Acordei sobressaltado com o som estridente da campainha ecoando pela casa. O sol da manhã já infiltrava pelas frestas da persiana, desenhando linhas douradas no piso do quarto. Olhei para o relógio na mesinha de cabeceira e gemi. Cedo demais para visitas. Arrastei-me para fora da cama, enfiei os pés nas chinelas e desci as escadas arrastando os passos, o cérebro ainda pesado de sono. Ao abrir a porta, o ar fresco da manhã bateu no meu rosto e, diante de mim, estava uma figura que despertou minha atenção imediatamente.
Uma gatinha pequenina, não devia ter mais de um metro e cinquenta, vestida com um roupa de universitária tradicional. Aquele tipo de farda que sempre me deixou de olho grande: saia azul marinho na altura dos joelhos, blusa branca de botões, meias brancas e sapatos de amarrar. O tecido da saia moldava levemente os quadris estreitos, e a blusa justinha evidenciava seios pequenos e empinados. O cabelo castanho estava preso num rabo de cavalo, e os olhos grandes me encaravam com uma mistura de polidez e pressa.
— Bom dia — ela disse, com uma vozinha doce e fina. — O Alfredo está?
Eu demorei um segundo para processar, distraído pela visão daquela garotinha de uniforme. Havia algo no contraste entre a inocência da roupa e o jeitinho que ela se mexia que fazia meu sangue pulsar mais rápido.
— Tá dormindo — respondi, coçando a nuca. — Entra, vou chamá-lo.
Deixei-a na sala e subi as escadas. Empurrei a porta do quarto do meu sobrinho e o sacudi pelo ombro. Alfredo grunhiu, virando-se de lado, mas eu insisti até que ele abrisse os olhos.
— Tem uma gata aí embaixo te procurando — avisei.
Ele despertou na hora. Um sorriso surgiu no canto da boca enquanto saltava da cama, vestindo apenas um calção de dormir. Desceu as escadas quase correndo, e eu o segui, curioso para ver a interação.
Marina estava parada na sala, as mãos cruzadas na frente do corpo, olhando ao redor. Quando viu Alfredo, seu rosto se iluminou. Ela caminhou até ele e o abraçou com força, o corpo pequeno quase sumindo nos braços do meu sobrinho, que era bem mais alto e mais largo. Os lábios dela encontraram os dele num beijo demorado, molhado, daqueles que não deixam dúvida sobre o que rola entre o casal. Fiquei ali, encostado no batente da porta da cozinha, observando.
Alfredo envolveu Marina pela cintura, as mãos grandes pousando nas costas dela. Comecei a notar o movimento sutil: os dedos dele deslizaram para baixo, traçando a linha da espinha da garota através do tecido da blusa, até alcançar a cintura da saia azul marinho. Sem cerimônia, continuou descendo, palmilhando os montinhos do bumbum empinadinho. Ele pegou cada lado do bumbum de baixo para cima, apertando a carne macia com firmeza, fazendo Marina se erguer nas pontas dos pés.
— Safadinho, tira essa mão daí — ela murmurou contra os lábios dele, a voz carregada de falsa reprovação.
— Tiro se você não estiver gostando — ele retrucou, os polegares afundando na carne do bumbum dela.
Marina soltou uma risadinha, o corpo relaxando ainda mais contra o dele.
— Híí, vai morrer com a mão aí.
Alfredo não perdeu tempo. Voltou a beijá-la, a língua dele invadindo a boca da garota, enquanto suas mãos subiam pela saia, desaparecendo sob o tecido azul marinho. Eu conseguia ver o contorno dos dedos dele se movendo por baixo da saia, explorando. Ele achou o elástico da calcinha e puxou, esticando o tecido para dar acesso. Os dedos deslizaram pelo reguinho, descendo lentamente, até tocar o cuzinho da gatinha.
Marina deu um suspiro longo quando sentiu o toque do dedo, o corpo estremecendo. Um gemido baixo escapou de seus lábios porque Alfredo agora forçava a “portinha”, a ponta do dedo pressionando o anel apertado, testando a resistência.
— Para… — ela pediu, a voz saindo fraca, quase um sussurro.
Alfredo atendeu na mesma hora, retirando o dedo de sob a saia. Mas suas mãos não ficaram inativas por muito tempo. Uma delas subiu pelo lado do corpo de Marina, traçando a curva da cintura, passando pelas costelas, até alcançar um dos seios. Ele apertou por cima da blusa, sentindo o volume macio ceder sob seus dedos. Marina suspirou, os ombros caindo, o corpo ficando molinho. A resistência estava derretendo, e Alfredo sabia disso. Aquele toque firme no seio era como um botão de desligar as defesas dela.
Sem soltar o seio, ele começou a abrir os botões da blusa branca, um por um, revelando a pele lisinha do abdômen, o sutiã branco de renda simples que mal continha os seios pequenos. Ele soltou o fecho das costas com prática, e o tecido caiu frouxo. Alfredo abriu a blusa completamente e puxou o sutiã para os lados, expondo os mamilos rosadinhos, já meio durinhos por causa do toque. Ele abocanhou um deles, a língua traçando círculos ao redor da auréola antes de morder de leve.
Marina nada falava agora. Apenas suspirava a cada mordidinha que sentia no mamilo, a cabeça jogada para trás, os olhos fechados, os lábios entreabertos. O corpo dela se curvava para frente, oferecendo mais do seio à boca de Alfredo, as mãos agarrando os ombros dele como se precisasse de apoio para não cair.
Alfredo chupava com vontade, alternando entre lambidas longas e mordidas suaves, puxando o mamilo com os dentes e soltando com um estalo molhado. A mão livre subiu para o outro seio, apertando e amassando, beliscando o mamilo entre o polegar e o indicador. Marina gemia baixinho, um som agudo e constante que escapava sem que ela parecesse perceber.
Eu continuava ali, parado, assistindo à cena sem conseguir me mover. O sangue latejava nas minhas veias enquanto eu observava aquela garotinha de uniforme se entregando, os seios de fora, a boca aberta, os gemidos enchendo a sala de manhã cedo.
Alfredo soltou o mamilo com um pop molhado e se endireçou. Suas mãos foram para a barra da saia de Marina, levantando o tecido azul marinho até a cintura, revelando as coxas roliças e a calcinha branca simples, com um laço na frente. Ele puxou o tecido da calcinha para o lado, expondo a bucetinha depilada, os lábios carnudos e rosados, já brilhando de excitação.
Alfredo abriu o calção e libertou o pau duro, a cabeça vermelha e brilhante pulsando. Ele posicionou o corpo de Marina de frente para ele, as pernas dela ligeiramente afastadas. Começou a esfregar a cabeça do pau na buceta dela, deslizando para cima e para baixo, espalhando o líquido que já vazava, molhando a glande. O som molhado do contato enchia o silêncio da sala, um sch sch sch ritmado que fazia meu pau doer dentro do pijama.
Marina sabia o que estava por vir. Ela não resistiu. Em vez disso, afastou as pernas um pouco mais, facilitando o acesso, os braços envolvendo o pescoço de Alfredo. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada da buceta e forçou. Marina gemeu, um som longo e agudo, o corpo se tensionando. Ele forçou mais uma vez, com mais firmeza, e a cabeça entrou, abrindo os lábios da buceta ao redor do pau, engolindo a glande com um som de sucção molhada.
Marina não era mais virgem. Alfredo já tinha tirado o cabacinho dela, poupando apenas o cuzinho. A bucetinha estava acostumada com o pau dele, mas ainda assim apertava a cada centímetro que entrava. Ele empurrou até o fundo, de uma vez só, enterrando o pau inteiro na buceta da garota. Marina soltou um gemido alto, as unhas cravando nos ombros de Alfredo, as pernas tremendo.
