Após perda dos pais, 2 irmãos resolver reconstruir a vida juntos, de forma que não era bem aceito pela sociedade. E tiveram varias barreiras pra estarem como estão hoje, “Juntos e Unidos”.
Nossa vida, foi virada do avesso, devido a morte de meu pai no ano passado. Com isso, eu e minha irmã adotiva, nos vimos em uma situação completamente diferente do que vivíamos a um tempo atrás.
Tivemos que nos mudar, procuramos casas por nossa conta, tivemos que cuidar de tudo sozinhos. Minha sorte é que Jéssica, minha irmã adotiva, lidou com essa morte, muito melhor do que eu, que sou o filho legitimo de meu pai.
Demorei muito tempo para entender toda essa situação, e ainda tenho dificuldades com isso. Jéssica tem lidado com tudo sozinha, desde a casa e até mesmo meus cuidados.
Sempre atenciosa, zelando pelo meu bem estar físico e mental, Jéssica cuidou de mim e da casa de uma maneira excepcional.
Eu, pelo contrário, sempre muito tenso, triste e com raiva, não estava sabendo como processar esse mar de sentimentos que me deixavam preso a cama e a casa.
Perdi a vontade de trabalhar, perdi a vontade de sair com meus amigos, só queria saber de ficar em casa, de ficar na minha cama.
Mas, recentemente arrumei uma forma de aliviar minha tensão. Minha irmã, tenho que confessar, ela é muito gostosa, tem o corpo moldado na academia, sempre cuidando de sua aparência.
Tem cabelos longos e loiros é morena, tem uma bunda redondinha e peitinhos que eu não consigo parar de olhar.
Agora, sem meu pai por perto, passamos a maior parte do tempo sozinhos, conversamos muito e somos muito próximos, sempre se apoiando, na alegria e na tristeza.
De um tempo para cá, tenho tido um certo tesão por minha irmã adotiva, ela sabe disso, a dias venho tentando agarrar aqueles peitinhos apontados para mim toda manhã, mas, a dias ela me rejeita.
Batalhei muito pelo que estou contando aqui agora a vocês. Essa semana, finalmente eu consegui comer minha irmã adotiva e foi uma batalha muito árdua.
Começamos no inicio da semana. Levantei desanimado, sem vontade de fazer muita coisa e assim que fui para a cozinha, Jéssica estava lá, tomando seu cafezinho, como ela sempre faz pela manhã.
Assim que a vi, dei bom dia a ela e fui logo tentando apertar aqueles peitos, me sentia bem ao pega-los com força, mas, Jéssica não deixou, assim que peguei neles, ela se afastou e saiu da cozinha, aparentemente brava.
Não nos falamos o resto do dia, nem durante a noite e no dia seguinte, tomei coragem e fui até ela pedir desculpas pelo que eu havia feito na noite anterior.
Assim que pedi as desculpas, ela não abriu a boca, apenas ficou me olhando e eu como não tinha mais nada a dizer, me levantei para sair da sala, mas enquanto eu estava indo embora, Jéssica me chamou de volta, pediu que eu sentasse no sofá, assim que sentei no sofá, ela levou as mãos por dentro da blusa e tirou seu sutiã.
Fiquei sem entender aquela situação toda, porem fiquei ali, esperando para ver qual seria o próximo passo.
E eis que para minha alegria, Jéssica tira sua blusa e aqueles peitinhos pulam para fora diretamente na minha cara, fiquei sem reação, apenas olhando aqueles peitos redondinhos, de mamilos apontados para mim e é claro que o tesão falou mais alto e eu automaticamente agarrei os dois no mesmo instante, quer dizer, eu tentei, pois assim que agarrei os dois, levei um tapa na cara e Jéssica gritou:
– Era só para você olhar!
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Se levantou e saiu da sala, novamente brava por eu tentar agarra-los.
