Mãe viúva descobre durante a madrugada, o a filha e o enteado andavam fazendo no quarto do Enteado e passa observar tudo que acontecia debaixo do teto, bem de perto.
Eu me chamo Lucia. Sou viúva há quatro anos, recebo uma pensão por morte que cobre o básico e faço corridas de Uber para complementar a renda.
Criei dois como meus filhos: a Ana, 20 anos minha enteada do meu ultimo casamento, que começou a faculdade este semestre, e o Marcos, meu enteado de um dos meus primeiro casamento que tinha filho de outro relacionamento e me deu prazer assim separamos e ficar morando com ele, E Marcos iria se forma no ensino médio agora no final do ano.
A casa é pequena, três quartos, um banheiro só de uso comum, as paredes finas dessas construções de conjunto popular onde qualquer barulho atravessa.
Naquela noite cheguei por volta das vinte horas, mais cedo do que o habitual.
A porta da frente estava destrancada. Entrei deixando as chaves na bandeja da cozinha e ouvi passos apressados no corredor.
A Ana atravessou a sala de costas para mim, só de toalha, os cabelos molhados gotejando.
Fechou a porta do quarto sem olhar para trás. Estranhei. Ela quase sempre saía do banheiro vestida, calcinha e camiseta velha, o ritual normal de quem divide banheiro com mais duas pessoas.
E o Marcos estava lá dentro agora, ouvi a torneira aberta, o som de alguém se lavando.
Poderia ser coincidência. Ele entrou logo depois que ela saiu. Mas meu corpo ficou parado na cozinha com a mão ainda na bandeja e os olhos fixos no corredor vazio.
Eu estava persentindo que algo estava errado. Não sabia o quê.
Não comentei nada naquela noite. Servi o jantar, comemos os três juntos, conversa normal sobre a faculdade dela e o trabalho dele num depósito de materiais de construção.
Mas comecei a observar. Os sinais apareceram devagar, um de cada vez. O jeito dele cutucar o prato dela com o garfo sem pedir permissão.
O modo como ela passava a mão no ombro dele ao levantar da mesa, um toque que durava um segundo a mais do que o necessário.
O silêncio que caía entre os dois quando eu entrava numa sala onde estavam juntos, aquele corte seco de conversa interrompida.
Uma noite resolvi ficar acordada. Deitei com a luz apagada, o travesseiro abraçado contra o peito, os ouvidos abertos no escuro.
Esperei. Por volta da uma da manhã ouvi o clique da maçaneta do quarto da Ana. Depois o caminhar lento e cuidadoso dela no corredor.
Depois outro clique, mais suave, o da porta do quarto do Marcos. E uma tranca girando com uma lentidão calculada, o tipo de cuidado que só se tem quando se tenta esconder algo.
Levantei. Os pés descalços e fui ate à porta do quarto dele e parei.
De dentro vinha o som de respiração próxima, o roçar de lábios, sussurros abafados que não formavam palavras completas.
E então a voz do Marcos, baixa mas clara o suficiente pra atravessar a madeira: “Vem por cima dessa vez.”
Escolheram o quarto dele porque é o mais distante do meu. O corredor faz uma curva antes de chegar lá, o que abafa os sons.
Eu só cheguei a ouvir porque estava acordada de propósito, parada a três metros da minha própria cama, em silêncio absoluto.
Fiquei ali. Os gemidos começaram devagar, primeiro os dela, aquele som abafado de quem morde o lábio pra não gritar.
Depois os dele, mais graves, curtos, intercalados com o ranger da mola do colchão.
O ritmo era constante, o molhado e obsceno de corpos se movendo, o tapa de pele contra pele ficando mais rápido conforme os minutos passavam.
Voltei ao quarto da Ana. A porta estava fechada mas não trancada. Entrei. Vazio.
A cama arrumada, a escova de dente seca no copo sobre a pia do banheiro, o chão ainda molhado do pé dela mais cedo. Banheiro também vazio.
Os sons continuavam vindo do fundo do corredor do meu filho. Eu não sabia dizer o que sentia. Não era raiva. Decepção, talvez.
Principalmente com a Ana, que sempre foi a mais sensata dos dois. Mas quanto mais eu ouvia os dois gemendo, os sussurros abafados dele dizendo coisas que eu não conseguia distinguir, os gritinhos contidos dela que escapavam entre respirações curtas, menos vontade eu tinha de bater naquela porta.
Lembrei do meu irmão mais velho. Eu tinha quinze, ele dezenove. A forma como ele andava pela casa sem camisa, o cheiro de suor e desodorante Axe que ficava no banheiro depois que ele saía.
Nunca aconteceu nada. Mas eu pensava. Deitada na minha cama de adolescente, pensava nas mãos dele, no jeito como o maxilar travava quando ele estava concentrado em alguma coisa.
Aquela memória veio sem eu chamar, e com ela veio uma compreensão que me parou. Os dois já eram adultos. Sabiam o que estavam fazendo. E a julgar pelos sons que vinham daquele quarto, estavam adorando fazer aquilo apesar do tabu.
O que mais me parou foi perceber que eu aceitei aquilo sem nenhum enjoo.
Nenhuma repulsa. Saber que naquele exato momento meus filhos estavam em união carnal a poucos passos de mim não causava o que deveria causar.
Preocupação, sim. Uma gravidez inesperada, a desgraça que seria explicar isso pra qualquer pessoa.
Mas raiva, aquela fúria de mãe que deveria me fazer arrombar a porta e arrastar os dois pelo cabelo, não veio. O que qualquer um de nós ganharia com o escândalo?
Voltei pra minha cama. Deitei. E em vez de pensar no que deveria fazer, comecei a imaginar.
O corpo dele em cima do dela, a pele morena dos dois se esfregando, o pênis do meu garoto entrando na vagina da minha menina.
Os dois são bonitos. Não é papo de mãe. A Ana tem o corpo do pai dela, cintura fina, quadril largo, os seios pequenos mas firmes que herdou da avó paterna.
O Marcos é mais alto, ombro largo de quem carrega caixas no depósito, as mãos grandes e calejadas.
Me peguei quase excitada imaginando os dois, um em cima do outro, as pernas dela envolvendo a cintura dele.
Tentei me desvincular da ideia. Não consegui. Sabia que eles ainda estavam trancados naquele quarto fazendo exatamente o que eu estava apenas imaginando.
Finalmente ouvi a tranca destrancando. Passos abafados pelo corredor. A porta do quarto da Ana fechando suave. Tinham terminado. Naquela noite não dormi. Fiquei de olhos abertos no escuro, o travesseiro molhado de suor na nuca, o corredor silencioso de novo.
Faz sete meses. Desde então venho monitorando os dois. Sei os horários, sei os padrões, dos gemidos e das possiveis posições que estavam transando.
Sinto inveja dos dois. Me pego imaginando estar no lugar da Ana, me pergunto como deve ser transar com o irmão dela sabendo que a mãe dorme no quarto ao lado, o risco de ser descoberta, o coração disparado, a calcinha encharcada antes mesmo de ele tocar nela.
Quer eu continue, mandei email para o nossa equipe dizendo, eu quero a continuação deste conto, envie email agora amopornobr@gmail.com
Gostou destas historias dos 2 irmãos, então não deixe de assistir o vídeo dos irmão foram descobertos e foram expulsos de dentro de casa e resolveram tentar assumir a vida em outra cidade como marido e mulher, só que as dificuldades financeiras foram muitas que fizeram que eles voltassem a morar com pais, clique aqui e assista.
