Blog Amo Porno BR

Categoria do Blog

Descobri o que meu marido gosta graças à amante dele

07/08/2026 escrito por Amopornobr

Esposa corna descobre traições do marido, de vídeos íntimos no celular dele e decide apreender a satisfazer o marido copiando a amante.

 

Treze anos. Foi o tempo que dei àquele casamento pra eu descobrir o que meu marido gostava de fazer na cama. Foram treze anos cuidando da casa, da estrutura que permitiu ele construir o império que chamava de nosso.

 

Eu larguei minha profissão, meus planos, minha cara diante do espelho — tudo virou suporte para o sucesso dele. E ele, claro, encontrou outra.

 

Uma conversa boba numa loja de conveniência. Isso foi o suficiente. Uma mulher atraente, confiante, que usava perfume que deixava rastro e calças jeans que marcavam cada linha do corpo.

 

Barriga de fora, cabelo solto, aquele ar de quem sabe exatamente o que quer. E eu? Eu tinha virado a mulher que só ficava em casa. Descuidada. Esquecida.

 

Descobri tudo tarde da noite. Eu estava na cozinha, exausta, preparando o almoço do dia seguinte. Ele chegou com dor de cabeça, largou o celular na bancada e subiu para tomar um remédio e banho.

 

O aparelho começou a apitar sem parar. Peguei só para colocar no silencioso, não acordar ninguém.

 

Quando baixei a tela, uma mensagem ocupava metade da notificação. Era dela. Dizia que mal podia esperar pelo encontro do dia seguinte. Coração disparado. Vasculhei o telefone como quem arranca veneno de ferida.

 

Fotos. Nudes. Vídeos intimos. No Motéis ou as vezes na casa dela. Tudo lá, guardado como um arquivo secreto de humilhação, de esposa que estava se descobrindo nova esposa corna.

 

Nos áudios, aquela mulher debochava de mim. Chamava-me de otária desleixada. Dizia que eu passava o dia limpando a casa dos outros enquanto ela esbanjava na pica do meu marido.

 

Ostentava perfumes caros, lingeries caras — compradas parte com o nosso dinheiro.

 

Eles conversavam muito. Trocavam mensagens cheias de saudade. Ele chamava ela de safada na cama. Ela gostava de ser filmada transando.

 

O primeiro vídeo. Ela chupando o pau dele. Segurava aquele caralho com as duas mãos como se fosse um troféu — e meu marido tinha pau grande, de 19 centímetros, grosso, duro.

 

Ela não chupava qualquer jeito. Abocanhava e ao mesmo tempo massageava a base, mãos habilidosas acompanhando o vai e vem do rosto.

 

Língua girando na cabeça, boca descendo até onde dava, baba escorrendo pelos cantos dos lábios, aquele pau brilhando de saliva.

 

A câmera tremia — ele filmava e não conseguia segurar firme, as sensações que ela provocava eram demais. Ela olhava para a câmera de vez em quando e boca estava cheia.

 

Não podia deixar aquelas traições baratas passar, mas antes eu precisava ver tudo. Eu queria ver mais. Cada vídeo. Cada mensagem. Cada áudio. Queria saber exatamente o que aqueles filhos da puta estavam fazendo da nova esposa corna do pedaço.

 

Deixei o celular como estava. Só apaguei as notificações que incomodavam. Subi. Ele já dormia, o remédio de dor de cabeça deu sono. Deitei ao lado dele, olhos abertos no escuro.

 

A cabeça não parava. A troca de mensagens. O vídeo. O jeito que aquela mulher chupava meu homem, o homem com quem eu estava convivendo a quase quinze anos.

 

Ele estava comendo uma qualquer fora de casa. Será que usava preservativo? Não dava tempo de pensar nisso agora. Precisava descansar. Amanhã eu ia tirar tudo a limpo.

 

Ele acordou melhor que na noite anterior. Eu já estava na cozinha quando ele apareceu, com aquele cabelo revolto de quem dormiu pesado.

 

O café estava pronto, tudo no lugar como sempre. Ele me deu um beijo rápido na testa. “Bom dia.” Eu respondi com um som baixo, quase inaudível.

 

Ele largou o celular sobre a mesa da cozinha e voltou para o quarto para fazer a barba e vestir o terno.

 

Eu esperei o som do barulho da torneira. Quando ouvi a água correndo, me atirei sobre o celular do meu marido.

 

Desbloqueei com os dedos tremendo e fui direto na conversa, exatamente onde eu tinha parado. Queria ver cada mensagem, cada vídeo, queria que cada imagem me enchesse de ódio.

