Marido e esposa percebem seus enteados subiram na cama, a enteada pra ficar com marido e esposa precisa ensinar algumas coisas para enteado que não sabia fazer, mesmo se relacionando com irmã de criação.
Meus enteados tinha costume de virem ao nosso quarto pra se meter na nossa cama.
Aquela noite, primeiro a minha enteada, depois o meu enteado, os dois vieram, querendo testar os limites comigo e com o meu marido.
Eu imaginava que era só curiosidade, uma provocação de jovens de 18 anos que ainda não sabiam medir as consequências dos próprios impulsos.
Mas quando a porta se abriu e os dois entraram sem cerimônia, eu já estava deitada ao lado do meu marido, os corpos ainda mornos pois tínhamos recém feito amor, e não houve surpresa no meu olhar.
Só uma pausa longa, o ar da noite entrando pela fresta da janela, o lençol fino cobrindo a minha cintura.
Meu enteado o Lucas ficou ali parado por um instante, ao meu lado. Parecia não ter a mesma coragem da irmã, que já estava montada sobre o meu marido, os joelhos afastados, a bundinha empinada, as mãos dele pousando nos seus peitos pequenos e pontudos.
O meu enteado apenas respirava ofegante, o peito subindo e descendo por baixo da camiseta do pijama, os olhos indo e vindo entre mim e o colchão.
Pra lhe mostrar que estava tudo bem, que os dois eram bem-vindos ao nosso quarto, como já tínhamos dito antes, eu levantei a mão e acariciei o seu peito.
Senti o coração dele batendo rápido.
Em seguida, fui descendo. A mão deslizando pelo abdômen, sentindo os músculos contraídos, até pousar sobre o volume da sua ereção.
Os dois ao meu lado de repente se deteram. Minha enteada parou de se mexer no colo do meu marido, e ele próprio virou o rosto, olhando a cena estáticos.
Quando eu puxei o elástico do shorts do pijama, o pau do meu enteado saltou pra fora, completamente ereto, a cabeça vermelha e úmida, o caule pulsando sozinho.
Àquela altura, não tinha mais como pôr de volta aquele trofeu.
Ele tirou a camiseta, ficando completamente nu. E mais do que isso, meu enteado tinha se despido pra sua madrasta, como um bom menino de 18 anos obediente, vendo que era isso o que eu queria dele.
Ficou ali parado, o pau apontando pra mim, o corpo esguio e jovem, a pele lisa, e eu me dava conta da fronteira que estávamos cruzando.
Isso estava prestes a acontecer é um lugar onde você tem que cruzar uma linha pra descobrir o que existe do outro lado. O problema é que não há retorno.
A relação muda e as coisas nunca mais serão como antes. Mas já excitada com a sua ereção, eu o convidei pra se juntar a nós na cama.
Assim que subiu, ele já veio por cima de mim, se acomodando entre as minhas pernas.
O peso do corpo dele sobre o meu, a pele quente colada à minha, o pau duro encostando na minha coxa.
Eu mesma peguei seu pau e fui guiando, sentindo o seu calor e o contato da sua cabeça, que se acomodou na entrada da minha buceta.
Eu estava tão molhada que ele escorregou de uma só vez pra dentro de mim, e então começou a me penetrar.
Meu corpo inteiro estremeceu. Por um instante, ele se apoiou nos braços, me olhando bem nos olhos, a boca entreaberta, o hálito quente quase colado ao meu rosto.
Até voltar a investir, metendo de novo e suspirando ofegante. Na mesma hora, soltei um gemido que encontrou o seu hálito, e não resisti e abri a boca, puxando o seu rosto e o envolvendo.
Era um beijo que eu nunca imaginei um dia experimentar com meu enteado. Ao mesmo tempo, o abracei com toda força, puxando seu corpo contra o meu.
Sei que ele devia ter praticado com a irmã, na intimidade que os dois tinham. Mesmo assim, era de uma inocente e deliciosa graça o seu beijo.
