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Ensinei a Minha Enteada a Transar com Irmão dela

25/07/2026 escrito por Amopornobr

Padrasto flagra enteada na cama com o próprio irmão e usa o segredo para transar com ela, tornando uma rotina silenciosa longe da irmão e esposa.

 

Eu me chamava Fernando, e havia dois anos compartilhava minha vida com Marcela.

 

Ela chegara ao nosso casamento com uma história já escrita: Hugo, seu filho de dezoito anos, e Clara de 24 anos, de casamentos distintos.

 

Eu os tratava com o mesmo afeto reservado aos meus próprios filhos talvez mais, pois nunca tive filhos e essa dinâmica me era nova.

 

Clara minha enteada era o tipo de beleza que se nota em silêncio. Cabelos castanhos que lhe caíam quase até a cintura, ondulados de um jeito que parecia desarrumado apenas a quem não conhecia o tempo que ela dedicava a isso.

 

Seus seios eram grandes, redondos, com aquela firmeza que a juventude ainda não deixara escapar. A bunda igual da minha esposa alta, dura, balançando levemente quando andava descalça em casa.

 

Mas eu nunca havia deixado esses pensamentos tomarem forma. Era a minha enteada. Eu me sentia praticamente da família.

 

Morávamos numa casa de dois andares, construída sem grandes preocupações estéticas. O efeito prático, porém, era outro: o som viajava livre entre os cômodos.

 

Uma conversa no quarto de baixo chegava ao nosso, no andar de cima, com a clareza de quem estivesse no mesmo espaço. Aprendemos a viver com isso.

 

Marcela roncava; eu me acostumei. Os passos de Hugo na escada, eu reconhecia. O choro de Clara durante um filme triste, já esperava.

 

Naquela noite, antes do jantar. Trovões distantes, depois mais próximos. Decidimos deitar cedo, todos nós. Minha esposa Marcela adormeceu em minutos seu sono era sempre pesado.

 

Eu, porém, fiquei girando na cama. O relógio marcava algo entre onze e meia-noite quando ouvi: a voz de Clara, vinda do quarto de Hugo.

 

Ela sempre dormia lá quando chovia. Medo de escuridão, de raios, de ficar sozinha no quarto. Eu nunca questionara isso.

 

Mas naquela noite, sem sono, sem distração, minha atenção se voltou para as palavras que subiam pela parede sem forro.

— Não está ardendo? — perguntou Hugo. Sua voz saía diferente.

— Vem por cima — respondeu Clara. E depois, algo que não entendi, seguido de riso abafado.

 

Fiquei imóvel. O teto parecia mais fino, a distância entre os quartos, inexistente. Minha mente repetia as frases “Não estava ardendo” e “Vem por cima”.

 

Não estava ardendo. Vem por cima. Não conseguia montar um cenário inocente para aquilo entre os irmãos.

 

O mês seguinte trouxe chuva quase todas as noites. Eu começara a me deitar com uma espectâtiva nova, quase doentia.

 

Marcela dormia; eu fingia. Esperava. E quando as vozes começavam sussurros, risos, o som de lençóis se movendo minha mão descia por baixo do cobertor.

 

Fazia isso ao lado da minha esposa, que estava de costas pra mim, inconsciente. Eu com barulhos eu me masturbava e eu tinha que gozar em silêncio, limpando-me com a própria cueca, e ficava olhando para o teto até o sono finalmente chegar.

 

Uma noite, a coragem se instalou diferente. Eu precisava ver. Marcela já roncava como sempre seu ronco de segunda fase, aquele mais profundo.

 

As vozes de Hugo e sua irmã Clara vinham mais altas, menos cuidadosas. Levantei devagar. O corredor do andar de baixo era escuro, iluminado apenas pela luz que escapava por baixo da porta do quarto de Hugo.

 

Respirei fundo e abri.

 

Clara estava de costas para mim, nua da cintura para cima. Seus cabelos castanhos caíam em cascata sobre os ombros, balançando com o movimento dos quadris em cima do irmão.

 

Ela cavalgava seu irmao com uma cadência que parecia ja acostumada e bem a vontade, subia até quase soltá-lo, depois descia de uma vez, fazendo seus seios pequenos balançarem.

 

O som da pele batendo na pele era úmido, repetitivo. Hugo seu irmão deitado, as mãos agarrando sua cintura, a cabeça jogada para trás.

