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Esposa saiu e comi a filha da vizinha no meu apartamento

01/08/2026 escrito por Amopornobr

 

Esposa saiu e comi a filha da vizinha no meu apartamento

Vizinho aproveita a queda de energia e a ausência da esposa para comer a filha da vizinha, que tinha medo de raios e trovões.

 

 

Eu quase não consegui chegar em casa. Minha esposa foi buscar a nossa filha na faculdade.

 

A chuva estava forte. Eu tinha acabado de voltar do trabalho e tinha passado no mercado e trouxe duas sacolas cheias, então em vez de pegar o elevador social, fui pelo de serviço.

 

Apertei o botão do 9º andar e encostei na parede enquanto as portas se fechavam.

 

O elevador subiu dois andares e parou com um solavanco. As portas se abriram e ali estava Milena, uma delicia de 18 aninhos recem completados.

 

Eu já a conhecia esta garota de vista. Filha de Rosana, moradora do 202. Morena, linda, queimadinha de sol da piscina do condomínio, 1.70m, cabelos cacheados longos e pretos caindo pelos ombros, olhos claros que pareciam verde-acinzentados naquela luz fraca do elevador.

 

Os peitos siliconados, pelo que minha esposa falou, ja que ela colocou quando tinha completado a maioridade, e seios novos dela empurravam o tecido da regata branca.

 

A bunda era média, mas dura e arrebitada, preenchendo o short jeans de um jeito que era impossível não notar.

 

— Boa tarde — ela disse, entrando no elevador com um sorriso largo.

— Boa noite — corrigi, porque o relógio do meu celular já marcava 18h12.

 

Mi arregalou os olhos, riu e balançou a cabeça.

— Boa noite né! É verdade, já são mais de seis da tarde!

 

Avisei que o elevador estava subindo ao meu andar em vez de descer. Ela deu de ombros.

— Tudo bem, não me importo em dar uma volta de elevador.

 

A conversa fluiu naturalmente. Comentei sobre a chuva que ja estava durando o dia inteiro aquele dia.

— Que chuva hein, Mi? Logo numa sexta-feira, pra estragar a noite de quem vai sair.

— Verdade. Apesar de eu gostar de chuva, morro de medo de ficar sozinha em casa.

 

Eu sabia que Rosana era corretora de imóveis e viajava com frequência para avaliar propriedades em outras cidades.

 

Milena me confirmou: a mãe tinha viajado na quinta-feira e só voltaria no domingo.

 

O pai dela não morava com elas eram separados, ele aparecia só no fim de ano e nos outros meses mandava o dinheiro da pensão.

 

Ela falava aquilo com naturalidade, como quem conta o tempo.

 

Quando o elevador parou no 9º, Mi agarrou uma das sacolas antes que eu pudesse impedir e saiu no corredor comigo.

 

O elevador desceu vazio para o térreo. Lá dentro de casa, ela largou as compras na bancada da cozinha e foi até a porta para chamar o elevador de volta.

 

Antes que o dedo dela encostasse no botão, tudo apagou. A energia acabou num corte seco, sem aviso, e o apartamento mergulhou num escuro total.

 

Milena soltou um gritinho e deu dois passos pra trás.

— Tem medo do escuro também, Milena?

— Do escuro não! Mas com essa chuva, eu fico morrendo de medo, rsrs!

 

Fui até o armário da área de serviço e peguei duas luzes de emergência que mantinha sempre carregadas.

 

Quando voltei, ela estava parada na porta do apartamento, os braços cruzados sobre o peito, o olhar zigagueando entre o corredor escuro e a minha sala iluminada pelo feixe amarelo das lanternas.

— Milena, você tem duas opções. Eu te empresto uma lanterna e você desce pelas escadas pro seu apartamento, ou você fica aqui e espera a energia voltar.

 

Ela não hesitou.

— Com essa chuva, sem energia, tudo escuro? Nem pensar que eu vou ficar lá embaixo sozinha!

— Então entre e fique à vontade.

 

Mi entrou e me ajudou a guardar as compras. Acabamos rápido e fomos pra sala.

 

A garota tremia. Não era só o escuro — eram os trovões, os relâmpagos, o barulho da chuva batendo na janela como se quisesse entrar.

 

E ela estava sem blusa, só de regata e short. Devia ter descido pra fazer alguma coisa no prédio e não imaginava ficar presa lá em cima.

 

Corri pro quarto e peguei um casaco. Ela vestiu agradecendo com a voz trêmula, os dentes batendo. Perguntei se queria comer alguma coisa.

— Sim, tô com fome — respondeu sem cerimônia.

 

Peguei uma lasanha congelada que tinha comprado pra comer com minha esposa e filha e enfiei no forno. Voltei pra sala e sentei na poltrona.

