
Sogra Líder religiosa respeitada, precisa transar com Genro, pra continuar fodendo a filha do seu marido que dormia bêbado no quarto ao lado.
Há três anos eu me casei com Melissa, uma mulher de olhos escuros quase negros, cabelos longos caindo abaixo dos ombros, seios médios que eu conhecia bem demais, e uma bunda enorme que sempre chamava atenção quando ela passava.
Éramos jovens, tínhamos nossa casa modesta, e fazíamos parte daquela comunidade religiosa dirigida por Beatriz, minha sogra.
Eu nunca tinha desconfiado de nada até aquela sexta-feira.
Melissa tinha fugido de casa aos quinze anos, depois de uma briga feia com os pais.
Voltou em pouco tempo, e desde então eles a tratavam com uma frescura irritante, satisfazendo qualquer capricho dela.
Até depois de casada, ela mantinha aquele poder sobre eles. Naquela sexta, os pais dela vieram visitar, e Beatriz veio junto, como fazia às vezes, hospedando-se no quarto de hóspedes.
Eu sempre fui observador. Minha mãe dizia que eu enxergava o que outros não viam, e era verdade. Aquela tarde, fui ao quarto buscar uma camisa que Melissa tinha guardado lá.
A porta estava entreaberta. Eu parei. Vi minha mulher aproximar-se por trás da minha sogra, que estava debruçada arrumando algo na cômoda. A mão de Melissa deslizou rápido, enfiou-se na bunda da mãe dela e apertou com força.
Dona Beatriz deu um pulo, virou-se, deu um tapa seco na mão de Melissa. Mas eu vi o que elas não viram que eu via: o sorriso rápido de Melissa, o rubor que subiu pelo pescoço de dona Beatriz, o jeito como nenhuma das duas realmente se surpreendeu.
Já tinha acontecido antes e muitas vezes. Eu não disse nada. Mas comecei a observar melhor.
À noite, antes de dormir, passei pelo corredor e ouvi sussurros vindos do quarto de hóspedes. Minha esposa estava lá, de pé junto à cama onde minha sogra estava sentava.
Elas se calaram quando minha sogra passou carregando toalhas. Depois voltaram a murmurar, mais agora.
Dona Beatriz gesticulava, parecia repreender a minha esposa e ela por sua vez estava com braços cruzados, impassível.
Mais tarde, quando subi para dormir, vi dona Beatriz no banheiro do corredor.
Ela chorava, cobria o rosto com as mãos, enxugava rápido quando ouviu passos.
Eu sabia. Havia algo acontecendo, algo que envolvia minha mulher e mãe dela aquela mulher de quarenta anos, gordinha, recatada, líder da comunidade.
Minha esposa não desconfiava de nada quando me deitei ao lado dela, fingindo sono. Esperei.
Ela dormiu, seu corpo se afrouxando, a respiração ficando regular. Eu continuei de olhos abertos, fixos no teto, contando os minutos.
Por volta da meia-noite, levantei sem fazer barulho. Desci as escadas descalço, atravessei a sala escura, saí pela porta dos fundos.
A janela do quarto de hóspedes dava para o lado externo da casa, escondida entre dois arbustos. Eu tinha notado isso quando podamos o jardim no mês anterior.
Dei a volta pelo terreno molhado, o gramado frio sob meus pés. A janela estava aberta, um palmo de espaço entre o vidro e o caixilho.
Empurrei devagar, centímetro por centímetro, até conseguir enxergar.
Elas estavam de pé, frente a frente, no meio do quarto. Melissa falava baixo, mas eu ouvia a dureza na voz.
Dona Beatriz tinha as mãos juntas, quase em súplica, e vi quando uma lágrima escorreu. Melissa queria ir embora, isso eu entendi, estava ameaçando algo. Beatriz balançava a cabeça, negando, implorando.
Então aconteceu.
A mãe da minha esposa puxou a parte de cima da camisola de algodão por cima da cabeça.