 

No mesmo instante, meu pau endureceu dentro da cueca. Duro, dolorido, pulsando contra o tecido.

 

Clara se virou. Seus olhos encontraram os meus. A cor saiu de seu rosto como água de um copo tombado primeiro o rosa das bochechas, depois até o tom normal da pele, deixando-a pálida, quase cinzenta.

 

Desceu de cima do seu irmão num salto desajeitado, agarrando o lençol que estava amassado ao lado da cama. Seus seios desapareceram sob o tecido.

 

Eu não sabia onde colocar as mãos. Não sabia se falava, se ria, se gritava. Meu corpo vibrava com duas coisas opostas: a excitação de ver aquilo, a vergonha de ter sido visto vendo.

 

Fechei a porta.

 

Voltei para o quarto. Marcela continuava de costas, imóvel. Deitei ao seu lado e bati mais uma punheta e Gozie rápido, quase com raiva, imaginando o que teria acontecido se eu não tivesse fechado a porta.

 

No dia seguinte, optei por não contar nada a minha esposa. Esperei. Café da manhã, jornal, o som da chuva no telhado de zinco.

 

Minha esposa saiu para o trabalho sem desconfiar de nada, e eu fiquei na cozinha, lavando a xícara, quando ouvi passos apressados atrás de mim.

— Fernando. — A voz de Clara saiu trêmula, quase um sussurro.

 

Virei-me. Ela estava pálida, as mãos entrelaçadas no corpo, os olhos avermelhados como se não tivesse dormido.

— Pelo amor de Deus, não conte nada Mamãe. — As palavras saíram em engasgos. — Eu só estava ensinando algumas coisas ao Hugo, ela não pode nem sonhar que transo com meu irmão.

 

Vi a deixa perfeita. A garota estava desesperada, faria qualquer coisa. Sempre achei Clara gostosinha, sempre quis mamar aqueles peitos redondinhos, chupar aquela bucetinha provavelmente raspadinha.

 

Minha esposa não era das melhores na cama ultimamente. Depois do que presenciei, estava cheio de tesão.

— Clara, eu vou contar tudo para ela.

— Fernando! — Ela deu um passo à frente, as mãos estendidas em súplica. — Não faça isso! Não sei o que ela seria capaz de fazer comigo!

— Só não conto com uma condição.

— Pode dizer! — A voz falhou, quebrou. — Eu faço qualquer coisa.

 

Engoli seco. Meu pau já pulsava dentro da calça.

— Quero que você faça comigo — pausei, deixando o peso cair — a mesma coisa que estava fazendo com teu irmão na noite passada.

 

Clara ficou branca. Gaguejava, balbuciava algo inaudível, as mãos tremendo no ar sem encontrar onde pousar. Sabia que apenas aquilo poderia salvá-la da bronca.

— Não é fácil — murmurei, forçando a voz calma — trair sua própria mãe.

 

Mas vou facilitar. Espero sua mãe e seu irmão sair para trabalhar. Você vem ao meu quarto. Estarei aguardando.

 

Clara não conseguiu dizer nada. Apenas balançou a cabeça, um movimento mínimo, quase involuntário, e fugiu para o quarto.

 

No dia combinado, tomei Café com Marcela, falamos sobre o mercado e depois so escutei o barulho do carro saindo da garagem.

 

Vi Clara espiando pela fresta da porta, o pescoço esticado, seguindo o veículo até a esquina. Assim que desapareceu, subi as escadas, tomei banho, deitei-me na cama molhada ainda, e esperei.

 

Os passos vieram hesitantes, pausados, como quem caminha sobre vidro. A maçaneta girou. A porta abriu-se.

Nossa.

 

Esperava roupa normal, desconforto, talvez uma desculpa. Mas Clara entrou com lingerie branca, renda transparente, calcinha e sutiã que não escondiam nada.

 

Seus peitos redondinhos subiam e desciam com a respiração ofegante, mamilos duros apontando para mim como dedos acusadores. Entre as pernas, a bucetinha raspada, lisinha, exposta sem véu.

Meu pau endureceu instantaneamente, mais duro que poste de rua, pulsando contra o tecido úmido da toalha.

 

Clara não parecia à vontade — o corpo rígido, os olhos no chão — mas aquele corpo, exposto assim, era uma maravilha que eu nunca imaginara ter dentro de casa.

