
Tia madura arma plano cruel para destruir namoro do sobrinho e consegue transar sem camisinha no quarto dele.
Quem não conhece é importante ler:
Primeira parte, não deixe de ler: https://amopornobr.com/blog/meu-primeiro-amor-e-orgasmo-foi-com-meu-sobrinho/
Segunda parte, não deixe de ler: https://amopornobr.com/blog/meu-primeiro-amor-e-orgasmo-foi-com-meu-sobrinho-parte-2/
Vamos a continuação do Conto Erótico.
Acordei naquele dia depois de ter transando com meu sobrinho com a certeza de que precisava agir pra tirar aquela intrometida da namorada do meu sobrinho do caminho.
O corpo ainda guardava a memória de Marquinho sobre mim, o cheiro do corpo dele. Mas a manhã trazia outra urgência: Fernanda ainda existia, ainda ocupava espaço na vida dele. Isso precisava acabar.
Liguei para ela antes do café. Minha voz saiu leve, quase maternal, convidando-a para compras no shopping.
Ela aceitou, ingênua, achando que a tia do namorado queria aproximação. Maria ouviu a conversa, sorriu, disse que eu era um anjo.
Vinícius concordou, acrescentando que Marquinho precisava de tempo para estudar. Perfeito. Eu era a tia generosa, a confidente, a benfeitora.
No shopping, gastei sem peso.
Vestidos, saias, blusas que valorizavam os ombros dela, a cintura. Fernanda provava, girava diante dos espelhos, seus olhos brilhando com uma validação que eu sabia exatamente como manipular.
Entre uma loja e outra, puxava assuntos íntimos. Como ele era? O que a incomodava? Ela falava, inicialmente tímida, depois solta — seus defeitos, suas manias, a imaturidade que às vezes a irritava.
Eu ouvia, anotando mentalmente. Depois, semear.
Eu disse a ela: “Você é linda, Fernanda. Com esse corpo, essa inteligência…” Pausei, deixando o elogio assentar. “Poderia encontrar alguém com estabilidade. Que te levasse a viajar, a conhecer o mundo.”
Ela riu, sem graça. Eu continuei, baixinho: “Seu Marquinho tem vigor, claro. Todos os rapazes dessa idade têm. Pau grande, energia pra foder…”
Fernanda me olhou, tentando entender como eu sabia. Eu já tinha a resposta pronta: experiência, intuição, o olhar de quem já viu muito.
Voltei à carga: o namorada dela, no caso meu sobrinho falei ele tinha “fases”, era imaturo, carregava areia demais para o caminhão dele. “Uma mulher inteligente não se prende ao rapaz de 18 anos”, concluí, vendo a dúvida brotar em seus olhos.
Mais tarde, comprei um chip anônimo. Enviei para o celular de Marquinho, simulando uma ex-namorada: Sinto tanta sua falta. Nossa conexão… ela não tem isso com você, eu sei.
Aguardei. Horas depois, Fernanda me mostrava a tela, trêmula. Eu fingi choque, dei o tiro de misericórdia: “Está vendo? Ele ainda guarda coisas dela. Mas não diga que viu, Fernanda. Não crie confusão.”
Ela saiu. Eu apaguei a mensagem do celular dele antes que ele visse.
Três dias depois, o telefone tocou. Fernanda, voz firme agora, terminando com Marquinho. “Sou muita areia para o seu caminho”, repetiu minhas palavras. “Vou mudar de cidade.”
Quando ele chegou em casa, viu os pais primeiro. Contou, perdido, que ela tinha terminado sem explicação.
Eu estava na cozinha, segurando uma xícara. Minha mão tremeu o suficiente para parecer genuína. “Meu Deus, Marquinho”, disse, a voz embargada. “Como assim?”
Minha irmã me olhou, preocupada. “Ele está mal, eu conheço meu filho”, disse. Ela me olhou e disse “Precisa de alguém pra conversar com ele.” E me pediu, exatamente como eu sabia que pediria, para animá-lo.
Eu assenti, a tia solidária, a confidente de sempre. Por dentro, já sabia: o caminho estava aberto. Marquinho seria meu, quando eu quisesse, onde eu quisesse e quantas veze eu quisesse.
Após a separação da namorada e marquinho, ele ficou arrasado, não tinha vontade de praticamente nada nem jantar, não conversa direito comigo.
Nem sabendo que sua tia estava pronta pra fuder com ele no quarto ao lado, ele não vinha mais me visitar com antes.
A minha irmã reforçou o seu pedido, que precisa ajudar o marquinho nesta fase difícil e foi que fiz, eu disse pra dela depois jantar eu iria tomar um banho e levar uma comida para o Marquinjo no quarto dele, vai que ele poderia animar.
E foi que fiz, eu compre aquela tarde um calcinha nova, vermelha bem pequena, marcava bem minha bunda, muita meninnha jovem não teria coragem de usar e eu auge dos meus quase 50 anos sem preocupação com estrias e marcas do tempo botei pra seduzir meu sobrinho.
