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Virei putinha do enteado para esconder minhas traições ao pai, Parte 2

23/07/2026 escrito por Amopornobr

 

Enteado chama um amigo negro e pauzudo pra comer também a sua Madrasta, que mulher do seu pai, eles entortam no sofá a coroa de 46 anos.

 

A primeira parte deste conto neste link: https://amopornobr.com/blog/virei-putinha-do-enteado-para-esconder-minhas-traicoes-ao-pai/

 

Continuando o conto erótico:

 

Com aquela atitude que tomei, eu salvei as aparências do meu casamento, mas minha alma estava entregue ao meu enteado naquele lençol.

 

Aquilo virou rotina. Ele desfilava pela casa de cueca enquanto o pai não estava, dizia que estava me esperando no nosso quarto, e eu ia.

 

Estava gostando daquela vida dupla aliás, vida tripla. Porque eu ainda me encontrava com meu namoradinho de infância, transávamos loucamente nos motéis nos intervalos do almoço em nossos empregos.

 

Três homens diferentes, três versões picas de tamanho distintos me comendo, e nenhuma delas a esposa honrada que todos acreditavam conhecer.

 

Até que, em uma tarde, meu enteado chegou em casa acompanhado de um daqueles amigos que eu detestava.

 

Eles entraram rindo, e meu enteado me disse, sem qualquer pingo de vergonha, que o amigo já sabia de toda a minha história com enteado.

 

Tentei peitar os dois. Cruzei os braços, ergui o queixo, disse que aquilo não era da conta de ninguém.

 

Mas meu enteado cruzou os braços também, mais alto que eu, e disse que eu teria que satisfazer o amigo dele também se quisesse manter a pose de santa no bairro.

 

A vontade de me sentir viva dentro do meu relacionamento fracassado com o marido tomou conta de mim. Me tive que me entregar aos dois ao mesmo tempo.

 

O amigo do meu enteado se sentou no sofá ja sem camiseta. E eu estava sem noção do que estava prestes a acontecer.

 

AMigo dele tirou o pau para fora. Estava mole, mas era muito grande. Ele era negro, lindo, com um pau admiravelmente grande, inclusive maior que o do meu enteado.

 

Olhei para meu enteado com cara de “o que é isso?”. Ele falou: “É todo seu.”

 

Ajoelhei-me. Coloquei as duas mãos no joelho do amigo e, sem pegar o pênis dele, busquei minha boca com a língua para fora, direto no pau do amigo dele.

 

A primeira bocada fez o amigo dele jogar a cabeça para trás.

 

Deve ter dado arrepio nele sentir uma boca não macia de mulher de 46 anos como eu, bem mamado, ops quer dizer bem vivido.

 

E dei a primeira engolida, já que o pau dele ainda estava mole, mas dava sinais de vida.

 

Olhei para trás e vi meu enteado tirando a calça e depois a camiseta. Falei para ele: “Você e teu amigo, só com camisinha para me comer.”

 

Ele jogou ao meu lado dois pacotes de camisinhas. Era mais que suficiente para aquela tarde.

 

Assim, meu enteado tirou toda a roupa. Aproximou-se de mim, e só via a madrasta dele chupando o pau do amigo negro.

 

Nestas horas, já não conseguia engolir todo o pênis do amigo — afinal, era pau de homem negro.

 

Meu enteado se abaixou. Foi com o nariz e deu uma cheirada longa no meu cu, e logo em seguida passou a língua como se quisesse preparar o terreno.

 

Me via no meio de dois juvenis de dezoito anos: o amigo negro, pauzudo, e meu enteado. Um eu chupava, do outro era chupada.

 

Como estava fazendo movimentos muito bruscos com o pescoço para chupar o amigo do meu enteado, ele precisou segurar minha pelve para continuar chupando ininterruptamente meu rabinho.

 

Que delícia sentir aquela língua áspera tentando comer meu cuzinho. O pai dele nunca teve vontade  acho que foi herdada de outro irmão do meu marido.

