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Meu marido deixou eu gozar com vibrador do tamanho do ex

20/08/2026 escrito por Amopornobr

Meu marido deixou eu gozar com vibrador do tamanho do ex

 

Marido corno compra vibrador grande pra esposa, e ela percebe que aparelho lembrava muito o ex namorado negro dela.

 

Meu nome é Ana Clara. Tenho 44 anos e sou casada com Vitor, 45, há mais de duas décadas.

 

Sempre gostei de sexo. Não tive educação repressora, nada disso. Mas era tímida. Minhas amigas daqui davam para qualquer um; eu não.

 

Conheci apenas dois paus na vida inteira. O primeiro pertencia a Jonathan, meu namorado de adolescência. Negro, alto, com um pau grosso que eu sentia latejar dentro de mim.

 

Nunca esqueci aquele volume me abrindo. Vitor tem um pau menor, menos grosso, mas me leva ao delírio. Me ensinou tudo — até a dar o cú, coisa que hoje eu amo.

 

Fiz laqueadura depois do segundo filho, então transamos sem camisinha. Sinto cada jato de porra quente dele batendo no fundo da minha buceta e me sinto completa.

 

Com o tempo, o fogo diminuiu. Filhos, cansaço, rotina. Fomos precisar de brinquedos. Visitamos casas de swing em Fortaleza só para nos excitar, mas eu nunca interagi com ninguém. Ficava vermelha, suando frio, os olhos baixos. Vitor sempre respeitou.

 

Até a noite em que ele chegou com um vibrador realista — 22 centímetros de borracha negra, veias saltadas, cabeça arredondada — e uma venda preta.

 

Depois do jantar fomos para o quarto. Ele me vendeu os olhos e sussurrou que havia contratado um massagista negro para mim. A voz dele era macia, controlada, mas eu percebia o tremor nas pontas dos dedos quando tocava minha pele.

 

A massagem foi lenta. Mãos deslizando pelas minhas costas, descendo pelas coxas, abrindo meus glúteos. Eu já estava molhada, a buceta pingando, o clitóris latejando.

 

itor se deitou na cama e me puxou para cima dele, de quatro. Sempre vendada. Comecei a chupar o pau dele — lento, lambendo o tronco, engolindo a cabeça, sentindo o gosto salgado do pré-sêmen.

 

E então ele introduziu o vibrador em mim. Lentamente. Centímetro por centímetro. A borracha fria entrando na minha buceta quente e ensopada, abrindo tudo.

 

Fechei os olhos por baixo da venda e imaginei um negro me comendo enquanto eu chupava meu marido corno. Gozei como nunca — a buceta espremendo o vibrador, o corpo inteiro tremendo, os gemidos abafados no pau de Vitor.

 

Ele gozou na minha boca. Porra quente, espessa, escorrendo pelo queixo. Engoli tudo.

 

Depois, conversamos. Deixei claro: era só fetiche, nunca aconteceria. Vitor ficou quieto, os ombros caídos, o maxilar travado.

Mas ele não parou. Toda noite, uma história diferente antes de transar. Outro homem, geralmente negro, me comendo enquanto ele assistia.

 

Ele me mostrou sites de cuckold, blogs de casais que compartilhavam esposas. Achei esquisito no começo. Como um cara permite outro homem dentro da esposa?

 

Mas fui observando Vitor: mais carinhoso, mais atento, me conquistando todo dia. O casamento melhorou. E a fantasia cresceu.

 

Aceitei. “Amor, vou realizar sua fantasia. Mas a condição é: eu escolho alguém naturalmente, sem você saber.

 

Depois te conto.” Ele quase gozou ouvindo isso. Me comeu com uma fúria de garoto de 18 anos.

 

Passaram-se meses. Eu atiçava, dizia que havia conversado com alguém, mas não ia adiante. Pessoas de sites me deixavam desconfortável.

 

Até que recebi um convite de amizade no Facebook. Jonathan. Meu primeiro namorado. O primeiro pau que tomei na vida. Gelei. Aceitei.

 

Ele me mandou mensagem perguntando como eu estava. Conversamos pouco, me despedi. Ele não tentou mais contato.

Fiquei abalada. Decepcionada por ele não ter tentado nada — o que mostrava o quanto era honesto com a família. Mas reencontrá-lo mexeu comigo.

 

Atiçou minha libido. Comecei a me masturbar diariamente, imaginando Jonathan me fodendo junto com Vitor. Lembrei de uma foda no carro dele, no estacionamento.

 

Ele me comeu de quatro no banco de trás, o pau grosso entrando até o talo, meus gemidos abafados contra o estofamento. Uma das fodas mais incríveis da minha vida.

 

Depois desse reencontro, eu estava possuída pelo tesão. Nas transas com Vitor, sempre pedia pelo vibrador negro e imaginava Jonathan me comendo.

 

Gozava muito. Não falava nada para meu marido. Mas resolvi fazer um teste — associar a fantasia dele com o que estava provocando meu tesão.

 

O garfo de Vitor parou no ar quando soltei o assunto durante o jantar. Falei como quem não quer nada — meu ex tinha entrado em contato.

 

Ele deu de ombros, mastigou, engoliu o vinho. Mas eu insisti. Contei que Jonathan morava em São Paulo, mas vinha sempre a Fortaleza a trabalho. Os olhos dele mudaram.

 

Ficaram fixos, brilhantes. Perguntou quando seria a próxima vez. Dei de ombros, disse que não sabia. E então soltei a última cartada: ele tinha se despedido dizendo que, quando viesse, ia me chamar para um café.

 

Vitor não disse nada. O silêncio dele gritou.

 

Dias depois, às cinco da tarde, mandei a mensagem. “Meu amor, hoje após o almoço fui tomar um café com alguém. Aconteceu algo — na verdade ainda está acontecendo — e eu e você precisamos conversar.” Tudo mentira.

 

Estava em casa sozinha. O tesão de apertar “enviar” foi absurdo. Corri para a cama, peguei o vibrador negro, lubrifiquei e enfiei tudo.

 

Vinte e dois centímetros de borracha escura sumindo dentro de mim. Enfiei de todas as formas — de quatro, de lado, montada. Tentei no cu.

 

Gozei imaginando Jonathan me comendo, lembrando do pau grosso dele na minha buceta de adolescente. Minha xana ficou escancarada, latejando.

 

Ele ligou quinze vezes. Não atendi. Mandei outra mensagem adiando. Guardei o vibrador, tomei banho, vesti uma calcinha nova e deitei de seios de fora.

 

Quando chegou às oito, me acordou com um beijo. Perguntou o que houve. Fiz drama, levei as mãos ao rosto. “Amor, me perdoa. Transei com ele no hotel.” O pau dele endureceu na calça na mesma hora.

 

Ele arrancou minha calcinha, viu minha buceta aberta, alargada, e caiu de boca. Chupou com fome — slurp, slurp — a língua entrando onde o vibrador tinha aberto.

 

Subiu em cima de mim, enfiou o caralho e sentiu tudo largo. Gemia enquanto me comia com fúria. Sussurrei no ouvido dele: “Gostei de dar para outro. Tinha outro cacete aonde o seu está agora.”

 

Ele urrou. Gozou jorro dentro de mim — quente, espesso, escorrendo pelas coxas.

 

No banho, perguntou se era o Jonathan. Não confirmei nem neguei. Fui fazer xixi. Na volta, perguntou se aconteceria de novo. Disse que dependia dele. Ficou pensativo. Fomos dormir de conchinha. Meia-noite, outra trepada.