
Meu nome é Claudia, tenho 49 anos, e naquela noite eu transei de novo com o filho do meu marido. Se você nao gosta de historias com varias quebras taboo, pode sair.
Meu marido trabalhava como vigilante era negro lindo e eu sempre fui sortuda nisso, só que o tempo passa e gás do meu marido também passou e aliado ao trabalho noturno foi enfraquecendo demais na cama.
Praticamente eu como madrasta e filho do meu marido passávamos maior parte da noite sozinha em casa bem longe aos olhos do meu marido.
Era sempre a noite eu encontrava o filho meu marido depois do banho dele, eu já roupão eu nem usava calcinha quando estávamos só eu e o filho do meu marido em casa.
Não sabia dizer que horas eram exatamente, mas aquele dia eu acho era umas onze da noite.
Eu ainda estava acordada, deitada de bruços na cama, mexendo no celular, pensando adivinha em que fazer sexo com filho do meu marido. Vestia uma camisola vermelha de cetim, curta, e o edredom cobria meu corpo até a cintura.
O quarto estava escuro, iluminado apenas pela tela do aparelho que eu segurava.
A porta se abriu sem nenhum aviso. Sem batidas, sem permissão. A luz do corredor invadiu o quarto de uma vez, cegando-me por um instante.
Eu levantei a cabeça do travesseiro, piscando, e lá estava ele. Otavio. O filho do meu marido moreno lindo uma versão como deveria ser meu marido quando jovem.
Ele entrou só de cueca boxer preta e chinelos nos pés. O volume na frente do tecido já estava meio duro, marcando claramente o que ele queria, e não era so dar boa noite pra esposa do seu pai.
A pele dele brilhava levemente, ainda com o vapor do banho recente subindo dos ombros largos. Ele fechou a porta atrás de si e ficou parado, me olhando.
Conhecia aquele olhar daquele rapaz de 18 anos. Aquela cara de quem está faminto há dias pela mulher do seu pai e finalmente encontrou a refeição.
Ele não disse nada de imediato. Apenas encarou, os olhos castanhos quase pretos na penumbra do quarto, percorrendo meu corpo deitado.
Eu levantei mais a cabeça, sentindo o coração começar a bater mais forte. — Bernardo… — comecei, mas ele já se movia.
— mãe… — sim ele me chamva de mãe, mesmo eu não sendo, ele disse baixinho, a voz rouca, olhando diretamente nos meus olhos. — Cheguei tardão da noite. vim ver se voce estava acordada.
Ele nem esperou minha resposta. Tirou a cueca e jogou no chão com um movimento rápido, e o pau dele balançou entre as coxas, meio duro, meio mole, pesado.
Vinte e um centímetros que eu já conhecia bem. Senti minha buceta contrair sozinha, molhar na hora. Sempre era assim antes de transar com ele. Meu corpo traía minha boca antes mesmo de eu abri-la.
Bernardo subiu na cama sem cerimônia. Puxou o edredom com força, arrancando-o de cima de mim, e avançou entre minhas pernas. Seu corpo musculoso cobriu o meu por completo. Ele me beijou, enfiando a língua fundo na minha boca, chupando como se eu fosse um sorvete derretendo, algo para ser devorado rápido antes que acabasse.
— Para, Bernardo… — eu sussurrei quando ele soltou minha boca por um segundo. — Eu nem escovei os dentes. A gente não pode…
Minha voz saiu fraca, quase um gemido. Ele riu, o hálito quente no meu pescoço, e mordeu minha orelha.
— Depois, mãe. Depois você escova.
Sempre era loucura quando transávamos. Ele começou a descer minha camisola, a língua quente lambendo meus peitos, chupando um mamilo com força, depois mordendo o outro até eu arquear as costas, arrepiada de ponta a cabeça.
Cheio de energia, cheio de vontade. Sua mão desceu entre minhas pernas, dois dedos grossos entraram de uma vez na minha buceta molhada, e ele começou a foder rápido, afundando, girando.
O som úmido encheu o quarto. Squeque, squeque, squeque. Apenas o barulho dele me penetrando com os dedos.
— Olha só… — ele disse rindo, sabendo exatamente o que estava fazendo, sabendo que meu marido dormia em outro lugar, que eu estava sendo dele naquela cama.
— Já tá encharcada pra mim, mãe? Sua buceta tá pedindo meu pau, né? Você não transou com meu pai ontem, né?
