Esposa perde emprego e marido assumi a responsabilidade e vai trabalhar de carro aplicativo e conhece Cristal, 30 anos, casada, mãe de dois filhos e com uma carência enorme.
O casamento de dez anos com a Madalena nunca teve um grito sequer.
Levávamos a vida num compasso manso, de café da manhã juntos, filme no domingo, contas pagas em dia, até o dia em que ela chegou em casa com os olhos vermelhos e a carteira de trabalho na mão.
A empresa tinha cortado quinze pessoas, e ela estava entre elas. O salário dela cobria metade das despesas. Sem aquele dinheiro, a conta não fechava de jeito nenhum.
Eu trabalhava apenas no período da manhã, então achei a solução óbvia: dirigir Uber à tarde.
O aplicativo pagava mal, mas ja ajudava. Ao fim de cada corrida, deixava um cartãozinho com meu número no banco de trás.
Corridas particulares pagavam o dobro, e a clientela crescia sozinha.
Foi numa dessas corridas que conheci Cristal. Ela entrou no carro com um perfume maravilhoso, cabelos castanhos soltos nos ombros, e se apresentou só pelo primeiro nome.
Puxei conversa como sempre fazia — sou do tipo que quebra o gelo com facilidade e Cristal devolvia cada palavra com uma naturalidade rara, em se tratando de mulher cortejada por muitos homens.
As viagens seguintes dela ficaram mais animadas. Conversas que começavam sobre o trânsito terminavam em assuntos que faziam os vidros embaçarem.
Na última corrida, ela tinha falado sobre o casamento dela com um tom entre tédio e provocação, e eu respondi na mesma moeda. Saí do carro com o pau meio duro e a cabeça quente.
A Madalena não transava comigo há semanas. Eu entendia — desemprego, ansiedade, a cabeça dela em outro lugar.
Mas no banheiro, de madrugada, eu batia punheta tentando não fazer barulho. Já não aguentava mais.
Num domingo de chuva fina e frio, decidi não ligar o aplicativo. Sentei no sofá ao lado da Madalena, liguei a TV e comecei a assistir um filme de ação que passava na sessão da tarde.
O celular vibrou em cima da bancada da cozinha. Levantei, caminhei até lá, e o nome na tela desfez qualquer tranquilidade.
“O que você está fazendo? Estou com uma saudade absurda… Tem coragem de vir me ver?”
Cristal. 30 anos, casada, mãe de dois filhos.
Eu sabia disso porque nossas conversas nas corridas tinham escalado para um nível que nenhum motorista de Uber deveria permitir.
A última viagem ficou cheia de assuntos picantes. Eu resolvi ver até onde Cristal iria.
Faziam semanas que eu não transava. O tesão me comia por dentro.
Respondi com os dedos ainda úmidos de chuva: “Só vou se for para gozar na sua boca.”
A tréplica veio em segundos: “Duvido, você não tem coragem. Sabe que pode gozar tudinho ali dentro. Vem viver essa loucura comigo hoje. Para no estacionamento do meu trabalho, eu saio um pouco e, dentro do carro, eu faço o que você quiser.”
Olhei para a Madalena no sofá. Ela nem tirou os olhos da TV.
— Passageira pedindo corrida — falei, pegando as chaves do carro.
— Vai — disse ela, sem me questionar. Sabia que a grana estava curta.
Minutos depois, o carro cortava as ruas da cidade.
A chuva batia no para-brisa em um ritmo constante, os semáforos refletiam no asfalto molhado, e eu sentia o coração acelerando a cada quadra que passava.
Entrei no estacionamento da empresa dela e parei na parte mais escura longe de qualquer movimento.
O tempo chuvoso garantia o isolamento perfeito. Enviei a mensagem de aviso.
Cristal surgiu e vi ela caminhava rápido, com aquele andar que balançava a bunda mesmo debaixo de um casaco.
