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Mesmo casada, transei com ex após 10 anos sem vê-lo

06/07/2026 escrito por Amopornobr

Mesmo casada, transei com ex após 10 anos sem vê-lo

 

Mulher casada viaja de férias para sua terra natal pra visitar sua mãe, sai a noite com as amigas das antigas e acaba encontrando o seu primeiro namorado.

 

Eu estava sentada na varanda da casa da minha mãe, em Fortaleza, sentindo o calor úmido da noite de junho grudar na minha pele.

 

O ar-condicionado do quarto estava ligado, mas eu preferia ficar ali, com o ventilador de teto girando preguiçosamente acima de mim, lembrando-me de quantos anos tinham se passado desde que eu sentira esse mesmo calor todos os dias.

 

Meu nome é Laura. Tenho quarenta anos, um metro e setenta de altura, cabelos curtos loiros que corto a cada três meses para manter o comprimento no queixo, peitos firmes que ainda me surpreendem quando me olho no espelho, e uma bunda redonda que eu malho duas vezes por semana no Rio.

 

Adoro marcar biquíni. Sempre adorei. Nasci nesta cidade, mas há mais de dez anos moro no Rio de Janeiro, onde conheci Carlos, meu marido, e onde tive meu único filho, Pedro.

 

Na semana passada, resolvi voltar. Carlos não pôde vir — uma reunião importante, um projeto que não podia esperar. Então viajei sozinha com Pedro, que nunca tinha visto onde sua mãe cresceu.

 

A primeira semana foi de reencontros familiares. Minha mãe cozinhando todas as minhas comidas preferidas.

 

Meu pai mostrando fotos antigas para Pedro, que fingia interesse mas ficava mais entediado a cada álbum.

 

Minha irmã mais nova, que agora tinha dois filhos e uma rotina que eu mal reconhecia.

 

Tudo era familiar e estranho ao mesmo tempo, como retornar a uma casa que você só visita em sonhos.

 

No sábado, Fernanda me ligou. Morena, cabelo longo até a bunda, a mais safadinha do nosso grupo desde os quinze.

 

Ela tinha um jeito de falar que fazia qualquer história parecer uma aventura.

— Laura, vou te buscar às oito. Tem festa na casa do Matheus, aquele que eu tô tentando pegar há três meses. Você vai conhecer ele.

— Não posso, Fernanda. Tenho que ficar com Pedro.

— Deixa com a sua mãe. Uma noite só. Você não curte Fortaleza há nove anos.

 

— Mãe, você cuida do Pedro até eu voltar? — perguntei, já sabendo a resposta.

 

Ela concordou antes mesmo de eu terminar a frase.

 

Às oito, Fernanda estava na porta buzinando, vestida de branco, perfume forte de jasmim, maquiagem que brilhava sob a luz amarela da varanda.

 

A festa era em uma casa no Eusébio, longe da praia, com paredão tocando forró eletrônico e sertanejo misturado.

 

Piscina cheia de gente jovem, cerveja em baldes de gelo, aquela energia específica de festa de interior que eu tinha esquecido que existia.

 

Eu estava deslocada no meu vestido preto simples, me sentindo a tia que veio visitar, até que vi Henrique.

 

Ele estava do outro lado da piscina, conversando com dois amigos, segurando uma long neck de cerveja.

 

Henrique. Meu primeiro namorado. O menino que me levou ao São João quando eu tinha dezesseis anos, que dirigiu seu carro até aquele lugar escuro depois do show, que tirou minha virgindade no banco traseiro enquanto eu gritava de dor e tesão, pedindo mais, pedindo tudo.

 

Ele me reconheceu na mesma hora. Seus olhos — ainda os mesmos olhos castanhos, agora com pequenas linhas ao redor — encontraram os meus através da multidão.

 

Ele disse algo para os amigos e atravessou a piscina, não pela borda, mas pelo caminho de azulejos ao redor, molhando os pés descalços.

— Laura.

— Henrique.

— Você continua gostosa como anos atrás. — Ele sorriu, aquele mesmo sorriso torto que eu tinha memorizado em fotos que eu destruí quando mudei para o Rio.

 

— Vamos tomar uma bebida?

 

Eu deveria ter dito não. Deveria ter mencionado meu marido, meu filho, minha vida construída em outra cidade.

 

Em vez disso, senti meu corpo inclinar-se para frente, como se a gravidade tivesse mudado de direção.

— Vamos — eu disse. — Mas tenho que beber pouco. Volto cedo para ficar com meu filho.

— Tudo bem.

 

Ele não cumpriu a promessa. Ou eu não cumpri a minha.

 

A cada long neck que ele me entregava, eu encontrava outra desculpa para aceitar.

 

A música ficava mais alta, a piscina mais convidativa, e eu estava na beirada, as pernas na água, rindo de coisas que não eram tão engraçadas.

 

Fernanda passou por mim, ergueu uma sobrancelha, e eu ignorei.

 

À uma da manhã, eu estava tonta. Não bêbada de cair, mas daquele tipo de tontura que faz o mundo parecer mais macio, mais possível.

 

Henrique apareceu ao meu lado, oferecendo água que eu não pedi.

— Vou te dar carona — ele disse. Não era uma pergunta.

— Minha mãe vai ficar preocupada.

— Mando mensagem que você tá comigo. Ela lembra de mim?

 

Lembava. Eu tinha contado para ela, aos dezesseis, que Henrique era diferente.

 

Que era amor. Ela nunca mencionou o nome dele depois daquela noite, mas eu sabia que ela lembrava.

