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Meu Primeiro Amor e Orgasmo foi com meu Sobrinho, Parte 4

27/07/2026 escrito por Amopornobr

Mãe aceita e acoberta o relacionamento do seu filho com sua própria irmã, mesmo contrariada pelo próprio marido, mas fizeram tudo pelo bem estar do rapaz.

Quem não conhece é importante ler:

Primeira parte, não deixe de ler: https://amopornobr.com/blog/meu-primeiro-amor-e-orgasmo-foi-com-meu-sobrinho/

Segunda parte, não deixe de ler: https://amopornobr.com/blog/meu-primeiro-amor-e-orgasmo-foi-com-meu-sobrinho-parte-2/

Terceira parte, não deixe de ler: https://amopornobr.com/blog/meu-primeiro-amor-e-orgasmo-foi-com-meu-sobrinho-parte-3/

 

Vamos a continuação do Conto Erótico.

 

Eu estava sim me entregando todas as noites para o meu amador sobrinho, eu não sabia que todos sabiam de como eu estava procurando alegrar meu sobrinho. Mas eu estava ali, batendo o cartão, antes de dormir e antes de levantar pra trabalhar.

 

Enquanto estava-mos fodendo intensamente eu senti o toque firme das mãos de Marquinho nos meus quadris, guiando meu corpo para que eu me virasse de bruços sobre o colchão.

Minha face encostou na fronha úmida de suor, o tecido frio contrastando com a pele queimada.

 

Ele não disse nada, apenas me puxou pelos quadris até que meus joelhos dobrassem, deixando-me exposta, vulnerável, com o traseiro erguido no ar.

 

Uma das mãos dele afastou meu cabelo para o lado, expondo minha nuca, enquanto a outra buscava apoio na minha cintura.

 

O colchão cedeu sob meus cotovelos quando ele se posicionou atrás, ajoelhado entre minhas pernas já abertas.

— Ahh

 

Escapou de mim quando ele entrou de uma só vez, sem a menor delicadeza de antes, eu ja aguardava e precisava desta grosseria direta.

 

O som da pele batendo na pele encheu o quarto, seco, repetitivo, brutal. — Ahh, meu Deus…

 

Ele não estava mais preocupado com barulho, ele queria me amar, amar a tia dele.

 

Apenas segurou mais forte minha cintura e começou a mover-se, cada estocada profunda, alcançando lugares que eu esquecera que existiam.

 

O colchão rangia sob nós, uma batida constante que parecia sincronizar com o som do meu coração.

 

Eu enterrei o rosto na fronha, mordendo o tecido para não gritar, enquanto ele acelerava, as mãos dele descendo dos meus quadris para minhas nádegas, espalhando-as, abrindo-me ainda mais para ele.

 

— Tia… — ofegou ele, a voz quebrada, quase um gemido. — Tia, eu vou gozar… eu vou gozar…

 

eu gritei “Não pare. Não pare não pare não pare.”

 

Ele empurrou uma última vez, profundo, até o fundo, e senti.

 

Os jatos quentes, pulsantes, enchendo-me por dentro, uma marca líquida que escorria já no momento em que ele começava a amolecer.

 

Marquinho desabou sobre minhas costas, seu peso esmagando-me contra o colchão, sua respiração quente no meu pescoço.

 

Eu não gozei. Mas senti algo mais perigoso: a posse. A certeza de que ele estava dentro de mim, que parte dele ficaria, que eu carregaria isso como prova.

 

Nós dormimos assim, encaixados, minhas costas contra seu peito, sua mão ainda sobre meu seio, a umidade entre minhas pernas secando e grudando. O sono veio pesado, sem sonhos.

 

O som veio de longe primeiro. Batidas. Vozes. — Marquinho? — Era minha irmã, do outro lado da porta. — Já são oito horas, filho.

 

Seus olhos se abriram nos meus, dois pares de pupilas dilatadas de pânico.

 

Ele engoliu seco, a garganta subindo e descendo. Eu coloquei o dedo sobre meus lábios, sentindo o coração dele batendo contra minhas costas.

— Calma — sussurrei. — Responde que já tá descendo.

 

Ele limpou a garganta, a voz ainda rouca de sono e sexo. — Oi, mãe… já tô descendo. Só mais um minuto.

 

Os passos de minha irmã se afastaram da porta do quarto do meu sobrinho, arrastados, hesitantes.

 

Eu já estava em pé, procurando minha calcinha no chão, encontrando-a perto da porta, enrugada. Enrolei-a na mão e abri a porta devagar, espiando o corredor vazio.

 

Corri até meu quarto, fechei a porta, encostei a testa na madeira fria.

 

Foi para o banho e o silêncio do banheiro foi meu único refúgio, a água quente escorrendo entre minhas pernas, levando consigo o que ele deixara, o que eu queria que ficasse.

 

Quando desci, já vestida, o cabelo ainda úmido preso em um coque frouxo, Marquinho estava sentado à mesa.

 

Ele parecia outro homem — não o menino de 18 anos que tremia sob meu corpo horas antes, mas alguém com os ombros mais largos, a postura mais ereta, um sorriso fácil nos lábios enquanto respondia alguma pergunta do pai.