 

Seus seios redondos erguiam-se com os mamilos duros apontando para mim, e entre suas coxas eu via a pele lisa e rosada, completamente exposta.

 

Ela não se movia. Os olhos fixos no chão, as mãos trêmulas ao lado do corpo, os ombros tensos como se esperassem um golpe.

 

Meu pau pulou contra a toalha úmida, endurecido em segundos. Apertei os dedos nos lençóis para me conter.

— Entre — disse, e minha voz saiu mais grossa do que pretendia.

 

Clara deu um passo hesitante. O tecido da calcinha transparente oscilou com o movimento, revelando a fenda entre suas nádegas.

 

Outro passo. O perfume barato de adolescente misturado a algo mais animal, medo talvez, ou excitação forçada.

— Fecha a porta.

 

Ela obedeceu. O clique da fechadura ecoou no quarto vazio. Quando se virou, seu rosto estava pálido, os lábios entreabertos em respiração curta e rápida.

 

Não havia coragem em seus olhos — apenas resignação, aquela entrega silenciosa de quem sabe que não há escolha.

— Você veio — observei, desnecessariamente.

— Vim — respondeu, e a palavra saiu quebrada.

 

Afastei a toalha. Meu pau erguia-se pesado contra minha barriga, a ponta já úmida.

 

Clara não desviou o olhar dessa vez — seus olhos percorreram meu corpo com algo entre nojo e curiosidade reprimida.

— Aproxime-se.

 

Ela caminhou até a beira da cama. Cada passo fazia a renda esticar sobre sua pele, os seios balançando levemente.

 

Quando parou, eu podia sentir o calor de seu corpo, ouvir a respiração acelerada que não conseguia controlar.

— Tira — ordenei, apontando para o sutiã.

 

Seus dedos tremeram nos fechos. A peça caiu no chão sem som, e seus seios ficaram expostos, a pele arrepiada, os mamilos contraídos em botões rosados.

 

Ela cruzou os braços sobre o peito por instinto, depois os deixou cair.

— Agora a calcinha.

 

Clara engoliu em seco. O tecido desceu por suas coxas, revelando a buceta completamente raspada, os lábios externos rosados e já levemente úmidos. Ela deixou a calcinha no tornozelo, paralisada.

— Sobe aqui.

 

Ela subiu na cama com movimentos desajeitados, os joelhos afundando no colchão ao meu lado. Seu corpo tremia visivelmente agora, a pele da barriga contraída em nervosismo.

— Você fez isso com o Hugo? — perguntei, puxando-a pelo braço até que ela ficasse de joelhos sobre mim.

— Fiz — sussurrou.

— Então faça.

 

Clara hesitou. Seus olhos encontraram os meus pela primeira vez, buscando alguma misericórdia que não existia. Lentamente, ela se ergueu sobre meu pau, guiando-o com uma mão trêmula até sua entrada.

 

A ponta deslizou contra sua pele úmida, e ela soltou um som engasgado — não de prazer, de invasão.

— Ahhh— — gemeu quando desceu, o peso de seu corpo forçando minha entrada.

 

Era diferente do que esperava. Não apertada, não virginal sua buceta cedeu com facilidade, os músculos já acostumados, frouxos de uso recente.

 

Seu irmão Hugo estava lá há menos de vinte e quatro horas. A ideia me fez endurecer ainda mais.

— Isso — grunhi, segurando seus quadris. — Agora move.

 

Clara começou a rebolar, mecanicamente no início, depois encontrando um ritmo. Seus seios balançavam sobre meu rosto, e eu agarrei um, puxando o mamilo com dentes e língua.

 

Ela gemeu — dessa vez misturado, prazer e vergonha indistinguíveis.

— Não para — ordenei, e ela acelerou.

 

O som de nossas peles se encontrando preenchia o quarto: tch tch tch, úmido e obsceno. Clara ofegava agora, o rosto vermelho, o cabelo grudado na testa de suor.

 

Sua buceta fazia barulhos de sucção a cada movimento para cima, apertando meu pau involuntariamente.

— Gosta? — provoquei, sabendo a resposta.

 

Ela não respondeu. Apenas mordeu o lábio e aumentou o ritmo, seus quadris batendo contra os meus com força que a fazia gemer a cada impacto. Eu estava próximo — muito próximo.

— Vou gozar dentro — avisei, não como pergunta.

