Tia larga casamento estável de 15 anos para viver romance proibido e bancar o seu próprio sobrinho.
Eu tinha 42 anos quando percebi que minha vida se resumia a uma lista de conquistas vazias.
Casa própria no bairro nobre, carro na garagem, estabilidade no concurso público que ocupava 20 anos da minha existência.
Para qualquer observador externo, eu possuía tudo que uma mulher deveria desejar. Mas dentro de mim, eu era infeliz.
Meu casamento com Carlos durava quinze anos. Quinze anos de previsibilidade sufocante, de rotina que nos transformou em colegas de quarto bem-educados.
Não havia romance, não havia surpresa. Apenas a tranquilidade mortiça de quem já conhece o final da história antes de virar a página.
Passávamos meses sem nos tocar, e quando acontecia, era rápido. Eu acordava, levantava, trabalhava, voltava. Jantávamos em silêncio construído ao longo de anos, e dormíamos.
Dividíamos contas, planejamentos, o carro aos sábados. Mas havíamos esquecido de dividir sentimentos e desejos.
A culpa eu carreguei por tempo demais depois me separei. Acusava Carlos em pensamentos que nunca verbalizava, culpava sua previsibilidade, sua falta de iniciativa.
Mas no fundo, sabia que eu também tinha deixado de existir dentro daquele casamento. Tinha me tornado uma mulher que cumpria obrigações sem sentir nada.
Quando minha irmã ligou naquela terça-feira, eu não imaginei que tudo mudaria. Ela falou rápido, animada.
Flávio voltaria do estágio de 24 meses no exterior. Terminaria a faculdade aqui no pais. Queria fazer um jantar de recepção. Meu sobrinho, filho do primeiro marido da minha irmã, que eu via esporadicamente em festas de família.
Um jovem de 25 anos que sempre me tratou com educação, com aquela distância respeitosa de parentesco.
Carlos e eu nos oferecemos para organizar algo para o nosso sobrinho. Gostávamos de Flávio, ele sempre foi simpático, tinha bom papo. Pelo menos era o que eu pensava antes de vê-lo naquela noite.
O dia chegou com uma ansiedade que eu não conseguia nomear. Arrumei a casa, preparei a mesa, escolhi um vestido azul marinho que eu sabia valorizar minha silhueta.
Nada demais, apenas adequado para ocasião. Carlos circulava pela cozinha, verificando temperaturas, comentando sobre vinhos.
Quando a porta abriu, eu estava no corredor. Flávio meu sobrinho entrou abraçando os pais, emocionado, falando alto sobre atrasos de voo e saudade de comida brasileira. Depois seus olhos encontraram os meus.
Algo travou no meu peito. Ele estava diferente. Mais magro, sim, mas de uma forma que esculpira seu corpo em linhas precisas.
A regata cinza que vestia deixava expostos braços com contornos definidos, veias que subiam em relevo quando ele movia as mãos.
Ele se aproximou, e eu percebi que tinha que levantar o rosto.
“Titia”, ele disse, e a palavra soou estranha na boca dele. Não havia infantilidade ali.
Apenas um tom de voz que vibrava em frequência que eu não reconhecia. “Senti sua falta.”
No jantar seus olhos não saíam dos meus. Não desviavam como faziam os olhos de Carlos, que já conheciam cada ruga minha e pareciam atravessá-las sem ver.
Flávio olhava como se estivesse decifrando algo dentro de mim, do que faltava. Como se eu fosse um enigma que ele tinha tempo para resolver.
Conversamos perto da janela, afastados do burburinho da festa. Ele falou de planos que não tinha compartilhado com ninguém, projetos de mestrado, vontade de morar sozinho.
A cada frase, seus dedos tocavam meu braço levemente, pontuações físicas de algo que eu não ousava interpretar.
A energia dele me atravessava, fazia minha própria voz soar mais leve, mais jovem. Notei que outros parentes observavam, confusos com a intensidade da nossa conversa.
Era estranho, sim. Um sobrinho que voltava do exterior e passava a festa inteira ao lado da tia.
Quando ele me convidou para dançar, eu aceitei antes de pensar.
A música era lenta, algo dos anos oitenta que Carlos gostava de tocar em festas. Flávio puxou-me para si com uma confiança que me tirou o ar.
