
Padrasto seduzido pela enteada, filha da sua esposa, ao flagrar ela se masturbando no sofá e ter vista ela gozando na sua frente, decidiu aproveitar que jovem de 18 anos queria tomar lugar da sua mãe fodendo com seu Padrasto.
Pra você entender este texto, não deixe de ler esta primeira parte da Historia: https://amopornobr.com/blog/eu-vi-a-filha-da-minha-esposa-se-tocando-no-sofa-p1/
Continuando o relato erótico:
— Vem aqui, — minha enteada me chamou com voz baixa e safada.
— Não vai ficar só olhando não, né? Essa buceta tá louca pra sentir essa pica que você tá batendo aí.
Meu pau pulsou na minha mão, uma gota de pré-gozo escorrendo pela cabeça, pingando no piso da cozinha.
Os olhos dela desceram do meu rosto para a minha pica, parando lá, lambendo os lábios como se estivesse vendo algo que queria devorar.
Eu fiquei ali, parado, a pica na mão, o coração na garganta pois a mãe dela poderia chegar a qualquer momento.
Anna Beatriz não tirou os olhos de mim enquanto eu atravessava o espaço entre nós, o sorriso sujo ainda no rosto, as pernas ainda abertas, a buceta ainda brilhando de porra.
Parei na frente dela. A poucos centímetros. O suficiente para sentir o calor que emanava do corpo dela, o cheiro de sexo no ar.
O cheiro da buceta da minha enteada misturado com suor, com o perfume que ela usava. Olhei para baixo, para ela esparramada no sofá, e a visão quase me derrubou.
Os seios pequenos subindo e descendo com a respiração, os mamilos escuros duros como pedras, a barriga lisa, o umbigo, a linha que descia até a buceta depilada.
Ela estendeu a mão. Os dedos que há segundos estavam dentro dela, que ela tinha lambido, tocaram a minha pica.
Os dedos dela eram quentes, macios, molhados do próprio suco, e envolveram a cabeça do meu pau, o polegar passando pela fenda, espalhando o pré-gozo que vazava.
— Porra… — eu gemi, a palavra saindo rouca, quase irreconhecível.
— Eu sabia… — ela sussurrou, a voz baixa, quase um gemido. — Eu sabia que era grossa assim… eu via você de boxer no quarto da minha mãe…
Ela inicou uma punheta lenta, o punho subindo e descendo, o suco da buceta dela servindo de lubrificante, misturando com o meu pré-gozo, criando um som molhado e obsceno que enchia a sala. Schlk schlk schlk.
Eu fechei os olhos por um segundo, a sensação me dominando, as pernas tremendo. A mão dela era quente e macia e sabia exatamente onde tocar, onde apertar, onde torcer.
Abri os olhos e olhei para ela. Ela me encarava, os olhos. A outra mão dela desceu entre as próprias pernas, voltando a tocar a buceta, os dedos circulando o grelinho enquanto a mão direita continuava a punheta.
Eu não aguentei mais. Inclinei para a frente, as mãos encontrando os ombros dela, empurrando-a para trás no sofá, a boca encontrando a dela num beijo desesperado, faminto.
A língua dela abriu caminho entre meus lábios, e com gosto de porra dela, o gosto dela mesma que ela tinha lambido dos dedos segundos antes.
As minhas mãos desceram dos ombros dela, encontrando os seios pequenos. Apertei, amassei, puxei os mamilos entre os dedos como ela tinha feito antes.
— Ahhh… — ela gemeu quando nossos lábios se separaram, a voz rouca. — Porra… eu queria isso há tanto tempo…
Eu não respondi. Não tinha palavras. Só tinha fome. Desci a boca pelo pescoço dela, sentindo o gosto salgado do suor, mordendo a pele morena, deixando marcas vermelhas por onde passava.
Minha boca encontrou o mamilo esquerdo e eu chupei com força, puxando a carne dura entre os lábios, a língua girando ao redor do bico escuro.
— Uhhhn… porra… isso… — ela gemeu, a mão segurando minha cabeça contra o peito dela, os dedos enfiados no meu cabelo, puxando, arranhando o couro cabeludo.
A outra mão ainda na minha pica, punhetando com mais força agora, o punho bombeando rápido, schlk schlk schlk, o som obsceno enchendo a sala junto com nossos gemidos.
Eu chupei os dois seios, alternando entre eles, . Desci mais, beijando a barriga, o umbigo e descia até a buceta.