 

Era a cena mais linda que vi: meu enteado, prestes a comer meu rabo, preparando o terreno antes de me comer.

 

E o amigo dele com aquele pau gigante, que eu tinha dificuldade de até segurar com uma só mão.

 

Quando meu enteado disse que queria me comer, senti um arrepio percorrer a espinha.

 

Estava nua, de joelhos no tapete da sala, ainda ofegante do que havia acontecido momentos antes.

 

O amigo dele, aquele negro alto e musculoso, cruzou os braços e observou com um sorriso torto.

 

— Coloca a camisinha com a boca — ele pediu, apontando para o próprio membro semi-ereto.

 

Olhei para o tamanho dele e engoli seco. Era intimidador, grosso e comprido demais para o que ele estava pedindo.

 

— Não vou conseguir — respondi, sentindo o rosto queimar. — Seu pau é muito grande.

 

Ele riu, baixo e rouco, e pegou um preservativo da mesa lateral.

 

Abriu a embalagem com os dentes e segurou a camisinha esticada entre os dedos.

— Tenta — ele disse, simples assim, como se fosse uma ordem.

 

Respirei fundo e me aproximei. Sabia que não conseguiria, mas como sempre fui persistente, decidi tentar.

 

Coloquei apenas a pontinha na boca, segurando a base do pau dele com a mão para estabilizar.

 

O penis do rapaz era era quente, pulsante, e eu senti o peso e densidade dele contra minha língua.

 

Claro que não consegui fazer tudo com a boca. Fui ajustando com a mão, compensando o que não alcançava.

 

Minha boca só conseguia cobrir uns três ou quatro centímetros além da cabeça, então o resto eu fazia com a mão, movendo em sincronia, sentindo ele crescer ainda mais na minha boca.

 

Meu enteado falou por cima de nós, a voz carregada de impaciência:

— Agora minha vez.

 

Lá fui eu, a madrasta dele, fazer o que o enteado pediu. Me aproximei dele, sentindo o tapete áspero contra meus joelhos.

 

Com meu enteado foi bem mais fácil, ele não tinha o mesmo porte do amigo. Consegui seguir com a boca até a metade do pau dele, sentindo ele tremer sob meus lábios.

 

Se eu fizesse de colocar camisinha com boca no meu marido, certamente quase conseguiria colocar o preservativo inteiro, mas como não era ele, deixei para fazer no filho dele.

 

O amigo dele se acomodou no sofá, as pernas abertas, e disse que queria sentir a coroa ali. Tive que ir.

 

Subi com os dois pés no sofá, sentindo o couro frio contra minha pele nua. Passei a língua nos meus dedos e lubrifiquei minha vagina porque ali eu via que seria difícil o negócio — estava seca de nervosismo.

 

Com uma mão segurei o sofá para me equilibrar e com a outra busquei o pau do rapaz, tentando posicionar na entrada da minha vagina, mas pau dele era realmente pesado, ainda mais duro cheio de sangue dentro dele.

 

Tentava fazer uma espécie de agachamento, para ver se entraria com menos dor possível, mas realmente estava criando pouca barreira. Senti pouca dor no início, fechei os olhos e fiz este sacrifício.

 

O amigo dele, para me sacanear, assim que eu tentei posicionar o pênis dele bem na entrada do meu canal vaginal, pousou sua mão nas minhas coxas, forçando meu corpo para baixo.

— Para, que dói — eu falei.

Ele continuava e eu falava:

— Filho, manda teu amigo parar.

 

O amigo dele forçou e entrou de vez. A cabeça do pau do amigo dele era realmente grande, queria gritar de dor, mas vi ali seria minha chance de testar meus limites de mulher quase 50 anos, e queria experiências novas, nem que seja com o filho do seu marido e amigo dele.

 

Eu só disse:

— Caralho, filho da puta.

 

O amigo dele deu um sorriso e segurou firme no meu quadril para eu subir e descer até alcançar bem minha vagina de madrasta do seu amigo.

