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Meu Primeiro Amor e Orgasmo foi com meu Sobrinho

07/07/2026 escrito por Amopornobr

Eu fui um demônio na vida da minha irmã, tudo por causa do amor que eu nutria pelo meu sobrinho.

 

Com vinte e cinco anos, casei com Beto. No começo, parecia que finalmente minha vida iria se encaixar.

 

Eu que sempre vivi na sombra da minha irmã, sempre observando Maria conseguir tudo com uma facilidade que eu nunca tive.

 

Ela era mais nova, mas parecia que o universo conspirava a favor dela. Casou cedo com Vinícius, homem trabalhador, de família, que a tratava como rainha.

 

E ainda por cima teve Marco, o Marquinho, como eu carinhosamente o chamei desde que ele nasceu.

 

Meu casamento com Beto desmoronou em brigas, em isolamento social que ele impôs, em uma dependência financeira total que ele cultivou como arma.

 

A descoberta da traição veio tarde demais: ele dormia com uma vizinha da esquina, mulher com vinte anos a mais do que eu, e eu me perguntava o que ela tinha que eu não tinha, além da idade e talvez de uma paciência que eu já havia perdido.

 

O tempo passou e eu fui convivendo calada com traições do meu antigo esposo.

 

Marquinho nesta época completou dezoito anos. E foi exatamente nessa época que, aos 45, fui praticamente expulsa da casa onde morava.

 

Sem para onde ir, acabei na porta da minha irmã.

 

Agradeci a estadia com palavras humildes. Disse que seria pouco tempo, apenas o necessário para me reerguer financeiramente, encontrar um cantinho meu.

 

Maria me abraçou. Vinícius me ofereceu a cama de hóspedes. E Marquinho, com convivência passou a me olhar de um jeito diferente.

 

E eu também pois ele estava ficando musculoso. Os ombros se alargaram, o pescoço engrossou

 

Não era mais o menino que eu ajudei a cuidar.

 

Marquinho tinha maneira como ele, me chamava a atenção, principalmente quando eu descia para o café de pijama mais justo que eu tinha.

 

Um olhar que eu reconheci. era o olhar de um sobrinho já se tocou pensando na titia algumas vezes em seus banhos.

 

O banheiro do corredor era praticamente nosso. Maria e Vinícius tinham a suíte, então só eu e Marquinho dividíamos aquele espaço.

 

Eu tinha o costume de deixar minha calcinha no box, pendurada no chuveiro ou jogada no cesto, e não demorou para eu perceber que ele notava.

 

Talvez ele cheirasse. Talvez ele tocasse. Talvez gozasse nelas, pensando na tia. Por isso passei a lavá-las com cuidado, a ideia de engravidar do meu sobrinho sem nem ter transado, apenas por causa de uma calcinha suja, parecia coisa de conto erótico barato.

 

Eu também me tocava. Olhava para ele quando ele passava de cueca pelo corredor, observando o volume balançar de um lado para o outro, tentando adivinhar se estava duro ou mole, se ele pensava em mim ou em alguma garota da faculdade.

 

O jogo de olhares se prolongou por meses. E eu comecei a procrastinar minha saída da casa da minha irmã.

 

Passei a desfilar de toalha pelo corredor, deixava cair propositalmente, sabendo ele poderia estar me olhando de longe, eu usava também muuuuuitasss roupas curtas demais para uma mulher de 45 anos na casa da irmã.

 

Ele nunca tentou nada e eu também não. Nunca me pegou pelo braço, nunca me empurrou contra a parede. E eu queria que fizesse.

 

Queria uma tarde inteira sentindo a musculatura dele pesando sobre meu corpo, o quadril dele batendo contra o meu com violência durante uma relação sexual.

 

Mas eu era apenas a tia. E eu o amava como sobrinho. Mas também o queria como homem fodedor.

 

Queria a estabilidade que Maria tinha. Queria fazer parte daquela família, mesmo que para isso precisasse ter controle sobre Marquinho.

 

Tudo mudou quando ele apareceu com Fernanda sua nova candidata a namorada.

 

Ela tinha 19 anos, um a mais do que ele, cabelo castanho, riso fácil. Eu a odiei instantaneamente.

 

O ódio me tomou de uma maneira que eu não esperava, em vez de lutar pela minha independência financeira, passei a dedicar minha energia a destruir o relacionamento deles.

 

Observava os horários que ela vinha, os dias que dormia lá, procurava falhas, motivos para Maria desaprovar, qualquer coisa.

 

Uma noite, Fernanda não veio.

 

Eu tinha comprado uma garrafa de vinho tinto dias antes, guardada para uma ocasião especial. E aquela era.

 

Convidei Marquinho para assistir TV no meu quarto — a cama de hóspedes era pequena, mas servia.

 

Minha irmã não se importou. Afinal, eu era tia, ele era sobrinho. O que poderia acontecer?

