Blog Amo Porno BR

Categoria do Blog

Meu pai dirigindo, e eu no banco de trás, sentado no colo do amigo dele

31/08/2026 escrito por Amopornobr

Filho acompanha o pai ao jogo de futebol, fica espremido no banco de trás e aproveita a carona com os amigos para sentar no colo de um deles e iniciar uma putaria proibida com o pai na direção.

 

 

Meu Pai disse iria na sede do time pra tomar uma cerveja e me chamou.

 

Fomos. No bar, a conversa rolava animada entre meu pai e seus amigos.

 

Gil, Almir, Valencio. Eu com meu refrigerante, ficava alheio.

 

Envolto nos pensamentos, nem percebi quando um dos amigos do meu pai me fez uma pergunta.

— E aí filhão… tá viajando? O Gil te fez uma pergunta — meu pai cutucou meu ombro.

 

— Hã… ah… ah… tava pensando numas coisas… o quê foi mesmo?

 

— Seu pai falou que você tem 18 anos… é isso mesmo? — Gil perguntou, a caneca de cerveja na mão.

 

— É… fiz no inicio deste ano…

 

— Caramba… desse tamanho, com essa carinha, achei que tivesse onze… no máximo doze… tem que fazer uns exercício pra crescer rapaz…

 

— Ah… nem ligo, só de ver o tamanho do meu pai e da minha mãe, sei que nem vai adiantar.

 

Eles olharam pro meu pai, que não tinha nem 1,65m, e começaram a rir.

 

Essa descontração me fez participar mais. E de repente, me vi pensando em como seria o pau deles.

 

Será que era igual dos amigos casados do meu pai que ja transei? Maior? Menor?

 

Imaginei o Gil em cima de mim ele tinha 1,80m, moreno forte, ia me sumir embaixo daquele corpo.

 

O Almir era mais gordinho, ia sofrer pra aguentar o peso.

 

O Valencio, apesar de alto, era magro, dava pra aguentar.

 

Eu pensava, eu me excitava, e ria por dentro com meus pensamentos malucos. Puta que pariu o meu pau endureceu de novo na calça.

 

Já em casa, voltei a pensar nessas bobagens. E minha mão foi descendo pra calça, enfiou por baixo da cueca, agarrou o pau duro.

 

Bati uma punheta pensando no Gil, no Valencio, no AAlmir. Gozei rápido, forte, a porra caiu na barriga e na camiseta.

 

Os amigos do meu pai foi um divisor de águas. Passei a desejar homens. Só que estava trilhando um caminho perigoso.

 

Desejando os amigos do meu pai. O medo parecia me deixar mais excitado.

 

No domingo, falei pro meu pai que queria ir ao jogo dele. O time jogava cedo. Na hora do segundo quadro, pouquíssimas pessoas assistindo.

 

Meu pai apareceu com uma camisa do time para mim, mas quando vesti, ficou comprida demais, descendo até a metade da coxa.

— É, filho… infelizmente era o que tinha na loja — disse, coçando a cabeça.

— Tá bom, pai… qualquer coisa eu coloco por dentro do calção.

 

Conforme o tempo andava, o bar ia enchendo. No primeiro quadro, já tinha bastante gente bebendo e falando alto.

 

Fiquei sozinho na beirada do campo quando meu pai foi se trocar. Resolvi explorar e fui ao banheiro.

 

Apesar do horário, o cheiro de mijo já era forte. O mictório era um cocho de cimento azulejado.

 

Dois homens ocupavam o espaço, rolas pra fora, despejando urina. Um moreno e outro negro. Rola Grossas, lindas. Mirei com olhos discretamente.

 

A rola negra foi balançada e guardada, o homem saiu. O moreno me viu deu risada.

 

No domingo seguinte, voltei ir la assistir jogo e de cara fui ao banheiro do estádio.

 

Dois caras mijando nos mictórios, e eu de novo ali, olhando de canto. Desta vez não rolou papinho.

 

Mas vi uma rola que me fez engolir em seco — morena, grossa, a cabeça vermelhinha brilhando sob a luz fluorescente.

 

Era de um dos amigos do meu pai. Valencio chegou logo depois, abriu a braguilha e mijou.

 

Fiquei olhando. Ele não reparou. O pau dele era grande, moreno, e eu saí rápido com o meu próprio pau endurecido nas calças.

 

O pessoal se reuniu na sede cedo. Como viriam mais quatro homens no nosso carro, meu pai pediu para eu ir no banco de trás, pois eu era menor de todos.

 

Valencio, Guina, Juarez e eu nos esprememos atrás. Os carros começaram a sair, mas meu pai demorou.