Assim que eu tomei um banho fui preparar o lanche do meu sobrinho, o Pai do marquinho, o meu cunhado, eu senti ele estava me olhando de cima para baixo, percebendo que tipo de roupa uma tia, iria levar para o sobrinho no quarto dele.
Quando a minha irmã chegou la cozinha tambem e meteu uma piadinha “nossa mana, ate parece você vai para encontro com namorado no quarto”.
Eu sorri disse, “sua boba, eu estou fazendo um lanchinho especial para o teu filho, a final tia serve pra isso também”. E sai sem dar margem pra qualquer tipo desconfiança.
Cheguei no quarto e estava meu amor, debaixo da cobertas luz apagada e assistindo TV desolado, eu disse com licença, posso entrar?
Ele disse claro tia. Eu entrei, eu vi olhos deles me olhou de cima a baixo, tentando mapear cada centímetro do meu corpo.
Eu sentei ao seu lado na cama e olhei seria pra ele, e ele ate então não tinha me olhando nos olhos.
Eu perguntei: “como você esta estava Marquinho”, ele me respondeu seu olha pra mim: “como você acha que estou?”.
Eu estava vendo aquele corpo, todo triste bem diferente do que eu tinha visto na minha cama alguns dias atrás, um desperdício de virilidade ficando daquele jeito.
Eu falei forma consciente e ainda olhando profundamente nos olhos dele. “eu estou com saudade de você, sabia?”
Foi primeira vez ele parou de olhar pra tela da TV desde que eu tinha entrado no quarto dele aquela noite e me olhou e me respondeu. “Eu também”.
Eu tomei iniciativa e dei beijo nele, um beijo só aquele beijo era de apaixonada e mulher da minha idade quando esta apaixonada faz de tudo pra estar com sua paixão.
Eu era capaz de qualquer coisa pra ficar com meu sobrinho ate brigar com minha irmã e mandar toma no cu o meu cunhado.
Eu falei pra ele, toma esse lanche, você precisa ficar forte, ele falou eu não tenho fome. Eu toquei na mão dele que estava sobre o seu pênis coberto e falei “faz isso por mim”.
Ele começou a comer, e comeu rapidinho e começamos a conversar sobre o filme.
Assim ele terminou o lanche eu junte as coisas e me levantei pra levar a bandeja com louça do lanche ele havia comido.
Assim que eu me levantei fui caminhando em direção a porta, eu escutei ele me falar. “dorme aqui comigo hoje?”.
Eu eu parei fechei os meu olhos e olhei pra trás e respondi pra ele. “sim, eu venho daqui um pouco, vai tomar um banho, pra você ficar pouco melhor, mais relaxado”.
Voltei à cozinha, lavei a louça devagar, contando os minutos. Dez. O suficiente para ele tomar banho. Minha irmã chegou a te a cozinha e me perguntou “como ele esta?”. Eu respondi, “ele esta bem, tomou lanche, agora vamos assistir uma TV”.
Minha Irma responde, “TV”?. Ela deu risadinha e saiu da cozinha, eu fiquei olhando tentando decifrar “o que foi aquela pergunta”, foi desconfiança ou aval o que foi?
Subi as escadas sem pressa, mas meu coração batia em outro ritmo — aquele ritmo que só ele conseguia tocar.
Bati na porta. “Posso entrar?”
A voz dele veio abafada, quase infantil. “Sim, pode. Claro.”
Ele estava no centro do quarto, a toalha enrolada na cintura, gotas de água ainda descendo pelo pescoço, pelo peito definido.
A barriga dele subia e descia com a respiração. Eu sabia o que havia por baixo daquela toalha branca. Tinha sentido. Tinha imaginado. Agora ia ter.
Caminhei até a cama e subi, sentindo o colchão ceder sob meu peso. Ele pegou uma cueca dobrada na cadeira, começou a se mover para o canto do quarto. Antes que deslocasse o pé, falei:
“Para quê?”
Ele parou. Virou-se. Nossos olhares se travaram por dois segundos — aqueles dois segundos que duram uma vida inteira de decisões.
Eu vi a pergunta nele, a dúvida, o medo de interpretar errado. Vi também o desejo, aquele que ele tentava enterrar sob a tristeza de Fernanda.
“Tranca a porta”, disse, baixinho, “e deita comigo assim mesmo.”
Ele andou até a porta. A chave girou lentamente, quase silenciosa aquele cuidado de quem sabe que está fazendo algo proibido.
O clique da tranca soou como um pacto selado. Quando voltou, antes de se deitar ele retirou a toalha da cintura mostrando aquela deliciosa pedaço de carne que eu ja tinha consumido em noites anteriores, o pênis estava mole, adormecido.
Eu sabia que ele não estava relaxado. Ainda carregava o peso da separação, da traição que eu mesma tinha plantado.
Ajeitei o travesseiro, deitando-me de costas, sentindo o tecido da calcinha vermelha — aquela que nenhuma menina de dezoito anos teria coragem de usar marcando minha pele. “Deita aqui”, falei, abrindo os braços, “e me beija.”
Ele se posicionou, uma perna sobre as minhas, e desceu a boca até a minha. Foi um beijo de quem está faminto há dias, ele não tinha aquele beijo com namorada dele, isso eu tenho certeza.
