Pai percebendo a doçura da namorada do seu filho se aproxima de jeito que filho não percebe, tudo para comer a namorada novinha do filho dele.
A primeira vez que vi Helen foi o que chamei de tesão à primeira vista.
Não que ela tivesse um corpão ou fosse muito bonita. Era uma menina comum, magra, de seios pequenos e pernas lisas porém finas.
O que me chamou a atenção nela foi o olhar. Estava escrito no seu modo de olhar que gostava de sexo, que era muito tesuda e que era muito gostosa.
Dos seus olhos pareciam sair faíscas, de tanto tesão que parecia sentir. Eu também me sentia assim e tinha a impressão de que se a gente se tocasse, ia pegar fogo.
Helen era namorada do meu filho mais novo e estava sendo apresentada pra família.
Devia ter uns 18 anos, meu filho tinha 23. Eu tinha idade suficiente pra ser pai dela.
Naquela noite, ela jantou conosco, foi muito simpática e cativante. De vez em quando trocávamos olhares, como se ela estivesse iniciando um jogo de sedução.
Seu olhar e seu sorriso mostravam o que ela queria, provocando tesão em mim. Quando foi embora, dei um beijinho no rosto dela, sentindo sua pele macia.
Desde esse dia não parei de pensar nela com tesão. Pensava nela o dia inteiro. Quando fodia, era a imagem da namorada do meu filho que vinha na minha frente.
Me masturbava loucamente, fodendo ela de todas as maneiras na minha imaginação projetar.
Uns 20 dias depois ela ligou no banco e me perguntou se eu podia ajudá-la a escolher um presente para o meu filho.
Não preciso dizer o quanto fiquei feliz. Aceitei na hora. Marcamos para aquela mesma tarde. Ela apareceu acompanhada da mãe, uma mulher também bonita, e da irmã, até mais bonita que ela.
Compramos o presente, lanchamos, tomamos sorvete. Foi uma tarde muito agradável, mas eu fiquei decepcionado. Meu desejo era estar a sós com Helen.
Na hora de ir embora, já à tardinha, ela me pediu para deixá-la na faculdade, já que era meu caminho.
Meu coração pulou de alegria. Fizemos o trajeto quase todo em silêncio, ouvindo música no rádio do carro.
Parei na rua da faculdade, um pouco longe da entrada. Instintivamente segurei seu rosto e a beijei na boca com todo o tesão.
Fui totalmente correspondido. E oficialmente meu filhão era corno. Foi desse beijo vieram outros e mais outros, gemidos, suspiros, carícias.
Logo estávamos num motel e ela me puxou para a cama. Sem uma só palavra, minhas mãos foram tomando posse de todo o seu corpo.
Apalpei, alisei, chupei, mordi e lambi todas as partes, deixando-nos loucos, trêmulos, com febre. Quando dei por mim, ela já estava totalmente nua, suada, e eu esfregava meu corpo sobre o dela.
Ela abriu as coxas e eu me alojei entre elas, sentindo a quentura da sua pele contra a rigidez da minha pica.
Minha boca chupava a sua e minhas mãos amassavam seus peitinhos, apertavam o biquinho durinho. Beijei seu pescoço e desci a boca até alcançar os seios macios.
Enquanto chupava o mamilo, enfiei dois dedos bem no fundo da sua buceta. Pelos gemidos mais intensos, percebi que era isso que ela queria.
Comecei a foder ela com dois dedos, indo fundo e tirando. Entrava e saía cada vez mais molhado. Ela puxou minha mão e levou até o grelinho durinho e, com a mão sobre a minha, usou meus dedos pra se masturbarr.
Seus gemidos se intensificaram e ela empurrou minha cabeça para o meio de suas coxas, repetindo: “Chupa, chupa!” Comecei a lamber sua bucetinha e seu grelinho e ela quase gritou: “Chupa, chupa gostoso!”
Meti a boca no grelinho, sugrando com força. Enfiei o dedo na xaninha molhadinha enquanto sugava o grelinho duro como pedra.
De repente, ela contraiu a buceta com força, apertando meus dedos, e seu gozo explodiu na minha cara.
Ela ejaculava como um homem, seu gozo era uma água que vinha em profusão, como uma fonte. Nunca tinha visto uma mulher gozar assim.
Fiquei meio assustado com aquele mar no meu rosto. Ela gozava quase gritando. De pernas bem abertas, sem se tocar, sua buceta contraiu novamente e ela xingou bem alto: “Puta que o pariu, vou gozar!” E gozou de novo, expelindo líquido em profusão.
Então deitou-se sobre mim, me beijando, lambendo minha cara molhada do gozo dela. Encaixou a bucetinha quente na minha coxa e, enquanto me beijava loucamente, foi se esfregando nela.