Esse tapa na cara só me deixou ainda com mais tesão, então corri para o meu quarto, estava com o pau duro feito uma pedra, deitei na cama e comecei a bater uma bronha, imaginando Jéssica na minha cama, sem blusa, deixando-me mamar aqueles peitinhos até que eu cansasse.
No dia seguinte, não sei o que aconteceu direito, acho que ela me viu no quarto, batendo uma, mas novamente ela me chamou para o sofá e pediu que eu deitasse em seu colo, assim que o fiz, ela tirou a blusa novamente e disse:
– Vai, agora você pode chupar, se isso vai te ajudar, vai fundo, chupa tudo.
Não perdi tempo, abocanhei aqueles peitinhos enquanto ela estava sentada no sofá, tomando seu café e me observando chupar seus peitos e bater uma punheta.
Passamos a semana inteira praticamente assim, nós acordávamos, ela já estava na sala, me esperando, com seu café na mão e os peitos para fora, prontos para que eu os mamasse.
Mas, essa manhã foi diferente, enquanto eu chupava seus peitos, ela resolveu me poupar do trabalho e ela mesma bateu uma punheta para mim, posso dizer com propriedade que Jéssica sabe bem o que ela estava fazendo, o namorado dela deve ser um cara de sorte, que punheta gostosa, aquela mãozinha branca, lisa com um lençol, agarrando meu pau com força, subindo e descendo, até me fazer gozar e eu ter o prazer de ver minha porra escorrer todinha na mão dela.
Mas, não podíamos passar disso, as semanas já estavam chatas, era sempre a mesma coisa, chupar os peitos dela e ganhar uma punheta, eu queria mais, eu queria comer aquela bucetinha carnuda, mas nada acontecia.
Mas quando o namorado dela estava em casa, ouvia os dois transarem o dia inteiro, meu quarto ela colado com o dela, parecia que ela fazia questão de gemer alto somente para me provocar, dava tudo para o cara, enquanto eu, só ganhava uma punheta.
Eu me cansei de tudo isso, e aos poucos fui parando de procurar Jéssica, lentamente voltei a trabalhar, voltei a ver meus amigos e cada vez mais procurando menos por Jéssica.
Tenho certeza que ela percebeu o afastamento, e a situação foi se invertendo, quem procurava por mim agora era ela, mas, eu não queria mais saber, estava cansado de ficar sempre naquilo.
Até que um dia, cheguei do trabalho, cansado como sempre, sentei um pouco no sofá e Jéssica veio, sentou ao meu lado e me perguntou se estava tudo bem, respondi na sequencia que sim e ela me questionou dizendo que eu estava distante dela, então completei que apenas estava trabalhando muito e em uma ação de desespero, Jéssica se levanta, se ajoelha em minha frente e diz que está com saudades de mim, abaixa meu shorts e simplesmente começa a me pagar um boquete!
Tudo ficou diferente na minha cabeça naquele momento, que boquinha gostosa, babando por todo meu pau, me chupando e me olhando com aqueles olhos redondos claros, iluminados somente pela luz da TV.
Ela engolia meu pau todinho sem engasgar, chegou a fazer garganta profunda por quase um minuto e não soltou uma lagrima! A mulher é boa, ela acelerava os movimentos, depois diminuía, ia pra cabecinha do meu pau e ficava ali sugando e gemendo baixinho para que ele vibrasse, que delícia. Esse dia eu gozei muito, gozei tudo na boca dela e ela engoliu tudo sem reclamar e deixar uma gota cair no chão.
Eu sabia que ela me queria de volta, mas eu não podia entregar tudo de bandeja assim. Sabia que se eu continuasse mantendo distância, uma hora ela iria ceder, então quando ela acabou de limpar meu pau com a boca, eu simplesmente subi minha calça e sai da sala, fui para o banheiro, sem dizer uma palavra a ela, ela ficou ali, no chão, ajoelhada e cheia de porra na boca, me olhando sem entender o que aconteceu, porque eu não esbocei nenhuma reação.