 

Meu Cunhado não olhou para mim. Mas minha irmã sim, por um segundo, o suficiente para que eu desviasse o olhar para minha xícara de café.

— O filme estava bom ontem? — A voz da minha irmã cortou o silêncio como uma faca de manteiga.

 

Meus dedos apertaram a porcelana. O filme. O filme que não assistimos, que ficou ligado como cortina de fumaça enquanto eu me entregava ao filho dela no quarto ao final do corredor.

— Estava ótimo, né, tia? — A voz de Marquinho veio suave, casual, perfeita.

 

Levantei os olhos, encontrei os dele por um segundo. Ele piscou, uma piscadela quase imperceptível, e eu senti o calor subir pelo pescoço.

— Sim — consegui dizer, a voz estranha, distante. — Muito bom mesmo.

 

 

Voltei ao meu quarto depois do café, fingindo organizar roupas sobre a cama para ganhar tempo. A porta se abriu sem batida.

 

Meu cunhado entrou, parou na beirada do colchão, as mãos nos bolsos da calça de trabalho. O silêncio dele era mais alto que qualquer gritaria.

— Quando você vai arrumar lugar para morar?

 

A pergunta veio direta, sem preâmbulo, o tom de quem já sabe a resposta e não se importa com ela.

 

Eu o encarei. Seus olhos eram iguais aos de Marquinho na forma, mas diferentes no conteúdo frios, cansados, velhos demais para a surpresa.

— Ainda não olhei nada — respondi, a voz mais firme do que me sentia.

 

Ele não disse mais nada. Apenas me lançou aquele olhar de quem já tinha tomado uma decisão, quem já tinha desistido de argumentar.

 

Antes de cruzar a porta, parou. e falou “É melhor você começar a se preocupar com isso”.

 

Depois que ele saiu. Eu continuei dobrando uma blusa que já estava dobrada, eu não tinha certeza se aquilo era somente uma pergunta simples ou ultimato.

 

Tudo dizia que ele sabia que eu estava fodendo com filhinho dele.

 

O dia no trabalho passou embaçado, números e planilhas que não registravam.

 

Voltei para casa com os ombros curvados, o peso do olhar de Vinícius ainda sobre mim.

 

Na cozinha, Minha irmã guardava pratos no armário, o som da louça encaixando uma na outra ritmado, quase terapêutico.

 

Eu me aproximei, o corpo ainda tenso, e soltei um:

 

— “Oi” — que saiu mais como um suspiro.

 

Ela se virou. E seu olhar não tinha nada da frieza do marido. Pelo contrário — havia uma doçura quase doentia, uma gentileza que me desarmou antes que eu pudesse levantar escudos.

 

— Esquece o que Vinicius falou hoje pela manhã.

— “Oi?” — Foi tudo que consegui falar naquele momento.

— Ela continuou: “Ele estava apenas nervoso com o trabalho” e continuou “A gente gosta da sua presença aqui. Você sabe disso”.

 

Eu a observei, procurando a armadilha nas entrelinhas. — Não parece que meu cunhado está gostando — retruquei.

 

Minha irmã parou. Colocou o prato de lado, se virou completamente para mim.

 

Seus olhos encontraram os meus, e por um momento vi algo ali não era perdão é que já aceitou o inaceitável.

 

Ela disse: “Ele sabe muito bom, o bem que você está fazendo pelo Marquinho”, falou soando como um segredo. E concluiu: “Não se preocupe. Eu vou conversar com ele esta noite”.

 

Fiquei parada, esta conversa podia significar tantas coisas, minha presença e apoio emocional para do meu sobrinho ou a satisfação de saber seu filho esta com pessoa de confiança no caso detalhe com sua tia, rsrs.

 

Minha irmã se virou de volta para a louça, e eu fiquei ali, tentando decifrar se ela estava me protegendo ou me oferecendo em sacrifício.

 

Dezessete minutos depois, a porta da frente se abriu. O som dos passos do meu sobrinho no corredor — confiantes, jovens, vivos.

 

Marquinho entrou na cozinha com aquele sorriso que eu conhecera, o mesmo de quando era menino e eu era apenas a tia que visitava nos domingos.

 

Depois foi até os pais, beijou a mãe, apertou a mão do pai. Vinícius o observou, depois me observou, depois voltou para o filho.

 

E eu vi: Marquinho estava bem. Os ombros largos sob a camiseta, a pele com aquele brilho de quem dormiu satisfeito. Eu estava fazendo bem a ele. E talvez, no cálculo distorcido da minha irmã, isso fosse suficiente para justificar tudo o resto.

 

Ele se aproximou, inclinou-se, e deu-me um beijo na bochecha — leve, rápido, público.

— Tia — disse ele, a voz normal, a postura normal, tudo normal.

 

Ele me convidou pra sair tomar um lanche com ele, eu claro aceite, o que não sei ele estava me convidando pra sair como tia ou como a nova namorada.

 

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Não deixe de assistir esta historia do Marido aceitando a entrega da esposa para o proprio sobrinho com pau de jumento, clique aqui e assista.

 

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