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Eu vi a Filha da Minha Esposa se tocando no sofá, p1

19/05/2026 escrito por Amopornobr

 

Cheguei em casa no final do dia, ao entrar em casa eu vi ela sentada no sofã.

 

Anna Beatriz a filha da minha esposa que era minha enteada. Eu gostava de ser padrasto dessa menina que eu criei desde os quinze anos, que tinha chegado na minha vida como uma adolescente magrela de olhos assustados e que agora, aos vinte e dois, era uma morena alta com corpo escultural daqueles que fazem qualquer homem babar.

 

Ela estava com ombros encostados no encosto do sofá, os seios pequenos e firmes empinados para cima, mamilos escuros bicos de bala dura.

 

O bumbum grande e redondo que sempre me fazia desviar o olhar quando ela passava de shortinho pela casa estava esparramado no assento, coxas grossas.

 

Mas dessa vez não tinha para onde desviar. Não tinha shortinho. Não tinha camiseta. Não havia camuflagem.

 

O short dela estava jogado no chão, ao lado da mesinha de centro. A calcinha fio-dental branca descansava perto, toda molhada, manchado de um amarelado translúcido que denunciava o que ela tinha feito antes de eu chegar.

 

Talvez ela estivesse se tocando há minutos. Talvez horas. As pernas abertas no sofá, uma mão enfiada entre as coxas grossas, dedos enfiado na buceta depilada, lisinha, rosada, inchada de tesão.

 

Os lábios carnudos, inchados com masturbação e  grelinho dela estava duro, aparecendo entre os lábios, ela se tocava com o dedo médio, devagar e gemendo baixinho.

 

— Ahhh… — ela sussurrava para si mesma, olhos semicerrados, a outra mão apertando um dos seios pequenos, beliscando o bico escuro entre o polegar e o indicador.

 

Meu pau endureceu na hora. Sem aviso. Latejando dentro da calça jeans, inchando tanto que doeu, a cabeça esmagada contra minha calça.

 

Fiquei parado ali, coração martelando contra as costelas, sem saber se corria ou ficava.

 

Mas a voz na minha cabeça gritava para eu dar meia-volta, sair pela porta, fingir que não vi nada.

 

Mas os olhos não obedeciam. Ficavam ali, fixos na visão de Anna Beatriz se tocando no sofá da sala, a mesma sala onde tínhamos assistido filme de domingo, onde ela fazia lição, onde eu a tinha visto crescer.

 

Ela abriu os olhos. Lentamente, como se estivesse saindo de um sonho. Os olhos escuros, quase negros, encontraram os meus através do espaço que separava a cozinha da sala.

 

Em vez de gritar, de fechar as pernas, de se cobrir com uma almofada ou sair correndo para o quarto, ela parou por um segundo.

 

Os dedos imóveis entre as coxas, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos duros apontados para o teto.

 

Me encarou direto nos olhos, sem pudor, sem medo de ser pego pela mãe dela, sem a vergonha, continuou.

 

Os dedos voltaram a foder a bucetinha dela, agora mais fundo, dois dedos entrando e saindo com um barulhinho molhado, schlick schlick, o som obsceno enchendo a sala silenciosa.

 

O suco ja escorria pela rachinha até o sofá. Ela não desviou o olhar. Os olhos escuros cravados nos meus, a boca entreaberta, a língua passando pelo lábio inferior.

 

— Olha pra mim, — ela disse, voz rouca, arranhada de prazer, sem tirar os olhos de mim. — Tá vendo como eu tô molhada? Essa buceta tá piscando pra você desde que eu comecei.

 

Eu não aguentei. Minhas mãos foram para o cós da calça jeans antes que meu cérebro pudesse aprovar o movimento.

 

Abri o zíper, e tirei minha pica pra fora, grossa, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo que já vazava da fenda.

 

Comecei a bater punheta devagar, punho fechado ao redor da base, subindo até a cabeça e descendo,  olhando pra ela se dedando na minha frente.

 

A safada sorriu. Ela parecia estava esperado por isso, como se tivesse planejado cada segundo.

 

Ela abriu mais as pernas, os joelhos caindo para os lados, as coxas se abrindo como um livro, e puxou os lábios da buceta com os dedos pra me mostrar tudo, o buraco apertado piscando.

 

— Bate essa pica pra mim, vai… — ela gemeu, enfiando três dedos agora, fodendo a buceta ainda mais com força, a mão entrando e saindo, os dedos desaparecendo até a base e saindo brilhantes de suco, o barulho molhado ficando mais alto, schlick schlick schlick.

— Eu quero ver você gozando enquanto eu gozo na sua frente.

 

O som dos dedos dela na buceta molhada enchia a sala.

 

Eu apertava a pica, subia e descia a pele, o punho bombeando com mais força agora, imaginando como seria enfiar aquilo tudo lá dentro.

 

A cabeça do meu pau latejava ao ver a imagem de Anna Beatriz se tocando se sobrepunha a qualquer pensamento racional, qualquer noção de certo ou errado queimando como papel no fogo.

 

Eu via os dedos dela entrando, a carne se abrindo ao redor deles, o suco escorrendo pelo períneo, molhando o sofá, molhando tudo.

 

Ela começou a rebolar os quadris, o movimento circular, o polegar esmagando a pérola dura enquanto os outros três dedos fodiam o buraco.

 

O corpo dela tremendo, os seios pequenos balançando com o movimento, os mamilos duros apontados para mim como faróis.

 

— Ahhh porra… eu tô gozando… olha pra mim…

 

Ela arqueou as costas, seios empinados para o teto, a coluna formando um arco perfeito, buceta contraindo nos dedos, jorrando um esguicho fino que molhou o sofá.

 

O gemido dela foi alto, desesperado, um grito que pareceu rasgar a garganta, corpo convulsionando enquanto ela gozava bem na minha frente, olhos fixos nos meus, buceta piscando sem parar, os lábios inchados se contraindo em espasmos, tudo exposto, tudo meu para ver.

 

Eu quase gozei ali mesmo. A porra subiu pela haste como lava, os testículos se apertando, o pau pulsando pronto para explodir. Mas segurei.

 

A dor de segurar era quase insuportável, mas eu não queria acabar. Não ainda. Não assim.

 

Ela tirou os dedos devagar, um por um, saindo da buceta com um som de sucção, pop pop pop, fios de porra esticando entre eles como teias de aranha.

 

Levou os dedos à boca, lambendo eles, a língua rosada passando entre cada um, limpando o próprio líquido, olhando pra mim com um sorriso sujo.

 

Mas em vez de pegar as roupas e ir pro quarto, em vez de se vestir e fugir, ela ficou ali. Pernas abertas, buceta brilhando de porra dela própria, o suco escorrendo pela rachinha até o cuzinho, até o sofá, formando uma poça escura no tecido.

 

Quer saber porque a enteada permaneceu no sofã olhando para o Padrasto, acompanhe toda saga.

 

 

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