Abriu a porta do passageiro, trouxe o perfume dela para dentro do carro, o mesmo da primeira vez — e me abraçou apertado.
O beijo veio quente, úmido, com a língua dela invadindo minha boca sem cerimônia.
— Eu estava com saudade de te ver — sussurrou contra meus lábios, com um sorriso cúmplice.
— Porque você falou aquilo telefone, era pra mim a mensagem, questionei, puxando o corpo dela para mais perto.
Minhas mãos foram diretas para os peitos fartos por baixo da blusa.
Apertei com vontade, sentindo o volume macio ceder entre os dedos, enquanto nossas bocas se colavam num beijo fundo, cheio de urgência.
O desejo acumulado de semanas fez o short dela sumir em segundos. Ela se debruçou sobre meu colo, e meu membro ainda amolecido pulsava com o calor do momento.
Cristal sorriu ao perceber, sabendo exatamente o que fazer.
— Acorda ele — pedi.
Cristal segurou, começou a massagear com a palma da mão em movimentos circulares, lentos, e logo em seguida abriu os lábios, engolindo a cabeça de uma vez.
A boca dela era mulher casa, mãe de 2 filhos e estava ali envolvida comigo e era incrivelmente quente e úmida.
Ela começou um boquete faminto, descendo e subindo com vigor, sem pressa, alternando a pressão da língua com a sucção firme.
Em poucos instantes, o pau pulsou e endureceu feito rocha, preenchendo a boca dela inteira.
A cada movimento, o som úmido da saliva preenchia o interior do carro — sllurp, sllurp, sllurp — e os vidros começavam a embaçar com o calor dos corpos.
Cristal olhava de baixo para cima, com os olhos brilhando de pura safadeza, de mulher tinha casamento morno e procurava alguém que pudesse a satisfazer de verdade. Ela segurava meu pau, deliciando-se com o tamanho e com o sabor.
Enquanto ela mamava com vontade, minha mão livre buscou a bunda farta e redonda dela, apertando a carne macia, enquanto os dedos da outra escorregavam para a intimidade.
A buceta de Cristal estava completamente encharcada, melando os dedos de imediato.
Ao sentir o toque e o deslizar do dedo em seu clitóris, ela soltou um gemido abafado contra o membro — mmmnnh — e intensificou o ritmo da mamada.
— Tá gostando? — perguntei, sentindo a cabeça latejar.
— Estou matando a minha saudade… Adoro chupar você — murmurou, pausando por apenas um segundo antes de voltar a engolir tudo até a base.
Foram mais de vinte minutos de puro delírio, com ela demonstrando toda a sua perícia como fazer boquete.
Um boquete que jamais eu receberia da minha esposa corna, estava naquele exato momento assistindo TV em casa.
A boca de Cristal trabalhava sem parar, explorando cada centímetro, sugando com força.
A língua dela desenhava círculos na glande antes de descer lambendo o tronco inteiro, e a saliva escorria pelo queixo dela, pingando no meu saco.
— Não vou aguentar… Vou gozar tudo na sua boca! — avisei, com a voz embargada.
Cristal não recuou. Pelo contrário, firmou a mão na minha coxa, olhou fixamente nos meus olhos e sugou com ainda mais força, cravando os lábios e fazendo uma pressão absurda.
Gozei muito. As cordas de porra jorraram dentro da boca dela, e eu podia ver um pouco escorrendo pelo canto dos lábios de Cristal.
Ela seguiu firme, com a mão ainda em minha coxa, sugou novamente, e pude sentir ela arrancando o resto de porra que havia dentro do meu pau. Engoliu tudo, não deixou escapar nada.
Ela deixou limpinho, ela levantou a cabeça e olhou para mim com aquele olhar safado que traia o marido corno.
Com a língua, limpou o cantinho da boca onde ainda restava um pouco da minha porra, e disse:
— Adorei minha carona. Domingo que vem quero almoçar com você de novo.