Quando minha boca chegou entre as pernas dela, minha enteada abriu mais as coxas, os joelhos caindo para os lados, a buceta se abrindo para mim como uma flor.
Lambi. Uma lambida longa, lenta, da base até o grelinho, a língua plana contra a carne, recolhendo o suco que escorria.
Anna Beatriz arqueou as costas, um grito escapando pela garganta, as mãos segurando minha cabeça com força, empurrando meu rosto contra a buceta.
— Ahhh porra… Padrasto… isso… lambe essa buceta… lambe tudo… — ela gemia, as pernas tremendo ao redor da minha cabeça, as coxas apertando minhas orelhas.
Eu lambi como um homem faminto por jovem como minha enteada, a língua explorando cada dobra, cada canto, cada centímetro da buceta inchada.
Lambi a entrada do buraco, a língua entrando, fodendo com a língua, sentindo as paredes se contraindo ao redor.
— Uhhhn… uhhhn… porra… isso… não para… não para… — ela gemia, os quadris rebolando contra meu rosto, fodendo minha boca.
Enquanto chupava o grelinho, enfiei dois dedos na buceta. Fodi os dedos para dentro e para fora, schlick schlick schlick, o som molhado se misturando com o som da minha boca chupando, com os gemidos dela, com o som da minha respiração ofegante.
— Ahhh… porra… eu vou gozar… Padrasto… eu vou gozar na sua boca… — ela gritou, as mãos segurando minha cabeça com força, os quadris se movendo descontroladamente, a buceta pulsando nos meus dedos.
Eu não parei. Fodi os dedos mais fundo, mais rápido, chupando o grelinho com mais força, sentindo o corpo dela convulsionando, as pernas tremendo da minha enteada, os gemidos ficando mais altos e desesperados.
E então ela gozou. A buceta contraindo nos meus dedos, jorrando suco na minha boca, na minha cara, escorrendo pelo meu queixo, pelo meu pescoço.
Eu continuei lambendo, chupando, fodendo com os dedos, sentindo cada espasmo, cada contração, cada onda de prazer que atravessava o corpo dela.
O suco escorria sem parar, e eu bebi tudo, lambi tudo, não deixando nada escapar.
Quando os espasmos finalmente diminuíram, quando o corpo dela relaxou no sofá, eu levantei o rosto, a boca molhada, olhando para ela.
Anna Beatriz estava esparramada no sofá, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Ela me olhou com algo que parecia adoração, os olhos vidrados, a língua passando pelos lábios.
— Vem… — ela sussurrou, estendendo as mãos para mim, puxando-me para cima dela. — Vem me foder… vem encher essa buceta com essa pica…
Eu subi sobre ela no sofá, o peso do meu corpo pressionando-a contra o sofá, a pica pulsando entre nós, dura como aço.
A boca dela encontrou a minha num beijo molhado e desesperado, a língua dela invadindo minha boca.
Posicionei a cabeça do pau na entrada da buceta. Olhei nos olhos dela uma última vez, buscando qualquer sinal de arrependimento.
Não encontrei nada além de desejo puro, cru, animal. As mãos dela segurava meus quadris, me puxando pra eu começar a foder minha enteada.
Empurrei. A cabeça do pau entrou devagar, abrindo os lábios carnudos. O gemido que escapou pela garganta dela foi longo e baixo, quase um gemido de alívio.
Eu parei por um segundo, sentindo a buceta se ajustando ao redor da cabeça.
— Enfia mais… — ela gemeu, as mãos apertando meus quadris, as unhas cravando na pele. — Mais… enfia tudo… eu quero sentir essa pica toda dentro de mim…
Empurrei mais. A pica deslizou para dentro, centímetro por centímetro.
A sensação era indescritível, a buceta dela envolvendo meu pau como uma fornalha.
Quando finalmente entrei até a base, os testículos batendo contra o cuzinho dela, os dois gememos juntos.
Eu fiquei ali por um momento, sentindo a buceta pulsando ao redor do meu pau.
Comecei a me mover. Devagar no início, o pau saindo até quase sair completamente e depois entrando até a base, o ritmo lento.
— Ahhh… porra… Padrasto… essa pica é tão grossa… — ela gemia, as pernas envolvendo minha cintura, os calcanhares cravados nas minhas costas, os quadris se movendo no meu ritmo, rebolando, encontrando cada estocada. — Fode essa buceta… fode gostoso… me faz sua putinha…
Aumentei o ritmo, as estocadas ficando mais rápidas, mais fundo, mais forte, o pau entrando e saindo com força, os testículos batendo contra o cuzinho dela com um som seco, slap slap slap.