 

Clara fechou os olhos. Uma lágrima escapou, mas ela não parou. Apertei seus quadris e empurrei para cima, profundo, sentindo-a se abrir completamente sob mim. Ela gritou — não de dor, de rendição total.

— Ahhh, porra— — grunhi, explodindo dentro dela.

 

Clara desabou sobre meu peito, ofegante, suada, a buceta ainda pulsando em volta de meu pau mole. Eu sentia meu gozo escorrendo dela, quente e viscoso, manchando as coxas.

— Agora você pode contar à Amiga da sua Madrasta — sussurrei em seu ouvido — que cumpriu sua parte.

 

Ela não respondeu. Apenas ficou ali, pesada e derrotada, enquanto eu acariciava suas costas com satisfação.

 

Deitei Clara na cama, observando seu corpo nu se estender sobre os lençóis. Ela ainda estava pesada, derrotada, com meu gozo escorrendo lentamente entre suas coxas.

 

Sentei-me ao lado dela, sentindo o calor residual da pele dela contra o ar fresco do quarto.

— Agora seu amigo vai te ensinar algumas coisas — falei, passando a mão pelo próprio peito, ainda ofegante. — Pra você poder ensinar o Hugo depois.

 

Clara virou o rosto para mim, e por um instante vi algo diferente em seus olhos. Não era mais apenas resignação. Um sorriso de canto surgiu em seus lábios, tênue, quase imperceptível, mas real.

 

Aquilo me surpreendeu. Consegui quebrar aquele gelo, afinal.

— Vamos lá — sussurrei, ajudando-a a se acomodar melhor na cama.

 

Assim que Clara deitou completamente, comecei pelo pescoço dela. Beijei a pele macia ali, sentindo o pulso dela batendo rápido contra meus lábios.

 

Notei que ela havia passado perfume — algo floral, discreto, que se misturava ao suor do nosso encontro anterior. Desci devagar, mordiscando, chupando levemente, sentindo-a estremecer sob meu toque.

 

Fui descendo pelo peito, até alcançar seus seios. Chupei um deles, puxando o mamilo com a língua, sentindo-o endurecer.

 

Clara soltou um arquejo, as costas arqueando levemente. Continuei descendo, beijando a barriga, tocando-a com a ponta dos dedos.

 

Percebi que ela estava toda arrepiada — a pele em pele de galinha se formando por todo o corpo, apesar do calor do quarto.

 

Voltei aos seios, mais insistente desta vez. Foi então que ela soltou um gemidinho, bem baixinho, quase engolido. Mas delicioso.

 

Aquilo fez meu pau, que já estava duro, pulsar ainda mais. Quando ele bombou, encostou levemente na entrada da buceta dela.

 

Senti o calor emanando dali, úmido, convidativo. Clara soltou outro gemido, mais alto agora, como se estivesse esperando exatamente aquele momento.

— Clara — falei, afastando-me um pouco, olhando para seus olhos vidrados. — Antes, eu quero que você chupe esse pau. Faça tudo direitinho, como uma boa jovem. Que eu não falarei nada e você pode continuar dando para Hugo o quanto você quiser.

 

Ela se levantou, movimentos mais fluidos agora, menos trêmulos. Subiu por cima de mim, posicionando-se entre minhas pernas.

 

Vagarosamente, abaixou a cabeça e colocou a boca na ponta do meu pau. Não precisei explicar nada — a garota sabia exatamente o que fazer.

 

Em movimentos leves, subia e descia, a língua circulando a cabeça. Vi a saliva escorrendo pelo canto da boca dela, lambuzando meu pau todo, deixando-o brilhante.

 

Aquilo me excitava cada vez mais, sentir a umidade quente dela me envolvendo.

— Está gostoso assim, Fernando? — perguntou, sem tirar meu pau da boca, as palavras saindo abafadas, molhadas.

— Isso, Clara, continue assim — respondi, as mãos agarrando os lençóis. — Não sabia que você era tão experiente.

 

Ela afastou a boca por um instante, olhando para mim com aquele sorriso de canto de volta.

— Você não viu nada ainda.

 

Naquele momento, mais saliva escorreu pelo canto de seus lábios. E então, em um movimento rápido, surpreendente, Clara enfiou meu pau todo na boca.