 

O primeiro vídeo carregou. A tela mostrou meu marido deitado de costas, as pernas erguidas e abertas. A amante estava entre elas, com a boca colada no saco dele, chupando com uma fome que eu nunca tinha tido.

 

Ela lambia entre as bolas e o ânus dele, e ele se masturbava com a mão direita enquanto segurava o celular com a esquerda.

 

A cada vez que ela subia para morder as bolas, olhava direto para a câmera e dizia: “Tá gostando, amor?” A voz dele saiu manhosa: “Muito… continua, não para.”

 

O rosto dela sumiu da tela. A boca desceu e grudou no ânus dele — o beijo grego, a língua entrando e saindo, e ele berrou: “Ai, amor… vai aí, continua!” A câmera tremia, sacodia, provavelmente das sensações de prazer que percorriam o corpo do meu marido.

 

Eu ouvi os passos dele no corredor. Fechei a conversa, deixei o celular exatamente na mesma posição e voltei para o café.

 

Ele apareceu pronto. O terno escuro caía perfeito nos ombros. A calça social marcava a parte da frente, mostrando um volume que era impossível ignorar.

 

Ele estava lindo daquele jeito que me doía no peito. Sentou-se, tomou só o café, não comeu nada. Perguntei se não queria comer. “Tô segurando comida. Dieta.” Eu sabia exatamente para quem era aquela dieta. Para a vagabunda que chupava o ânus dele no vídeo.

 

Antes de me despedir, fui ao banheiro. Passei perfume, escovei os dentes. Voltei para a cozinha com o pijama velho, mas perfumada.

 

Me aproximei dele e dei um beijo diferente — intenso, com língua, com fome. Uma das mãos agarrou a bunda dele firme. Sussurrei: “Eu quero você hoje na minha cama.

 

Eu quero muito foder gostoso com você.” Ele ficou parado, sem reação. “Amor, eu não sei que horas eu vou chegar.” Insisti. Minha mão desceu e pegou o pau dele por cima da calça.

 

Estava mole. Esfreguei os dedos entre as bolas dele — aquelas mesmas bolas que eu tinha visto a amante chupando com devoção.

 

O pau deu um sinal de vida, um pulso mínimo, e ele se afastou. “Calma, amor. Eu tenho que trabalhar.” Saiu pela porta ajeitando o pau para não chamar atenção na rua.

 

Fiquei parada na cozinha, olhando a porta fechada. Aquela atitude eu agarrando, eu dizendo o que queria era exatamente o que faltava na nossa relação.

 

Limpei a casa inteira. Liguei a TV. Não consegui prestar atenção em nada. A imagem do meu marido deitado com as pernas abertas enquanto uma desconhecida chupava seu pau, seu saco, seu ânus não saía da minha cabeça.

 

Fui ao banheiro urinar. Ao me limpar, o vídeo voltou. Faziam anos que eu não me masturbava. Minha mão desceu sozinha.

 

Precisava do objeto dos meus pensamentos — aquele vídeo, a amante com a boca no ânus dele, meu marido pedindo para não parar.

 

Toquei meu clitóris com os dedos encharcados, circulei, apertei, e gozei. Gozei como nunca. Me tremi toda, as pernas fraquejaram, tive que me segurar na pia.

 

Almocei. Tomei banho ali mesmo, acabei me masturbando de novo. Encostei uma mão na parede do box, a água caindo sobre minhas costas, e fiquei mexendo no clitóris até vir outra gozada. Puta que pariu. Gozei de novo pensando no meu marido com a amante.

 

Na hora de me vestir, abri a gaveta das calcinhas. Não tinha nada que prestasse. Tudo velho, rasgado, sem cor, sem vida. Era a primeira coisa que eu tinha que mudar.

 

À tarde, nas compras que precisava fazer, passei numa loja com calcinhas interessantes. Cheguei em casa com sacolas. Joguei tudo velho no lixo — calcinhas, roupas em estado lastimável. Deixei só o que poderia me servir para seduzir meu marido.

 

Me preparei para a noite. Coloquei o vestido midi em malha canelada cor vinho, justo, marcando o corpo. Eu não era gorda, mas também não era magra. Só não estava me cuidando.

 

A triste realidade era que ele estava com a amante naquele momento, eu tinha certeza. Talvez na casa dela, com a cama arrumada e lençóis novos, ela totalmente nua, com aquele corpo perfeito, transando loucamente com meu marido.

 

Cada posição que faziam era um momento em que ele esquecia os problemas da empresa e esquecia de mim.

 

Ele chegou. Me deu um beijo, não me olhou muito nos olhos. Eu sorri, disse que o jantar estava quase pronto, que poderia ir tomar banho. Me dispus a tirar o terno dele. Segurei a carteira, a chave e, claro, o celular.