 

Nós ficamos na cama, o vinho escurecendo no copo, a TV murmurando algum filme que eu não conseguia prestar atenção.

 

Toda vez que comentávamos uma cena, eu procurava esbarrar minha mão em alguma parte dele o braço, a coxa, o ombro. Toques inocentes, aparentemente acidentais. Até que ele retribuiu.

 

A mão dele pousou na minha pélvis, “sem querer”, e eu senti meu friozinho na espinha. Eu estava louca para pegar aquela mão e puxar para baixo, mas o medo de que ele não gostasse me paralisasse.

 

Ele tomou mais um gole de vinho. Já estava pouco “alto”, e isso foi o suficiente para os olhos brilharem de uma maneira diferente.

 

Virou-se para mim, apoiou um joelho e uma coxa sobre o meu corpo, e se inclinou.

 

Nossos olhares se cruzaram. Ele pegou minha nuca por debaixo dos cabelos, e me beijou na boca.

 

Foi o primeiro beijo que nos damos. Logo em seguida, a outra mão veio para o outro lado do meu pescoço, e a mão que estava na minha pélvis desceu, pelos seios, pela barriga, direto para onde eu já estava molhada há semanas.

 

Eu me arrepiei toda. Impulsivamente, agarrei o punho dele, segurando-o no ar, e sussurrei: “Eu sou tua tia, a gente não pode.”

 

Olhei para baixo. O pau dele estava estufado na calça, uma barriga dura de tesão que eu queria sentir dentro de mim.

 

“Deixa, tia”, ele respondeu, e voltou a me beijar.

 

Ali transamos pela primeira vez. Foi desajeitado, nervoso dois corpos se descobrindo. Ele estava acostumado com Fernanda, 19 anos, inexperiente. Eu estava acostumada com Beto, que só pensava em si mesmo.

 

Mas Marquinho tinha energia de sobra, uma disposição para foder a noite inteira a sua tia.

 

Nessa noite específica, não deixei que me penetrasse. Não tinha camisinha, nada de proteção, e eu não ia correr aquele risco.

 

Fiz ele gozar na minha barriga, o líquido quente escorrendo pelo meu umbigo enquanto eu o limpava com a toalha de rosto que guardava no criado-mudo, aquela que usava para me limpar nas minhas masturbações noturnas.

 

No dia seguinte, foi como se nada tivesse acontecido.

 

Eu já estava trabalhando quando ele saiu. Voltamos à noite, eu, minha irmã e Meu Cunhado conversando na sala, e eu perguntei casualmente onde Marquinho estava.

 

“Vai dormir na casa da namorada”, minha irmã respondeu, sorrindo.

 

Eu tentei disfarçar. Sorri, concordei com alguma coisa que meu cunhado disse sobre o trabalho dele.

 

Mas por dentro, eu estava fervendo. Desgraçada. Aquela garota desgraçada estava com o que era meu.

 

Fui dormir com a raiva, me toquei de novo, mas agora era diferente, era posse, era uma necessidade de marcar território.

 

Enfiei todos os dedos da mão direita dentro de mim, três, quatro, forçando a entrada, simulando uma penetração que eu queria que fosse meu sobrinho.

 

Gozei com os dentes cerrados, imaginando o rosto de Fernanda que provavelmente estaria fodendo com marquinho aquelas horas.

 

No outro dia, Marquinho não passou em casa antes de ir trabalhar. Dormiu na casa da namorada e foi direto para o trabalho.

 

Eu mal consegui prestar atenção no que fazia digitei números errados, esqueci reuniões, olhei para o celular a cada dois minutos.

 

Finalmente, mandei a mensagem: “Vai dormir em casa hoje?”

 

Ele demorou duas horas para responder. Duas horas de agonia, de eu imaginando mil cenários, que ele e namorada estavam juntos, que ela estava tocando nele naquele periodo, que ele já tinha esquecido do gosto da minha boca de 2 noites atrás.

 

Quando a resposta veio, foi uma facada: “Oi tia, vou sim.”. Tão seca. Tão casual. Como se nada tivesse acontecido dois dias atrás.

 

Eu queria escrever de volta: “Eu sou tua tia e você ainda se lembra que eu chupei teu pau?”

 

Queria lembrá-lo do peso dele sobre mim, do gosto do vinho na boca dele, do jeito que ele gemeu quando gozou na minha barriga.

 

Mas não tive coragem. Apenas olhei para a tela até ela se apagar, e esperei a noite chegar pra me encontrar com ele.

 

Gostou deste conto que tia depois se divorciou foi morar com irmã, cunhado e sobrinho, com que ela se apaixou perdidamente pelo jovem?. Eu tenho certeza que vai curtir a historia de sexo com tia precisando lavar roupa na casa da irmã sempre ia ver o jovem rapaz dormindo de cueca no quarto dele, clique aqui e assista.

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