Sua mão na minha cintura, a outra entre minhas omoplatas. Eu senti a finura da sua estrutura óssea, a dureza de músculos que trabalhavam sob a pele. E então, algo mais.
Roeu meu umbigo. Denso, emborrachado, ainda flácido mas com peso inconfundível. Eu congeli por um segundo, meu corpo registrando antes que minha mente aceitasse.
Ele não estava nem duro ainda, e já ocupava espaço considerável entre nós. Flávio não se afastou.
Seus olhos brilharam com algo que eu não conseguia nomear, um desafio silencioso.
“Desculpa, titia”, ele murmurou, mas não havia desculpa na voz dele. Apenas constatação.
Eu deveria ter recuado. Deveria ter inventado uma dor de cabeça, um compromisso na cozinha.
Em vez disso, permaneci ali, sentindo-o crescer imperceptivelmente contra minha barriga, calculando dimensões que minha experiência de quinze anos de casamento me permitia estimar.
E sentindo-me viva pela primeira vez em décadas.
A festa acabou em borrões. Despedi-me de Flávio com um aperto de mão que durou segundos a mais que o necessário. Seus dedos rocaram minha palma por dentro, uma promessa que eu não sabia se ele faria cumprir.
Carlos já estava no quarto quando entrei. Deitado de lado, lendo algo no tablete, a luz azulada iluminando seu rosto familiar e estranho.
Eu me vesti para dormir sem olhar para ele, mas minha mente estava em outro lugar. No jovem de regata cinza, nos braços definidos, naquele volume do seu penis que ainda sentia encostar na minha barriga.
Quando me deitei, Carlos moveu-se por instinto. Ele me puxou para si, mãos já sabendo onde segurar, onde pressionar.
Eu o montei sem paixão, apenas movimento. Seu pênis ainda pouco mole entre minhas coxas, eu o manipulei com a mão direita e comecei a chupa-lo, sentindo-o crescer dentro da minha boca.
Era pequeno. Sempre foi. Minha mão fechava-se completamente em torno dele, sobrando ainda 3 centímetros para fora do punho. Dava mais ou menos 13 a 14 centímetros quando completamente ereto.
Eu conhecia cada centímetro daquele corpo, cada reação, cada falha. Conhecia que raramente eu alcançava o orgasmo com ele me penetrando, que minhas próprias mãos me masturbando eram muito mais eficientes que nossas noites juntas.
Mas aquela noite, eu não estava com Carlos. Fechando os olhos, eu sentia ainda a textura da regata de Flávio sob meus dedos, a curva da sua cintura, o peso seu penis encostado na minha barriga.
Imaginava-o no nosso quarto, me tomando de formas que eu nunca experimentara. Calculava, obcecada, quantos centímetros o penis do meu sobrinho poderia ter, quando completamente duro. Dezoito? Vinte?
A diferença de idade, dezessete anos, de repente parecia irrelevante, apagada pela vontade de estar dando para o meu sobrinho.
Eu sentava com força no pau do meu marido, usando-o como ferramenta para um prazer que ele não proporcionava. Meus quadris moviam-se em ritmo que eu ditava, não ele.
E pela primeira vez em anos, senti a montanha-russa familiar se construir em minha mente, eu apertei nas coxas pois eu necessitava de mais, mais, mais.
Gozei gritando silenciosamente, mordendo o próprio lábio para não pronunciar o nome errado.
Carlos gemeu, satisfeito consigo mesmo, e se virou para dormir em minutos.
Eu fiquei acordada, sentindo o gosto de traição que eu tinha tido na minha mente. Eu sabia que pau do meu marido não era suficiente. Que eu precisava da coisa real e só me via na cabeça meu sobrinho Flavio.
A mensagem chegou às dez da manhã. Flávio perguntando se eu tinha dormido bem.
Uma piada sobre descompasso horário que não existia mais.
Eu respondi antes de pensar no risco, e assim começamos.
Ele tinha sempre algo novo: um vídeo de rua em Lisboa, uma música que descobrira, uma curiosidade sobre meu trabalho que meu marido nunca teve interesse de perguntar.
Eu respondia entre reuniões, no banheiro do escritório, escondendo o celular quando Carlos passava.
Eu sabia que estava errado. Cada mensagem era uma traição, cada riso que ele arrancava de mim era um tijolo removido do casamento.
Mas Flávio me fazia lembrar de coisas que eu tinha sepultado. A excitação de ser cortejada por um outro homem.