 

Quando ouvi o barulho do chuveiro, abri o celular. Fui direto onde tinha parado. Ele tinha mandado outro vídeo para ela.

 

A amante estava por cima do meu marido. Tinha o controle total da profundidade da penetração. Ela descia com uma intensidade que ia muito além de qualquer coisa que eu conseguia dar.

 

As pernas dela eram torneadas, mostravam que ela fazia algum esporte. O meu esporte era cuidar da casa e assistir TV. Ela fazia um ritmo, cada batida em cima dele fazia o celular tremer.

 

A vagina dela engolia o pau do meu marido inteiro, sumia com ele completamente, acomodava como ele merecia. Comigo, tudo aquilo era doloroso. O vídeo tinha uns dois minutos.

 

A vagabunda sentando ferozmente em cima do meu homem sem cansar, e meu marido como objeto, tentando manter a câmera gravando tudo adequadamente.

 

Ele saiu do banheiro de calça de moletom cinza e camiseta velha, cabelos ainda úmidos penteados pra trás. Lindo como sempre. Eu larguei o celular dele sobre a mesa da cozinha, tela pra baixo, e fui até ele.

 

Puxei o rosto dele com as duas mãos e o beijei. Beijo demorado, com língua, tentando sentir se havia algum gosto estranho na boca dele. Não achei nada. Só vinho e pasta de dente.

 

“Como foi o dia?” perguntei, me encostando no balcão da cozinha.

 

Ele abriu a geladeira, pegou uma garrafa de água. “Cansado. Reunião pesada.”

“Aquela com o cliente grande? Como foi?”

 

Ele tomou um gole longo, sem me olhar. “Foi… complicado. Não fechamos nada ainda.”

 

Perguntei mais duas coisas sobre a reunião. Ele respondeu com meias frases, olhos desviando pro nada. Eu sabia o porquê. A bendita reunião nunca aconteceu. Ou aconteceu, mas não era com cliente nenhum.

 

Respirei fundo. Não era hora de cobrar. Era hora de entregar.

 

Abri uma garrafa de vinho tinto que tinha comprado à tarde, enchi duas taças. Ele aceitou sem questionar. Liguei a TV numa playlist de MPB antiga, baixei as luzes da sala.

 

Me aproximei dele no sofá, encostei meu corpo no braço dele. Ele se virou pra mim, ficou me olhando. Eu peguei a mão direita dele e coloquei no meio das minhas pernas, por cima do vestido.

“Isso aqui tá com saúde de você.”

 

Os olhos dele desceram pra onde a mão estava. Vi o pau dele dar uma mexida dentro da calça de moletom. O tecido fino marcou o contorno crescendo. Sinal bom.

 

Me ajoelhei no chão com as duas mãos na cintura dele. Posição de submissão. Puxei o elástico da calça e da cueca, abaixei. Ele me olhou sem falar nada. O pau dele estava mole. Mais mole do que meia bomba. Pendia pra o lado, sem vida nenhuma.

 

Eu sabia o porquê. Ele tinha gozado várias vezes com aquela putinha. Provavelmente hoje mesmo. E eu queria ser a segunda que ele comia no mesmo dia.

 

Peguei o pau dele com três dedos. Cabeça na boca. Tentei repetir o que a outra fazia nos vídeos. Língua na glande, chupão leve, depois mais forte, língua descendo pelo corpo. O pau foi reagindo aos poucos, se enchendo devagar. Quando já estava praticamente duro, eu falei:

“Melhor a gente ir pro sofá.”

 

Ele tirou a camiseta e a calça — já estava sem cueca — e andou até o sofá com o pau balançando de um lado pro outro. Se sentou, abriu as pernas. A posição permitia várias coisas. Inclusive aquilo que eu não sabia que ele gostava.

 

Fui pro saco dele. Chupava, lambia, tentava sugar as bolas inteiras na boca enquanto masturbava o pau com a mão. Ele respirava pesado, a barriga subindo e descendo.

 

Aí ele fez uma coisa: colocou os pés em cima do sofá, joelhos erguidos. Era um sinal. O sinal de que ele queria o que sabia que não podia me pedir.

 

Eu queria recuperar meu casamento. Me sujeitei. Desci a língua lentamente pelo saco dele, bem devagar pra não assustar, até o final. O final mesmo.

 

Fiquei ali, lambendo aquela área entre as bolas e o cu, sentindo a reação dele. Ele tirou os pés do sofá e ergueu, encostando os joelhos no peito.

 

Sinal verde.