Eu tentava ensinar como fazer, abrindo a boca e esperando que ele tomasse a iniciativa. E como parecia não dominar os prazeres do beijo de língua, eu mesma tive de lhe mostrar.
Era estranho enfiar a língua na boca do meu enteado, sentindo os seus dentes. Mas afinal, o que mais estranho poderia ser, que madrasta e enteado nus ali na cama?
Então ele começou a bombar, dando estocadas curtas e rápidas. Nossa, e como tinha energia o meu enteado, me fodendo como um cachorrinho que você deixa sarrar na sua perna.
Eu sentia sua respiração ofegante enquanto o beijava. Ele me comia e me dizia coisas tão inesperadas, como: — Queria muito isso, madrasta! — e me penetrava como se o mundo fosse acabar.
Segurei sua cabeça com minhas mãos e disse no ouvido dele, com palavras entrecortadas pela força de suas investidas: — Goza, querido! Pode gozar à vontade!
Ele me segurava forte e metia fundo em mim. A cada estocada, suspirava profundamente. Podia sentir seu corpo tremer e se contorcer enquanto seu pau se mexia dentro de mim.
De repente, como quem esgota suas forças, ele se deixou pesar sobre o meu corpo. Depois de um momento assim, ergueu a cabeça e olhou pra mim.
Então me beijou, tentando pôr em prática a nossa última aula. Não esperava isso e retribui seu beijo com uma paixão e entrega que eu mesma nunca tive com meu marido.
E por falar nele, me irava ver como minha enteada empinava a bundinha, se deixando penetrar, ao mesmo tempo em que literalmente fodia o pau quase todo enterrado na sua bucetinha.
Se ainda havia alguma dúvida de que minha enteada era uma verdadeira putinha, isso agora estava claro.
E não satisfeita em foder o padrasto, ela parecia ter todo prazer em se deixar tocar, mantendo as mãos dele nos seus peitinhos.
Ela gemia num misto de doçura e safadeza que, imagino, deixaria qualquer homem doido na cama.
Nem faço ideia de onde foi que ela aprendeu aquilo, porque com o irmão certamente não foi.
Meu enteado mal sabia beijar. Mas enquanto me fodia, ele se mostrava um aluno aplicado, e parecia aprender bem rápido.
Ele me segurou pelas minhas coxas, deixando minhas pernas erguidas em forma de V. Então voltou a me penetrar, e logo começou a aumentar o ritmo.
Nossa, ele não tirava os olhos de mim! E enquanto olhava diretamente nos meus olhos, como se soubesse o efeito que isso tinha em mim, eu senti meu corpo de novo tremer, num orgasmo que crescia dentro de mim.
Seu rosto de repente estava transfigurado. Já não era um menino brincando com a madrasta; era um homem sobre uma mulher.
Senti uma contração forte no meu ventre, fazendo um arrepio percorrer o meu corpo. O orgasmo dessa vez foi mais intenso.
E só aumentava, à medida em que ele continuava suas investidas, me fodendo com força.
Então, soltei um gemido forte e agudo, movi minha cabeça pra cima e abafei o segundo gemido, ainda mais intenso, no pescoço dele.
Meu enteado finalmente deitou sobre o meu corpo, me beijou mais uma vez e saiu de cima de mim.
Olhei pra ele sem acreditar no que aquele moleque tinha arrancado de mim. Não cabia nenhuma palavra, somente nos olhávamos.
Enquanto acariciava os meus seios, ele levou a mão entre as minhas pernas.
Eu foi me dar conta de tudo o que estava acontecendo na minha família aquela noite.
O que eu tinha entre os dedos era sêmen do meu enteado, misturado com meus próprios fluidos. Ambos quente escorrendo, pegajoso entre os dedos.
Mas não se engane, achando que havia culpa ou arrependimento em mim ou no meu marido.
Todo êxtase e os sons de gemido se aquietaram, na respiração que aos poucos voltava ao normal.
E então tudo ficou em silêncio, no remanso de uma cumplicidade nova entre nós.
— Nossa, por que a gente nunca fez isso antes? — minha enteada tinha um sorriso radiante, ainda grudada no meu marido.
