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Minha Esposa Corna da propria Irmã

11/05/2026 escrito por Amopornobr

Você era meu, e essa verdade se cravou fundo naquela noite, três anos atrás, quando ajudei aquele casal de amigos a conceber um herdeiro. Eu te disse para sentar na poltrona do canto. Você obedeceu. Seus olhos estavam cravados enquanto eu fodia outra mulher na nossa cama. Você não desviou o olhar nem pra se arrumar na poltrona. Quando eu gozei, suas pupilas se dilataram, seu peito arfava. Foi ali que desisti de tentar te entender.

 

Quando sua irmã veio morar conosco, o ar da casa mudou. Clara tinha acabado de completar dezoito anos. Ela era um reflexo distorcido de você — mesma curva do queixo, mesmo tom de pele que parecia porcelana sob a luz da sala, mas mais jovem, mais macia, com aqueles olhos castanhos que baixavam toda vez que eu cruzava o corredor de roupão. Seu corpo havia mudado depois do nosso construímos uma família. Você sabia disso. Eu via como você evitava espelhos, como o roupão off-white ficava mais folgado em lugares que antes se ajustavam. E Clara… Clara andava pela casa com vestidos curtos que marcavam a cintura e coxas, botas de cano curto, brincos de penas balançando contra o pescoço fino.

 

Eu te perguntei se você queria que eu a tocasse. Você não respondeu com palavras. Você simplesmente apenas assentiu, uma vez, devagar. Nossos pais torceram o nariz quando sua irmã. Amigos sussurraram. A casa alugada dos meus tios, se tornou nosso refúgio de julgamentos. Mas você não se importava. Você queria ver.

 

A primeira noite com Clara aconteceu numa terça-feira. Eu a chamei no quarto. Ela entrou com passos silenciosos, descalça, a camisola branca colado às coxas. Eu te disse para sentar na mesma poltrona. Você se acomodou, o roupão abrindo nas pernas, revelando a pele que eu conhecia de memória. Sua irmã parou na frente de mim. Eu levantei a mão e toquei seu rosto. Ela sabia o porque ela tinha vindo no nosso quarto aquela noite.

 

Ela tremeu um arrepio que percorreu do queixo até a base da garganta. Seus olhos procuraram os meus, procurando permissão, procurando ate onde poderíamos ir na sua frente. Eu já sabia ate onde eu iria, mas sua irmã, não.

 

“Vai ficar aí parada?”, eu te disse, olhando para você. Você engoliu em seco e se aproximou da sua irmã, e sua irmão te olhou e você sem olhar para os olhos dela começou a retirar o vestido do lindo corpo dela”. Sua irmã não esbolsou qualquer ação e aos poucos perdeu ate a timidez. Os dedos finos desceram pelos botões, um por um, revelando a pele morena, os seios pequenos com mamilos escuros já rígidos pelo ar condicionado.

 

O vestido caiu no chão como pétalas. Sua irmã ficou ali, de renda branca na bunda, as pernas levemente tremulas. Eu me levantei. Minhas mãos — grandes, calejadas — percorreram a curva da cintura dela, puxando-a contra mim. Ela sentiu meu pau duro através do tecido da calça. Um gemido abafado escapou dos lábios da sua irmã.

 

Você observou. Se afastou e sentou-se no sofá. Sua mão desceu para o próprio colo, os dedos desaparecendo sob o roupão. Eu vi o movimento rítmico, discreto. Você se molhava vendo eu tocar outra mulher. Eu deitei Clara na nossa cama. Ela abriu as pernas sem que eu pedisse — submissa, obedecente, esperando ser usada. Eu arranquei a calcinha, jogando-a no chão.