Ele deu uma paradinha, deixando ela se acostumar com a sensação de estar completamente preenchida. Então começou um vai e vem lento, tirando o pau até quase sair e empurrando de volta até o fundo, num ritmo deliberado e torturante. Cada estocada produzia um som molhado e obsceno, schloc schloc schloc, o pau brilhando com os sucos da buceta de Marina a cada saída.
— Isso, Alfredinho… mete na sua putinha… — Marina gemeu, a voz rouca e ofegante. — Goza nessa buceta que é toda sua… vai… mete…
As palavras sujas saindo daquela boquinha de uniforme eram quase demais para suportar. Eu assistia, hipnotizado, enquanto Alfredo aumentava o ritmo, as estocadas ficando mais rápidas e mais fundas, o som de carne batendo em carne se misturando aos gemidos de Marina. O corpo pequeno dela balançava a cada empurrão, os seios saltando, os mamilos rosados apontados para frente.
Ela se esforçava para rebolar, para ajudar, movendo os quadris em círculos, mas em pé não era fácil. Os pés dela mal tocavam o chão quando Alfredo a levantava com as estocadas, o corpo dela dependendo inteiramente dos braços dele para não cair. A saia azul marinho estava amassada e empinada na cintura, a calcinha puxada para o lado, a bucetinha sendo comida com força.
Alfredo agarrou os quadris de Marina com mais força, as pontas dos dedos afundando na carne macia, e começou a meter com violência, o ritmo descompassado, os gemidos dele ficando mais graves e urgentes. Marina gritava, a cabeça jogada para trás, os olhos revirados, as unhas arranhando as costas dele por cima do tecido do pijama.
— Vai… vai… goza… goza na minha buceta… — ela repetia como um mantra, a voz falhando a cada estocada.
Alfredo cravou o pau até o fundo uma última vez e estremeceu, o corpo inteiro tensionado, um rosnado saindo de seu peito enquanto gozava dentro da bucetinha de Marina. Eu podia ver o pau pulsando, as bolas apertadas contra a entrada da buceta, enchendo ela de leitinho quente. Marina suspirou longamente, o corpo amolecendo, os braços envolvendo o pescoço de Alfredo com carinho.
Ele ficou assim por um momento, o pau ainda enterrado, os dois ofegantes, os corpos suados colados. Então tirou devagar, o pau saindo com um ploc molhado, seguido por um fio de leitinho branco que começou a escorrer pela coxinha roliça de Marina, descendo pela parte interna da coxa, misturando-se com os sucos da buceta.
Alfredo caminhou até o banheiro e voltou com uma toalhinha. Ajoelhou-se na frente de Marina e secou a buceta dela com cuidado, limpando o leitinho que vazava, os dedos gentis agora, completamente diferentes da força de poucos minutos atrás. Marina o observava com um sorriso satisfeito, as bochechas coradas, os olhos brilhantes.
Eles arrumaram as roupas em silêncio, Marina recolocando o sutiã e abotoando a blusa, Alfredo vestindo o calção. Sentaram-se no sofá e começaram a conversar, as vozes baixas e descontraídas, como se nada tivesse acontecido. Marina ria de algo que Alfredo dizia, as pernas cruzadas, o uniforme impecável novamente, exceto por uma pequena mancha na barra da saia que ninguém notaria.
Eu permaneci na cozinha por mais alguns minutos, o coração ainda acelerado, a imagem daquela garotinha sendo comida de uniforme gravada na minha mente. Quando finalmente me mexi, saí pela porta dos fundos, precisando de ar fresco para clarear os pensamentos.
Pouco depois, ouvi a porta da frente se abrir e se fechar. Pelo vidro da janela da cozinha, vi Alfredo e Marina caminhando lado a lado na calçada, as mãos entrelaçadas, rumo à faculdade. Ela inclinou a cabeça no ombro dele, o rabo de cavalo balançando a cada passo, a saia azul marinho balançando suavemente com o movimento. A manhã estava ensolarada e tranquila, como se o mundo inteiro não tivesse acabado de assistir àquela cena obscena na minha sala.
Alguns dias se passaram desde aquela manhã em que eu assisti Alfredo e Marina no corredor. A imagem dela revirando os olhos enquanto meu irmão a comia não saía da minha cabeça. Eu me masturbava pensando nela toda noite, imaginando como seria sentir aquela bucetinha apertada no meu pau.
Era uma tarde de terça-feira quando a campainha tocou. Eu estava sozinho em casa — meu pai havia saído para trabalhar e Alfredo tinha ido para a faculdade mais cedo. Ao abrir a porta, encontrei Marina parada na entrada, usando o mesmo uniforme da faculdade que usava naquele dia. A saia plissada cobria suas coxas roliças e a blusa branca evidenciava seus seios pequenos.
— Alfredo está? — ela perguntou com aquele sorriso doce.
— Entra — eu disse, abrindo a porta sem responder à pergunta. — Ele deve estar por aí.
Marina entrou e caminhou até a sala de estar. Sentei-me na poltrona enquanto ela se acomodava no sofá. Seus olhos varreram o ambiente vazio e silencioso.
— Estranho a casa tão quieta — ela comentou, olhando ao redor. — Onde está todo mundo?
— Saíram — eu respondi, mantendo a voz calma. — Estamos só nós dois.
O silêncio que se seguiu foi denso. Marina percebeu o que eu disse e seus olhos se arregalaram. Ela se levantou abruptamente do sofá, ajeitando a saia.
— Eu… acho melhor eu ir — ela murmurou, dando um passo em direção à porta.
Meu coração acelerou. Se ela saísse agora, eu perderia a chance. Pensei rápido, pesando as palavras na cabeça antes de dizê-las.
— Marina — eu chamei, minha voz firme. — Eu vi quando você e Alfredo transaram no corredor. E você revirando os olhos… é uma gracinha.
Ela parou no lugar. Seus ombros endureceram. Quando se virou para mim, seus olhos estavam arregalados de espanto. A boca entreaberta, sem conseguir articular uma palavra. O choque estampado no rosto.
Então, lágrimas começaram a escorrer por suas bochechas. Ela levou as mãos ao rosto, soluçando.
— Eu não resisti à tentação, Seu Antony — ela choramingou, a voz embargada. — Prometo nunca mais fazer isso. Por favor, não conte pra ninguém.
Eu me levantei da poltrona e dei um passo na direção dela. Meu pau já estava duro só de vê-la ali, vulnerável e assustada.
— Querida — eu disse, controlando o tom de voz —, eu quero que você continue.
Ela baixou as mãos do rosto, olhando para mim com confusão. As lágrimas ainda molhavam suas bochechas.
— Tenho uma proposta pra você — continuei, aproximando-me mais. — Fiquei com um tesão danado quando vi vocês transando. E quero você. Dou um dinheiro pra vocês pagarem um motel cada vez que eu transar com você.
Marina ficou imóvel. Seus olhos marejados fixos em mim, a boca aberta sem sair nenhum som. Ela deixou-se cair no sofá, as pernas cedendo sob o peso daquela revelação. Sentou-se lentamente, os olhos vazios, me encarando sem nada dizer.
Caminhei até o sofá e sentei ao seu lado. O perfume doce dela chegou às minhas narinas. Posicionei minha mão na sua coxa roliça — aquela mesma coxa que eu tinha visto Alfredo acariciar dias atrás — e comecei a alisá-la. Senti a maciez da pele sob meus dedos, o calor que emanava dela.
Marina se encolheu no sofá, os ombros curvados. Mas não fez menção alguma de retirar minha mão. Não empurrou meu braço. Não se afastou.
— Se você aceitar minha proposta — eu disse, deslizando minha mão mais para cima na sua coxa —, prometo que serei carinhoso contigo.
Minhas pontas dos dedos traçaram círculos na parte interna da coxa, sentindo a pele arrepiar. Ela respirava fundo, o peito subindo e descendo. Mas ainda não dizia nada.
Eu sabia que ela podia recusar. E se recusasse, eu perderia tudo. Então apelei.