E todos rimos, achando uma certa graça do jeito como ela disse aquilo.
— Confesso que eu queria muito isso… — meu marido se entregou. — Quero dizer, desde que essa história toda começou.
— Uau! E se fosse eu? Tudo bem pra você? — eu provocava meu marido, encostada no travesseiro, ainda nua, com o sêmen do meu enteado escorrendo entre as coxas.
— Claro, amor! — ele respondeu sem hesitação, os olhos brilhando na penumbra do quarto.
— Que bom! — eu sorri pra ele, sentindo uma satisfação mesquinha. — Mais alguém tem alguma confissão a fazer?
O silêncio durou poucos segundos. Lucas se mexeu ao meu lado, o rosto vermelho.
— Eu costumava me masturbar na sua calcinha, antes de acontecer entre a Clara e eu — ele me olhava todo envergonhado, os olhos fugindo dos meus.
— Ah, quer dizer que era a sua madrasta que você queria o tempo todo! — eu lhe sorri, com ar de convencida.
— Sério? Você acha que eu não percebia? — Clara interveio, meio deitada sobre o corpo do meu marido. — Depois você começou a pegar as minhas calcinhas. Elas sumiam por alguns dias e depois apareciam no cesto de roupa suja… só que eu não tinha usado elas.
Lucas engoliu em seco. Eu passei a mão pelo seu cabelo, úmido de suor.
— Isso é normal, na idade, querido. Todo garoto faz isso.
Só de pensar no meu enteado pegando a minha calcinha pra se masturbar, sentindo o tecido que tinha estado contra a minha buceta, me deixou excitada de novo. Senti uma pulsação no clitóris, uma umidade nova se formando entre as pernas, misturada ao gozo que ainda escorria.
— E você, querida? Alguma confissão do que andou aprontando antes? — meu marido sorriu pra Clara, que de repente corava ligeiramente, toda mole sobre o seu corpo.
— Eu sempre tive vontade de ver você sem roupa — ela disse, a voz pequena. — Só tinha uma curiosidade de saber qual o tamanho do seu pau.
— E então? Eu te decepcionei? — ele fazia o joguinho do meu marido sedutor, com aquele meio sorriso que eu conhecia tão bem.
— Não, bem o contrário! Seu pau é lindo, e eu adorei! — ela o beijava no rosto, e ele passava a mão pelas costas dela.
— E vocês? Não têm nada pra confessar pra gente não? — ela nos colocava no mesmo lugar, tentando bancar a espertinha.
— Comigo nunca aconteceu nada demais. E eu sou a madrasta… a culpa é sempre da madrasta! — eu me eximia de qualquer culpa naquela história e perversão familiar… pelo menos no começo.
— E você? — ela insistia com o meu marido.
— Tá bem, confesso que fiquei meio excitado quando você começou a pegar peitinhos dela. Pareciam tão lindos!
— Quer dizer que tinha vontade de me chupar? — ela parecia tê-lo encurralado.
— Não é bem assim! Não é porque um padrasto acha o corpo da enteada atraente que ele seja um velho pervertido. Além disso, você acaba com o meu prazer quando usa sutiã.
— Acho que todos nós tivemos alguma coisa meio pervertida… cada um do seu jeito, uns pelos outros, nesta família.
O importante é ser sinceros uns com os outros e dizer o que sente e o que tem vontade.
Eu tentava conciliar todos os desejos que até então estavam ocultos e aquela noite pareciam ter vindo à tona de uma só vez.
— E você, Lucas? Qual o seu desejo? — ela se virou pro irmão.
— A gente podia fazer de novo?
— Já tá de pinto duro de novo, garoto?! — ela o provocava, e eu olhei pra baixo.
De fato, o pau do meu enteado já estava duro outra vez, apontando pro teto.
— Que tal a gente tomar uma ducha primeiro? Depois a gente vê o que faz pelo resto da noite — eu sugeri, já me levantando da cama.