Desfez o sutiã branco nas costas. Seus seios caíram, enormes, carnudos, com mamilos escuros e grandes.
Ela os ofereceu a Melissa, que não hesitou. Minha mulher se aproximou, abriu a boca, e começou a mamar. Não havia delicadeza.
Ela sugava com força, mordia, puxava com os dentes, o rosto virado para cima, os olhos fechados como se não pudesse suportar ver o que fazia.
Dona Beatriz segurava a cabeça dela, os dedos enterrados nos cabelos escuros, e sua expressão era de derrota e algo mais, algo que eu não conseguia nomear.
Eu estava duro, a mão já na calça, mas não me movi. Não podia parar de olhar.
Depois de minutos que pareceram horas, Melissa se afastou. A boca dela brilhava. Ela se levantou, ficou de frente para dona Beatriz, que ainda sentava na beirada da cama.
Baixou o calção de uma vez, deixou-o no tornozelo. Sua buceta estava à altura do rosto da mulher mais velha.
— Eu quero que a senhora me chupe agora até eu gozar — disse minha esposa, a voz mais alta agora, quase normal, como se pedisse água.
Ela deu um passo, encostou-se na boca de Beatriz. A mulher mais velha balbuciou algo, palavras que não consegui entender, mas Melissa segurou seus cabelos com força.
— Chupa — ordenou.
Dona Beatriz começou. Era desajeitada, hesitante, a língua passando timidamente pelos lábios da milha dela.
Minha mulher gemeu, impaciente, puxou os cabelos da outra.
— Melhor — exigiu. — Chupa direito, sua puta.
Ela começou a foder a boca da dona Beatriz, movendo os quadris, entrando e saindo, molhando o rosto da mãe dela.
Os gemidos da minha esposa eram altos agora, sem discrição, enquanto ela chamava Beatriz de nomes que eu nunca a ouvira dizer: vadia, escrava, sua vaca gostosa.
E minha esposa obedecia, abria mais a boca, deixava-se usar, a língua finalmente encontrando ritmo, o rosto todo brilhando.
Eu gozei na mão lá fora, no escuro, sem conseguir me conter, enquanto minha mulher dominava com mãe dela que todo mundo chamava de Santa.
“Vai, minha puta, chupa tudo,” Minha esposa rosnou, puxando os cabelos grisalhos da dona Beatriz com força. “Vamos, minha delícia, vou encher essa boquinha de esperma.”
A língua de dona Beatriz ia e vinha com hesitação crescente, molhada, submissa. Os seios enormes da mulher balançavam a cada movimento, batendo nas coxas de Melissa com sons úmidos, ritmados.
Eu apertei meu pau duro contra a janela, ainda molhado do gozo anterior.
“Aaaai, vou gozar na sua boquinha, mãe,” Melissa gemeu, arqueando as costas. “Quer que eu fique? Então chupa…”
Eu não acreditava mesmo. A língua dela acelerou, os seios balançavam, dando lapadas nas coxas da minha esposa. Era uma loucura de carne e sombra.
Então minha esposa gozou. Gozou forte, enchendo a boca da mãe dela.
A mulher não estava acostumada se afastou, engasgada, e algumas gotas escorreram pelos seios enormes da minha sogra, brilhando à luz da lua.
No rosto dela vi lágrimas, suor, saliva escorrendo do queixo. Ela parecia destruída, derrotada, viva.
Quando minha esposa sentou na cama, ofegante, eu abri a janela de uma vez.
“Que sacanagem é essa entre vocês duas?!”
Elas levaram o maior susto. Dona Beatriz tentou se cobrir, tropeçando nas palavras. e minha esposa congelou, os olhos escuros arregalados.
Eu apenas disse que ia entrar na casa, que iríamos falar tudo para o meu Sogro que roncava, perdido no álcool.
Falei com as duas. Minha esposa pediu por favor, não falar pra ninguém. Então bati a real. Não fui grosseiro falei com carinho, com respeito, contei o que tinha visto, e disse iria contar tudo para o Sogro estava no quarto ao lado.