— Se você não aceitar — eu falei, a voz baixa e ameaçadora —, quando meu pai chegar, direi o que vi. E certamente Alfredo será colocado pra fora de casa.
O corpo de Marina tremeu. Ela cerrou os olhos, lágrimas frescas escorrendo. Eu sabia que a tinha encurralado. Sem esperar sua resposta, deslizei minha mão entre suas coxas e senti aquela bucetinha por cima da calcinha. Estava inchadinha, carequinha, e eu pude sentir o calor que irradiava dela mesmo através do tecido.
Marina soltou um suspiro trêmulo. Suas pernas se afastaram levemente, dando-me mais acesso. Eu sabia que tinha conseguido.
Fiquei acariciando sua bucetinha por cima da calcinha, sentindo o tecido ficar úmido sob meus dedos. Encontrei o grelinho dela — durinho, pulsando sob o tecido fino — e comecei a dar atenção especial àquele ponto. Circulei com a ponta do dedo, pressionando levemente, sentindo o corpo de Marina se contrair a cada toque.
— Aahhh… — um gemido escapou dos lábios dela, baixinho.
Com a mão livre, alcancei os botões da blusa dela. Um por um, fui desabotoando, revelando a pele lisa do seu peito. Quando o último botão se abriu, libertei aqueles seios lindos do sutiã rendado. Os mamilos rosadinhos estavam eretos, biquinhos duros que me chamavam.
Abaixei a cabeça e capturei um mamilo na minha boca. Lambi ao redor da auréola, sentindo a pele se arrepiar sob minha língua. Depois, suguei o mamilo, puxando-o entre meus lábios.
— Ah! — Marina deu um gritinho, as mãos agarrando a almofada do sofá.
Mordi levemente o mamilo, sentindo-o endurecer ainda mais na minha boca. Alternava entre lamber, sugar e morder, enquanto meus dedos continuavam a massagear sua bucetinha por cima da calcinha molhada. Ela estava encharcada — eu sentia a umidade penetrando o tecido, molhando meus dedos.
Mudei para o outro seio, dando o mesmo tratamento. Lambi o mamilo rosado, suguei com força, mordi o suficiente para arrancar outro gritinho dela. Não sabia se era dor ou prazer, mas não importava — sua buceta estava molhadinha, e isso era tudo que eu precisava saber.
Deslizei minha mão para os quadris dela. Enganchei os polegares no elástico da calcinha e puxei-a para baixo, fazendo o tecido deslizar do quadril, pelas coxas roliças, até os pés. Marina levantou os quadris levemente para facilitar, e eu tirei a calcinha completamente, jogando-a no chão.
Empurrei-a gentilmente, deitando-a no sofá. Levantei sua saia plissada da faculdade até a cintura e desabotoei-a, puxando-a pelas pernas e descartando-a também.
Fiquei ali, de pé, admirando aquele corpo. Marina estava deitada no sofá, vestida apenas com a blusa aberta, os seios de fora, as pernas levemente abertas. Aquela bucetinha carequinha exposta, os grandes lábios rosados e inchados, brilhando com a excitação. O grelinho durinho, saindo de entre as dobras. Era uma visão que me deixou com o pau latejando de tesão.
Ajoelhei-me no chão, na frente do sofá. Peguei um dos pés dela e beijei o peito do pé. Senti o gosto salgado da pele, o cheiro suave que emanava dela. Beijei o tornozelo, a curva do calcanhar.
Subi devagarinho. Beijos leves pela canela, sentindo a pele lisa sob meus lábios. Pelo joelho, pela parte interna da coxa. A pele ali era mais macia, mais quente. Marina respirava pesadamente, o peito subindo e descendo.
Continuei subindo pela entrecoxa, meus lábios traçando um caminho úmido na pele dela. A cada beijo, eu me aproximava mais daquela bucetinha que eu tanto desejava. O cheiro dela ficou mais forte — um cheiro musgoso, feminino, que me fez o pau pulsar dentro da calça.
Cheguei à virilha. Beijei a dobra onde a coxa encontrava o quadril, sentindo o calor que irradiava de sua buceta. Lambi aquela região, saboreando o gosto salgado da pele. Mordi levemente, arrancando um gemido dela.
Deixei minha língua escapar, tocando de leve nos grandes lábios da buceta dela. Só um toque rápido, uma lambida superficial.
— Aaaahhh! — Marina deu um gemido alto, as costas arqueando no sofá. O som era tão intenso, tão carregado de prazer, que me deixou louco de tesão.
Dobrei as pernas dela, empurrando os joelhos em direção ao peito. A posição abriu sua bucetinha completamente, expondo toda a fenda rosada. Os grandes lábios se separaram, revelando a entrada úmida e o grelinho duro, pulsando.
Encaixei minha cabeça entre as pernas dela. Minha língua saiu, passando em toda a extensão da bucetinha. Lambi dos grandes lábios até o grelinho, saboreando o líquido que escorria dela. O gosto era levemente salgado, com um toque de doçura — o gosto da excitação de Marina.
— Mmmhh… aahhh… — os gemidos dela se misturavam com o som molhado da minha língua.
Foquei no grelinho. Circulei com a ponta da língua, lambendo ao redor daquele botão duro. Marina se contorcia no sofá, os quadris se movendo involuntariamente contra meu rosto. Segurei suas pernas abertas com as mãos, mantendo-a no lugar.
Lambi com mais força, passando a língua plana sobre o grelinho. O corpo dela tremeu.
— Ahhh… ahhh… sim… — as palavras escaparam dos lábios dela, fracas e ofegantes.
Alternava entre lambidas longas e rápidas, explorando cada dobra da bucetinha. Enfiava a ponta da língua na entrada da buceta, sentindo os músculos dela se contraírem ao meu redor. Depois subia até o grelinho, sugando-o entre os lábios.
— Aaaahhh! — ela gritou, as mãos agarrando meu cabelo. — Aahhh… aahhh…
Os sons molhados enchiam a sala. Schlick, schlick, schlick — minha língua deslizando pela buceta encharcada. O líquido dela escorria pelo meu queixo, molhando minha face. Eu não me importava. Queria mais.
Chupei o grelinho com força, puxando-o entre meus lábios enquanto lambia com a ponta da língua. O corpo de Marina se arqueou no sofá, as pernas tremendo.
— Ahhh… ahhh… vou… ahhh… — ela gemia, as palavras se perdendo entre os suspiros.
Continuei lambendo, sem piedade. Minha língua trabalhava sem parar, explorando cada centímetro da bucetinha dela. Os gemidos de Marina ficaram mais altos, mais desesperados. Suas unhas cravavam no meu couro cabeludo, puxando meu rosto contra sua buceta.
— Aaaahhh! Aaaahhh! — ela gritou, o corpo inteiro tremendo.
Eu não parei. Continuei lambendo, sentindo os espasmos percorrerem o corpo dela. O líquido escorria mais abundante agora, e eu bebi tudo, saboreando cada gota.
Quando os tremores finalmente diminuíram, levantei a cabeça. Marina estava deitada no sofá, ofegante, os olhos fechados. A blusa aberta, os seios subindo e descendo com a respiração pesada. As pernas ainda abertas, a bucetinha vermelha e inchada, brilhando com a saliva e os próprios líquidos.
Eu a olhei, limpando o queixo com as costas da mão. Meu pau doía de tão duro dentro da calça. Mas eu tinha tempo. Essa era apenas a primeira vez de muitas que eu teria com Marina. E ela sabia disso tão bem quanto eu.
Marina colaborava, jogando sua buceta pra cima em direção à minha boca, oferecendo-se com um movimento desesperado. Segurei sua cintura com firmeza, cravando os dedos na carne macia, e mergulhei minha língua bem no fundo daquela buceta molhada. O gosto salgado e quente invadiu meu paladar enquanto ela se contorcia, as pernas tremendo.