 

A buceta dela estava encharcada, os lábios inchados de tanto querer algo que preenches-se. Eu mergulhei dois dedos dentro dela. Ela arqueou as costas, a boca aberta num gemido mudo. Squelch. O som obsceno encheu o quarto. Eu bombei os dedos, esticando-a, preparando-a para o meu pau. “Olha bem”, eu te disse, olhando para você na poltrona. Seus dedos se moviam mais rápido agora. Você mordeu o lábio inferior. “Olha o que eu vou fazer com ela.”

 

Eu tirei os dedos e os substituí pela minha pênis. Empurrei devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido pela boceta molhada da sua irmã. Ela gritou um som agudo, desesperado. Aaah— Suas unhas cravaram nos lençóis. Eu não parei. Fodi-a com força, estocadas profundas que faziam o corpo dela deslizar na cama. Slap, slap, slap. O som da minha pele batendo contra a dela ecoava junto com os gemidos dela.

Uhnn— mais— por favor—

 

Eu olhei para você. Seus olhos estavam fixos no ponto onde eu entrava e saía de Clara, onde meu pau brilhava com os líquidos dela. Você se masturbava abertamente agora, os dedos enfiados dentro de si, o roupão totalmente aberto. Eu virei Clara de quatro. Puxei seu cabelo castanho para trás, expondo o pescoço. Entrei nela novamente, mais fundo dessa vez.

 

Ela choramingou, o corpo tremendo, pedindo pra parar porque estava com vergonha. Ahh— ahh— Eu fodi-a sem piedade, socando cada centímetro do meu pau dentro daquela boceta apertada. Eu sei que você não se importou de ser mais uma vez sendo uma esposa corna bem na minha frente.

 

Você se levantou da poltrona. Aproximou-se da cama, os olhos vidrados, a respiração irregular. Você sentou na borda, a mão estendida, tocando meu pau enquanto eu entrava e saía de Clara. Seus dedos seguraram minha base, sentindo a umidade, a temperatura, a força de cada estocada. Você gemia junto com ela agora porque vc estava se tocando vendo tudo aquilo, eu sei…

Eu gozei dentro de Clara. Jatos quentes de esperma enchendo-a, transbordando pela boceta fodida. Ela gritou mais alto, o corpo convulsionando em orgasmo. Ahhhn— Eu fiquei dentro dela por um momento, respirando pesado, sentindo o último espasmo esvaziando meu testículo.

 

Quando eu saí, o esperma escorreu pela coxa dela. Você se inclinou. Sem que eu pedisse, sem hesitação, você colocou a boca na buceta de Clara. Sua língua lambeu o líquido branco, limpando-a, saboreando a mistura do meu gozo com os fluidos dela. Clara estremeceu, sensível demais, mas não se afastou. As duas ficaram ali — você lambendo, ela tremendo — unidas de um jeito que eu nunca tinha visto antes. Depois, deitadas na cama, vocês duas conversaram em sussurros.

 

Clara brincou com uma mecha do seu cabelo. Você sorriu. As antigas brigas, as confusões familiares — tudo parecia ter evaporado.

 

Naquela noite, enquanto Clara dormia entre nós, eu fiquei acordado olhando para o teto. Pensei em copos cheios de esperma, em engravidar outras mulheres, na sua mão segurando meu pau enquanto outra sentava até o talo. Pensei na colega de trabalho que achou tudo estranho, que disse que choraria se fosse você. Eu não chorei. Você não chorou. Nós apenas… assistimos. O que você mais queria é ver eu gastar toda a minha energia com outra mulher. Não importa em quem.

 

Você quer ver o momento em que eu perco o controle, em que cada estocada é uma confissão crua do que meu pau queria estar dentro de outra mulher, menos você. Talvez seja um desalinhamento de valores. Talvez eu seja sortudo. Talvez amaldiçoado.

 

Mas naquela noite, enquanto Clara respirava suavemente ao meu lado e você dormia com a mão pousada na minha coxa, eu percebi algo: eu não precisava entender. Eu só precisava continuar fazendo tudo que fazia com sua irmã.

