
Prima invejosa visita a casa da prima com marido rico, mas acaba querendo todo jeito assumir a posto de nova mulher do seu primo.
Eu estava andando de taxi, pois eu tinha decidido tirar um dia só para mim, longe da faculdade, longe do trabalho no salão da minha mãe.
Só eu, minha calça jeans colada e uma blusinha preta com detalhes prateados que deixavam meus seios bem à mostra.
Eu me chamava de Paulinha, tinha 19 anos, 1,60 de altura, e pela primeira vez na vida vou confessar meu peso: 62 quilos.
Eu tinha coxas grossas, uma bundinha arrebitada e redonda, seios fartos com biquinhos rosadinhos e um bocão carnudo que sempre me rendeu mais atenção do que eu pedi.
Resolvi visitar minha prima Bety.
Minha prima casou nova, foi aos 25, e desde então praticamente sumiu da minha vida.
Bety minha prima era linda, 1 metro e 62, cerca de 65 quilos, olhos cor de mel, cabelos loiros que caem em ondas até a cintura.
Ela tinha um bundão maior que o meu, inveja pura, e seios perfeitos desde que colocou silicone de 400 mililitros há 1 ano.
Casou-se com Claudio, dono de empresa de importação, um homem podre de grana.
Era um coroa, para falar a verdade: 48 anos, mas com um charme danado.
Cabelos grisalhos de propósito, barba bem aparada, aquela barriguinha de chope que alguns homens carregam como troféu.
Era um coroa gostoso, apesar de ser marido da minha prima, devo admitir.
Cheguei ao prédio deles por volta das duas da tarde.
O condomínio era daqueles que intimidavam, fachada de vidro fumê, jardins suspensos, porteiro em uniforme de alfaiataria. Anunciei minha visita.
O porteiro falou ao interfone e depois me informou que o marido da minha prima desceria para me buscar. Estranhei. Bety não estava em casa?
Marido da minha prima apareceu minutos depois, descendo a escada rolante do lobby como se fosse dono do mundo.
De bermuda cáqui, camiseta branca justa, chinelo de couro.
— Ana Paula — ele disse, com aquele sorriso torto.
— Lembrou da gente? Milagre, por isso o dia tá nublado.
— Você sempre engraçadinho e irritante — respondi, ajeitando a bolsa no ombro. — E a minha prima esta ai?
— Não, Ana. Ela foi ao salão. Mas vamos subir, daqui a pouco ela tá aí.
Subimos até o décimo terceiro andar. No elevador, Marido da minha prima foi logo relembrando o casamento deles, há sete meses.
Eu tinha ficado bêbada de verdade, misturando espumante com vodka, e quase tive coma alcoólico rsrs.
Lembrava vagamente de ter vomitado nos arbustos do hotel e de Claudio me segurando o cabelo.
Rimos daquela noite, da minha vergonha, da cara de noiva desesperada que minha prima fez quando viu o vestido da madrinha manchado de vinho.
Quando as portas do elevador se abriram, entrei no apartamento e parei no meio da sala.
O lugar era de outro mundo. Piso de mármore travertino, móveis de design escandinavo, uma vista do Parque Ibirapuera que parecia postal.
Senti algo quente no peito, uma pressão que demorei a identificar. Talves Inveja…
Minha prima Bety tinha tudo o que sempre quis o apartamento, o marido muito rico, a vida que minha mãe dizia que eu deveria ter conquistado.
Sentei-me no sofá de couro bege, imenso, macio como nuvem. Peguei uma das almofadas de linho e a apertei contra o colo, eu estava com calça pouco justa e tinha receio do que Claudio iria pensar.
Claudio se dirigiu à adega embutida na parede e voltou com duas taças de cristal.
O vinho era tinto, encorpado. Um dos melhores que já tinha provado.
Para quebrar o clima que se instalava, sorri com o olhar que minha mãe chamava de “malicioso de Paulinha”.
— Então, garanhão — disse, girando a taça pelo caule. — Como é a vida de casado?
Claudio deu um gole no vinho antes de responder.
— Ana Paula, é um verdadeiro tédio.
A Bety não é mais aquela menina doce e encantadora. Virou uma chata dessas que eu tenho no trabalho.