“Tio… me faz gozar na sua boca, faz”, ela gemeu, a voz rouca e embargada.
Passei a língua em toda a extensão da sua fenda, da entrada até o clitóris, lambendo com vontade. Quando cheguei ao grelinho inchado, dei um trato especial, sugando e circulando com a ponta da língua. Marina arqueou as costas, os quadris balançando sem controle.
“Mete essa língua maravilhosa na minha buceta, mete”, ela pediu, as mãos agarrando os cabelos.
Continuei lambendo, alternando entre estocadas profundas e carícias no clitóris, sentindo ela ficar cada vez mais molhada. Os gemidos aumentavam de volume, o corpo dela todo tenso, prestes a explodir. Mas eu queria mais. Puxei Marina para a beira do sofá, arrastando seu corpo suado pelo estofado. Coloquei suas pernas no meu ombro, sentindo a pele úmida contra minha nuca, e me posicionei para meter minha pica naquela bucetinha.
Encostei a cabeça do pau na entrada da buceta e pressionei. Como sou razoavelmente dotado, tive de forçar um pouco a entrada, sentindo a resistência dos músculos contra a glande.
“Cuidado, tio, você é grandão, senão machuca”, ela disse, os olhos arregalados.
Forcei mais um pouco e ela deu um gemido agudo quando a cabeça entrou, o corpo estremecendo. A sensação era incrível — aquela boceta apertada engolindo a glande, os músculos se ajustando ao meu volume.
“Gatinha, agora vai ser mais fácil”, murmurei, olhando para o rosto dela.
Me ajeitei sobre ela, apoiando os braços nas laterais do sofá, e sem ela esperar, meti em uma só estocada longa e profunda. O pau enterrou até a base, os quadris batendo contra as nádegas dela com um som seco.
“Uuuuuiiiiiiiii, tio, cuidado, devagar!”, ela gritou, as unhas cravando nos meus ombros.
Eu senti que tinha tocado no fundo da buceta — a ponta do pau pressionando contra o colo do útero. Olhei para ela e vi lágrimas no rostinho gracioso, escorrendo pelas têmporas até o cabelo despido. O corpo dela tremia, os músculos da buceta apertando meu pau como uma luva quente.
Esperei um pouco para ela se acostumar com o volume dentro dela, sentindo as contrações involuntárias ao redor do meu membro. Quando os músculos começaram a relaxar, iniciei um vai e vem lento, tirando até quase sair e entrando novamente até o fundo. O som molhado da penetração preenchia a sala — schlac, schlac, schlac — misturado com os gemidos baixos de Marina.
“Vem, tio, rasga essa sua putinha, rasga”, ela começou a falar, a voz ganhando intensidade. “Eu quero seu dinheiro, mas quero você pra meu homem.”
As palavras saíam entre gemidos, os olhos dela agora fixos nos meus, uma mistura de submissão e desejo. Aumentei o ritmo, bombeando cada vez mais rápido, os quadris batendo contra ela com força. A buceta estava completamente encharcada, o som de carne molhada ecoando pelas paredes.
“Isso, putinha, vou te deixar toda larga”, eu disse, ofegante. “Quando você transar com o Alfredo, ele vai ver a diferença. Vou fazer você gozar com a minha pica enterrada no seu útero.”
Marina arregalou os olhos, a boca aberta, o corpo todo se mexendo no ritmo das minhas estocadas. As pernas apertavam meus ombros, os pés cruzados nas minhas costas, puxando-me para mais fundo.
“Fode sua putinha, rasga essa buceta que é sua”, ela gritou. “Mais rápido, tio, vou gozar, aaaaahhhhhh!”
O corpo dela convulsionou, as pernas esticando, os músculos da buceta apertando meu pau em espasmos. Marina quase desmaiou de prazer, os olhos revirando, a boca entreaberta, o corpo todo tremendo. Dei mais umas bombadas rápidas e profundas, sentindo o ponto de não retorno se aproximando. Com um gemido rouco, despejei meu leite dentro daquela buceta quentinha, jato após jato, o pau pulsando dentro dela.
Larguei meu corpo em cima dela, ofegante, o suor misturando-se. Marina estava desmaiada, o rosto sereno, o corpo ainda tremendo levemente com os espasmos residuais do orgasmo. Fiquei ali por alguns momentos, sentindo a buceta dela apertar e soltar meu pau em contrações involuntárias.
Quando meu pau começou a amolecer, tirei devagar, sentindo a resistência dos músculos cansados. Olhei para baixo e vi que, junto com a porra que escorria da buceta, tinha filetes de sangue — vermelho vivo misturado com o branco espesso do meu sêmen. Ela não era mais virgem. Ou tirei o que restava do serviço mal feito pelo meu sobrinho Alfredo. A visão do sangue me deu um arrepio de satisfação.
Com a porra que escorria de sua buceta, lubrifiquei seu cuzinho, passando o líquido viscoso ao redor do buraquinho enrugado. Marina estava ainda meio desacordada, o corpo mole no sofá, as pernas abertas. Passei a forçar meu dedo indicador ali, pressionando contra a resistência do esfíncter até penetrar.
Ela, acordando com a invasão, deu um gemido — de dor talvez, mas que me estimulou a continuar. O dedo entrou até a primeira falange, sentindo o calor apertado do interior. Comecei a enfiar e tirar o dedo várias vezes, alargando o caminho, sentindo os músculos cedendo gradualmente à pressão.
Marina agora estava mais acordada, os olhos entreabertos, a respiração pesada. Continuei trabalhando o dedo dentro do cuzinho, adicionando mais porra como lubrificante, até que senti que ela estava mais relaxada. Me levantei e peguei o gel KY que estava na mesinha de centro — eu tinha deixado ali de propósito, planejando este momento.
Voltei para ela, que agora me observava com olhos marejados, os lábios entreabertos. Passei uma quantidade generosa do gel no seu buraquinho anal, espalhando com os dedos, sentindo a temperatura fria do lubrificante contra a pele quente dela. Então, com dois dedos juntos, comecei a forçar a entrada.
O esfíncter resistiu no início, mas com pressão constante e o gel facilitando, os dois dedos deslizaram para dentro. Marina deu um gemido longo, o corpo se esticando, as mãos agarrando o sofá.
“Uhhhn…”, ela gemeu, a voz tremendo.
Comecei a mover os dois dedos dentro dela, abrindo e fechando, alargando o canal apertado. A sensação era incrível — o calor, a pressão, a submissão dela permitindo a invasão. E então percebi que Marina agora, com certeza, já gemia de prazer. Ela remexia seu bumbum contra minha mão, os quadris girando, buscando mais profundidade.
Os gemidos mudaram de tom — de dor para desejo, de resistência para entrega. Os músculos do ânus agora sugavam meus dedos em vez de resistir, e ela empurrava os quadris para trás, querendo mais.
Me aproximei do seu ouvido, os lábios quase tocando a pele suada do pescoço, e sussurrei:
“Marina, agora quero completar o serviço.”
Ela tremeu nos meus braços, um arrepio percorrendo toda a extensão do corpo. Os dedos ainda enterrados no cuzinho, senti os músculos contraírem em resposta às minhas palavras. A respiração dela acelerou, os seios subindo e descendo rapidamente, os mamilos ainda inchados e vermelhos.
Tirei os dedos devagar, ouvindo um som de sucção quando saíram. O buraquinho ficou aberto por um momento, piscando, antes de começar a se fechar lentamente. Peguei mais gel KY e espalhei nos dedos, depois no meu pau, que já estava duro novamente só de pensar no que ia fazer.
Posicionei a cabeça do pau na entrada do cuzinho, sentindo o calor irradiar contra a glande. Marina olhou por cima do ombro, os olhos arregalados, os lábios trêmulos.
“Tio…”, ela murmurou, a voz sumida.