No dia seguinte, estava lavando louças quando Jéssica foi até a cozinha tentar uma aproximação, mantive minha cabeça erguida, controlei meus pensamentos para não ficar de pau duro lembrando daquele delicioso boquete, larguei a louça na pia e sai de perto dela, fui sentar no sofá.
Assim que sentei no sofá, Jéssica veio correndo atrás de mim:
– O que foi que eu te fiz? Porque você está tão distante de mim?
– Eu estou cansado Jéssica! Você nunca quer passar disso comigo!
-Tudo bem, mas eu quero mudar isso agora!
Jéssica se jogou em cima de mim, me deu um beijo e já foi arrancando meus shorts, tirando sua roupa e virado a bunda para mim, pedindo para que eu chupasse o cú dela.
Enfiei minha cara no meio daquela bunda e comecei a chupar, chupava sua buceta, chupava seu cú, enfiava os dedos também e ela empinava cada vez mais, parecia que estava pedindo mais.
Enquanto eu enfiava os dedos no cú dela, eu me masturbava e assim que ela viu meu pau duro como pedra, se virou, deixando a bunda na minha cara e começou a me chupar, mas dessa vez com força e com a bunda de um jeito onde eu conseguia ainda enfiar meus dedos naquele cuzinho que piscava a cada vez que eu enfiava um dedo.
Ela fazia questão de gemer com a boca no meu pau, dava uma vibração gostosa, Jéssica é muito experiente, sabia como me deixar louco.
Mas eu ainda não queria comer ela, queria chupar mais um pouco daquela buceta molhadinha, joguei ela no sofá, abri as pernas dela e de baixo para cima, fui lambendo, chupando o grelo dela e com dois dedos enterrados dentro da buceta dela eu batia uma para ela, ela gritava de tesão, rebolava e esfregava a buceta na minha cara.
– Vamos fuder gostoso, vamos?
Ela falava isso enquanto se apoiava no sofá e virava sua bunda para mim, de quatro, fiquei em pé e não perguntei duas vezes, enterrei meu pau naquele buceta, com bombadas fortes eu ia cada vez mais fundo, Jéssica até batia no encosto do sofá de tão fortes que minhas estocadas eram.
Cada vez que eu batia meu quadril naquela bunda, ela chacoalhava, era uma delicia de ver.
Ela jogava sua bunda para tras, para que meu pau batesse no útero dela e ela tinha um jeito peculiar de gemer, ela dizia “ai” “ai” “ai” com uma voz lisa, aveludada e isso deixa qualquer cara maluco.
Joguei ela no sofá de lado, ergui uma de suas pernas e vôlei a fuder e ela dizia “Isso!” “Vai” “Fode minha bucetinha, fode!”. Eu não acreditava no que estava acontecendo, eu estava comendo minha irmã adotiva e ela estava gostando!
Resolvi testa-la mais um pouco e na mesma posição que ela estava, tirei meu pau da buceta dela e coloquei no cuzinho dela e no mesmo instante ela diz “Vai fode meu cuzinho bem gostoso vai!”.
Era a resposta que eu queria, a vadia queria uma pica no cú e era isso que eu iria dar a ela. Aumentei o ritmo das estocadas e ela piscava o cú com meu pau la dentro, ela apertava meu pau com cú, que doidera, por isso que o namorado dela gosta tanto de fuder com ela a safada é muito experiente.
Ela gozou, gozou enquanto eu esfolava o cú dela e eu estava prestes a gozar também então ela cansada, colou bem no meu ouvido e bem baixinho disse:
– Vai, pode gozar no meu cú.
Ai eu não aguentei, enquanto ela falava no meu ouvido, eu gozava, cada jatada de porra que ela sentia, ela dava um pulinho no sofá.
Hoje, Jéssica sabe como me acalmar nos momentos de tristeza, e eu só posso agradecer por ter uma irmã tão dedicada a me ver bem.
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