As duas me implorando não dizer nada.
Mandei minha esposa de joelhos. Ela obedeceu, e percebi e mandei minha esposa chupar a mãe dela de novo, mais vontade agora, mais vergonha também, por estar fazendo aquilo na minha frente.
Vim por trás, pau lambuzado de creme. Tentei o cuzinho da minha esposa enquanto ela chupava a minha sogra, antes de meter eu fiz a sequência dos dedos.
O primeiro entrou com dificuldade no cuzinho da minha esposa, ficou pouco resistindo.
Pouco tempo depois, dois dedos atolados, entrando e saindo rapidinho e movimentos circulares. Ela gemia com boca na buceta da minha sogra.
Banhei ela de saliva. Lambi as costas da minha esposa , eu via minha esposa com rosto enterrado na buceta gorda da minha sogra que ja estava para gozar de novo, eu pedi mudar de posição e ajeitei pra comer minha sogra enquanto ela chupava agora minha esposa coloquei o pau na portinha do cuzinho dela.
Tive de puxar a pele para o lado pois ela era tão gordinha para enterrar tudo. Um gemido rasgado escapou da minha sogra.
Fodi rápido. Agarrei os seios, fiz ela vir quadril com força pra tras de encontro ao meu, a bunda dela estava vermelha com batidas.
Mas minha sogra chupava minha esposa com mais vontade agora
Minha esposa gozou na boca da minha sogra. Eu continuei metendo vendo tudo aquilo.
“Ei, meu, acho que tá bom da gente parar por aqui!” minha sogra falou.
Eu Disse que não. Estava muito gostoso. pedi elas ficarem de joelho e eu me lavantei e gozei os seios das 2.
Minha sogra se levantou, trêmula: “Já acabou?”
Eu claro disse que não era “Só tá começando.”
Minha esposa com medo que eu contasse algo, segurou com mais força os cabelos da mãe dela, puxando sua cabeça para mais perto do meu pau e mandou a minha sogra me chupar
Ficamos ali uns 5 minutos ate onde eu estava quase gozando, minha esposa com costas ja arqueadas dizinha: “gozar na boquinha da minha mãe”.
Minha sogra me olhava, com quem não acreditava estava prestes a engoliar o espermatozoide da marido da sua filha.
A língua dela ia e vinha meu pau, metódica, obediente, como se tivesse feito aquilo mil vezes.
Os seios de Dona Beatriz, enormes, daquele tamanho que as pessoas chamam de GGG, balançavam a cada movimento da cabeça ao engolir meu pau.
Era uma loucura ver aquela cena, aquela mulher respeitada reduzida a isso, a vagabunda para o seu Genro.
Os seios da minha sogra balançavam e aquele cabelos grisalhos dela davam sinal que coroa também estava quase gozando, pois ela se tocava com violência nos dedos dentro da buceta dela ja bastante usada por outros homens.
Ela gozou, e eu junto gozei na boca da minha sogra. Dona Beatriz, não acostumada com aquela intensidade, se afastou ofegante, e algumas gotas escorreram, caindo em seus próprios seios.
No rosto dela eu vi lágrimas traçando caminhos pelo suor, e da boca escorria um pouco de saliva misturada com meu espermatozoide.
Ela parecia derrotada e excitada ao mesmo tempo, confusa em sua própria submissão.
Quando minha esposa finalmente se sentou na cama, ofegante, satisfeita, eu me movi.
Eu e minha esposa fizemos a mãe dela virar de santa para uma tremenda puta.
Já comemos ela várias vezes depois desse dia. E ela gosta muito de dar o cú, então sobra pra mim.
Minha esposa já ama me ver fudendo sua mamãezinha.
A Sogra líder da igreja foi pega em flagrante com a filha de criação e precisou se relacionar com Genro pra manter as aparencias. Quer assistir video da filha traindo a propria mãe com padrasto? CLIQUE AQUI E ASSISTA.