistia com todas as forças, apertando os lençóis com os punhos, virando o rosto para o lado, eu estava com vergonha de olhar para o filho do meu marido.

 

Ele segurava minhas coxas enquanto metia seu pau em mim de um jeito tão diferente. Cada embate me fazia arquear as costas que ja estavam suadas naquela horas.

— Uhhhn, Uhhhn — gemi baixinho, jeito de mulher casada sabe fazer pra ninguem saber que ela estava fazendo com outro homem.

 

Então, eu comecei sentir prelúdio de um orgasmo.

 

Tentei resistir como pude, contraindo os músculos, segurando a respiração, mas ele continuou metendo ainda mais forte eu não consegui tentar não gozar naquela hora.

 

O som mudou, ficou mais molhado — ploc, ploc, ploc.

 

Sentia como se tivesse perdido o controle sobre o meu corpo. Foi quando o orgasmo explodiu dentro de mim.

 

— S-sim, sim, sim! — gritei, sem reconhecer minha própria voz.

 

Era voz de mulher que tinha idade de ser a mãe dele.

 

E de repente, eu estava segurando o filho do meu marido, com as mãos na sua bunda e forçando ainda mais o seu pau dentro de mim.

 

Os dedos cravaram em sua carne, puxando-o para mais fundo, mais forte dentro de mim.

 

Foi algo que nunca senti com pai dele, meu marido.

 

Então, após o filho do meu marido me fez gozar dentro de mim, ficamos ali deitados, ainda abraçados.

 

Eu estava deitado com cara de quem acabou de gozar em mim, da forma mais pervertida que uma mãe poderia gozar com homem tinha idade de ser seu filho.

 

Sei que uma mulher pode gozar das formas mais surpreendentes, mas uma mãe ainda é mãe.

 

E no dia seguinte, tudo parecia muito confuso na minha cabeça.

 

Ao chegar em casa, como sempre, o filho do meu marido veio me receber. Só que dessa vez, com um selinho nos lábios, seguido de um abraço, tal como se fossemos namorados.

 

O pai dele ja tinha chegou mas estava tomando banho depois tia estressante de trabalho.

 

O toque de seus lábios foi leve, quase hesitante, mas o abraço foi firme, demorado, com as mãos descansando na minha cintura por um instante a mais do que seria adequado.

 

A minha filha, de 20 anos, na verdade ela era minha enteada do meu primeiro casamento que meu ex marido falecido me deu prazer continuar vivendo com ela. E ela sempre vinha me receber também. Ela normalmente me sorria no sofá e me estendia os braços.

 

Depois desse “ritual de encontro”, conversamos um pouco sobre como foi nosso dia.

 

Ela falou sobre a faculdade, sobre uma prova difícil, e eu ouvi, mas parte de mim ainda estava na noite anterior, no quarto, que eu estava deitada com filho do meu marido.

 

Tinha dias que entre esse momento e a chegada do meu marido, havia uma diferença de quarenta minutos a uma hora, e sempre tomava banho antes que ele chegasse, quando me encontrava de pijama.

 

Mas aquela noite foi diferente. Dessa vez, a minha filha quis tomar banho junto comigo.

 

Na hora não vi nada demais; afinal, até uns anos atrás era comum tomarmos banho juntas.

 

Mas ao ver por nós e nos ver entrar no banheiro juntas, o meu filho ficou ali parado com aquela cara.

 

Os olhos dele se moveram de uma para outra, e algo naquele olhar me fez parar por um instante.

— Quer vir também? — eu lhe perguntei, a voz saindo mais casual do que me sentia.

— Tá bem! — não levou mais que um segundo para dizer.

 

Enquanto me despia, vendo o meu filho e a minha filha fazerem o mesmo.

 

E não só a natureza da nossa relação havia mudado, mas a naturalidade da nossa nudez.

 

Antes, eu me cobria, virava de lado, fazia de conta que precisava de algo no armário.

 

Agora, ficava ali, sentindo o ar úmido do banheiro na pele, observando-os também.

 

Não demorou e, diante do corpo de uma mulher nua, o meu filho já não podia esconder a sua ereção, mesmo da frente da sua mãe e irmã.

 

O pau dele estava duro, apontando para cima, e ele não fez nenhum movimento para disfarçar.

 

E vê-los nus, agora me remetia ao seu crime. Não podia evitar de lembrar dos dois, um sobre o outro.

 

Mas em vez do choque, isso agora me excitava. Senti um calor subindo do meu ventre, uma pulsação familiar entre as pernas.

 

E quando o meu filho pegou o sabonete e começou a deslizar pelo meu corpo, eu me entreguei por um instante à sensação do seu toque.

 

Os dedos dele eram firmes, quentes, movendo-se com uma intimidade que antes seria impensável.

 

Ele me descia dos ombros até a base das costas, detendo-se ao chegar à minha bunda.

 

A palma dele se abriu, massageando, e eu senti as pernas fraquejarem levemente. Aquilo era algo novo para mim, e muito prazeroso.

