
Esposa corna e muito apaixonada realiza fantasia de ver o marido pauzudo macetar sua melhor amiga sem camisinha.
Meu nome era Camila. Eu tinha trinta e quatro anos naquela noite, com a pele branca que nunca pegava sol de jeito nenhum, cabelos castanhos caindo em ondas até a cintura, seios médios que ainda me surpreendiam com a firmeza, mamilos rosados e duros.
Minha cintura era marcada, mas era a bunda redonda que Diego meu marido não cansava de apertar — e apertava sempre que podia, com aquela mão grande e áspera de homem que trabalhou a vida inteira.
Eu estava casada com ele há doze anos. Diego tinha quarenta e dois, alto, com ombros que enchiam qualquer porta, aqueles fios grisalhos nas têmporas que me derretiam desde o primeiro dia.
Pau dele era grosso, veiudo, a coisa mais deliciosa que já provei — e olha que eu tinha provado bastante coisa na vida.
Eu era cuckquean. Para mim, esse fetiche nunca foi sobre humilhação. Era empoderamento puro.
Era me permitir sentir ciúme, desejo, aquela pontada de insegurança que vinha junto com um prazer avassalador.
Era confiar tanto no meu homem, no nosso amor, que eu conseguia transformar a dor em tesão.
Era ser dona da minha sexualidade sem vergonha nenhuma.
Marina tinha trinta e cinco anos, minha melhor amiga. Loira, pele dourada de quem vivia na praia, seios grandes e pesados que balançavam quando ela andava, bunda farta e redonda que enchia qualquer calça jeans.
Recém-divorciada de um casamento de merda, já acostumada no meio liberal ela era a pessoa ideal para aquela noite.
E ainda por cima era uma das minhas melhores amigas. Poder sentir aquilo com ela, dividir aquele momento, seria uma memória que eu guardaria para sempre.
Eu combinei com os dois. Fomos até o motel que eu já tinha escolhido, um lugar discreto com jacuzzi no quarto, iluminação baixa, aquela atmosfera de pecado.
Quando entramos, eu senti o cheiro de limão e algo mais denso, talvez incenso.
Eu trouxe três garrafas de vinho tinto, o mesmo que a gente sempre bebia em casa. Enchi a jacuzzi enquanto Diego tirava a roupa com aquela naturalidade de quem não tem vergonha do próprio corpo.
Marina fez o mesmo, e eu as observei — os dois ali, nus, já se olhando com vontade de se agarrarem bem ali na minha frente.
Entramos na água quente. O vinho começou a circular. Eu fiquei mais quieta do que o normal, apenas ali, na minha poltrona molhada da jacuzzi, tomando gole atrás de gole e vendo a aproximação entre meu marido e Marina.
Eles conversavam sobre alguma série que eu nem ouvia direito. Eu gostava de ver aquilo de longe as mãos dele tocando a coxa dela de leve, o riso dela mais alto do que o normal, o jeito que os corpos deles já buscavam um ao outro na água.
Eu gostava do ciúme que aquilo me proporcionava. Em minha cabeça, tudo já estava sendo montado, cena por cena, como um filme eu assistiria ao vivo.
Depois do segundo copo de vinho, o tesão era palpável. Eu saí da jacuzzi primeiro, a água escorrendo pelo meu corpo, sentindo o ar frio do quarto bater na pele molhada.
Fui até a poltrona de couro preto, me sentei, abri as pernas sem cerimônia.
— Comecem — eu disse. Minha voz saiu mais firme do que eu esperava.
O beijo deles foi intenso desde o primeiro segundo. meu marido puxou Marina pela cintura.
Eu vi a língua dele entrando na boca dela, a mão dele apertando a bunda dela com aquela força que eu conhecia tão bem.
O ciúme queimou no meu peito, uma pressão quente e deliciosa, enquanto minha mão descia entre as pernas. Eu já estava enxarcada.
Na minha cabeça a mistura de ciúmes e prazer é algo poderoso, uma droga que eu não conseguia parar de usar.
— Diego — eu chamei. Ele parou o beijo, olhou para mim com aqueles olhos totalmente despreocupado com a minha presença. — Chupa ela. Quero ver.
Ele se levantou e puxou Marina pela mão, deitou ela na beirada da cama. Abriu as coxas grossas dela com as duas mãos e mergulhou a boca.
O som molhado da língua dele no clitóris dela me deixou louca — aquele chup úmido, repetido, o gemido de Marina subindo em tom.
Eu me ajoelhei ao lado, peguei o pau duro do meu marido com uma mão, sentindo pau dele realmente bem duro, estava pesado.
Estiquei meu pescoço buscando o pau dele e comecei a mamar com devoção, devagar, molhado, chupando até o fundo, sentindo a ponta bater no fundo da minha garganta, lambendo as bolas com a língua flat.
— Você está tão duro amor… — eu murmurei, com o pau na boca, a voz abafada. — Tão excitado por ela…
Enquanto ele comia a buceta dela com a boca e língua, eu o chupava pênis dele com muito amor e tesão. A sinfonia de sons perfeito: língua dele na buceta de Marina, a minha boca no pau dele, os gemidos dela estavão preenchendo o quarto.
Em seguida, Marina se ajoelhou, veio saborear o pau do meu marido, Ela pego pau dele punhetando lentamente pra sentir o pau dele se estava ponto certo pra penetra-la e iniciou mamada com gosto, com tesão, com desejo, fazendo contato visual comigo enquanto tentava engolir todo o pau do meu marido.