A língua dele buscava a minha com uma urgência que me tirou o ar. Minha mão foi direto para a bunda dele, dura, fibrosa, resultado de horas de musculação.
A outra mão envolvei sua nuca, puxando, forçando, querendo que seu corpo esmagasse o meu.
Senti o pênis dele dar os primeiros sinais de rigidez contra minha coxa. Ele colocou dois dedos na entrada da minha vagina, movendo-os em vai-e-vem, me excitando com uma timidez que logo se perdeu na urgência.
O quarto só tinha o som da TV, algum filme que nenhum dos dois assistia, e os barulhos dos nossos beijos — estralados, molhados — e o som úmido dos dedos dele entrando e saindo dentro da minha vagina.
“Ah—”, escapou da minha garganta, sem que eu pudesse conter.
Ele parou por um instante, olhou para mim, perguntando silenciosamente se estava bem.
Eu respondi puxando sua cabeça de volta, mergulhando minha língua na boca dele.
Os dedos dele voltaram, mais ousados agora, encontrando um ritmo que fazia minha coluna arquear-se contra o colchão.
O pênis dele já estava plenamente ereto, pulsando, a ponta já úmida. Ele disse antes de qualquer coisa, “Não tinha preservativo ali com ele”, disse, a voz rouca, quase um sussurro.
Olhei para ele. Nos olhos dele vi um suplica que queria transar com sua tia gostosa ele queria uma chance pra ser aceito e tirar o fantasma do termino do namorado com Fernanda.
Naquele instante, não houve dúvida de me entregar pra ele. Olhei profundamente nos olhos dele e falei: “Não precisa. Você pode me comer sem usar camisinha.”
Ele engoliu em seco, a garganta subindo e descendo, e então se posicionou entre minhas pernas seu pau jovem. Eu abri mais minhas pernas, sentindo o ar frio do quarto contra minha pele exposta, sentindo-me expandida, oferecida.
Quando ele deu a primeira estocada, pele contra pele, sem nenhuma barreira, meu corpo reconheceu algo que eu tinha esquecido que existia.
Senti o calor úmido e e duro do pênis dele, aquela textura natural da pele peniada e macia que o látex sempre mascarava, sempre distanciava.
O encaixe foi milimétrico, preciso, como se cada terminação nervosa minha buceta estivesse finalmente encontrando o que procurava há décadas.
“Uhh—”, gemi, as mãos agarrando os lençóis, “isso, assim—”
Ele começou a se mover, devagar no início, encontrando o ritmo. A sensação térmica de senti-lo se movendo dentro de mim, nas minhas paredes internas, enviou choques elétricos por toda a minha espinha.
Eu sentia cada veia dele, cada pulsação, cada centímetro de avanço e recuo. Era como se meu corpo estivesse aprendendo a fazer amor pela primeira vez, depois de anos de simulações.
“Nossa—”, ele ofegou, a testa contra a minha, “tia, a senhora é delicia”
Eu envolvi suas costas com as pernas, puxando-o mais fundo. Eu mal tinha sido penetrada eu ja estava querendo gozar, e falei “Não para”, implorei, “não para, meu amor”
Ele acelerou, as estocadas ficando mais fortes, mais desesperadas. O som de nossos corpos se encontrando pele batendo em pele, úmido, suado, preenchia o quarto do meu sobrinho.
Eu agarrava suas costas, sentindo os músculos se contraírem sob meus dedos, sentindo o peso dele me esmagando contra o colchão, e era exatamente isso que eu queria, ser esmagada pelo meu sobrinho, ser ocupada, ser finalmente preenchida.
“Eu te amo”, ele disse, entre uma estocada e outra, a voz quebrada, “isso— isso é o que eu quero pra minha vida”
“Eu também te amo”, respondi, as lágrimas surgindo sem permissão, “eu quero ser sua mulher, Marquinho, quero ser só sua”
Ele me olhou, os olhos úmidos, e por um momento paramos de nos mover, apenas conectados, apenas existindo um dentro do outro.
Depois ele retomou, mais profundo agora, mais intencional, cada movimento uma declaração, uma promessa.
“Ninguém”, ele grunhiu, as mãos agarrando meus quadris, “ninguém vai nos separar”
Eu arquei as costas, sentindo a pressão se acumular, aquela tensão que só ele conseguia criar. “Vem”, pedi, “vem dentro de mim, meu amor, me enche”
Ele acelerou, os músculos do pescoço tensos, a respiração em estalos. Quando gozou, senti cada jato, quente, intenso, impregnando-me.
Era uma marca, uma posse, uma cura para tudo que eu tinha sido antes. Ele desabou sobre mim, pesado, ofegante, e eu o segurei, sentindo o penis dele amolecer dentro de mim.
“Nada”, repeti, beijando seu cabelo úmido, “e ninguém vai impedir de ficar com você.”
Gostou do conto que tia fez de tudo pra conquistar o seu sobrinho mesmo sobre o teto da casa da sua mãe do rapaz?. Não deixe de ver a historia tia flagrando o Sobrinho marmanjo na bronha dentro do quarto, clique aqui e assista.