Pressionei devagar, sentindo o anel de músculo ceder gradualmente. A cabeça entrou com um plop suave, e Marina deu um gemido gutural, as mãos agarrando o sofá com força. Parei por um momento, deixando ela se acostumar com a sensação, sentindo os músculos apertando e relaxando ao redor da glande.
“Relaxa, gatinha”, eu disse, acariciando suas nádegas. “Deixa entrar.”
Comecei a empurrar mais, centímetro por centímetro, sentindo o calor e a pressão do canal apertado envolvendo meu pau. Marina gemia continuamente agora, um som baixo e constante que saía entre lábios entreabertos. Quando finalmente enterrei até a base, os quadris contra as nádegas dela, os dois estávamos ofegantes.
Fiquei parado por um momento, sentindo as contrações involuntárias do ânus ao redor do meu membro. Era uma sensação completamente diferente da buceta — mais apertado, mais quente, mais proibido. Marina estava imóvel, a respiração pesada, o corpo todo tenso.
Comecei a me mover, devagar no início, tirando até quase sair e entrando novamente. O som molhado do gel e o ritmo das estocadas preenchiam a sala. Marina começou a relaxar, os gemidos mudando de dor para algo diferente — um misto de desconforto e prazer que fazia ela se contorcer.
“Tio… ahhh…”, ela gemeu, os quadris começando a se mover no ritmo das minhas estocadas.
Aumentei a velocidade, bombeando com mais força, sentindo o pau deslizar mais facilmente agora que ela estava relaxada. O cuzinho estava quente e apertado, sugando meu pau a cada estocada. Marina empurrava os quadris para trás, encontrando minhas investidas, os gemidos ficando mais altos.
“Fode… fode meu cu, tio”, ela disse, a voz rouca de prazer. “Me completa, me faz tua.”
As palavras me excitaram ainda mais. Agarrei seus quadris com força e comecei a bombear com intensidade, as nádegas dela balançando a cada impacto. O som de carne contra carne ecoava pela sala, misturado com os gemidos e sussurros de prazer.
Marina estava completamente entregue agora, o corpo todo tremendo, os músculos do ânus apertando meu pau em espasmos. Eu sabia que ela estava sentindo prazer — o tipo de prazer que vem da submissão completa, de ser tomada e usada.
Continuei bombeando, sentindo o orgasmo se aproximando novamente. O calor se concentrava na base do pau, as bolas apertando, a respiração ficando irregular. Marina gemia sem parar, o corpo todo suado, os cabelos grudados no rosto.
“Vou gozar dentro do seu cu”, eu avisei, a voz rouca.
“Goza, tio, goza”, ela respondeu, os quadris se movendo desesperadamente. “Enche meu cu de porra.”
Com um último empurrão profundo, enterrei o pau até a base e explodi dentro dela, jato após jato de sêmen quente enchendo o canal apertado. Marina deu um grito, o corpo convulsionando, os músculos do ânus apertando meu pau em espasmos enquanto ela também gozava.
Fiquei dentro dela por alguns momentos, sentindo as contrações diminuírem gradualmente. O corpo de Marina tremia levemente, a respiração pesada, os olhos fechados. Quando finalmente tirei o pau, um fio de porra escorreu do cuzinho dilatado, misturando-se com o gel e os fluidos que já manchavam o sofá.
Marina caiu de bruços no sofá, exausta, o corpo todo mole. Eu me sentei ao lado dela, ofegante, observando o corpo suado e marcado pela nossa transa. O cuzinho ainda piscava, tentando se fechar, e a buceta estava vermelha e inchada, com resquícios de porra e sangue.
Passei a mão pelas costas dela, sentindo a pele úmida e quente, os músculos tremendo sob o toque. Marina abriu os olhos e me olhou, uma mistura de exaustão, prazer e algo mais — algo que parecia submissão, aceitação do que tinha acontecido.
“Você é minha agora”, eu disse, a voz baixa mas firme. “Minha putinha.”
Ela não respondeu, apenas fechou os olhos novamente, um suspiro escapando dos lábios. Mas o leve sorriso que se formou no canto da boca dela me disse tudo o que eu precisava saber.
“Quero o seu cuzinho, essa sua bundinha empinada me deixa louco”, disse, a voz saindo rouca enquanto meus olhos desciam pelas costas de Marina. Ela tentou se arrastar para fora do sofá, os braços tremendo enquanto empurrava contra o estofado manchado. Como sou maior e mais forte, não tive dificuldade. Segurei ela deitada, uma mão no meio das costas, e com a outra alcancei as almofadas dispersas pelo sofá, enfiando duas delas embaixo do quadril dela. A posição elevou aquela bunda redonda, deixando-a exatamente onde eu queria.
“Por favor, tio, você é muito grande, vai me machucar toda”, ela suplicou, a voz embargada, os dedos agarrando o tecido do sofá. As almofadas a mantinham erguida, vulnerável, o cuzinho rosado piscando entre as nádegas. O anel ainda apertado, marcado pela sessão anterior, mas não o suficiente. Eu queria mais.
“Querida, eu sei como meter nessa bundinha sem te machucar, e meu gel vai ajudar muito nisso”, respondi, estendendo a mão até o pote de KY Gel na mesinha de centro. A consistência fria do gel nos meus dedos contrastava com o calor que emanava do corpo dela. Espalhei sobre a cabeça do meu pau, que já pulsava duro, e acrescentei mais no dedo indicador, pressionando contra a entrada apertada.
Ela ainda tentava sair daquela posição, o quadril se movendo de um lado para o outro, as pernas se debatendo. Mas eu, me valendo do meu corpo bem maior que o dela, a mantive no lugar com o peso de uma mão nas costas. Encostei a cabeça do meu pau no cuzinho dela e comecei a forçar. A pressão inicial encontrou resistência — o músculo se contraindo, tentando me expulsar. Forcei mais uma vez e ela deu um gritinho agudo, o som cortando o ar denso do living.
Senti uma dificuldade, o anel teimoso cedendo apenas milímetro por milímetro. Mas estava decidido em comer aquele cuzinho. Pelo menos o cabacinho do cuzinho seria meu — a primeira vez que ela sentiria um pau daquele tamanho arrombando aquele buraco virgem. A ideia me fez pulsar de tesão.
Meti uma mão na buceta de Marina. Os dedos escorregaram pela fenda molhada, encontrando o grelinho duro e intumescido. Comecei a mexer, movimentos circulares, pressionando a ponta do dedo médio contra aquela carne sensível. O corpo dela estremeceu, um gemido diferente escapando de seus lábios — não mais de dor, mas de excitação.
“Mexe, tio, adoro quando faz assim”, ela murmurou, a voz perdendo o tom de súplica. “Mexe no meu grelinho, me faz gozar de novo.”
Continuei o movimento ritmado, os dedos trabalhando o clitóris enquanto a cabeça do meu pau permanecia encostada na entrada do cu, forçando devagar. A umidade da buceta dela era absurda — escorria pelas dobras, molhando meus dedos, pingando no tecido das almofadas. A cada rodar do meu dedo, o anel do cuzinho relaxava um pouco mais, o corpo dela traído pelo próprio tesão.
Quando senti que Marina já estava “ligada” — os quadris se movendo sozinhos, rebolando contra minha mão, a respiração pesada e irregular — soltei meu peso sobre seu corpo. Com um único movimento, meti meu pau todo de uma vez.
“Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Para, tio, você está me rasgando!”
O grito dela ecoou pela sala. O anel do cu cedeu completamente, engolindo minha pica até a base. O calor e a pressão eram intensos — o retô apertado se ajustando ao volume invasor, os músculos internos tremendo ao redor da minha carne. Eu, sentindo a cabeça da minha pica no fundo daquele cuzinho, deixei ela se acomodar. Fiquei parado, o peso do meu corpo pressionando ela contra as almofadas, sentindo os espasmos do reto dela se alternando entre tentar me expulsar e se render à invasão.