 

Quando deu a partida, ouvimos um assobio — era o Miguel, outro jogador.

 

O que não era para acontecer acabou acontecendo: Estavamos em 5 adultos no carro. Apertado demais.

 

— Vem cá, Carlos… senta no meu colo, senão vai ser esmagado, disse Valencio, puxando meu braço.

 

Me ajeitei no colo dele, a camisa subindo nas coxas. Mal o carro começou a andar, senti um negócio duro atravessado na minha bunda.

 

Meu pau reagiu na hora, também ficou duro. Fiquei quieto, curtindo a rola dura encostada no meu rego.

 

Valencio começou a me provocar. Mesmo conversando com o pessoal, toda vez que o carro parava no semáforo, ele pulsava a rola na minha bunda.

 

Buscando uma reação. E ela veio. Me aproveitei dos balanços do carro e deslizei a bunda no pau dele.

 

Nas aceleradas, movia para frente. Nas freadas, para trás, aumentando a pressão suavemente.

 

Valencio colocou a mão esquerda na minha coxa e ficou acariciando. Gelei. Para meu pai eu era hetero.

 

Vergonha me subiu pelo corpo, mas ao mesmo tempo me arrepiei todo.

 

Disfarcei, olhando para os lados. Guina e Juarez conversavam, meu pai dirigia. Ninguém imaginava o que começava ali.

— Ai… levanta um pouco, Carlos, deixa eu ajeitar as pernas… tá ficando adormecida…

 

Levantei. Instantes depois:

— Pronto… pode sentar.

 

O safado tinha colocado o pau virado para cima. Deslizei a bundinha e parei bem em cima da cabecinha dele.

 

Um pulsar forte me fez arrepiar. Balancei a bunda lateralmente, encaixando o pau no meu reguinho.

 

Notei algo estranho. Disfarçadamente, passei a mão esquerda por baixo da bunda. Braguilha aberta.

 

O pau estava para fora, quente, duro entre meus dedos antes de eu puxar a mão assustado.

 

Ele voltou a colocar a mão na minha coxa. Depois pegou minha mão e a levou em direção ao pau.

 

Me segurei. Ele forçou. E logo lá estava eu, com os dedinhos envolvendo a rola dura dele, sentindo cada pulso contra a palma.

 

Chegamos ao clube. Aliviado por ter acabado, mas com o pau duro e o cu arrepiado, desci do carro com as pernas bambas.

 

Valencio jogou no segundo quadro. Eu assistia da lateral do campo, a camisa comprida cobrindo o calção, ainda sentindo o fantasma do pau dele encostado na minha bunda durante a viagem.

 

Ele saiu no meio do segundo tempo, suado, caminhando na minha direção com aquele sorriso torto.

— Gostou da viagem? — perguntou, parando na minha frente.

— Você é doido… colocou o pau para fora, e se alguém percebesse?

— Gostou? Ou não gostou? — Ele já estava abrindo a braguilha, e antes que eu respondesse, o pau dele tava de fora, meio duro, balançando perto da minha coxa.

— Gostei, mas…

— Mais nada… tô doido para dar uma gozada, vamos ali no banheiro. — cortou minha fala.

 

O segundo tempo estava rolando, o primeiro time se trocava no vestiário. Doido para ver uma rola, segui Valencio até o banheiro.

 

Ele era bem doido — nem tinha fechado a porta do reservado e já tava com a rola pra fora.

 

Nossa… estava bem maior do que no dia que eu o vi mijando.

— Nossa… é grande — falei, olhando aquele pau moreno, grosso, apontando pra mim.

— 19 cm… vai… dá uma mamadinha…

 

Sentei na privada e comecei a dar um trato na rola dele. Minha boca subia e descia, os lábios apertando a cabeça inchada, e de vez em quando eu lambia as bolas também sacudia, passava a língua por baixo, voltava a engolir.

 

Valencio gemia baixinho, batia com o pau na minha cara, falava que ia gozar na minha boca e depois ia encher meu cuzinho de porra.

 

O entra e sai no banheiro nos fez parar várias vezes. Passos no corredor, porta batendo, gente conversando eu soltava o pau, ficava quieto, e quando o silêncio voltava, engolia de novo.

 

Até que Valencio segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter na minha boca.

— É para tomar tudinho, viu? — alertou.

 

Ele segurou o gemido e foi aumentando as estocadas. A cabeça da rola já estava descendo pela garganta, a baba escorria pelo meu queixo, eu estava ficando sem ar.

 

A primeira golfada veio forte — quente, grossa, achei que fosse me afogar. As lágrimas desceram.