 

Eu mal havia encontrado um ritmo com o pau do amigo do meu enteado, sentindo meu corpo ceder pouco a pouco àquela pressão que minhas paredes internas sentiam, quando a voz do meu enteado cortou o ar atrás de mim. “Eu também quero pedaço desta carne.”

 

Ele posicionou-se atrás de mim, sentindo suas mãos firmes separarem minhas nádegas. Meu ponto fraco ele sabia exatamente onde me encontrar.

 

A língua dele encontrou meu ânus com precisão cirúrgica, e eu arqueei para trás, um gemido estrangulado escapando: “Ahh—não, não faz isso agora meu filho…”

 

Mas ele fazia. Enquanto eu tentava manter o equilíbrio sobre o amigo, sentada naquela bitola que me rasgava por dentro, meu enteado chupava e preparava meu cu com uma dedicação que me fazia querer chorar e gozar ao mesmo tempo.

 

Minha visão embaçou.

 

Foi então que meus olhos encontraram o porta-retratos na mesa de centro. Lá estávamos eu, meu marido, meu enteado, três sorrisos congelados, uma família feliz.

 

E agora eu estava nua, espalhada entre o filho dele e um amigo que eu sempre falei para o meu marido que detestava, sentindo duas picas me infiltrando nas minhas paredes uterinas ao mesmo tempo.

 

Eu olhava para aquela foto e sentia meu peito apertar, e remoço que logo ja passou. Pois eu tinha em minha frente 2 jovens disposto a comer uma coroa de quase 50 anos, que nos caso era eu, hehe

 

Meu enteado se preparou. Senti o gel escorrendo, suas mãos espalhando, abrindo. “Só dei o cu para um namorado,” consegui dizer, a voz falhando, “e não foi teu pai.”

 

Meu enteado riu. Uma risada curta, brutal. “Azar é do dele.”

 

A entrada dele foi diferente. Mais lenta, como se quisesse que eu sentisse cada centímetro da traição.

 

“Caralho,” gritei, “que dor—para, por favor, para…” Mas minhas palavras se dissolveram em gemidos.

 

Eu estava perdendo minha virgindade anal pela segunda vez na vida, e ainda por cima pelo filho do homem que eu me casei.

 

Eu estava no meio daquela sala que me deu uma família e agora estou sendo fodida pelos dois lados, quatro mãos me segurando, me impedindo de fugir do próprio prazer e que nenhum delas era do meu amor, meu marido.

 

Eles não pararam quando eu gozei. A primeira onda me pegou desprevenida, meu corpo convulsionando, “gozada sua safada” — as palavras do meu enteado cortando através da névoa.

 

“Respeita, seu merdinha,” tentei dizer, “sou mulher teu pai,” mas soou como um súplica.

Ele continuaram aquela sinfonia de movimentos, entanto eu sentia a pica entrar num o outro preparava pra entrar e assim foi mais 15 minutos.

A segunda gozada veio mais forte, arrancada de mim: “Puta merda, vocês são fodaaaaaa…”

 

Não tinha mais força. Não sabia mais o que era pé. Eles me desconstruíam peça por peça, e eu deixava, porque fazia tudo pelo meu casamento — essa era a mentira que eu contava para mim mesma.

 

Quando finalmente pareceram satisfeitos, eu estava irreconhecível. “Na cara,” pedi, surpreendendo a mim mesma.

 

“Quero sentir vocês gozando no meu rosto.” Era uma nova experiência, algo que nunca pedira. Quando vieram, quente e denso escorrendo pela minha pele, eu apenas fechei os olhos e saboreei a degradação de uma mãe de familia.

 

Depois que saíram, passei horas debaixo do chuveiro. Esfreguei até a pele arder, tentando arrancar o cheiro — gozo, suor, eles dois impregnados em mim.

 

A água esquentava, esfriava, e eu continuava lá.

 

Hoje terminei com meu namoradinho de infância. Mandei uma mensagem curta, final. E comecei minha vida tripla: eu, meu marido, o filho dele, e aquele amigo negro pauzudo que eu fingia não gostar.

 

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