Os soluços de Marina eram audíveis — pequenos choramingos abafados contra o estofado. Mas não me movi. Esperei até que os espasmos diminuíssem, até que a respiração dela mudasse de soluços para algo mais profundo. Então iniciei um vai e vem.
A primeira estocada foi lenta, retirando até quase sair e empurrando de volta até o fundo. O som úmido e obsceno do pau entrando e saindo do cu enchia o ambiente — schhhllpp, schhhllpp — misturado com os gritinhos de dor que ela dava a cada investida. O gel facilitava a penetração, mas o aperto ainda era intenso, a parede do reto massageando cada veia da minha pica.
Aos poucos, os gritinhos de dor foram transferidos pelo prazer. O tom mudou — de agudo e desesperado para algo mais grave, mais gutural. Marina começou a empinar a bunda, recebendo as estocadas em vez de fugir delas. A mão que antes agarrava o sofá em desespero agora se movia para baixo, alcançando a própria buceta, os dedos encontrando o clitóris enquanto eu a fodia.
Aumentei o ritmo. O vai e vem se tornou mais rápido, mais brutal. Cada estocada empurrava ela contra as almofadas, o som de pele contra pele se somando ao barulho úmido da penetração. O cuzinho que antes resistia agora aceitava meu pau com mais facilidade, o anel relaxado, o retô aberto e molhado de gel e dos sucos que escorriam da buceta dela.
Eu não aguentando mais — a pressão acumulando na base do pau, os músculos do abdômen se contraindo — gozei forte dentro daquele cuzinho delicioso. A porra jorrou em jatos intensos, esporrando bem no fundo do reto dela. O corpo de Marina estremeceu sob o meu, um gemido longo escapando de seus lábios enquanto sentia o leite quente inundando suas entranhas.
Outra vez larguei meu peso em cima dela, agora porque estava sem forças para levantar. A respiração pesada, o suor escorrendo pela testa, os músculos exaustos. O pau ainda pulsava dentro dela, os últimos espasmos expelindo os resquícios de porra. Acabei deitando ao lado dela no sofá e meu pau saiu já mole de dentro dela, com um som úmido e obsceno. A cabeça do pau estava manchada de um leve tom rosado — as preguinhas que ela mencionaria depois.
Ficamos ali por alguns minutos, os corpos suados e exaustos, o silêncio quebrado apenas pela respiração ofegante de ambos. O ar estava pesado — cheiro de suor, de sexo, de porra. As almofadas embaixo dela estavam encharcadas, manchadas de fluidos.
“Tio, eu não queria no bumbum”, ela disse finalmente, a voz pequena, ainda deitada de bruços. “Você me machucou, arrancou minhas preguinhas.”
Ri da observação dela, pois sabia que ela tinha superado bem. Não havia sangue em quantidade alarmante, apenas o vestígio rosa na minha pica mole. Ela estava inteira, apenas com o cuzinho arrombado e cheio de porra.
“É, Marina, você é uma guerreira”, respondi, virando-me para olhar ela. Os olhos dela estavam marejados, mas não havia verdadeiro ressentimento ali — mais uma reclamação de quem sabe que vai voltar para mais. “Pois tem mulher que não aguentou minha pica dentro do cuzinho e você se saiu muito bem. Esse vai ser nosso segredo — você vem aqui e eu te dou o dinheiro prá você ir ao motel com meu sobrinho. Só quero que seu cuzinho seja exclusivo meu.”
Ela não respondeu imediatamente. Permaneceu deitada, o olhar perdido no teto, as mãos agora descansando ao lado do corpo. Depois de um momento, um aceno quase imperceptível da cabeça. Um acordo silencioso.
Marina se levantou devagar, fazendo uma careta quando sentou na beira do sofá. Caminhou até o banheiro com passos incertos, as pernas tremendo levemente. Ouvi a água correndo, os sons dela se limpando. Enquanto isso, permaneci no sofá, o pau mole descansando contra a coxa, a mente já planejando os próximos encontros.
Quando ela saiu do banheiro, começou a se vestir. A calcinha primeiro, subindo pelas pernas esguias, cobrindo a bunda que eu acabara de possuir. O sutiã, a blusa sendo abotoada, a saia sendo ajustada. A transformação era fascinante — de putinha submissa no sofá para a namoradinha de meu sobrinho em questão de minutos.
Mas enquanto ela se vestia, enquanto eu observava os movimentos dela, o sangue começou a bombear de novo para minha pica. O pau endureceu lentamente, erguendo-se contra a coxa, a cabeça vermelha e brilhante. A visão de Marina se vestindo, sabendo que eu a possuíra, que meu sêmeno ainda estava dentro dela — era demais.
“Vem cá”, chamei, a voz firme. “Antes de ir, faz uma coisa pra mim.”
Ela olhou para mim, os olhos descendo até meu pau duro. Um suspiro escapou de seus lábios, mas não hesitou. Acomodou-se entre minhas pernas, os joelhos no chão, a boca se aproximando da cabeça do meu pau. A língua saiu, lambendo a fenda, recolhendo a gota de líquido pré-ejaculatório que se formava ali. Então abriu os lábios e engoliu meu pau.
O calor da boca dela era intenso. A língua trabalhando a parte inferior da glande enquanto a cabeça avançava e recuava, estocadas rítmicas que faziam meu pau pulsar de prazer. Ela chupava com maestria, parecendo profissional — a pressão dos lábios, o ritmo da língua, a mão envolvendo a base e punhetando no compasso certo. Os sons úmidos e obscenos enchiam a sala — shlurp, shlurp, shlurp — misturados com os gemidos abafados dela.
As mãos dela trabalhavam em conjunto com a boca — uma punhetando a base, a outra acariciando as bolas, apertando com a pressão exata. A língua fazia movimentos circulares na glande a cada subida, os lábios apertados criando um vácuo que me levava à loucura. Os olhos dela estavam fechados, o rosto concentrado na tarefa, como se quisesse me fazer gozar o mais rápido possível.
E estava funcionando. A pressão se acumulava na base do pau, as bolas se contraindo. O prazer subindo como uma onda, cada estocada na boca quente dela me levando mais perto do limite. Os quadris começaram a se mover sozinhos, fodendo aquela boca com mais força, a cabeça do pau batendo no fundo da garganta. Ela engasgava levemente, mas não recuava — aceitava cada estocada, a saliva escorrendo pelo queixo.
Quando senti que ia gozar — a pressão no limite, os músculos tensos — puxei a cabeça dela pelo cabelo. A boca saiu do meu pau com um som obsceno, uma linha de saliva conectando os lábios dela à glande. Empurrei Marina para o sofá, ela caindo de costas nas almofadas ainda úmidas. Os olhos dela encontraram os meus e ela soube. Ela sabia que eu queria mais.
Sem cerimônia, desci a calcinha que ela acabara de vestir — o tecido úmido de suor e dos fluidos que ainda vazavam dela. Puxei até os joelhos, depois até os tornozelos, jogando a peça de lado. As pernas dela se abriram automaticamente, mas não era a buceta que eu queria. Virei-a de bruços, as almofadas novamente sob o quadril, a bunda empinada e exposta.
O cuzinho ainda estava aberto do nosso fuck anterior, um filete de porra escorrendo entre as nádegas. Posicionei a cabeça do pau na entrada e empurrei. Deslizou com mais facilidade dessa vez — o músculo já cedido, o retô ainda cheio do meu leite anterior. A penetração foi mais suave, mas não menos intensa. O calor, o aperto, a sensação de possuir aquele buraco de novo.
Comecei a estocar com urgência, o pau duro deslizando para dentro e para fora do cuzinho molhado de porra. Os sons eram ainda mais obscenos — schhhlrrpp, schhhlrrpp — o sêmen anterior servindo de lubrificante extra. Marina gemia, o rosto pressionado contra o estofado, as mãos agarrando as almofadas. Os gemidos dela eram mais altos agora, mais desinibidos, o prazer misturando-se com a dor residual.