Balancei a cabeça, confirmando. Não havia transado. Não transava há semanas.
Naquele momento, não me aguentei. Abri mais as pernas para ele, oferecendo, suplicando sem palavras. — Me fode, filho… por favor… me fode forte.
Ele não esperou. O pau dele já estava duro, roxo na cabeça, pulsando. Virou meu corpo de lado, levantou minha perna direita sem pedir licença, e enfiou tudo de uma vez.
Como foi gostoso. Eu me senti amada por aquele rapaz que morava comigo. O pau entrou rasgando minha solidão, me dando a liberdade sexual que sempre quis e nunca tive meus casamentos anteriores. Bernardo segurou meu quadril com força e começou a meter fundo, batendo as bolas contra minha bunda a cada estocada.
Plac! Plac! Plac!
— Puta que pariu, mãe… — ele gemeu. — Rebola mais, rebola mais, não para.
Fiquei maluca de tesão. — Eu sou sua… aí, caralho… sou uma puta querendo dar pro meu filho.
Empinei a bunda para ele meter mais fundo. Ele me fodeu assim de lado por um minuto, dois, talvez três. Perdi a noção do tempo.
Depois me virou de quatro, segurou meu cabelo como se fosse rédea, e meteu com força brutal, batendo a pélvis contra minha bunda com estalos altos. Cada estocada fazia meus peitos balançarem descontroladamente.
— Olha esse cu, mãe… — ele disse, a voz rouca. — Tá piscando pra mim?
Meu corpo entregue ao prazer. Eu só conseguia gemer, ofegante. — Sim… é só pra você… usa ele como quiser.
Ele puxou meu cabelo com força, fazendo minha cabeça erguer, e posicionou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho.
Eu desci a cabeça devagar no travesseiro, sentindo-o entrar, me abrindo, me preenchendo. nas primeiras vezes eu sentia dor, muita dor, era desconfortável, mas depois tempo era mais tranquilo.
E hoje quando sento que foi até o fundo, ele segurava meu quadril com as duas mãos e começou a me comer com força selvagem. Eu rebolava contra ele, apertando os músculos do ânus em volta do pau dele, querendo sentir cada centímetro.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele mandou.
Eu olhei para trás, para a cara dele, enquanto me fodia.
Estava toda suada, babando no travesseiro, e comecei empurrar meu quadril mais forte de encontro da pelve dele.
Transbordando de tesão, pedi o que sempre pedia: — Me enche, Filho… goza dentro, goza dentro da sua mãe…
Ele disse algo que não ouvi direito, a mente embaçada, mas lembro que acelerou, quase gozando.
Me empurrou para baixo, me fazendo deitar de bruços com a cara no travesseiro.
Montou em cima de mim, pernas abertas, e meteu de cima para baixo, bem fundo, quase me esmagando contra o colchão.
Era a posição mais bruta de todas. Eu mal conseguia respirar, só gemia abafado, imaginando que meu marido jamais faria aquilo comigo, jamais me possuiria daquele jeito.
— Vou gozar, mãe… — ele repetia, ofegante. — Vou gozar, mãe… vou gozar pra mim, mãe…
Eu levava lá, bem gostoso, o tesão a mil, e respondi com muita dificuldade: — Goza, filho … goza tudo dentro de mim!!!
Ele deu mais três estocadas brutas e gozou fora. Senti os jatos quentes, grossos, melando minha bunda inteira.
A porra escorreu pela minha coxa, sujando os lençóis, marcando tudo.
Bernardo desabou ao meu lado, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. Puxou minha cabeça para o peito dele, me segurando ali, no calor dele.
Eu ainda tremia, confusa, a buceta latejando, a bunda cheia da porra dele. Só consegui dizer, num sussurro: — Eu te amo, meu amor…
Sabia que naquela noite ia ter de novo. E eu ia abrir as pernas de novo, feliz, quantas vezes ele quisesse.
Depois descansamos. Levantei, ele foi para casa dele.
Coloquei minha roupa e os lençóis todos para lavar na máquina, para quando meu marido chegasse, estar tudo já no varal, secando, sem nenhum vestígio do que acontecera naquela cama.
Esta mãe se cansou de ser invisível para o marido e virou a puta particular do jovem filho do marido. Quer assistir um video de outra mãe carente? [QUER ASSISTIR TODO O CONTEUDO AGORA] e se delicie e desbloqueie todo o conteúdo do site por preço mínimo!