Na terceira noite de mensagens, ele disse que minha irmã não estaria em casa no dia seguinte.
Perguntou se eu poderia ir la, que ele precisava falar comigo, muita coisa ele ficou pensando neste tempo de estagio fora do pais
Carlos nem levantou os olhos do jornal quando eu disse que sairia. Apenas murmurou algo sobre não demorar.
Eu fui. Coração acelerado no volante, mãos úmidas no couro do nosso carro.
Quando cheguei, ele abriu a porta com um sorriso que já sabia demais. Pedimos lanche por aplicativo, e ele me olhava enquanto eu mastigava sem sabor.
Seus olhos não desciam do meu rosto, não respeitavam a barreira de parentesco que eu tentava manter erguida.
Ele tirou a camiseta no meio de uma frase sobre o calor. O movimento foi casual, mas seus olhos me avaliaram.
Eu fiquei sem reação, presa na visão do torso que já imaginara, agora exposto a centímetros de distância.
Ele se aproximou, e eu senti o cheiro dele. Sabonete barato, algo de amadeirado, e por baixo, o suor de um corpo jovem.
“Tia eu preciso falar algo pra senhora”. Eu respondi, diga Flavio.
Ele se aproximou de mim, eu tentei recuar, criar uma resistência que minha boca não conseguia articular.
Ele segurou minha cabeça com uma mão, a outra na minha cintura, e me beijou.
Sua língua entrou sem pedir permissão, explorando como se tivesse direito.
Eu empurrei seu peito, mas minha mão encontrou apenas músculo, e os dedos se abriram em vez de fecharem em punho.
Ele não me soltou. Continuou, mais fundo, mais urgente, até que minha própria língua se moveu em resposta, traíra, buscando a dele.
Ele não disse nada quando me levou para a sala. O sofá da minha irmã, onde assistíamos novelas nos domingos.
Ele me ergueu lentamente o vestido que meu marido deu no ultimo aniversario de casamento. Ele estava prestes a me entregar para o meu sobrinho filho da minha irmã e que é quase 20 anos mais novo que eu.
Quando ele retirou percebeu eu estava sem sutiã, como sempre, e de calcinha pequena demais para o momento principalmenhte depois de ter dados desculpa para o marido iria so passar na casa da irmã.
Ele puxou a minha calcinha para baixo, e ela se enrolou em torno de uma coxa, presa, inútil.
Eu fiquei de 4 no sofá. Mãos no encosto, joelhos afundados no couro gasto.
A posição me abria completamente, expunha o que nenhum homem além de Carlos vira em quinze anos.
Pela janela, vi uma senhora passar com cachorro. Ela não olhou para cima, não imaginava que acima dela, uma tia de quarenta e dois anos se entregava ao sobrinho de vinte e cinco na casa da própria irmã.
O som da calça dele descendo foi seco. Quando me virei, vi seu pênis pela primeira vez. E engoli seco, porque minhas estimativas tinham sido modestas.
Ele era grande, pesado mesmo ereto, a pele lisa e sem um único pelo, como se a juventude ainda não permitisse imperfeições.
A cabeça arredondada, levemente mais escura, apontava para mim como acusação.
Eu estendi a mão, precisava sentir a textura e o peso. Minha palma não fechava em torno dele, faltavam centímetros.
Dezoito, talvez dezenove centímetros de puro desejo que não me pertencia a sua tia.
Segurei-o na entrada do meu sexo, tentando firmar algo que tremia, tentando preparar-me para o que viria.
“Tem gel?”, perguntei, a voz estranha, rouca.
Ele negou com a cabeça. Desceu então, sem palavras, e abriu minhas nádegas com as duas mãos.
Sua língua encontrou minha vagina com aspereza de quem não tem tempo para delicadezas.
Eu gritei, não me importando com a janela, com a senhora do cachorro, com nada além da sensação de ser devorada por alguém que não deveria me tocar.
E enquanto meu sobrinho me preparava com a boca, eu sabia que Carlos me esperava em casa com janta pronta.
Que minha irmã voltaria em horas. Que nada seria como antes, a partir daquele sofá, daquela língua, daquele pênis que eu ainda não tinha dentro de mim, mas que já me controlava completamente.
Eu me arrepiei na hora. Uma de suas mãos deslizou pela minha coxa e ergueu meu joelho, abrindo-me ainda mais, expondo completamente o que nenhum homem havia visto com tanta devassidão.
