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Minha sogra viu eu comendo cú da filha dela e quer dar também

16/06/2026 escrito por Amopornobr

Eu comecei a namorar há quatro anos e, desde então, passava quase todos os fins de semana na casa dos pais da minha namorada.

 

No início, nossa relação sexual era intensa e livre — aproveitávamos cada momento sozinhos, especialmente quando a casa estava vazia.

 

Eu tinha vinte e sete anos, ela vinte e quatro. Sua mãe, Dona Lúcia, havia a tido com dezenove, o que a deixava com quarenta e três — uma mulher de curvas suaves, riso fácil e olhar que parecia sempre avaliar mais do que deixava transparecer.

 

Minha sogra e eu sempre tivemos uma boa relação. Ela me tratava com aquele carinho maternal que confunde, às vezes, os limites.

 

 

Certa madrugada, enquanto eu penetrava a filha dela pelo ânus — minha namorada de quatro, gemendo baixo no travesseiro —, Dona Lúcia se levantou para beber água e escutou os sons.

 

A porta entreaberta revelou o suficiente: minha mão no quadril da filha, o embate ritmado, a respiração ofegante. Ela não entrou. Ficou ali, imóvel, observando.

 

Depois, quando me viu sozinho na cozinha, tomando café, sentou-se frente a mim. “Vocês são barulhentos”, disse, sorrindo. “Meu marido nunca me comeu assim. Café com leite, sabe?

 

Dez minutos e ronco.” A frase ficou entre nós, pesada, enquanto eu engolia o gole amargo do café.

 

Aquele fim de semana específico, minha namorada foi chamada para um plantão emergencial. Meu sogro, após tomar seu remédio noturno, adormeceu cedo como de costume.

 

Eu estava no quarto de hóspedes, deitado na escuridão, vestindo apenas uma cueca boxer preta, quando ouvi a porta se abrir. Dona Lúcia apareceu no batente, os cabelos soltos, um roupão fino puxado sobre a camisola. “Não consigo dormir”, disse, a voz baixa. “Tem um filme de terror passando. Você… assiste comigo?”

 

Eu me sentei, puxando o lençol até a cintura. “Claro.”

 

Ela se deitou na beirada da cama, deixando o roupão escorregar um pouco no ombro. O filme começou — cenas de suspense, sustos previsíveis, trilha sonora aguda.

 

A cada momento tenso, ela se aproximava. Primeiro o cotovelo quase tocando o meu. Depois o quadril encostando na minha coxa.

 

Quando a protagonista abriu a porta errada, Dona Lúcia se sobressaltou e sua mão pousou sobre as cobertas, exatamente em cima da minha virilha.

 

Ficou ali. Não retirou.

 

Eu congelei. Meu corpo reagiu antes que eu pudesse controlar, o sangue afluindo, o tecido da cueca esticando.

 

Ela sentiu. Riu — um som baixo, rouco, nada maternal. “Nossa”, murmurou, os dedos pressionando levemente, explorando o contorno que crescia sob o tecido. “É com isso tudo que você come minha filha?”

 

Eu não sabia o que responder. Minha boca estava seca, o coração batendo nas têmporas. “Sim”, consegui dizer, a voz estranha, rouca.

 

Ela puxou as cobertas para baixo. Meu pau pulso contra a cueca, a cabeça já molhada de pré-gozo.

 

Dona Lúcia o observou com os olhos semicerrados, a língua passando rápida pelos lábios. “Meu marido…”, começou, mas não terminou. Em vez disso, desceu a boca.

 

O calor úmido me fez arquear as costas. Ela chupava com uma fome silenciosa, as mãos puxando a cueca para liberar minha base, os dedos envolvendo o que não cabia na boca.

 

Eu a vi de cima — os cabelos grisalhos nas têmporas, o movimento do queixo, o olhar que subia para encontrar o meu. Era a mesma boca que beijava a filha de bom dia.

 

Ela se levantou, tirou a camisola. Seus seios caíram pesados, os mamilos escuros e grandes.

 

A barriga tinha marcas, a pele do ventre mais frouxa que a da filha, mas quando ela se montou em mim — quando senti aquela buceta raspada, molhada, abrindo-se para engolir meu pau —, não houve comparação possível.

 

Ela era mais lenta, mais intencional. Descia até a base, parava, fazia círculos com o quadril.

 

“Ela gosta de por cima?” perguntou, ofegante, as mãos no meu peito para se equilibrar.

 

Eu assenti, sem voz.

 

“E por trás?” Ela se inclinou, os seios pendendo no meu rosto. “Gosta que segure o pescoço?”

 

Eu gemi, as mãos indo sozinhas para sua cintura, guiando seu ritmo. Ela acelerou, o som úmido de nossa junção preenchendo o quarto. “Responde”, exigiu, uma unha cravando no meu ombro. “Minha filha… ela geme alto? Gosta na bunda?”

Eu a virei. Coloquei-ela de quatro, as pernas abertas, aquela buceta exposta de um ângulo que a filha nunca me mostrara. Enfiei de uma vez, profundo, sentindo ela se abrir em volta de mim, mais frouxa, mais experiente. Ela gritou no travesseiro, as costas arqueando.

“Responde”, repetiu, a voz abafada.

Eu falei. Contei tudo — como a filha gemia, como pedia, como às vezes chorava quando gozava. Dona Lúcia ouvia e rebolava, cada confissão minha sendo paga com um aperto mais forte, uma descida mais profunda.

 

Quando gozei, foi dentro dela, pulsando em ondas que pareciam não acabar, enquanto ela massageava o próprio clitóris e encontrava seu próprio orgasmo em silêncio, apenas o arquear das costas denunciando.

 

Depois, ela se deitou ao meu lado, o suor colando nossas peles. “Café com leite”, murmurou, quase para si mesma. E riu.

 

A Mãe vendo a filha dando cuzinho para o Namorado foi decilia. Agora imagina assistir um cena ao vivo e cores, um rapaz toda vez escutava a Sogra transar com Marido, procurava a sua namorada aos som gemidos dos sogros. Quer ouvir os gemidos da sogra? Assine o site agora e desbloqueie esta historia! [QUERO ASSISTIR TUDO AGORA]

 

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