 

A cada trovão, Mi dava um pulo no sofá. Achei que era frio, então peguei uma manta e dei pra ela.

 

Se enrolou todinha, só os olhos claros aparecendo por cima do tecido. Sentei ao lado dela no sofá pra conversar e esperar a lasanha.

 

Outro trovão — esse estremeceu a casa inteira, seguido de um clarão que rasgou o céu. Mi, numa reação só, se atirou nos meus braços.

 

Os dedos agarraram o tecido da minha camisa. A cada trovoada, ela apertava mais. Não sei em que momento nos perdemos.

 

Ficamos tanto tempo ali, abraçados, que a respiração dela colou na minha pele e um beijo acabou rolando.

 

Estas horas a minha esposa ja estava prestes a se tornar uma esposa corna mansa.

 

Lábios molhados, quentes, o gosto de chocolate que ela devia ter comido antes. Quase deixei a lasanha queimar.

 

Levantei, tirei a lasanha do forno, reparti e dei o maior pedaço pra ela.

 

Comemos ali no sofá mesmo, de prato na mão, conversando sobre nada.

 

Do beijo no sofá, depois da lasanha, pro meu quarto, não demorou muito.

 

Continuamos nos beijando e enquanto a beijava, fui despindo ela lentamente.

 

Sem pressa. A energia não voltaria tão cedo, a mãe dela também não. Cada peça que eu tirava, eu beijava a boca dela de novo.

 

Quando cheguei na calcinha, percebi que o tecido estava encharcado. A buceta quente, piscando de tesão, me chamando.

 

Abri as pernas dela devagar, saí da boca, passei pelo pescoço, pela barriga lisa e queimada de sol, e cheguei na bucetinha toda depilada.

 

Assim que encostei a língua, ela deu um gemido baixinho que vibrou no abdômen. Com a mão esquerda agarrei um dos peitinhos redondos e comecei a chupar com força — a língua enfiada fundo, o nariz esfregando no grelo inchado, o queixo encharcado.

— Isso, não para, continua assim, assim, isso!

 

Quanto mais forte eu enfiava a língua, mais ela gemia. Os mamilos já estavam durinhos de tanto tesão. Parei de chupar a buceta e subi lentamente, beijando as coxas, a barriga, até abocanhar aqueles mamilos duros.

 

Assim que comecei a sugar, Milena se contorceu, agarrou meu cabelo com força e gozava tremendo:

— Nossa! O que é isso! Meu Deus, que delícia!

 

Peguei meu pau, duro que nem pedra, posicionei na entradinha da buceta e comecei a penetrar. Deslizou com facilidade — não era virgem.

 

Mas era uma bucetinha que agarrava o pau de um jeito que dava vontade de nunca sair.

 

Alternei entre o vai e vem lento, profundo, e bombadas mais nervosas. Mi se contorcia e agarrava o lençol.

 

Quando senti que ia gozar, tirei o pau de dentro dela. Ela gritou:

— Não! Por favor não para! Coloca de volta agora!

— Milena, agora é sua vez. Eu quero que você me chupe, quero sentir esses lábios carnudos agarrando meu pau, quero gozar na sua boca.

 

Ela sorriu com um sorriso malicioso, sentou em cima de mim em posição de 69, abocanhou meu pau e esfregou a buceta na minha cara.

 

Sugava como se quisesse arrancar o pau de mim. Eu chupava aquela buceta molhada que piscava a cada batida que meu pau dava na garganta dela.

— Quer leitinho, Milena?

— Sim, eu quero! Quero tudo!

— Então pede, pede.

— Me dá esse leitinho! Eu quero tudo aqui, na minha boca, tô com sede!

 

Segurei a cabeça dela, enfiei o pau fundo na boca e gozei.

 

Quatro jatos de porra desceram direto pra garganta. Ela chupou tudo, não deixou nada.

 

Saímos do 69 e Mi caiu pro lado na cama, ofegante, acabada. Ficamos ali alguns minutos. Quando levantamos pra tomar banho, a luz já tinha voltado — nem tínhamos reparado.

 

Tomamos um banho quente juntos e fomos pra cozinha comer mais um pouco. Percebi que Mi estava com a cara triste. Questionei.

— Eu não quero voltar pro apartamento e ficar lá sozinha. Posso ficar o final de semana aqui com você?

— Pode sim.

 

A alegria voltou aos olhos claros dela. Terminamos de comer e subimos até a cobertura do prédio pra ver a lua que, depois da chuva, estava simplesmente incrível.

 

Deitamos na espreguiçadeira, o corpo quente dela encostado no meu, o céu limpo e prateado se abrindo sobre a cidade.

 

 

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