Fomos todos pro banheiro. Debaixo do chuveiro, enquanto dividíamos um raro momento de intimidade que nunca tivemos ali, juntos e sem nenhum pudor da nossa nudez, eu me deixava tocar pelo meu enteado.
Ele deslizava o sabonete pelas minhas costas, e eu sentia a sua ereção me roçar, quente e dura contra a minha bunda.
Meu enteado fazia comigo o mesmo que meu marido. Depois de transarmos, sempre continuávamos com alguma intimidade debaixo do chuveiro. E agora eu estava tendo isso com meu enteado.
Meu pescoço é muito sensível. Então, quando ele o beijou, tocando meus mamilos ao mesmo tempo, meu corpo respondeu sozinho. Um arrepio desceu pela minha espinha, e de repente eu já estava sentindo meu clitóris todo inchado e formigando.
Eu me inclinei pra trás, conduzindo a sua ereção entre as minhas pernas. É claro que eu sabia que era errado, que era o meu enteado atrás de mim. Mas, caralho!
Ele já tinha acabado de me foder, na minha cama! E tinha gozado dentro de mim! Agora, acho que eu podia desfrutar um pouco mais do seu pau, me fodendo por trás.
Me apoiei no azulejo frio da parede, e senti ele me penetrar lentamente. O pau dele deslizando dentro da minha buceta, enchendo-me devagar.
Em certo momento, estendi minhas mãos pelas suas costas, descendo em busca da sua bunda e fazendo ele colar no meu corpo, ainda mais enfiado dentro de mim.
De repente, um violento orgasmo me fez me apoiar toda contra o seu corpo, quase me tirando o equilíbrio. As pernas tremeram, a buceta se apertou ao redor do pau dele, e eu deixei escapar um gemido que ecoou no box.
Eu estava adorando sentir o meu enteado me foder por trás, com as mãos nos meus seios, apertando, puxando os mamilos.
Pra um garoto da sua idade, não demorou muito e ele já estava gozando de novo dentro de mim, me dando um novo orgasmo e fazendo a minha buceta se contrair toda, apertando o seu pau e tirando dele um lindo gemido.
Assim que o meu clímax foi diminuindo, eu me voltei pra ele e o abracei, sentindo a sua respiração forte contra o meu peito ir aos poucos se acalmando.
E ainda assim, ele tinha toda a curiosidade do mundo em explorar o meu corpo, deslizando as mãos pela minha bunda, apertando, espalhando as nádegas.
Enquanto isso, no outro canto do box, meu marido segurava no colo nossa enteada e tinha metade do seu pau enterrado no cuzinho dela, que se agarrava no seu pescoço, gemendo sem parar.
Uma penetração anal! Isso nem tinha me ocorrido ainda.
Dessa vez, é claro que ele não se conteve em gozar dentro dela, e sem proteção. Ela parecia tão frágil, sendo penetrada daquele jeito, os olhos apertados, os lábios entreabertos.
Mas ele não aliviava nem um pouco, dando uma estocada atrás da outra e fazendo ela subir e descer no seu colo. Até que soltou um gemido, provavelmente despejando seu último jato de porra dentro dela.
E quando ele finalmente tirou seu pau, eu pude ver o seu gozo escorrer dela, branco e grosso, escorrendo pela coxa. Me deu uma pontinha de ciúmes.
Acho que já estava bolando minha próxima provocaçãozinha: ficar de quatro na cama, só pra ver a cara dele, enquanto o seu enteado faria as honras do meu cu, me fodendo gostoso por trás. E isso eu já vi que o garoto adorava!
Mas antes, claro, uma coisa já estava no topo da lista pra fazer no dia seguinte: tomar uma pílula do dia seguinte e marcar consulta no ginecologista. Resolvi que o melhor a fazer seria colocar um DIU.
Assim, meu enteado poderia gozar à vontade dentro, sem que eu acabasse com uma gravidez incestuosa.
Depois de nos secarmos, voltamos pra cama, dessa vez pra uma bela noite de sono, todos juntos, pela primeira vez, como uma linda família.