 

E você continuaria assistindo, mordendo o lábio, os olhos escurecendo de desejo, até que eu voltasse para você temporariamente esvaziado, mas sempre seu. Minha esposa (30) e eu (28) estamos juntos há cerca de sete anos. Há uns três anos, ajudamos uma amiga próxima minha e a esposa dela a ter um herdeiro, e minha esposa descobriu que gosta muito de me ver transando com outras mulheres.

 

Ate ai tudo bem, o problema quando veio a prima-postiça dela morar conosco, ela tinha 21 anos recém completado, que por sinal é muito parecida com minha esposa. Só que minha esposa depois teve nosso “herdeiro” caiu bastante o corpo ela tinha. Isso já faz tempo e estamos morando juntos em uma casa que alugamos dos meus tios, meus irmãos acham tudo isso esquisito e meus pais não aprovam abertamente.

 

 

Mas a minha esposa esta bem com isso, ela sabe que eu transo com irmã biogoloca dela. Muitos talvez não gostasse de ver seu irmão ou irma transando intensamente com seu conjugue na sua frente, talvez vomitariam, mas minha esposa gosta. Assim que percebi o prazer minha esposa tinha com isso, eu custei pra entender e chegou ponto que desisti de tentar entender minha esposa. Acho que é em parte ver uma imagem quase espelhada de si mesma se divertindo com marido dela.

 

Minha cunhada, no entanto, não assiste quando minha esposa e eu transamos. Assim tive minha primeira noite com minha cunhada, minha esposa ate melhorou a relação dela com minha esposa, coisa elas sempre tinham um treta ou outra.

 

Minha esposa já transou comigo e as outras amigas, mas com irma dela, ela nunca quis, acho diferença de idade pesou neste aspecto, ela sabia que preferiria sim dar toda atenção para amiga e ela ficar no máximo segurando o meu pau enquanto a irmã dela sentada ate o talo. Eu relatei para uma amiga do trabalho a qual já transei como ela algumas vezes, ela acho estranho o comportamento da minha esposa, ela falou se fosse como o marido dela ela choraria se visse ele realmente transando com outra mulher muito mais jovem.

 

Eu ate pensei gozar num copo e dar para outra mulher engravidar de mim. Acho ali sim eu percebi minha esposa queria se divertir assistindo tudo isso, ela não se importa que eu transe ate mesmo com esposa do vizinho aqui de casa.

 

Se um futuro chegar a terminarmos com irmã dela, minha esposa vai querer que eu incluir outras mulheres. Eu pessoalmente simplesmente não consigo entender o desejo da minha esposa em fazer isso. Parece um desalinhamento de valores. Alguns me chamam de sortudo, outros de amaldiçoado, dependendo da lente moralidade aplicada.

 

Eu sinceramente não acredito que ela esteva transando com outros caras nas minhas costas, ela quer ver eu gastar toda a minha energia socando cada sentimento do meu pau na vagina de outras mulher, indedente que seja, maior prova disso é na irmão dela. Fazemos sexo cerca de 2 a 3 vezes por semana e uma vez por semana incluímos a irmã gêmea dela. Eu e irmã dela somos muito íntimos fisicamente.

 

Talvez minha esposa goste de me ver em ação com irmã dela. Minha cunhada, no entanto, gosta muito de ser impotente diante de alguém, mas ela aprecia saber que eu pararia se ela se machucasse.

 

As únicas regras que tenho é que minha cunhada e eu decidimos quando vamos transar e que minha cunhada é livre para namorar outras pessoas. A única regra da minha esposa é que ela assiste. Eu costumo a gozar dentro da minha cunhada, tanto ela como minha esposa tomam

anticoncepcional.

 

Minha cunhada gosta de ser submissa aos caprichos de outra pessoa e minha esposa decidiu por vontade própria fazer sexo oral na irmã dela, deixando sua vagina toda limpa do meu esperma. No geral, a minha esposa e irmã dela são bastante unidas.