Parece que envelheceu uns 10 anos de uma hora para outra. Não sei se foi o casamento, mas tá muito chata.
Sorri, inclinando-me para frente. O decote da blusa se abriu um pouco mais e marido da minha prima viu aquilo.
— Ah, entendi. Você gostava mais quando a Bety era uma jovem moça bobinha e inocente né?
— Não é isso, Ana Paula. — Ele se virou para mim, o copo parado a meio caminho da boca.
— Você não me entendeu. Vai entender quando tiver minha idade. Não sei se devo falar essas coisas com você. É íntimo entre eu e sua prima.
— Claudio, pode me dizer. — Abaixei a voz, quase num sussurro e tentada pra saber o que minha prima estava fazendo para que o marido dela quis-se talves me comer na casa deles.
— É sobre a vida sexual? Não se preocupa, não sou nenhuma menininha pura.
Já sou bem grandinha. E quem sabe não possa te ajudar.
Claudio sorriu. Aproximou-se do sofá, sentou-se tão perto que nossos joelhos quase se tocaram.
Inclinou-se e sussurrou no meu ouvido, seu hálito quente misturado ao álcool do vinho:
— Bety perdeu o interesse sexual por mim. A gente não transa há dois meses. E o pior: só temos sete meses de casados.
Fiz um som com a língua, um “xi” prolongado.
— Claudio, fudeu tudo. Bety na real não gosta de você e sim do seu dinheiro.
Os olhos do marido da minha prima mudaram. A pupila dilatou, o músculo da mandíbula travou.
Ele me encarou como se estivesse vendo algo pela primeira vez, algo que o ofendesse em níveis que eu não conseguia medir.
— Olha, Claudio — continuei, tomando outro gole de vinho, sentindo o álcool me aquecer a garganta.
— Você tem grana. Vai ao puteiro e deixa a Bety para lá. Viva de aparências.
Claudio não piscou. Seu peito subia e descia num ritmo que eu começava a acompanhar.
Quando se moveu, foi rápido demais para eu reagir.
Sua mão fechou-se no meu braço, os dedos afundando na carne.
— Para eu ir ao puteiro? — sua voz saiu rouca, quase um rosnado.
— Tenho uma puta bem aqui do meu lado que prima da minha mulher. E de graça.
Meu coração disparou. Tentei puxar o braço, mas seus dedos só apertaram mais.
— Me solta, Claudio. Se não, eu grito.
— Pode gritar, sua vagabunda. — Ele se inclinou, o rosto tão perto que senti o calor dele. — Ninguém vai te ouvir.
Eu Tremia. Minhas pernas, minhas mãos, a voz que não saía mais.
Claudio puxou-me pelo braço, levantando-me do sofá com uma força que não esperava daquele corpo aparentemente macio.
Tudo bem que eu era capaz de dar pra ele ali mesmo na casa da minha prima e para o marido dela, tudo pra destruir o casamento dela.
E claro eu ficar com marido dela, me bancando pelo resto da vida. Pra isso so dar boa foda do coroa.
Eu deixei acontecer e ele apertou com força, seus dedos cravando-se nas minhas bochechas. Levou-me a uma porta no fim do corredor, empurrou-a.
Um quarto de visitas, percebi — cama de solteiro arrumada com capricho, cortinas de linho, um abajur de cerâmica na mesa de cabeceira.
Claudio jogou-me no chão. Minha bunda bateu no carpete.
Vou te comer então o Claudio me falou. Sua buceta deve ser como a da sua prima, carnuda, gostosa. Vai adorar meu pau te comendo.
Marido da minha prima me agarrou por trás, seu corpo colando-se ao meu.
Senti algo duro, pulsante, roçando na minha bunda através do jeans. O pau do marido da minha prima, já estava ereto, duro como rocha.
Um arrepio percorreu minha espinha. Tentei me fazer dificil e negá-lo, mas meu corpo reagiu antes que eu pudesse controlar.
Claudio notou. Sempre notara tudo.
— Toda arrepiadinha, né? — a mão do marido da minha prima desceu até minhas coxas, apertando. — Eu sabia, sua cadela. Que ia gostar.