Flávio desceu, e sua língua partiu da minha vagina em direção ao meu ânus — um caminho que Carlos jamais percorrera em quinze anos de casamento.
Meu marido nunca tinha chupado meu ânus, nunca sequer cogitado em me chupar daquele jeito, mas o sobrinho dele nem cogitou, já fez.
— Ahh… — escapou da minha garganta antes que eu pudesse conter.
A língua dele era áspera, impiedosa, movendo-se em círculos que faziam minhas unhas cravarem no encosto do sofá.
Eu estava toda lubrificada, escorrendo, transformada em algo que não reconhecia.
Quando ele finalmente se ergueu, seu rosto brilhava com o meu próprio gosto, e seus olhos carregavam uma fome que me petrificava e excitava em partes iguais.
— Precisa ser com camisinha — consegui dizer, a voz trêmula, rouca.
Ele sorriu, aquele sorriso que já sabia demais.
— Tudo bem, tia.
Flávio se inclinou sobre a calça jogada no chão e retirou uma camisinha do bolso.
Ele estava preparado para comer de qualquer jeito a tia dele. A constatação deveria ter me enojado, mas em vez disso senti um aperto no ventre, uma antecipação que me fazia tremer.
Ele rasgou o pacote com os dentes, enrolou o preservativo no pênis com movimentos deliberados, e então se posicionou atrás de mim.
Não houve delicadeza. Ele começou a socar, socar, ploc ploc — o som da carne batendo na carne, do impacto de seu quadril contra minhas nádegas.
Eu sentia o saco dele, grande e pesado, batendo nas minhas coxas a cada enfiada que meu sobrinho dava.
— Uhhhn… — gemi, a cabeça jogada para trás, o cabelo caindo desgrenhado nos olhos.
Foi quando ouvi. O som de um motor se aproximando, familiar, o carro da minha irmã estacionando na garagem. Meu coração parou.
— Flávio, termina logo — implorei, a voz estrangulada pelo pânico.
E ele acelerou. Mais e mais e mais forte. Seus dedos cravaram-se em meus quadris, puxando-me para cada socada, e eu sentia o sofá tremer, a estrutura de madeira rangendo sob nosso peso.
O prazer e o terror se misturavam em uma substância que me deixava tonta, incapaz de raciocinar além da próxima estocada.
Até que ouvi. O grunhido dele, profundo, animal, arrancado da garganta como se viesse de algum lugar primitivo. Ele se encostou em mim, parou, e eu olhei para trás.
A camisinha estava repleta de espermatozoide do meu sobrinho, pendurada pesada em seu pênis ainda pulsante.
Eu estava de boceta exposta e aberta, depois de ter recebido uma pica maior que a do meu marido.
Nos vestimos em silêncio frenético. Eu passei água no rosto na cozinha, tentando apagar o rubor, o brilho de olhos de quem acabara de ser foda pelo sobrinho no sofã da casa da minha irmã.
Minha irmã entrou pela porta exatamente quando eu fechava a torneira.
— Oi? — ela disse, olhando para mim com um certo grau de estranheza. — Onde está o Carlos?
— Ele… teve que trabalhar — menti, sentindo o calor subir pelo pescoço.
Flávio emergiu do corredor, composto, impecável. Cumprimentou minha irmã com o mesmo carinho de sempre, e demos qualquer desculpa — uma reunião de família, um problema no trabalho dela, não lembro mais o que inventamos.
Logo fui para casa, mas aquela situação se repetiu várias e várias vezes por meses.
Eu estava me deitando com meu sobrinho, e ninguém poderia imaginar. Nem mesmo o meu marido, que seria o corno da história sem jamais saber a identidade do outro.
Botei tudo que eu tinha planejado na minha vida em troca do pau do meu sobrinho.
Até bateu o arrependimento algumas vezes, mas maior que isso era a vontade de ser tomada pelo meu sobrinho, já que eu não tinha nada daquilo no meu casamento.
Tinha a sensação de que Flávio era tudo que faltava na minha vida, uma conexão real — ou assim eu acreditava.
Aí veio a decisão mais idiota da minha vida.
Uma hora ele iria saber. Depois de seis meses me encontrando com Flávio, decidi me separar de Carlos.
Falei para o meu marido que eu tinha outra pessoa, mas claro que não falei que era o sobrinho dele.