O sofá rangia sob nós, as pernas de madeira arranhando o piso, a mesinha de centro tremendo com o impacto.
— Isso… assim… fode… fode… fode… — ela repetia como um mantra, a voz rouca.
Virei ela de bruços no sofá, a mão na nuca dela, empurrando o rosto contra o tecido, o bumbum grande e redondo levantado no ar, as coxas grossas abertas.
A visão quase me fez gozar ali mesmo. O bumbum que eu tinha observado por anos, que eu tinha desviado o olhar incontáveis vezes, agora exposto e disponível e meu.
Enfiei a pica de volta na buceta dela de uma vez, a estocada fazendo ela gritar no sofá, as mãos agarrando as almofadas, o bumbum balançando com o impacto.
Comecei a foder com força, as estocadas violentas, profundas, o pau entrando até os testículos, o som seco da pele contra a pele enchendo a sala, slap slap slap, misturado com os gemidos dela, com o rangido do sofá.
— Ahhh… uhhhn… porra… isso… fode essa buceta… fode… — ela gemia. A mão dela desceu entre as pernas, os dedos encontrando o grelinho, circulando rápido enquanto eu fodia.
Eu segurei os quadris dela com força, os dedos cravando na pele morena, deixando marcas que ficariam roxas depois, e fodi com mais força ainda, o pau entrando e saindo como um pistão.
A buceta dela se contraindo ao redor do meu pau, puxando-me para dentro, sugando, como se não quisesse me deixar sair.
— Eu vou gozar… porra… eu vou gozar… — ela gritou, os dedos no grelinho circulando rápido, o corpo tremendo. — Goza comigo… Padrasto… goza dentro dessa buceta… me enche de porra…
Eu não podia mais segurar.
Eu gritei, um grito rouco que ecoou pela sala, enquanto a primeira golfada de porra explodia dentro da buceta dela.
Ela gozou comigo, a buceta contraindo em espasmos ao redor do meu pau, sugando cada gota de porra, o corpo inteiro convulsionando.
Eu caí sobre ela, o peso do meu corpo pressionando-a contra o sofá, a pica ainda dentro da buceta, pulsando, espasmando, as últimas gotas de porra vazando.
Tirei a pica devagar, sentindo a buceta resistindo, as paredes se contraindo ao redor da cabeça como se não quisessem deixar sair.
Quando finalmente saiu, um plop molhado, a porra escorreu da buceta dela.
Anna Beatriz virou a cabeça para mim. Estendeu a mão, os dedos tocando meu rosto, traçando a linha do maxilar.
— Isso… — ela sussurrou, a voz rouca, arranhada. — Isso foi tudo que eu sempre quis…
Eu peguei a mão dela e beijei os dedos, os mesmos dedos que há minutos estavam dentro dela, os mesmos dedos que tinham me tocado pela primeira vez.
O gosto de sal e de pele e de sexo. O coração ainda martelando no peito, a respiração ainda ofegante, o corpo ainda tremendo com o que tínhamos feito.
A casa estava em silêncio novamente, exceto pelo som de nossas respirações e o zumbido distante da geladeira.
Anna Beatriz encostou a cabeça no meu peito, os cabelos escuros espalhados pela minha pele.
Eu segurei ela mais perto, o queixo apoiado no topo da cabeça dela, os olhos fechados, o corpo finalmente relaxando.
— Padrasto… — ela murmurou, a voz baixa e sonolenta, quase um sussurro.
— Hmm?
— Não vai se arrepender, né?
Eu fiquei em silêncio por um momento, sentindo o corpo dela contra o meu, o calor dela, o cheiro dela.
A razão ainda tentava falar que isso era errado, que não deveria ter acontecido, que as consequências seriam desastrosas.
Mas o desejo, a satisfação, a sensação de completude que eu sentia com ela nos meus braços eram mais fortes. Muito mais fortes.
— Não — eu respondi, a voz firme, sem hesitação. — Não vou.
Ela estava suada. Suja. Feliz. E eu também.
E eu sabia, naquele momento, com uma certeza que não admitia dúvida, que não havia volta.
A linha tinha sido cruzada de uma forma que não apagava, não se desfez, não se esquecia.
O beijo terminou devagar, os lábios se separando com um som molhado, uma despedida doce e suja.
A sala ficou em silêncio, quebrado apenas pelo som de nossa respiração.