 

Me apoiei nas pernas dele e tentei me afastar. Percebendo minha agonia, Valencio tirou um pouco a rola, mas continuou despejando porra na minha boca.

 

Sofri, mas acabei dando conta de engolir tudo.

 

Com o pau ainda duro, ele quis comer meu cuzinho. Me virou de costas, abaixou meu calção e meteu o dedo no meu buraquinho.

 

O dedo entrou devagar, girando, abrindo. Eu arquei, mordi o lábio. Nesse momento, entrou alguém no banheiro e foi ao reservado do lado.

 

A pessoa demorou pra sair. O movimento aumentou, entra e sai de gente, e a gente resolveu parar.

— Mais tarde a gente tenta de novo — disse ele, baixinho ao meu ouvido.

 

Saímos de lá sem sermos notados. Não conseguimos voltar o bar lotou, o jogo acabou, começaram a assar carne, apareceram instrumentos, e o samba começou.

 

Cerveja, samba e churrasco, parecia que não iam mais sair dali.

 

Já estava escurecendo quando Valencio veio discretamente me dar um caco de vidro. Eu não entendi, e ele explicou:

— Abre um buraco na parte de trás do seu calção.

 

Valencio não tinha desistido de comer meu cuzinho. O plano era aproveitar a viagem de volta.

 

Disse que os carros estavam cheios e que voltaríamos do mesmo jeito.

— E do jeito que estão bebendo, nem vão perceber — completou.

 

Cheio de tesão e sem juízo, fui ao banheiro, sentei na privada e fiquei cortando as costuras do meu calção pacientemente.

 

Com a camisa comprida, ninguém ia perceber o rasgo.

 

Na volta pra casa, Valencio deu uma dedada no meu cuzinho assim que fui me sentar no colo dele. Seu pau, pelo rasgo do meu calção, se encaixou no meu reguinho.

 

A cada balanço do carro, meu reguinho deslizava gostoso no pau. Valencio queria mais — queria enfiar a rola — mas não dava, eu teria que me levantar muito e provavelmente meu pai perceberia.

 

A cabeça do pau dele já estava toda melecada, deixando meu reguinho igual.

 

Às vezes, quando ela parava na entradinha, eu me mexia pra fazê-la entrar, mas a posição não ajudava.

 

A sorte mudou quando meu pai parou o carro do lado de uma padaria.

— Bom gente, eu não sei vocês, mas preciso dar uma mijada — disse meu pai.

 

Todos desceram, menos eu e Valencio. Assim que entraram na padaria, Valencio me virou de lado, cuspiu na mão, lambuzou a cabeça da rola e meteu com tudo. Soltei um gemido.

— Ahhh… caralho, Carlos… eu não podia ir embora sem dar uma metida nesse seu cuzinho…

— Não dá pra demorar, eles vão voltar logo — falei.

 

Como um cavalo, Valencio enterrava tudo, tirava deixando só a cabecinha, e voltava a enterrar até as bolas colarem na minha bunda.

 

As estocadas eram fortes e rápidas. Cheio de tesão, não aguentei e comecei a gozar. Por sorte, minha cueca estava embolada na frente do calção.

— Ahhh… ahhhh… que delícia… que delícia ahhhh — gemi, gozando e recebendo as bombadas de Valencio, que não parou de meter.

 

Sem trégua, seguiu socando até cravar a rola.

 

Pensei que fosse gozar, mas ele me virou e voltei a ficar sentado no colo dele.

— O pessoal já está voltando — disse.

— É melhor tirar — falei.

— Não… vamos ficar assim mesmo.

 

O medo e o tesão voltaram a me dominar, mas eles vieram tão descontraídos, rindo alto, cada um com uma latinha de cerveja, que não notaram nada.

 

Meu pai deu a latinha dele para Valencio. A viagem recomeçou — só que agora o pessoal estava mais falante, risonho, comentando os lances do jogo.

 

Aproveitando o momento de descontração e os solavancos do carro, rebolei no pau de Valencio, dei várias travadinhas. Antes do fim da viagem, ele não aguentou senti o pau pulsando, e quando a mão dele apertou minha coxa, os jatos me invadiram.

 

Deve ter sido horrível gozar em silêncio; ele simulou uma tosse pra disfarçar.

 

Até a chegada na sede, fiquei com o cuzinho travado, prendendo a rola mole só pra não vazar a porra. Na hora de descer, empurrei a cueca da frente pra trás, mas mesmo assim vazou um pouco e melou a calça de Valencio.

 

Ele colocou a bolsa na frente e se despediu do pessoal e de mim.

 

Eu sorri, sentei no banco da frente e fiquei esperando meu pai. Em seguida, fomos embora.

Mais sobre: Conto Erótico , Gay