As estocadas ficaram mais rápidas, mais desesperadas. A pressão se acumulando novamente, o segundo orgasmo da tarde se aproximando. O corpo de Marina tremia sob o meu, os espasmos do reto massageando meu pau com cada investida. A bunda dela batia contra meu quadril, o som de pele contra pele preenchendo a sala.
Jorrando meu leitinho quentinho lá dentro. A porra explodiu em jatos quentes, misturando-se com o sêmen que já estava lá, enchendo o reto dela até transbordar. O líquido espesso escorreu pelo pau, pingando nas almofadas manchadas. Marina deu um gemido longo, o corpo convulsionando sob o meu, o cuzinho apertando ao redor do meu pau enquanto também gozava.
Quando finalmente saí dela, o pau mole e escorrendo porra, Marina permaneceu de bruços no sofá, exausta. O cuzinho ficou aberto, um fio de leite escorrendo entre as nádegas vermelhas. O cheiro de sexo era avassalador — suor, porra, gel — impregnando cada canto da sala.
Depois daquele dia, estabelecemos uma rotina. Hoje, toda vez que Marina quer sair com o namorado — meu sobrinho Alfredo — eu pago o motel. Ele não sabe, mas ela só sai com ele depois de eu transar com ela e gozar no cuzinho delicioso dela. É o nosso acordo, o nosso segredo. Ela chega à minha casa de uniforme, eu a levo para o sofá, e antes que ela vá encontrar Alfredo, eu a possuo. Marco ela como minha. Deixo meu leite dentro daquele cuzinho que agora é exclusivamente meu.
A intimidade entre nós cresceu com os encontros. Marina sabia exatamente como me agradar, e eu sabia os botões dela para pressionar. O medo inicial deu lugar a uma cumplicidade perversa — ela precisava do dinheiro, e eu precisava daquele cuzinho. Uma transação que satisfazia a ambos.
Mas a intimidade era tanta que ela se descuidou. Um dia, ao sair da minha casa com o cuzinho ainda cheio de porra, encontrou a prima na rua. Os cabelos desarrumados, as roupas amassadas, o andar incerto — os sinais eram óbvios para quem sabia olhar. A prima, mais esperta do que Marina imaginava, percebeu tudo.
E agora, a prima me pede dinheiro para guardar nosso segredo. Uma nova chantagem sobre a chantagem original — uma camada adicional de complicação na minha relação com Marina. Mas não me importo. Enquanto eu tiver acesso àquele cuzinho, enquanto puder gozar dentro dela antes de ela ir encontrar Alfredo, pago o que for necessário. Afinal, alguns segredos valem cada centavo.
“Quero o seu cuzinho, essa sua bundinha empinada me deixa louco.”
Marina estremeceu sob mim. Suas mãos empurraram contra o sofá, tentando arrastar o corpo para longe. Os cotovelos dobraram, os joelhos flexionaram, mas eu a segurei pelo quadril antes que pudesse se mover um centímetro. Sou maior. Mais forte. Muito mais pesado. Ela não tinha para onde ir.
“Não—tio, por favor—”
Empurrei-a de volta contra as almofadas. Ajeitei duas delas sob o quadril dela, erguendo aquela bunda redonda na posição perfeita. O tecido da saia ainda estava jogado sobre as costas, a calcinha torcida em volta de uma coxa. A fenda do cuzinho brilhava com o gel e a porra que já tinha deixado ali, o anel rosado pulsando.
“Por favor, tio, você é muito grande, vai me machucar toda.”
A voz dela saiu fina, quase um soluço. Os ombros tremiam. Mas eu vi como as coxas se abriram um centímetro a mais, vi o jeito que o quadril relaxou contra as almofadas mesmo enquanto as palavras pediam para parar.
“Querida, eu sei como meter nessa bundinha sem te machucar. E meu gel vai ajudar muito nisso.”
Estiquei o braço até a mesinha de centro. O tubo de KY estava ali, a tampa já meio aberta. Espremi uma quantidade generosa nos dedos, espalhei pelo pau duro, da base até a glande. O líquido frio fez meu pau pulsar. Espremi mais, passei diretamente no cuzinho dela, sentindo o músculo se contrair sob meu toque.
Marina tentou de novo. As unhas cravaram no estofamento, as pernas se esticaram como se fosse saltar do sofá. Mas meu peso sobre ela a prendeu no lugar. O peito dela comprimido contra as almofadas, a bunda erguida, completamente exposta.
Encostei a cabeça do pau na entrada do cuzinho. O calor irradiava contra a glande. O anel de músculo cedeu milímetro por milímetro enquanto eu forçava. Senti a resistência — aquela barreira apertada que não queria abrir.
Ela deu um gritinho. Agudo. Cortante.
Forcei mais uma vez. A cabeça do pau engoliu pelo anel, e o músculo apertou como um torno ao redor da glande. O cuzinho era quente por dentro, apertado de um jeito que fazia o sangue latejar no meu pau. Mas ainda havia dificuldade. O caminho era estreito demais, o corpo dela não estava acostumado a receber algo daquele tamanho.
Estava decidido. Aquele cuzinho seria meu. Pelo menos o cabaço do cuzinho seria meu.
Deslizei uma mão por baixo do quadril dela. Encontrei a buceta molhada — encharcada, na verdade. O sêmen que tinha depositado ali antes escorria pelas coxas, misturado com os próprios fluidos dela. Meus dedos encontraram o grelinho, duro e pulsante, e comecei a mexer.
Círculos lentos. Pressão na base. Depois um vai e vem rápido com a ponta do dedo médio.
O corpo de Marina reagiu antes mesmo das palavras saírem. O quadril empurrou para trás, contra o meu pau. Os gemidos de dor se transformaram em outra coisa.
“Mexe, tio… adoro quando faz assim. Mexe no meu grelinho, me faz gozar de novo.”
A voz dela saiu rouca, ofegante. As pernas tremeram, mas agora de tesão, não de medo. Continuei masturbando o grelinho, sentindo a umidade aumentar contra meus dedos, sentindo o cuzinho relaxar um pouco ao redor da glande. O calor subia pelo corpo dela, a respiração acelerava.
Quando senti que Marina estava “ligada” — o quadril balançando sozinho, a buceta pingando, os gemidos constantes — soltei meu peso sobre o corpo dela.
E meti meu pau todo de uma vez.
“AAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!”
O grito rasgou a sala. O corpo dela arqueou sob o meu, as costas se curvaram, as unhas rasparam o sofá como garras. O cuzinho engoliu cada centímetro do meu pau até a base, o anel de músculo apertando com força desesperada ao redor da haste.
“Para, tio! Você está me rasgando!”
As palavras saíram entre soluços. Mas eu não me movi. Fiquei parado, sentindo a cabeça da minha pica no fundo daquele cuzinho — o calor, a pressão, o aperto insano que parecia querer expulsar meu pau e sugá-lo ao mesmo tempo. O músculo pulsava ao meu redor, espasmos involuntários que massageavam a glande.
Deixei ela se acomodar. A respiração dela era irregular, o corpo todo tenso. Aos poucos, os soluços diminuíram. O anel ao redor da base do meu pau relaxou um milímetro. Então mais um.
Iniciei um vai e vem lento. Saí até a glande ficar presa pelo anel, depois empurrei de volta até o fundo. Cada estocada arrancava um gritinho dela — agudo, cortante, misturado com dor.
Mas logo os gritinhos mudaram. O tom ficou mais grave. Os gemidos alongaram. O quadril dela começou a acompanhar o ritmo, empurrando para trás quando eu avançava.
O prazer substituiu a dor. O cuzinho que antes resistia agora sugava meu pau a cada saída, como se não quisesse deixar escapar. Os sons obscenos enchiam a sala — schlap schlap schlap — o barulho de carne molhada batendo contra carne molhada.