 

Então, quando me virei de frente para ele, com meus seios quase lhe tocando, ele voltou sua atenção ao sabonete, e de novo o deslizava em mim, primeiro em volta de um, depois do outro seio.

 

Os olhos dele acompanhavam as mãos, e eu via a garganta engolindo a saliva silenciosamente.

 

Ao olhar para baixo e ver o seu pau duro, eu peguei na sua mão e a mantive onde estava.

 

Podia sentir o meu mamilo formigando, envolvido na palma da sua mão.

 

Ele então deslizou de novo o sabonete pelo meu corpo, até as minhas costas, dessa vez num abraço que me envolveu.

 

Sua pele molhada colou na minha, o pau dele pressionou minha barriga, e eu senti cada centímetro de sua rigidez.

 

Isso era uma coisa que meu marido era pra fazer. Mas era o filho dele que fez, eu já transava com filho do meu marido já algum tempo, mas as minhas mãos ainda continuavam trêmulas.

 

E como eu faria com meu marido, não resisti a fazer o mesmo com ele.

 

E o beijei. Na hora nem pensei direito, e quando vi, estávamos ali fazendo o que dois amantes fariam debaixo do chuveiro.

 

A boca dele abriu sobre a minha, a língua encontrando a minha com uma urgência que me tirou o ar.

 

A água escorria entre nós, quente demais, fria demais, eu já não sabia. Só que aquilo não teve um efeito apenas em mim.

 

Ao nos separarmos, ofegantes, vi pela primeira vez a minha filha nos observando com um olhar que não consegui decifrar mas que me fez perceber que, de alguma forma, tudo estava apenas começando.

 

Não sei se por ciúmes ou apenas curiosidade, de repente minha Filha também quis se juntar ao nosso abraço.

 

Senti o movimento da água morna mudar quando ela deu um passo em nossa direção, seus olhos fixos nos meus, depois deslizando para ele, e de volta.

 

Em segundos, éramos os três um só emaranhado de braços e mãos que se exploravam, sob a água morna que caía sobre nossos corpos nus.

 

Ela se encaixou entre nós com uma naturalidade que me surpreendeu.

 

Sua pele molhada deslizou contra a minha, seus seios pressionando os meus enquanto ela se virava para o meu filho.

 

Então, quando os dois se olharam, naquela sua cumplicidade antiga, e se beijaram nos meus braços, eu pude entender — finalmente, visceralmente — o que os levou a querer provar algo tão proibido.

 

Era uma intimidade que transcendia palavras, um idioma que só eles dois falavam.

 

Mas antes que pudesse me ater à razão, minha Filha  se virou pra mim.

 

Com toda naturalidade, me sorriu — aquele sorriso travesso que eu já conhecia de outras tardes, me deu um selinho.

 

Sua boca tocou a minha por um instante, quente, úmida.

 

Em seguida, tão surpresa quanto eu, daquela sensação, ela voltou a colar a boca na minha, e nos beijamos demoradamente, como numa brincadeira de mulher jovem se descobrindo.

 

Eu nunca estive com outra mulher, e aquele foi meu primeiro beijo… não exatamente numa mulher, porque isso ela não era… mas minha Filha!

 

Ela me surpreendeu e me beijou gente madura, ou pelo menos parecia imitar muito bem.

 

Com alguma desenvoltura, ela queria me mostrar que sabia beijar de língua e buscava a minha língua, dentro da minha boca.

 

Era estranha a sensação daquela língua me invadindo, mas foi a coisa mais erótica que eu já experimentei.

 

Minhas mãos, antes inseguras no ar, finalmente encontraram seu lugar: uma no pescoço dela, outra descendo pelo seu corpo molhado.

 

E, de tão excitada, já me arriscava a fazer o mesmo, chupando a sua língua e lhe oferecendo a minha, numa troca que me deixava sem fôlego.

 

De repente, estávamos os três naquela loucura, dividindo um beijo a três.

 

O meu filho se aproximou, sua boca encontrando espaço entre as nossas, e nossas línguas se misturaram em confusão deliciosa.

 

Nem preciso dizer que também foi o meu primeiro.

 

E foi realmente maravilhoso — a água caindo, nossos corpos colados, a impossibilidade de dizer onde eu terminava e onde eles começavam.

 

Enquanto nos explorávamos daquele jeito, minha mão direita deslizou pelo corpo dele, encontrando seu pau extremamente duro.

 

Segurei-o e o masturbava com movimentos lentos, sentindo a sua respiração ofegante contra os meus seios.

 

E quando menos esperava, ele gemeu com seu hálito quente na minha boca — “Ahh—” — e gozou no meio de nós duas, deixando a sua porra escorrendo entre as nossas pernas, misturando-se à água do chuveiro.

 

— Essa foi rápida, hein! — Minha Filha soltou, e nós rimos, o som ecoando no banheiro pequeno.

 

Foi mesmo uma experiência e tanto, que me mostrava um pouco do que eles tinham entre si, e que agora não tinham mais nenhum pudor em esconder.

 

E, partilhando da intimidade deles, eu via o quanto nem fazia ideia de tudo o que nos reservava nossa nova relação dentro de casa.

 

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