 

Desci mais. Coloquei a língua pra passar no anus dele. Ele deu um pulo de susto. A mão dele foi pra minha testa, empurrando de leve.

“Ai não, amor… ai não…”

“Calma. Tá tudo bem. Deixa eu fazer isso.”

 

Ele parou de resistir. A mão afrouxou. Eu continuei.

Língua no cu do meu marido. Circulei o anus com a ponta da língua, pressionei, entrei um pouquinho. O gosto era salgado, quente, com um cheiro de sabonete misturado com o suor dele.

 

Enquanto o chupava, enfiei a mão dentro da calcinha e me toquei. Meu grelo latejava, encharcado. Aproveitei e peguei uma das mãos dele e coloquei sobre o pau dele. Ele entendeu. Começou a se masturbar.

 

Puta que pariu. Eu estava com a língua no cu do meu marido e ele se punhetando. Os movimentos da mão dele foram ficando intensos, o punho batendo rápido. Eu acompanhava o ritmo, me tocando, a boceta escorrendo.

“Goza, amor. Pode gozar. Eu deixo.”

 

A mão dele acelerou. Eu acelerei. Ele começou a falar.

“Estou gozando… estou gozando—”

 

E soltou um grunhido fundo, grosso, que saiu do peito dele. O cu dele contraiu na minha língua, pulsou três, quatro vezes. Eu gozei junto, o corpo todo tremendo, gemendo com a boca ainda nele. Sincronia perfeita.

 

Caímos cansados no sofá. Minha roupa toda amassada, o vestido vinho subido até a cintade. Ele só com a camiseta suja de porra, completamente sem roupa de baixo.

 

Eu tirei o último pedaço de roupa — a calcinha encharcada — e subi em cima dele. Comecei a beijar. Língua na boca dele, mão no peito, no pescoço. Eu queria sentir aquele pau dentro de mim de novo.

 

O pau que eu tinha visto entrando em outra mulher. Eu queria botar o ritmo que ela botou.

 

Me ajoelhei no chão de novo. Dei uma puxada com a boca como atriz de filme pornô chupando o ator pra ter ereção rápida. Funcionou. Nessa chupada eu senti o gosto do leitinho dele — o espermatozoide que tinha ficado.

 

Eu nunca deixei nenhum homem gozar no meu rosto, muito menos engoli porra. Achava nojento. Mas eu estava ali, firme, não porque quisesse limpar o pau dele.

 

Eu queria desesperadamente fazer a mesma posição da vagabundinha. Nem tinha prestado atenção no nome dela, mas ia descobrir quando pegasse o celular dele de novo.

 

Agora era questão de honra deixar o pau do meu marido duro de novo. E consegui. Estava pronto.

 

Peguei o gel anestésico que tinha comprado. Passei na vulva, nos dedos, senti o formigar. Queria fazer aquilo que vi no vídeo de putaria amadora do meu marido com a amante tornar realidade.

 

Direcionei o pau dele pra minha vulva com uma das mãos e comecei a me mexer em cima dele.

 

Eu estava fazendo igual aquela vagabunda. Sabia que minhas condições físicas não eram iguais às dela. Mas eu queria ser como ela. Queria aprender a foder como a amante do meu marido.

 

Fui descendo. O pau entrando, abrindo, o gel ajudando a adormecer a dor. Consegui penetrar quase 80% do comprimento. Antes eu só aguentava 50%. Faltava pouco pra me acostumar.

 

“Ai, amor… teu pau tá muito gostoso. Olha como tá entrando e machucando minha vagina. Me machuca, amor. Quero você me deixando andando no outro dia. Goza dentro, amor.”

 

Ele gozou. Gozou mais rápido que naquele vídeo com a putinha dele.

 

Saí de cima dele. Ele se levantou sem dizer nada e foi pro banho. Eu fiquei ali, pouco dolorida, mas satisfeita com o progresso.

 

No outro dia, marquei a consulta. Particular, porque era urgente. Ginecologista pra fazer fisioterapia pélvica, talvez dilatador vaginal, talvez algo hormonal. Já peguei as dicas e comecei a botar em prática.

 

O bom de saber que meu marido estava aproveitando ao máximo a energia e disposição sexual que aquela amante provocava nele: eles estavam usando camisinha.

 

Pelo menos isso. Pelo menos eu achava que estavam. Mas ia descobrir lendo as mensagens seguintes no celular dele.

 

Você gostou deste conto da esposa corna e submissa apreende a satisfazer o marido com intimos dele e da amante? nao deixe de assistir video porno da esposa decide acompanhar o marido na massagista dele e fica em choque com que ve, clique aqui e assista em full HD.