Ele jogou-me na cama. Caí de bruços, o rosto afundando no colchão.
Ele me deu um tapa na cara. A estalada ecoou no quarto pequeno. Fiquei com bochecha ardendo.
E então senti: a excitação. Minha respiração acelerou por razões que não queria examinar.
Claudio não perdeu tempo. Sua mão foi até meu decote e rasgou. Literalmente rasgou, a blusa cedendo como papel.
Ele continuou, animal, até que a blusa saiu do meu corpo, deixando-me de sutiã preto com alças de silicone.
Abriu o zíper da minha calça jeans, puxando-a para baixo.
Claudio tirou a sandália, depois a calça, e então fez algo que não esperava: mandou que eu colocasse a sandália de volta.
Sentei-me na beira da cama, obediente, e enfiei o pé no salto preto.
Quando terminei, lancei-lhe um olhar que não sabia que possuía. Sexy. Sedutor. Traiçoeiro como o dele.
Claudio aproximou-se, agarrou meu cabelo e puxou para que eu ficasse de pé.
Seus olhos percorreram meu corpo, da sandália aos seios.
— Ana Paula — disse, a voz rouca. — Que corpão. Tá melhor que a sua prima.
Naquela hora, algo em mim quebrou. Ou se abriu.
Puxei-o pela gola da camiseta, joguei meu corpo contra o dele e gemi quando senti seu pau duro encostar na minha coxa.
— Achou que ia me comer à força? — sussurrei, mordendo seu lóbulo.
— Se fudeu, Claudio. Vai me comer sim e na cama da tua esposa. Seu velho filho da puta.
Marido da minha prima ficou louco. Vi nos olhos dele, na forma como a respiração dele parou. Achei que me levaria ali mesmo, no quarto de visitas.
Mas não. Agarrou meu cabelo com mais força e arrastou-me de volta para a sala.
Jogou-me no tapete persa, de quatro. Tirei a cueca dele e, a camiseta, ela estava manchada de batom, percebi agora, de quando tentara fugir e roçara nele. Fiquei totalmente nua diante dele.
— Anda, sua safada — ordenou, a voz grossa de desejo.
— Vira essa bundinha aí que vou comer seu rabo todinho.
E para surpresa dele, para minha própria surpresa virei-me. De quatro, empinei a bundinha e rebolei, sentindo o salto fino cravando-se no tapete.
Claudio veio atrás, dando tapinhas na minha bunda e apertando.
Tirou minha calcinha preta de rendinha — já molhada, percebi com vergonha e excitação misturadas.
Levantei uma perna, depois a outra, para que ele a removesse completamente.
Fiquei ali, de bundão para cima, rebolando ainda. De sutiã. Ele abriu o fecho por trás e eu o retirei, deixando-o cair à minha frente.
Meus seios balançaram livres, pesados, os biquinhos rosadinhos eretos.
Marido da minha prima aproximou-se por trás, suas mãos grandes cobrindo meus seios, apertando com força, massageando em círculos brutais.
Eu rebolava contra ele, sentindo seu pau nu finalmente, quente e duro, roçando minha pele.
— Ahhh — escapou de mim, um gemido que não reconheci como meu.
Estava completamente Pronta pra entregar par ao marido da minha prima.
Levei uma das minhas mãos até minha xoxotinha, toda encharcada de tesão, e fui acariciando meu grelinho que estava completamente inchado.
Fiquei ali me masturbando, sentindo meus próprios dedos deslizando naquela umidade quente, enquanto Claudio massageava meus seios por trás e beijava meu pescoço.
Claudio deu mais um tapinha na minha bunda, firme, fazendo minha pele arder. — Rebola — ordenou ele, com aquela voz grossa de quem manda.
Mas em vez de esperar, ele caiu de boca no meu cuzão. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e passou a pontinha da língua ali.
Gemi alto na mesma hora, um som que nem reconheci como meu. Marido da minha prima deu uma cuspida e disse:
— Sua puta já deu seu cú, né? Mas agora você vai saber o que é ser comida por uma vara de verdade.
Ele começou a se punhetar, puxando aquele pau grosso para deixá-lo ainda mais duro.
Deu uma batidinha na minha bunda, puxou meu cabelo para trás com força, e sem dó meteu seu cacete na minha bundinha.
