Pai leva o enteado para a borracharia como desculpa para dar uma escapada para puteiro, deixa o jovem fazendo companhia para seu velho amigo borracheiro que não perdoa o rapaz na na salinha dos fundos.
Mal consegui dormir naquela sexta-feira. Ficava virando de um lado pro outro na cama, o travesseiro quente de tanto mexer.
Cada vez que fechava os olhos, a imagem do Binho agachado na borracharia aparecia as cochas grossas marcando a calça, o braço tatuado girando a chave de roda.
Ele amigo do meu pai que me tirou a virgindade do cuzinho, meus outros primos foram tudo fiz vários boquetes e gozaram na minha barriga, mas penetração mesmo foi Binho.
Apensar de ter ja 19 anos, eu estava me descobrindo que eu era e meus gostos e hoje certamente era binho era maior desejo sexual.
E sempre que eu pensava no que tinha acontecido pela primeira vez com Binho no sábado passado, meu pau endurecia de novo, eu virava pro lado, ele endurecia de novo. Acordei com as olheiras fundas e o pau já duro de manhã.
Meu pai antes sair com carro final de semana dava pulinho na borracharia, meu pai estacionou o Uno na frente. E lá estava ele. Binho agachado, trocando um pneu dianteiro de um cliente.
A calça de jean grudou no rabo quando ele se abaixou, e o músculo da coxa esquerda tremeu quando ele fez força na chave de roda.
Meu coração deu um pulo no peito, e o sangue subiu pro pau num segundo. Ficou duro, apertado contra a calça jeans. Cruzei as pernas no banco de trás e puxei a camiseta por cima do colo.
Meu pai desceu do carro e caminhou até o Binho, deu um tapa no ombro dele. Conversaram um minuto, Binho riu de alguma coisa, limpou a mão na camiseta suja de graxa.
Antes de voltar pro carro, meu pai se inclinou no vidro da janela e falou comigo:
— Já sabe né?
— Já pai… tá tudo bem…
Ele deu uma piscadela e entrou no Uno. O carro saiu devagar, barro batendo no para-choque, e sumiu na curva da rua.
Eu fiquei no banco, observando Binho terminar o serviço. Ele apertou a porca, levantou, guardou a chave no banco da ferramenta.
O cliente do Corolla pagou e saiu. Binho veio na direção do carro buscar o estepe, e eu abri a porta e desci.
— O pneu só está murcho, não está furado — falei.
Ele parou, me olhou, franziu a testa.
— Como você sabe?
Engoli em seco. As orelhas esquentaram.
— Eu que murchei.
Binho ficou quieto dois segundos. Depois jogou a cabeça pra trás e deu uma gargalhada.
— Kkkk… puta que pariu… você só pode estar de brincadeira… kkkkk… é sério?
— É — falei, a voz fina, olhando pro chão de terra batida.
Ele passou a mão no queixo, ainda rindo, e balançou a cabeça.
— Bom… então acho que sei porquê você está aqui… vamos lá na salinha… kkk…
A salinha era um cubículo nos fundos, com uma mesa velha e um colchão no chão. Em segundos estava peladinho, deitado no colchonete, e as mãos do Binho percorriam meu corpo.
Dedos grossos de mecânico, com calo, subindo pela coxa, abrindo minha perna, apertando o quadril. Meu corpinho todinho explorado por ele. A língua dele no pescoço, no peito, descendo.
O pau dele encostou na minha coxa, quente, duro, grosso. Arregacei as pernas sem nem pensar, e ele cuspeu na mão e passou no meu rabo. O dedo entrou devagar, abrindo, e eu puxei o travesseiro contra o rosto e gemi abafado.
Nesse dia meu pai estava mais à vontade. Demorou mais no puteiro. E Binho não perdoou meu rabinho. Meteu muito, com vontade, cada estocada me empurrando pro colchonete.
O barulho de pele batendo em pele enchia a salinha — plap, plap, plap — e eu mordia o travesseiro, os olhos revirando.
Ele precisou dar uma paradinha no meio pra atender um cliente que bateu buzina lá na frente. Voltou com o pau ainda duro, me jogou de bruços e entrou de novo.
O cuzinho já estava aberto, molhado de cuspe, e a rola deslizava fácil. Gemia alto, sem cuidado, e eu também.
Ele quis dar mais um trato.
Voltamos pra salinha, peladinho de novo, e eu levei rola pela terceira vez. Foi aí que quase meu pai nos pegou.
Binho estava metendo de ladinho, me segurando pela cintura, quando eu olhei pela fresta da porta e vi meu pai do outro lado da rua, parado na calçada, conversando com alguém.
— Chega Binho… pára… meu pai tá ali… vai atravessar a rua.
— Ahh… ahhh… ahhh… calma… tô quase gozando… ahhh… ahhh… só mais um pouquinho…
— Vai Binho vai… ele já vai atravessar… goza…
No desespero, comecei a rebolar. O cuzinho dava umas travadinhas, apertava e soltava, e isso parecia deixar ele mais louco. Meu pai colocou o pé na rua, ia atravessar.
— Ahhhh… delícia… rebola… rebola safadinho… ahhhh…
— Vai… vai goza… ele já está atravessando… vai…
Binho deu um gemido alto, fundo, e começou a gozar. A rola pulsou dentro de mim, uma, duas, três, quatro vezes, e a porra quente escorreu pelo meu rabo.
Parecia que não ia parar. Peguei minhas roupas do chão e corri pro banheiro. Binho veio junto, ainda engatado em mim, despejando porra a cada passo.
Só tirou a rola quando cheguei na porta do banheiro. A cabeça saiu com um plop e a porra escorreu pela perna. Entrei, tranquei a porta, me limpei com papel, dei uma água no rosto.
O coração batia na garganta. Saí do banheiro. Meu pai estava ali na recepção, com cara de satisfeito, com jeito de quem veio das nuvens. Nem desconfiou.