 

Senti a garganta dela se fechar em volta de mim, quente, apertada. Ela segurou, segurou, até que engasgasse, os olhos lacrimejando levemente.

 

Não aguentei. Virei-a de quatro, rápido, quase brutal. Ela caiu de joelhos, apoiando-se nos cotovelos, e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ela mesma abriu a bunda com as duas mãos.

— Vai, pode chupar — disse ela, a voz rouca. — Eu sei que você quer!

 

O cuzinho dela piscava para mim, rosado, lisinho, parecendo intocado. Abaixei-me e chupei, a língua circulando, penetrando, sentindo o gosto salino dela.

 

Com a outra mão, masturbava-a, sentindo a buceta pulsando junto, molhada, escorrendo. Ela estava implorando por meu pau, mesmo sem palavras.

 

Enquanto chupava, batia na bunda dela, as marcas vermelhas surgindo na pele clara.

— Cachorra safada — grunhi. — Você vai dar todo dia para mim.

— Sim! — ela gemeu, arqueando as costas. — Eu dou pra você sempre que você quiser! Continua, eu quero esse pau todinho dentro da minha buceta!

 

Na mesma posição, enfiei tudo de uma vez. Entrou fácil, ela estava ensopada, e comecei a meter forte, sem piedade.

— Vai, sua safada — gritei, as mãos agarrando seus quadris. — Agora você vai ver o que é um pau de verdade. Depois eu quero que você dê para Hugo assim!

— Vai, Fernando! — ela gritou de volta, a voz falhando. — Quero mais fundo, mais fundo e mais forte! Mete tudo!

 

Os gemidos dela ecoavam no quarto, misturados ao som de nossas peles se chocando. Não conseguia parar, não queria parar. Meti mais, mais, sentindo-a se abrir por completo.

 

Sem avisar, tirei da buceta e enterrei no cuzinho, que piscava para mim, já preparado.

 

Clara gritou quando entrei, um som alto, rouco, mas não disse para parar. Comecei a bombar de leve, deixando-a sentir cada centímetro, cada veia do meu pau dentro daquele cú apertado.

 

Ela gemia baixinho, e conforme eu aumentava o ritmo, ela gemia mais alto, mais desesperada, quase gozando.

— Clara, eu vou gozar! — avisei, agarrando seus cabelos. — Vire para mim, quero gozar na sua boca.

— Nada disso, Fernando! — ela respondeu, virando o rosto para mim, os olhos brilhantes. — Eu quero essa porra todinha no meu cú. Começou a me comer, então termina direito!

 

Fiquei louco. Não precisei de mais nada. Aumentei o ritmo ao máximo, metendo sem piedade, sentindo o orgasmo subindo pela espinha.

 

Gozei muito, enchi aquele cú todo, sentindo as contrações dela ao redor de mim, como se estivesse sugando cada gota.

 

Assim que terminei, Clara se virou, tirou meu pau do cú dela e colocou na boca imediatamente. Continuou sugando, limpando, extraindo a última gota que eu ainda tinha dentro de mim.

 

Eu me contorcia, sensível, mas ela não parava.

— Só vou parar quando eu ver esse pau limpinho — disse ela, as palavras saindo abafadas pelo meu pau em sua boca.

 

Quando finalmente terminou, Clara se levantou, o corpo brilhando de suor, os cabelos desalinhados. Olhou para mim, uma mistura de desafio e cumplicidade no olhar.

— Fiz direito — disse ela, passando a mão pelos cabelos. — Posso continuar dando para o meu irmão?

— Pode, Clara — respondi, ainda ofegante, sentindo o corpo pesado. — Contanto que você me faça algumas visitas de vez em quando.

— Pode deixar, Fernando — ela sorriu, pegando a toalha no chão. — Já sei onde aprender para passar para ele.

 

Clara saiu do quarto, direto para o banheiro. Ouvi a água começando a correr. Levantei-me, as pernas ainda trêmulas, e fui atrás. Estávamos suados, exaustos, cheirando a sexo — precisávamos de outro banho.

 

Debaixo da água quente, deixei o jato bater nas costas, fechando os olhos. Desde aquele dia, continuei comendo Clara sempre que podia, e ela continuava dando para irmão dela, mantendo nosso segredo.

 

Mas uma ideia nova surgia em minha mente, cada vez mais forte, cada vez mais insistente. Queria comer minha enteada Clara e minha esposa juntas.

 

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