Eu merecia ser feliz, dizia para mim mesma. Meu marido ficou com o local onde morávamos.
Aluguei algo para mim mesma, arrumei do jeito que queria.
Não tinha ninguém para encher. Não falei nada para minha irmã sobre o filho dela.
Fui em direção ao meu sobrinho, achando que iria em direção à felicidade que eu tinha perdido e reencontrado nos braços dele.
Deixei para trás quinze anos de casamento e fui atrás do meu sobrinho.
Três semanas depois eu ja tinha transando pra caralho com meu Sobrinho e decidi contar o que realmente tinha acontecido para minha irmã.
Ela queria me matar. Inclusive falou para o meu sobrinho que não queria mais ele dentro de casa, e Flávio veio morar comigo.
No início foi aquilo que eu já estava esperando. Estávamos transando praticamente três vezes ao dia.
Pela manhã, antes de eu ir trabalhar, era aquela foda matinal deliciosa, ainda com o cheiro de noite de sono, onde nossos corpos dormiam nus.
Como ele ainda estudava, preferiu não trabalhar, e eu ao meio-dia sempre trazia um almoço para ele.
Como eu tinha duas horas de intervalo, almoçávamos em quinze minutos, tomávamos um banho e íamos para a cama, adivinhe para fazer o que. Aquilo que Flávio mais sabia fazer:
Foder, foder a buceta da sua tia. Eu estava sentindo uma menina de vinte anos, sendo socada em todas as posições que uma mulher precisa um dia conhecer ou sentir.
A noite era mais uma sessão de putaria na minha cama. Mobiliei aquele apartamento pegando em dez vezes.
Mal tinha chegado a cama, e Flávio estava lá de joelhos sobre ela, me tendo de quatro, com gemidos altos porque agora eu não tinha mais preocupação com vizinhos.
Achei que tinha feito tudo certo. A minha separação tinha sido a decisão mais acertada da minha vida.
Estava trabalhando melhor, troquei todas as minhas roupas, calcinhas. E tinha um jovem muleque me fodendo três vezes por dia.
Mas meses depois, a realidade bateu.
Ele não trabalhava, só estudava. Não tinha nenhuma renda, e a mãe dele, minha irmã, cortara qualquer ajuda.
Como eu ganhava bem, pagava tudo, mas sentia o peso quando ia ao supermercado, às lojas de suplementos que ele tinha costume de tomar e que eram bem caros.
Eu estava financiando a vida do meu sobrinho de 25 anos, saudável, que poderia trabalhar.
Comecei a falar com ele sobre isso. Ele sempre dava desculpas, que precisava de tempo para estudar.
Até começamos a ter discussõezinhas bobas eu, tia do rapaz, totalmente envolvida com meu sobrinho.
Às vezes eu ameaçava ficar brava, mas sentia falta do pau dele enterrado na minha buceta, e sempre acabávamos transando e apaziguando tudo.
Chegou ao ponto de tivemos uma pequena discussão por causa do trabalho dele.
Eu estava de camisola e sem calcinha. Ele tapou minha boca com um beijo, segurou-me pela cintura e ergueu-me até eu sentar minha bunda na mesa.
Enquanto me beijava, ergueu a camisola e me mostrou quem tinha controle da relação.
Eu estava presa no relacionamento com meu sobrinho. Tinha colocado um casamento perfeito, estável, emocionalmente saudável, onde os dois tinham vontade de crescer juntos, na balança contra um corpo jovem que me sabia usar.
Na época dos meus pagamentos, ele sempre tinha ideias de viajar ou fazer algo juntos, e eu, tentando manter as contas da casa, comecei a tentar cortar aquilo.
Mas a forma que ele me convencia talvez fosse uma forma que poucas mulheres teriam o sonho de um dia ter.
Muita pica. Eu gozava muito no pau dele. Me fazendo praticamente uma tia recatada sexualmente para uma esposa, só que do seu próprio sobrinho.
Tia trocou o marido pelo sobrinho de 25 anos e acabou de quatro no sofá da irmã sendo macetada até encher a xoxota de porra. Quer assistir uma video porno de historia sobrinho comeu a sua tia mesmo sendo vigiada pelo tio do rapaz! [CLIQUE AQUI E DESBLOQUEIE TODAS AS CENAS DESTA HISTORIA]