 

Eu entrei no carro dele. Um sedan preto, diferente do Gol quadrado que ele tinha aos dezoito, mas com o mesmo cheiro — couro sintético, ar-condicionado ligado no máximo, algo de amadeirado no painel.

 

Ele dirigia com uma mão só, a outra no câmbio, e eu observei seus dedos, os mesmos dedos que tinham me tocado pela primeira vez, que tinham me ensinado o que era querer transar.

 

Não era o caminho para a casa da minha mãe. Eu sabia aos cinco minutos, quando ele pegou a avenida que levava para fora da cidade.

 

Não disse nada. Deixei que dirigisse, que a escuridão aumentasse, que as luzes da estrada ficassem mais espaçadas.

 

Quando ele parou, reconheci o lugar. O mesmo terreno baldio atrás do antigo posto de gasolina, agora abandonado, cercado por árvores de mangue que cresceram desordenadas.

 

Escuro como daquela primeira vez. Escuro como se o tempo não tivesse passado.

 

Ele desligou o motor. O silêncio do carro era pesado, preenchido pelo zumbido distante de insetos e pelo som da nossa respiração.

 

Eu olhei para ele. Ele já estava me olhando. E então vi que ele tinha desabotoado a bermuda, que seu pau estava para fora, duro, a cabeça brilhando na penumbra do painel.

 

Nenhuma palavra. Eu me inclinei, atravessei o console central, e abri a boca.

 

O gosto dele era o mesmo. Salgado, quente, a pele macia deslizando contra minha língua.

 

Eu chupei com uma fome que não sabia que carregava, fazendo sons que não fazia há anos — o estalo da boca, o ofegar quando eu levava até a garganta, o gemido que subia do meu peito quando ele empurrava para dentro.

 

Henrique segurava meu cabelo curto com uma mão, guiando minha cabeça, e eu deixava, eu queria, eu era aquela garota de dezesseis anos de novo.

 

Ele me puxou pelo braço. Jogou-me para o banco de trás, onde eu caí de bruços, o vestido subindo na minha cintura. Senti suas mãos em minhas coxas, abrindo-as, e então sua língua no meu cuzinho lambendo, penetrando, deixando-me molhada e solta.

 

Ele não tocava minha buceta, não precisava. Eu estava escorrendo, a calcinha encharcada, a pele arrepiada de expectativa.

 

Quando ele penetrou, foi sem delicadeza. Uma estocada única, profunda, que me fez gritar contra o couro do banco. Ele começou a meter, ritmo forte, regular, e eu acompanhei, empurrando minha bunda para trás, querendo mais, sempre mais.

— Vai, Henrique — eu gritei, a voz rouca. — Fode que a buceta é sua. Quero gozar no seu pau.

 

Ele respondeu com tapas. Na minha bunda, nas minhas coxas, marca de dedos que eu sabia que ficariam. Eu gemia a cada impacto, a cada enfiada, sentindo-me abrir, sentindo-me dele.

— Me come feito sua putinha de antigamente — eu implorava, as palavras saindo sem filtro, sem vergonha. — Me faz gemer, vai…

— Aiiiiii — eu gritei quando ele mudou de ângulo, batendo em um ponto que fazia minha visão estreitar. — Que tesão, que pica deliciosa. Enfia no meu cú.

 

Ele ouviu. Tirou de dentro de mim — eu senti a ausência como uma ferida — e posicionou na minha entrada traseira, já molhada por sua boca.

 

Entrou devagar, controlado, e eu senti cada centímetro, cada expansão, cada momento em que meu corpo cedia.

— Devagar, vai… — eu ofeguei, as unhas cravadas no banco. — Delíciaaaaa!!!

 

Ele acelerou. As batidas ficaram desenfreadas, o carro balançava, e eu perdi a capacidade de formar palavras, reduzida a gemidos e grunhidos, a pele escorrendo suor, a boca aberta contra o couro.

 

Então ele parou. Enterrou-se até a raiz, suas mãos apertando minha cintura com força suficiente para deixar marcas.

— Vou gozar dentro do seu cuzinho — ele rosnou, a voz quebrada. — Sua cachorra.

 

Eu senti. O pulso, o calor, o líquido quente enchendo-me, escorrendo quando ele retirou, deixando-me aberta, exposta, usada.

 

Foi rápido. Como da primeira vez. Como se nove anos não tivessem existido, como se eu não tivesse um marido, um filho, uma vida.

 

Ele se limpou com uma camiseta que encontrou no chão do carro. Eu me arrumei com as mãos trêmulas, o vestido manchado de suor e outros fluidos.

 

Ele me deixou na esquina da casa da minha mãe. Não entrou na rua minha mãe poderia estar acordada, poderia ver.

 

Antes de eu sair, ele segurou meu queixo, obrigou-me a olhar para ele.

— Minha putinha — ele disse. E sorriu.

 

Eu caminhei até a porta. Meu cú ainda escorria dele, uma sensação molhada e obscena a cada passo.

 

Minha mãe estava dormindo na poltrona da sala, o controle remoto na mão.

 

Pedro estava no quarto, dormindo profundamente.

 

Eu tomei banho. Deitei na cama de solteiro do meu quarto de infância. E soube, com uma certeza que me doeu no peito, que não queria voltar para o Rio.

 

Que queria ser a putinha de Henrique. Que aquele tinha sido o melhor sexo da minha vida.

Gostou deste conto da mulher casada foi viajar para casa da mãe na terra natal, encontrou o ex e acabou dando o cuzinho no banco de trás do carro. Quer ver outra historia de marido corno não desconfiava que a mulher dele estava dando para varios pedreiros na reforma da sua casa, clica aqui e assista.