Não demorou a gozar de novo nessa esfregação, molhando minha coxa. Cansada, deitou-se sobre mim, com o rosto afogueado, ofegante.
Ficamos alguns minutos assim, só abraçados. Pra mim era uma eternidade, porque eu não tinha gozado ainda e estava louco pra gozar.
Depois disso, ela me puxou pra cima dela, veio lambendo meu rosto, meu pescoço, enfiei a língua no meu ouvido e pediu: “Pedro, por favor, mete em mim, quero seu pau todo em mim.” Eu estava louco de vontade de enfiar a pica nela.
Ela segurou meu cacete com firmeza e colocou a cabeça entre os lábios da sua xana e foi rebolando os quadris, sentindo a pica ir encontrando lentamente o caminho que deveria percorrer.
Parei quando ela pediu, já se abrindo toda, e a puxei para um beijo guloso. A boca dela era quente, úmida, e eu sentia a bucetinha dela pulsando na cabeça do meu pau.
Esfreguei a cabeçona no grelinho dela, devagar, em círculos, e chupava a língua dela com avidez. Parei de beijar, mordi a pontinha da orelha, lambi o pescoço, sussurrei sacanagens no ouvido dela.
Ela gemia, arrepiada. Apertei a cabeça do pau no grelinho com força e massageei toda a área ao redor da xaninha.
Levantei as pernas dela, uma de cada lado dos meus ombros, e abri-a toda para me receber. Fazia movimentos curtos, vai e vem, bem devagar.
A buceta era apertadinha e era delicioso ir alargando com jeito. Ela acompanhava meu ritmo, compassada, dando apertões na minha vara com a musculatura da coninha.
A cada enfiada, entrava mais um pedaço. Depois de um longo tempo sendo fudida, senti meus bagos batendo na bundinha dela.
Ela rebolava loucamente. Parei de enfiar só quando nossos quadris se juntaram.
Fiquei todo enfiado dentro dela, beijando-a, sentindo a bucetinha se acabar de tanto gozar. Os apertos na vara me faziam gemer de prazer.
Quando não aguentei mais, tirei o caceta e gozei abundante na barriguinha dela. Reclamou docilmente no meu ouvido por ter tirado na hora do gozo.
Ficamos abraçados, nos beijando. Tomamos banho nos acariciando. Voltamos pra cama, nos esfregando, nos amassando até ficarmos tesudos de novo.
Então ela se virou e se posicionou de quatro à minha frente, joelhos na cama, de costas.
Enquanto beijava e lambia a nuca dela, enfiei dois dedos na bucetinha e dois no cuzinho, ao mesmo tempo. Dei mordidas nas nádegas.
Ela virava o rosto, estendia os lábios para ser beijada. Passei o pau duro na entrada do cuzinho, adiando a penetração.
Ela empurrava a bundinha para trás. Levou as duas mãos para trás e abriu a bundinha. Enfiei a cabeçona e forcei o pau para dentro.
O cuzinho era apertadinho e quente. Comecei a empurrar, para frente e para trás, tirava e colocava de novo. Quando comecei a bombar com mais força, puxando pela cintura, acelerando, ela pediu: “Me bate…” Bati com força. “Puxa o meu cabelo, puxa o meu cabelo… Isso, puxa com mais força!!
Agora bate na minha bundinha, bate! Bate mais forte, dá uma palmada para estalar… Uiiiii, que bom!! Que gostoso… Bate mais forte ainda, com a palma da mão bem aberta que é para fazer bastante barulho… Aiiiiiii, que boooom!!
Ai, eu vou gozaaaar!! Bate, bate, bate que eu vou goooozaarrr!!!” Parei de bombar e bati até as nádegas ficarem vermelhas.
Ela se esticou e gozou profusamente, aos gritos: “Puta que o pariu, tô gozando… tô gooozando!” Ejaculava fartamente, molhando coxas e lençóis.
Murmurou: “Pedro, goza em mim… goza dentro.” Voltei a enfiar o pau nela. Segurei forte na cintura, puxei-a contra mim com força.
O pau latejava dentro da bundinha. Fui bombando, cada vez mais rápido, até não aguentar.
O pau deu aquele tranco e gozei. A esporra esguichava dentro dela como uma mangueira.
Enchi o cu de porra. Soltei todo o meu peso em cima dela, obrigando-a a deitar na cama.
A porra escorria pelas nádegas. Fiquei ali até sentir o pau diminuir lentamente dentro do cuzinho.
Saímos do motel já de madrugada, nos beijando, felizes. Fomos amantes por mais uns três meses, até ela desmanchar do meu filho e ir estudar no exterior.