Eu vi a Marina se esforçando pra desaparecendo com pau do meu marido na boca dela, a garganta dela se abrindo ao maximo, os olhos marejados e com as veias pulsando na sua testa pelo esforço que ela fazia.
Coloquei a camisinha nele usando apenas a boca, olhando nos olhos dele, sentindo o gosto do látex misturado com o dele.
Depois eu pedi. Minha voz saiu rouca, quase irreconhecível.
— Agora vai. Come ela pra mim.
Meu marido olha pra mim, e diz, você nao manda nada aqui. E tirou o preservativo, porque ele queria comer a Marina sem camisinha.
Aquela bunda grande empinada era uma visão. Marina de quatro, as coxas abertas, a buceta exposta totalmente para o meu marido.
Diego entrou devagar, e ela soltou um gemido longo e doce — aaaahhh, arrastado, subindo de tom.
Acho que é primeira vez meu marido comeu ela sem camisinha.
Não me restou outra alternativa e comecei a me masturbar olhando o pau dele desaparecendo dentro da Marina, o barulho molhado de estocadas — tchabum, tchabum, tchabum.
A pele batendo, o cheiro de sexo começando a dominar o quarto, aquele odor único de suor e excitação.
— Mete mais fundo, amor nela — eu pedi, minha voz tremendo. — Quero ouvir ela gemendo o seu nome.
Eles mudaram para a borda da cama. Meu marido sentado, as costas contra a cabeceira, Marina cavalgando de costas, aquela bunda perfeita subindo e descendo no pau dele.
Eu sei que ja vinha olhando meu marido e marina transando, mas aquela experiencia de ser meu homem comendo ela sem camisinha, foi maravilhosa.
Era hipnotizante, ver a marina totalmente entregue e como ela usava meu marido, o brilho do pau dele entrando e saindo era cena ate hoje me lembro desta primeira vez.
Eu fiquei atrás dela, abraçando sua cintura, sentindo o movimento, beijando seu pescoço suado, sentindo o gosto salgado da pele dela.
Eu pouco tom choro pois estava sim ciume, eu dizia— Quica gostoso pra ele, Marina… — eu sussurrei no ouvido dela. “Marina era melhor do que eu na cama”, eu ja reconheci isso desda primeira vez os que o vi junto.
Ela olhando cara manhosa, “eu to quase gozando pau dele”, eu respondi “Mostra como você quer gozar no pau do meu marido”.
De quatro, sentada na borda da cama, amazona invertida, de costas para ele, de frente para mim — em todas as posições eu assistia, me masturbava e sussurrava safadezas sem poder tocar neles.
Ali eu era um nada entre os 2, uma mulher provavelmente teria que ainda pagar a conta do motel, e ainda sai sem transar com meu marido.
O ciúme e o tesão me consumiam como fogo. Eu comecei a beijar Marina, chupava os seios dela, mordia seu pescoço enquanto ela quicava no pau do meu marido.
Os gemidos dela eram música — uhhhn, ahhh, Diego, sim, assim — e eu bebia cada um deles.
Então chegou o clímax que eu tanto queria.
Diego deitado de costas. Marina quicando forte em amazona invertida, o pau grosso entrando e saindo brilhando de lubrificação.
De repente ele escapou — plof — e ficou ali, latejando, vermelho, apontando para o teto. Eu não pensei duas vezes.
Fui para segurar o pau latejante do meu marido, mas marina me enpurrou e botou rapidamente a boca no pau do meu marido. Olhei nos olhos dele, vi a confusão e o desejo lutando.
Quando ele gozou, foi profundo e intenso, os músculos do pescoço dele tensionando, a boca aberta em um gemido rouco — Camila, porra, Camila — enquanto enchia a boca da Marina, pulsando, pulsando, pulsando.
E então veio a visão que me marcou para sempre.
Quando ela saiu devagar, a buceta inchada e vermelha de Marina estava aberta, o leite branco, grosso e quente do meu marido escorria lentamente pelos boca dela.
Fios pesados desciam, pingando na base do pau dele, na coxa dele, na cama. Era uma imagem linda, crua, poderosa e obscenamente perfeita.
Com o coração batendo forte, segurei o pau do meu marido, ainda duro, ainda sensível, brilhando com o resto do sêmen dele.
Olhei para ele com pura admiração e amor. Levei à boca e comecei a mamar de leve, carinhosamente. Chupei devagar, saboreando o gosto misturado da saliva dela e semen dele, limpando-o com a língua enquanto olhava nos olhos dele.
Eu limpei cada centímetro dele, chupando até sentir que ele não aguentava mais, até ele gemer de novo, dessa vez baixinho, quase um pedido de trégua.
Depois de alguns minutos mamando-o com carinho, beijei Marina com gratidão.
Naquele momento eu me senti a mulher mais poderosa do mundo. Ser não me diminuía me expandia. Me fazia sentir desejada, amada e sexualmente viva como nunca.
O ciúme que eu sentia era combustível, não veneno. Ver meu marido gozando dentro da boca de outra mulher, e depois poder limpar ele com a boca isso me completava de uma forma que palavras não explicavam direito.
Eu era Camila. Esposa apaixonada, corna orgulhosa, e uma mulher que não tinha mais medo dos próprios desejos.
Ela ficou de camarote assistindo à melhor amiga quicar sem camisinha no pau grosso do seu marido até ele gozar. Quer assistir video de outra esposa corna recebendo em casa nada mais nada menos a ex do seu marido, clique aqui e se divirta.