Aumenteii o ritmo. As estocadas ficaram mais fundas, mais rápidas. A bunda dela balançava a cada impacto, a pele clara ficando vermelha onde meu quadril batia. Os gemidos de Marina se transformaram em gritos de prazer puro.
Não aguentei mais. A pressão acumulou na base do pau, subiu pela haste, e gozei forte dentro daquele cuzinho delicioso. Jato após jato de porra quente esporrando bem no fundo, enchendo o reto dela enquanto o músculo pulsava ao redor de mim, ordenhando cada gota.
Outra vez larguei meu peso em cima dela. Agora porque estava sem forças para levantar. Os músculos das pernas tremiam, o coração martelava contra as costelas. O suor escorria pelo meu rosto, pingando nas costas dela.
Acabei deitando ao lado dela no sofá. Meu pau saiu já mole de dentro dela, com um som úmido — plop — e um fio de porra escorreu pelo cuzinho dilatado. O anel não fechou completamente, vermelho e inchado, com meu leitinho branco escorrendo pela fenda.
Marina ficou deitada de lado, as pernas encolhidas, os braços cruzados sobre o peito. A respiração ainda ofegante. Os olhos marejados.
“Tio, eu não queria no bumbum. Você me machucou. Arrancou minhas preguinhas.”
A voz dela saiu como um reclamo infantil, os lábios fazendo bico. Olhei para ela — o corpo todo marcado, suado, com minha porra escorrendo entre as pernas — e ri. Uma risada genuína, porque sabia que ela tinha superado bem. Tinha aguentado cada centímetro, tinha gozado com meu pau enterrado no cu, tinha pedido mais quando a dor virou prazer.
“É, Marina, você é uma guerreira. Pois tem mulher que não aguentou minha pica dentro do cuzinho e você se saiu muito bem.”
Passei a mão pelo cabelo dela, afastando os fios grudados na testa suada.
“Esse vai ser nosso segredo. Você vem aqui e eu te dou o dinheiro prá você ir ao motel com meu sobrinho. Só quero que seu cuzinho seja exclusivo meu.”
Ela não respondeu imediatamente. Ficou quieta, os dedos tracando padrões no estofamento manchado. Depois assentiu, um movimento pequeno com a cabeça.
Marina se levantou devagar, as pernas tremendo. Recolheu a calcinha do chão, vestiu com movimentos lentos, fazendo uma careta quando o tecido encostou no cuzinho sensível. Ajeitou a saia, abotoou a blusa, passou os dedos pelo cabelo para arrumar.
Eu a observei vestir. E enquanto observava, o sangue voltou a bombar. O pau, que tinha amolecido, começou a endurecer de novo. A bunda dela balançando enquanto ela se vestia, a lembrança do aperto do cuzinho, os gemidos — tudo isso fez o pau ficar duro outra vez.
“Marina.”
Ela virou, os olhos caindo imediatamente para o meu pau duro apontando para ela.
“Chupa.”
Duas palavras. Ela sabia o que fazer. Ajoelhou-se entre minhas pernas, a boca abrindo sobre a glande antes mesmo de eu terminar de falar. A língua dela deslizou ao redor da cabeça do pau, lambendo o sêmen e o gel que ainda restavam. Depois engoliu, a boca quente e úmida envolvendo a haste.
Ela chupava com maestria. Parecendo profissional. A cabeça subia e descia num ritmo constante, a língua trabalhando a parte de baixo do pau, as mãos massageando os ovos. O som de chupação enchia o ambiente — shluck shluck shluck — a saliva escorrendo pela haste, pingando nos ovos.
A boca dela era quente, molhada, perfeita. A garganta relaxava quando ela engolia fundo, o pau desaparecendo entre os lábios carnudos. Os olhos dela olhavam para cima, encontrando os meus, e algo naquele olhar — submisso, devoto — fez a pressão se acumular mais rápido.
Quando senti que ia gozar, puxei a cabeça dela pelo cabelo. O pau saiu da boca com um estalo molhado. Marina ofegou, a saliva escorrendo pelo queixo.
Empurrei Marina para o sofá. Ela caiu de bruços sobre as almofadas, a bunda empinada outra vez. Sabia que eu queria mais. Não precisou de instruções.
Desci a calcinha dela — a mesma que tinha acabado de vestir — puxando o tecido pelas coxas até os joelhos. O cuzinho ainda estava vermelho, dilatado, com os restos de porra escorrendo. Posicionei o pau na entrada e meti de novo.
Dessa vez o caminho estava mais fácil. O cuzinho acolhedor abriu sem tanta resistência, o músculo cedendo ao redor da haste. A porra que tinha deixado ali serviu de lubrificante extra, e o pau deslizou até o fundo com um único movimento.
Marina gemeu. Não de dor dessa vez — de prazer puro. O cuzinho já estava acostumado com meu tamanho, o anel moldado ao formato do meu pau.
Bombeei com força. Estocadas rápidas, profundas, o quadril batendo contra a bunda dela com sons obscenos. A porra de antes espumava ao redor do pau, branca e espessa, escorrendo pelas coxas dela.
“Ah… ah… ah…” Os gemidos de Marina saíam a cada estocada, ritmados, constantes.
O prazer subiu rápido. A pressão no fundo dos ovos, o aperto do cuzinho sugando meu pau, os gemidos dela — tudo se juntou. Jorrei meu leitinho quentinho lá dentro. Esporos quentes enchendo o reto dela, misturando com a porra que já estava ali. O cuzinho pulsou ao redor de mim, ordenhando cada gota.
Quando saí, a porra escorreu como um rio. Branca, espessa, escorrendo pelo cuzinho dilatado e pela buceta inchada, manchando as almofadas do sofá.
Marina ficou deitada ali, respirando pesado, o corpo todo relaxado. Depois se vestiu em silêncio e foi embora sem olhar para trás.
Hoje, toda vez que Marina quer sair com o namorado — meu sobrinho Alfredo — eu pago o motel. Ele não sabe. Mas ela só sai com ele depois de eu transar com ela e gozar no cuzinho delicioso dela. É o nosso acordo. O preço do segredo. O custo de manter a fachada de relacionamento perfeito enquanto eu uso o corpo dela como quero.
Nossa intimidade cresceu. Marina sabia exatamente como me agradar, e eu sabia os botões que a faziam derreter. O medo inicial deu lugar a uma rotina — ela aparecia, eu a fodia, gozava no cuzinho dela, e ela saía com o dinheiro para o motel onde Alfredo a esperava.
Mas a intimidade tem um preço. Quanto mais confortável Marina ficava, mais descuidada se tornava. E foi exatamente isso que aconteceu.
Uma prima dela descobriu tudo.
Não sei como, exatamente. Talvez Marina tenha deixado escapar alguma palavra, algum olhar. Talvez a prima tenha notado o dinheiro extra, os encontros misteriosos, as horas desaparecidas. O fato é que ela apareceu na minha porta uma tarde, os olhos brilhando com a cobiça de quem encontrou uma mina de ouro.
Ela queria dinheiro para guardar o segredo. E eu paguei, no início. Semanas de pagamentos silenciosos, de encontros furtivos na porta de casa, de notas amassadas trocadas de mão.
Mas a situação não podia continuar assim. A prima era gananciosa, e a ganância não tem limite.
Em uma das vezes em que ela veio buscar dinheiro, Marina estava aqui. As duas se olharam, e algo passou entre elas — uma comunicação silenciosa, um acordo não dito. Marina sabia o que precisava ser feito. E, com a ajuda dela, fizemos a prima experimentar um pouco do leitinho da minha pica.
Era virgem de tudo. Nunca tinha visto um pau de perto, muito menos tocado um. O medo nos olhos dela era real — mas a curiosidade também. E quando meu pau entrou naquela bocinha apertada pela primeira vez, quando os olhos dela arregalaram e o corpo todo estremeceu, eu soube que tinha mais uma segredada na minha coleção.