Aiiiiii, caralho. Aquilo doeu pra porra. Parecia que o marido da minha prima estava me rasgando em duas.
Gritei e gemi de dor, mas Claudio não estava nem aí. A final ele não tinha nada daquilo no seu casamento com minha prima.
Começou a socar a vara no meu cuzinho apertadinho, e aquilo estava começando a ficar gostoso.
Ele metia forte, sem pena, e a cada estocada suas bolas batiam na minha bunda com um barulho úmido.
Gemia forte e gritava pedindo para ele meter mais: — Vai, seu velho da porra, mete mais, não para, seu filho da puta!
Claudio socava cada vez mais forte e puxava meu cabelo. Metia sem parar. Eu não estava aguentando, e quando percebi já estava gozando feito louca.
Parecia que tinha um litro de gozo acumulado em mim.
Gozei pra caralho com aquele homem metendo no meu cú, atingi o mais profundo orgasmo.
Estava completamente alucinada, minhas pernas não aguentavam, e caí no tapete.
Claudio, com a pica dele ainda no meu cú, tirou e me virou de frente.
Eu ainda estava me contorcendo de tanto tesão, mas aquele homem não teve pena. Caiu de boca na minha buceta.
Eu estava toda ofegante, gemia baixinho porque não tinha mais forças para gritar.
Foi aí que senti aquela boca quente dele na minha xoxota.
Ele chupava minha xana, enfiava a língua e começou a foder minha buceta com aquela língua quente. Eu me contorcia toda e gozei de novo.
Marido da minha prima parou de chupar e meteu dois dedos com força na minha perereca raspadinha e cheia de mel. Metia sem parar, enquanto com a outra mão apertava meus seios.
Eu gozava feito puta e comecei a desfalecer de tão excitada que estava.
Ele punhetou de volta seu pau, colocou na entradinha da minha xana. Chegava a deslizar de tanto gozo. Meteu com força, gemeu.
Os gemidos dele se misturavam com os meus e aquilo me deixava cada vez mais louca. Ele gemia feito louco. Senti seu pau na parede da minha bucetinha, foi maravilhoso.
Ele metia, às vezes tirava o pau para fora e socava de volta. Eu já me revirava toda e continuava a gozar. Ele segurava minha cintura porque eu não parava quieto.
Metia com força, sem parar, aquele ritmo gostoso. Foi quando ele parou com o pau dentro da minha xana e gozou. Aiiiii.
Aquele jato de leite quente na minha xana era só o que faltava. Ele gemia e eu já não conseguia mais nem gemer. Me desfaleci ali no tapete, ofegante.
Claudio tirou a vara dele da minha buceta toda arrombada e terminou de gozar na minha barriguinha.
Ficamos ali, recuperando o fôlego. Fiquei com tanto medo de adormecer que já fui me levantando ainda mole.
Peguei minha calcinha e meu sutiã no chão, fui me vestindo. Corri até o quarto e me troquei. Minha blusinha estava rasgada.
Voltei para a sala, ele ainda estava lá caído no tapete. Pedi a Claudio uma blusinha da Bety, ele sequer respondeu.
Corri até o quarto deles e peguei uma blusinha qualquer. Vi Claudio atrás de mim pegando algo do guarda-roupa dele.
Ele se aproximou e, pela primeira vez, me beijou. Um beijo longo, segurando minha nuca, e colocou algo no meu bolso.
Estava ainda com a xaninha toda pulsando. Peguei minha bolsa e corri logo para a porta.
Peguei o elevador e corri para a portaria. Estava muito assustada, com medo de minha prima me pegar ali.
Peguei o ônibus e, por fim, me sentei. Foi quando lembrei que Claudio colocara algo no meu bolso.
Quando retirei, levei um susto enorme: eram quinhentos reais embolados. O filho da puta do Claudio me pagou pela transa.
Não sabia se ria ou ficava nervosa. Só sei que voltei para casa, tomei um banho e corri para a casa do Denis, meu amigo que estou saindo.
O chamei para ir ao shopping gastar o tal dinheiro. Foi aí que caí na real: eu sou uma putinha filha da mãe sem vergonha na cara.
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